quinta-feira, 31 de março de 2011

Wonder Woman... fotos em acção (e outro novo uniforme)!

O reboot televisivo da "Wonder Woman", parece estar a captar todas as tenções por essa internet fora.
Desta vez surgiram imensas fotos das primeiras filmagens da série, onde se pode ver a actriz Adrianne Palicki já em acção como Wonder Woman.


Depois da celeuma gerada pela primeira foto oficial acerca da vestimenta desta super-heroína da DC Comics, o mais curioso é notar que desta vez o uniforme surge diferente e com algumas alterações.

As calças já não são em latex azul brilhante, sendo agora mais normais num tom mais escurecido e as botas passam ao vermelho tão característico da Mulher Maravilha.

Corre, Wonder, corre!
Go, go, go!!!


(toda esta correria em slow-motion, deve fazer um efeito daqueles... eh, eh!)

As estrelas regressam, surgindo de lado nas calças e ao longo da perna (antes existiam nas "cuecas" da WW). Contudo, os “acessórios” de plástico dourado na vestimenta continuam sem fazer sentido algum e apenas meramente decorativos. E felizmente, já não há o exagero do batom carregado...


No io9, existem ainda mais imagens (e com a dupla da actriz - clicar para ver a galeria), inclusive até apresentam no final do artigo, duas propostas de design para vestimenta da WW, que aqui publico.

Desconhecia a versão da direita (a que não tem casaco de mangas) mas a da esquerda é o actual uniforme que a DC Comics publica.

Continuo com a mesma opinião, pois que se tivessem seguido a imagem da esquerda, tinham acertado muito mais. Afinal, é a imagem mais actual da WW na BD, que já piscava o olho às adaptações live-act… e assim até continuariam bem defendidos pela própria BD.
Sempre seria melhor que todas estas invenções feitas para a série… que em live-act continuam pouco agradáveis e inventadas demais.

Eu entendo o dilema deste reboot. Por um lado, querem apresentar a WW conforme sempre se a conheceu mas a vestimenta clássica não tem o look certo para funcionar live-act.

De certa forma, acho ficaria bem exibirem a certa altura e de maneira criativa, o uniforme clássico. Uma vez que não vão começar desde o inicio (com a origem dela), assim quando surgissem flashbacks de tempos passados poderiam exibir o "antigo". Poderia ser aí que apresentariam por esta técnica narrativa, a WW ainda na ilha Themyscira (uma ilha povoada só de amazonas - e proibida aos homens) e ainda com o seu fato original (aquele do tipo fato de banho) por exemplo.

Nos tempos actuais (que será assim que a série avança de imediato), mostravam ela a actuar já com o novo uniforme (se a série se passa 4 anos depois de ela já estar estabelecida em solo americano como super-heroína), seria um cameo que estabelecia em contexto, um antes e um depois.


E sempre daria para terem um episódio qualquer que reflectisse o porquê da mudança de vestimenta (razões argumentativas não faltariam… podendo ser o invocar de convicções femininas da própria, para evitar certas conotações, erradas e opostas, ao que realmente representa).

Segundo, o que vou percebendo pelos vários sites que opinam acerca deste reboot, o facto que mais vai preocupando os interessados até reside mais no criador deste reboot ser o David. E. Kelly, que não reúne consenso pela forma como costuma abordar as suas séries (ainda para mais quando no script parecem existir momentos de personagens a cantar e dançar ao som de Lady Gaga, Katy Perry e até de a Wonder Woman ter uma luta ao som de "Single Ladies"... xiiii!

Evento Apple: WWDC 2011... o convite



Sem surpresa algum, o importantissimo evento Apple WWDC de 2011 é em Junho, de 6 a 10 (em S. Francisco).

