quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

Love Is a Losing Game... de Amy Winehouse (+ In My Bed)

Partilho convosco um videoclip de uma das faixas que mais me enlouqueceu a cabeça durante meses este ano. O meu iPod nano e o iTunes tocou-a vezes sem fim.
Rapidamente atingiu o topo do meu top 25 (e olhem que já leva imenso tempo esse topo).

É de "Love Is a Losing Game" do albúm "Back To Black" de Amy Winehouse, que me refiro.
Dizem que será o último single a extrair do referido álbum desta cantora (que tem andado em completo caos com as drogas, anorexia, loucuras, etc). Devido a tudo isso a editora parece ter resolvido lançar o video e acabou por fazê-lo recorrendo a imagens de arquivo. Notem que o video não vale muito mas o meu destaque é mesmo a canção.


Já havia sido impressionado por uma outra canção dela (e ela ainda era boa!), a "In my bed" do seu primeiro álbum "Frank".



Podem consultar os dois álbuns desta cantora, "Back To Black" e "Frank", na iTunes Store, clicando em cada titulo. (Devem ter o iTunes instalado no computador).
Curiosamente já havia recomendado a Amy Winehouse num post dos meus tempos iniciais a blogger.


Adenda (2011): recolocação de videos do Youtube (os antigos já não funcionavam), um acréscimo ao titulo do post e o screenshot da "Amy Winehouse in my bed"...

4 comentários:

tymonn disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
tymonn disse...

Tens um excelente gosto ;)
JAZZ é outro nível de música :)
Se não conheceres hás-de experimentar_Sia, zero7, portishead, massive attack e tantas mais :)!


Bem hajas

ArmPauloFerreira disse...

Obrigado, Tymoon!

Tens razão. Sou também apreciador de jazz embora sem entrar profundamente neste género tão diverso, ficando-me pelas novas tendências influenciadas por ele. Os nomes que referiste é isso mesmo (desconheço Sia mas vai ser por pouco tempo -vou já investigar).
São bandas trip-hop, um género musical dos anos 90 que cuidava em recuperar as memórias distantes cruzadas com a actualidade e tudo no já perdido formato canção.
Sou um seguidor profundo de trip-hop e derivados, e como tal um orfão desse som já acabado. O passo seguinte foi entrar ainda mais no jazz e seguir aqueles que fazem pós-trip-hop. Adoro o Nicola Conte, Koop, Waldeck, etc..

Kanhas disse...

Olá Arm. É para te dizer que foste o 1º vencedor do concurso a decorrer no kanhas dot Com. Fico a aguardar que me envies o endereço do teu banner 125x125. Abraço