O mais interessante é a arte do convite que confirma a confluência do iOS no OS X (que o Lion 10.7 já assinala esse inicio), que acho uma grande jogada da Apple pois assim eleva ainda mais o interesse e envolvimento dos programadores de software (developers). E tudo isto torna-se ainda mais interessante se ainda juntarmos a Mac App Store. No fundo, a WWDC é um evento dedicado para eles mas onde a Apple mostra o rumo do que está a desenvolver...

quarta-feira, 30 de março de 2011

Tron: The Next Day... (curta-metragem)

"Tron: The Next Day", é uma curta-metragem, que se coloca entre o 1º filme "Tron" e a recente sequela "Tron Legacy" já exibida nos cinemas.


Funciona e, para quem apenas só viu o filme original de 1982 (me too), até que se pode dizer que isto consegue fazer a ponte para o que se poderá tratar na sequela.
Flynn Lives...


TRON The Next Day - Flynn Lives Revealed (TR3N... por daftworld

terça-feira, 29 de março de 2011

Como os nossos politicos desviam o dinheiro público... enfim!

Como os nossos politicos desviam o dinheiro público...

Um só exemplo, que nos é dado a conhecer pelo blog "Os velhotes dos Marretas":

"Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:


- Cristina Azevedo - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 EUR mensais + Carro + Telemóvel + 500 EUR por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva:
12.500 EUR mensais + Carro + Telemóvel + 300 EUR por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 EUR mensais + Carro + Telemóvel + 300 EUR por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo
2.000 EUR mensais + 300 EUR por reunião


Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 EUR por reunião, à excepção do
Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 EUR.


Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano, em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros. Com administradores a ganhar mais do que o Presidente da República e o Primeiro Ministro, à custa de dinheiros públicos!"


Os socialistas no seu melhor!
É por isso que o Sócrates estava sempre a dizer:
"Porreiro, pá!"

Pois é... e este é o "cenário" de uma só instituição! Agora imaginemos a restante quantidade de "destinos garantidos" que os governos PS e PSD vão criando de cada vez que lá estão (eles quando abandonam os cargos gostam de ter bem garantido para onde vão a seguir, claro!). É fundações, instituições, Associações, empresas e muitos outros destinos, garantem as vidas deles todos.

Olhem só o belo exemplo do Sampaio hã, um ex-presidente da républica a ser como os outros... e do Freitas do Amaral já não me admira, pois esse tacho é só para acumular aos que já acumulava por aí. É só tachos para eles todos!

Para que tudo isto, fique garantido durante anos (leia-se a encherem os bolsos à grande)... aumentam-se os impostos ao "povo português" que vive de parcos salários!
Crise? Para alguns não existe...

Nada publicado...

Uns dias sem nada publicado aqui no pasquim e pouco se notou em termos de visitas.
A verdade, é que os factores acumulam-se (falta da disposição, que leva a desinteresse... e também muita ocupação laboral e... uma agravante "técnica" pelo meio).


O mais curioso é ver que no dia de ontem, as audiências até subiram em flecha (Muito invulgar: quase 600 visitas, puxa!). A conclusão que tiro é que se calhar mais vale estar quieto e nada publicar...

terça-feira, 22 de março de 2011

Wonder Woman... de regresso na TV!

Há imenso tempo que existem planos para uma nova adaptação da Wonder Woman, a Mulher Maravilha (também conhecida por Super Mulher, contudo erradamente) da DC Comics (que juntamente com Superman e Batman, representam a "santa trindade" da editora).
Contudo, ao haverem tantas indecisões de quem escolher para o papel, como a adaptar e para que meio (TV? Cinema?) fez com que o projecto se desenvolvesse pouco ou nada ao longo dos anos... e décadas!
Nos últimos meses foi tornado público que a Warner Bros, deu luz verde para se fazer uma série televisiva da Wonder Woman. Um reboot baseado na antiga série dos anos 70, que teve bastante sucesso.

A actriz escolhida para o actual reboot foi Adrianne Palicki e como sempre, além da questão da actriz servir ou não, a curiosidade também passa por descobrir como lhe ficará o look de Wonder Woman, e esse foi adiantado a semana passada com uma foto promocional.


A actriz Adrianne Palicki, até parece perseguir papeis em séries de super-personagens da DC Comics: esteve no piloto de Aquaman (série que não vingou além do episódio de teste - mais clicando aqui) e também já apareceu num episódio de Smallville (a muito bem sucedida série que apresenta os tempos antes de Kal-El se tornar no Super-Homem).

Depois de ler um pouco sobre o que já se comenta acerca do script, de reparar no brilho excessivo da roupinha (latex?), o exagero do batom… não resta muita esperança de ver isto correr tão bem como foi nos anos 70. Não espero grande coisa da série… mas tenho interesse em ver para crer, claro.

Acabo por aceitar que Adrianne Palicki até terá sido bem escolhida. A foto promocional é que ajuda pouco... e depois a vestimenta afasta-se do conceito popular da Wonder Woman.

Pensando bem, acho que a Wonder Woman até sempre teve um problema de aspecto, pois em live-act não faz grande sentido ir combater o crime em fato de banho (tão exposta) e saltos altos.


O problema da vestimenta até começa na própria BD, que surgiu como uma amazona grega, mas cujo apelo era mais para uma fantasia XXX que de guerreira heroica. Nas primeiras BDs quando surgiu, há 70 anos, é muito referido o facto de em todas as histórias iniciais ela além de demasiado vistosa e arejada, de repetidas vezes estar ou amarrada ou a amarrar outra mulher... de joelhos e por aí fora. Era uma espécie de pin-up e a vestimenta alinhou sempre por aí (e daí a dificuldade de fazer sentido nos tempos modernos). Nos anos 70, foi interpretada pela actriz Lynda Carter, que lhe deu vida (e de que maneira!).


Pelo meio lá sucederam-se remodelações noutros meios (BD, animação) novos desenvolvimentos a esta personagem, que pelo que vi achei bastante interessantes (um filme de animação muito bom e recentemente uma modernizada vestimenta na BD).


Pelo que posso constatar do aspecto modernizado da Wonder Woman neste reboot, apresenta-se como um cruzamento da imagem mais popular desta heroina (as mesmas cores), com o conceito da nova imagem que tem surgido na banda-desenhada. Não tem sido muito bem recebida mas que admito fazer muito mais sentido (principalmente para as adaptações em filmes por exemplo) e consegue ainda libertar-se da carga exageradamente sexy que a personagem tinha. As calças em tom azul está lá e o tronco em vermelho (faltou só o casaco). Podia era os tons da vestimenta serem menos coloridos e noutro material mas aceita-se o que propuseram. Afinal o que conta mais é como será a seriedade e credibilidade da série. Vamos ver no que dá...



Foto de Adrianne Palicky como Wonder Woman, proveniente do TVDependente.
Clicar nas imagens para ampliar.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Apple actualiza... Mac OS X 10.6.7

Óraite! É sempre a andar... clicar em "Instalar" e... mai'nada!


domingo, 20 de março de 2011

MyJukebox: Delfins - Não vou ficar (Adeus, Pai - OST)


Delfins
"Não vou ficar"
(do álbum "Saber a~mar" e do filme "Adeus, Pai")


Um belissima canção, que presta imenso significado ao filme (para saber mais clicar aqui).

Excerto:
(...)
O amor que o mundo tem
não vem dizer "Está tudo bem".
Tu nunca estás comigo
E eu cresço aqui atrás
de ti sem ver o teu olhar.
Ao espelho chamo alguém
na esperança daqui te encontrar.
Eu nunca estou contigo, contigo
(...)

sábado, 19 de março de 2011

Cine-critica: Adeus, Pai (1996)

Como hoje é dia do pai, nada melhor como recordar um muito acertado filme português que lida com o valor que um pai tem para um filho.

"Adeus, Pai" (1996)
Realizador: Luis Filipe Rocha
Com: José Afonso Pimentel, João Lagarto, Laura Soveral...


A premissa é toda ela bem simples mas já começa por dizer imenso:
"Filipe, um adolescente de 13 anos, vive a concretização do seu maior sonho: passa as férias grandes, sózinho com o pai, num paraíso - os Açores.
Mas todos os sonhos acabam quando acordamos e regressamos à realidade.
ADEUS, PAI, um filme de crianças que é mais do que um conto de fadas."
E assim, era uma vez um filho que queria ter um pai que quisesse ter um filho.



Marcou-me desde que o vi no cinema (quando o estreou) e nunca mais me saiu da cabeça. É brilhante, ternurento e muito inteligente. É imensamente tocante, não só para os que felizmente têm pai mas também para os que já não os têm nas suas vidas, infelizmente. Neste filme os factos são apresentados pelo ponto de vista de um filho, que devido a ter um pai devotado á sua vida profissional não o acompanha e a criança sente pela sua ausência, a falta do seu acompanhamento directo, a falta de poder conversar com ele, de aprender com ele, ter brincadeiras... no fundo tudo o que representa ser um pai activo e presente.

A destacar a banda-sonora dos Delfins, cuja canção "Não vou ficar" e o seu instrumental pontuam com brilho este importante filme. "Adeus, Pai" não só aborda o ponto de vista infantil e inocente, como também o adulto, permitindo fazer acreditar que há sempre uma oportunidade para inverter o rumo que se toma na vida, mesmo quando essa vida está já premeditada. No final somos contemplados ainda com um interessante twist que coloca uma nova perspectiva a esta história  e de certa forma, fica um rastilho de esperança.
Altamente recomendado.

sexta-feira, 18 de março de 2011

I Am Number Four; The Mechanic; Gnomeu e Julieta; Company Men; etc... desde 17Mar11 nas nossas salas

Mais uma semana com um monte de estreias...


Sou o Número Quatro
I Am Number Four (2011)
Realizador: D.J. Caruso
Com: Alex Pettyfer, Timothy Olyphant, Dianna Agron




The Mechanic – O Profissional
The Mechanic (2011)
Realizador: Simon West
Com: Jason Statham, Ben Foster, Donald Sutherland



Guerreiros do Amanhã
Tomorrow, When the War Began (2011)
Realizador: Stuart Beattie
Com: Caitlin Stasey, Rachel Hurd-Wood, Lincoln Lewis

Obs: Parece-me o mais interessante de toda a semana...




Gnomeu e Julieta
Gnomeo and Juliet (2011)
Realizador: Kelly Asbury
Vozes: James McAvoy, Emily Blunt, Maggie Smith


Homens de Negócios
The Company Men (2010)
Realizador: John Wells
Com: Ben Affleck, Chris Cooper, Tommy Lee Jones


Micmacs – Uma Brilhante Confusão
Micmacs à tire-larigot (2009)
Realizador: Jean-Pierre Jeunet
Com: Dany Boon, André Dussollier, Nicolas Marié...


Potiche
Potiche (2010)
Realizador: François Ozon
Com: Catherine Deneuve, Gérard Depardieu, Fabrice Luchini


Copacabana
Copacabana (2010)
Realizador: Marc Fitoussi
Com: Isabelle Huppert, Aure Atika, Lolita Chammah


mais infos e posters em: tvPRIME

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cine-critica: DareDevil - The Director's Cut (2003)

DareDevil (2003) - Director's Cut (2004)
Realizador: Mark Steven Johnson

Como é sabido, a critica em geral sempre arrasou o filme que saiu em 2003. É considerado na genaralidade como mau filme, contudo discordo e vejo até nesta segunda versão mesmo como um dos melhores filmes de personagens Marvel. Ok... tem pontos totalmente questionáveis.

Quem detestou o filme na versão normal... vai continuar a não apreciar esta Director's Cut, que no fundo é na essência ainda assim o mesmo filme.
Ben Affleck foi realmente uma fraca escolha para o papel de herói (não tanto como Demolidor mas patético como Matt Murdock, o advogado cego), mas o tom escolhido para o filme foi acertado.

Na versão original é mesmo questionável pois é exposto com ambiguidade, onde tanto se está perant um tom gótico como em cenas apatetadas (a luta no parque infantil é uma lástima) mas redimiu-se bastante com a posterior versão Director's Cut onde surge narrativamente mais completo (tem mais 30m valiosos), mais complexo, mais negro, violento e onde se percebem melhor as motivações deste muito especial herói Marvel (a infância, o pai e até porque se tornou o DareDevil - o pai era o boxista "The Devil", a compaixão pelo que acontece nas ruas de onde habita...).


Até a Elektra já não surge neste filme como uma personagem tão principal (nota-se demasiado na versão original, por o filme ser mais curto e ao manter todo o mesmo tempo exposta no filme, tornando-se como a condução do argumento) mas como alguém que se cruza no caminho do Homem Sem Medo, funcionando mais como secundária perante toda esta história bem aprofundada sobre o Demolidor.

Também é sobre Matt Murdock como advogado (onde tem mais um caso que se oferece para defender e que se perceberá ter imenso com o desenvolver da história) e cidadão (cuja moralidade é duvidável por as falhas da lei permitirem escapar os "bad guys").

Com esta revisão o realizador revelou ter mais razão com a sua versão pessoal mais negra e violenta (distingue-se logo por aí no inicio, mais longo) e com mais foco no herói e na sua luta interna, onde até se dá a perceber que os seus super-sentidos não são nenhuma benção e, bem pelo contrário, um problema por não "desligarem".
Tem 133 min... mas é tão mais cativante que torna os curtos 103 min da versão original até penosos de rever.

Pelo apuramento do nível de visual e a abordagem aos ambientes negros, vejo nele objectivos semelhantes ao que viria a ser anos depois o (melhor sucedido) "Batman Begins" de Christopher Nolan (que segundo rumores, prestou atenção ao filme do Demolidor e às obras de Frank Miller... e chegaria assim a Batman).


Deste filme a história da Elektra deveria ter sido desenvolvida de outra maneira pois apenas se viu o inicio e o fim, sem o que ficou pelo meio que as duas personagens passaram e o quanto combateram juntos (e depois lá no fim nem se acredita como ele já a amava assim tanto). Bem feito teria sido deixar apenas a Elektra como semente para a fase em que ela morre surgir noutro desenvolvimento de filme. No fundo, a Elektra tem as mesmas cenas que na versão original (com um ou outro ligeiro toque mais) mas perante uma tão focada e mais prolongada atenção sobre o Demolidor, parece não ter tanta atenção nesta edição. E ainda bem...
A fazer um novo filme, deveriam mesmo esquecer as histórias com a Elektra e avançar somente com o DD e manter este espirito de vilões realísticos (tal como nos Batman de Nolan, se copiou o conceito).


Quem conhece da BD (dos anos 80 e inicios de 90) notará que existe ainda mais forte ligações deste filme ao período Frank Miller, uma das melhores fases do Demolidor. Na realidade, todo ele é uma grande amalgama de partes de histórias, situações e momentos emblemáticos das páginas desenhadas.


 Interessante é ver também os cameos que desfilam ao longo do filme. Além da exibição do nome de John Romita Jr. á entrada do evento (como o nome do adversário do combate de boxe do pai de Matt Murdock, aqui ainda criança), somos também brindados com a presença de Stan Lee (o criador) numa das cenas (quando a criança Murdock, já cego, salva um idoso distraído que ia atravessar a rua) e ainda um mais interessante que é a aparição do próprio Frank Miller (como uma vitima de Bullseye, a quem lhe tira a moto).



Pode não ser um o melhor filme de super-heróis ainda assim com esta edição mas surge aqui melhor desenvolvido, tornando-o ao nível de um "X-Men 1" por exemplo.  Imagino que em Blu-ray deve ser mesmo um espectáculo!
"DareDevil - Director's Cut" um dos muitos superhero-movies que gosto de ver e rever.
Venha lá então esse reboot FOX (saber mais clicando aqui). E que seja bom!

Revista MediaZine (da Media Markt)

A Media Markt é uma loja de venda de produtos domésticos e multimedia. Como qualquer outra do ramo fazem aqueles folhetos de novidades e promoções que nos inundam as caixas de correio. Por vezes, as folhas até dão jeito... para outros fins e tal.

Ora nem me tinha apercebido mas a Media Markt lançou uma revista que é muito diferente dos seus folhetos. Chama-se Mediazine e já vai no segundo número e é mais que um webzine a pensar em vender produtos.


Na verdade, é uma revista multi-cultural, onde além da tecnologia, desfilam os jogos, filmes, música, produtos do lare, etc. Tem ainda artigos que contextualizam os produtos e no seu todo é uma web revista mais interessante do que à partida sugeria.

Vale a pena espreitá-la no site... e é obviamente gratuita.
Clicar aqui para ver a Mediazine Portugal #2.

quarta-feira, 16 de março de 2011

DareDevil (Demolidor) de regresso em filme... yeah!

A Fox planeia fazer regressar o Demolidor aos filmes e com isso optou pelo reboot completo da saga deste super-herói da Marvel. A noticia surgiu no Coming Soon e o realizador será o David Slade.

Na verdade, é mais um título que a FOX tem em seu poder e que, por razões contratuais, ainda detém porque ainda não expirou e como está prestes a cessar decidem-se por fazer um novo filme (senão os direitos regressam à Marvel/Disney - e até seria muito melhor ser produzido pela Marvel). É pena que tudo se resume a questões negociais, quando se tem nas mãos uma personagem complexa como é o Demolidor (da era Frank Miller) e bem merece um filme como deve ser (é a personagem que poderia ter um tratamento estilo "Batman Begins/The Dark Knight" do Chris Nolan).


Quando era puto, nos anos 80, as aventuras do Demolidor eram muitas das vezes únicas e uma das personagens que mais subvertia a realidade dos super-heróis, onde se assistia à fantasia ser removida e ficarem as histórias com ligações fortes à realidade. Aventuras mundanas, muito realisticas e com componente social.

Por acaso, uma das histórias bem que poderia ser passada a filme na sua essência. Recordo-me muitas vezes da cena de o Demolidor arranjar um revolver e dirigir-se ao quarto onde estava hospitalizado o Bullseye. Até seria uma forma de ligar o reboot ao filme de 2003, pois o Bullseye vai parar a uma cama de hospital (como se vê na cena final).


Continuando... o Demolidor perante o encapacitado inimigo, jogarem a roleta russa e... os clicks sucederem-se á vez. Click... click... nada... mais uma oportunidade de vida a cada um. Enquanto isso, entre clicks a conversa vai se desfilando em flashbacks o que aconteceu até chegarem àquele ponto. pelo meio há uma história moral com uma criança que gostaria de ser o Demolidor... não para ser herói mas para poder lutar e practicar toda a violência em lutas. Luta que vê interminavelmente duma filmagem onde o Demolidor brutaliza o Bullseye...



É uma história entre muitas das impressionantes que desfilavam do Demolidor. O responsável foi Frank Miller, que dotou-o de uma abordagem invulgar e o tornou mais acutilante de seguir, na altura. O filme de 2003, na Director's cut tem imensas repercussões disso, logo ao inicio nas cenas extra e a certa altura mais á frente, ainda mais alguns resquicios de diversas BDs.


É pena é que os superhero-movies descambarem normalmente para um lado aventureiro em demasia, quando poderiam explorar melhor a dualidade de ser herói ou não. Eu gostei do filme por ainda se ligar à realidade, apesar de diferente do que toda a gente esperaria.
O Demolidor é uma personagem perfeito para diferentes explorações e bem mais interessantes do que já chegou em filme em 2003...
Recomendo, já agora, o artigo sobre a review ao filme "DareDevil" (2003) na versão Director's Cut. (clicar aqui)


Link das imagens