Um dos maiores interesses do iPad é permitir o acesso á internet.
Por outras palavras, aceder à páginas web num browser, no caso do iPad, pelo Safari, que na versão iPad apresenta-se entre o que se conhecia no iPhone e entre o do Mac/PC.
Pelo video seguinte pode-se ver como é usar a web pelo Safari.
Até impressiona... e muito mais será quando cada um o experimentar a net na ponta dos seus dedos.
Contudo, nem tudo funcionará neste Safari...
Um dos pontos que se tornou já clássico na plataforma iPhone OS é a ausência da tecnologia Flash (da Adobe). A Apple criou neste aspecto um "cavalo de batalha", ao apenas adoptar os standards web na sua plataforma móvel (rever artigo sobre a birra entre a Apple e a Adobe) e o que sucedeu até aqui (e continuará) é que os elementos ou sites feitos com tecnologia Flash, no iPhone ou iPad, não funcionarão.
Esta é uma das criticas negativas da incompatibilidade do Safari ao não poder exibir tudo o que seja Flash.
Recentemente está-se a assitir é uma crescente onda de entidades cujos sites estão a abandonar o Flash, passando a utilizar os standards web, nomeadamente alguns ainda recentes tais como CSS3 ou o HTML5.
Agora o que não parecia ser possível era ver que com a chegada do iPad, o processo de adopção de standards web, se acelerasse tanto. Parece quase uma corrida à compatibilidade no iPad pois as entidades que se prezam não querem ficar mal ao serem visitadas pelo... iPad!
A lista já vai bem longa e da primeira vez que a vi só tinha meia dúzia.
Pode-se afirmar que é já uma enorme vitória da Apple neste aspecto pois conseguiu accionar o uso generalizado de práticas standards.
E todos nós já conhecemos como é o efeito bola de neve...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
MyJukebox: Sigur Rós - Takk [2005]
Sigur Rós
"Andvari"
(em "Takk..." -2005)
Celestial... é a única observação que consigo fazer.
Se calhar até diz tudo...
Ideias... garrafas Coca-cola, um novo conceito...
Um novo conceito de garrafas de plástico de design desenvolvido por AndrewKim, que prometem ser mais amigas do ambiente, de menor ocupação de espaço, mais facilmente empilháveis (até para o transporte) e também melhores de esmagar (para reciclar).
Uma boa ideia...
Fonte: hummmm i see
Uma boa ideia...
Fonte: hummmm i see
A Marvel.app no iPad...
A Marvel preparou-se a preceito para o iPad e desenvolveu uma aplicação dedicada para o iPad e assim estar á altura da inovação. Está espantosa mesmo a aplicação da Marvel!
No seguinte video dá para se perceber melhor esta aplicação impressionante.
No seguinte video dá para se perceber melhor esta aplicação impressionante.
É de notar uma curiosidade que imediatamente me saltou à vista: o ícone da aplicação exibe 3 super-heróis (Capitão América, Thor e Homem de Ferro), que são justamente os que representam os 3 próximos filmes de personagens Marvel...
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Visita papal... ou a papinha?
O Pápa vem a Portugal, e com ele toda uma comitiva. E que "grande" comitiva ele arrasta...
Papal ou papões?
É uma vergonha inaceitável o que se anda a passar.
O mundo está mesmo perdido pois se já nem nestes se pode confiar...
Espantosos como sempre estes cartoons de HenriCartoon.
Papal ou papões?
É uma vergonha inaceitável o que se anda a passar.
O mundo está mesmo perdido pois se já nem nestes se pode confiar...
Espantosos como sempre estes cartoons de HenriCartoon.
Evento Apple sobre iPhone OS 4
É mesmo já para o proximo dia 8, que a Apple agendou a apresentação do que virá na próxima versão do iPhone OS, que pela imagem será uma grande 4ª versão que fará sombra á concorrência.
Portanto, é daqui a 2 dias que haverá novidades. Esperemos que sim mas mais que pensar na concorrência, que a Apple pense mais na plataforma iPhone OS e a dote de grandes avanços... e que com isso vá mantendo a compatibilidade com a maioria das gerações do iPhone.
Santo Steve Jobs, abençoa ainda o iPhone 3G, está bem?
Portanto, é daqui a 2 dias que haverá novidades. Esperemos que sim mas mais que pensar na concorrência, que a Apple pense mais na plataforma iPhone OS e a dote de grandes avanços... e que com isso vá mantendo a compatibilidade com a maioria das gerações do iPhone.
Santo Steve Jobs, abençoa ainda o iPhone 3G, está bem?
Quantos iPad vendeu a Apple apenas no primeiro dia, quantos? E o que dizem do iPad?
Bastantes!
Muitos mais do que as previsões anunciavam, até...
A Apple, conforme informa na press release, vendeu mais de 300 mil iPads só no primeiro dia de lançamento!
300 mil durante o dia 3 de Abril e apenas num só país, a América.
Puxa!... Para uma empresa há uma década atrás quase moribunda, é nos dias de hoje uma máquina de fazer milhões num só dia. Portanto, até vendeu muito mais do que no lançamento do iPhone em 2007, que conseguiu atingir "apenas" os 250 mil aparelhos vendidos. E já era impressionante!
E o que dizem do iPad? Incluindo aqui o "je"...
As reviews são já imensas (incluindo as já habituais unboxing de produto) e a maioria alinha pela mesmo bitola: é para muitos um produto revolucionário, que se situa num novo campo de computação (realmente entre smartphone e portáteis), sendo um dispositivo móvel com grande potencial para a consulta de conteúdos, acompanhamento de comunicações e interacção social, a bateria dura um pouco mais do que o anunciado.
É apontado como algo entre os smartphones demonstrando mais potencial que estes, especialmente pelas maiores dimensões e que poderá ameaçar o actual estado de reinado dos notebooks (portáteis) no futuro (incluindo os netbooks) em tarefas que não sejam a produção pura de conteúdos.
Também está a ser visto como um valioso produto para a gama de e-readers, onde o LCD do iPad se revela bastante interessante e muito menos cansativo do que o imaginado, com a vantagem de tudo o que o aparelho permite (internet, musica, video, comunicações, etc).
Os pontos mais positivos incidem na categoria de fotos e mais os negativos, por não ter uma webcam, conexão externa por USB (impressoras por exemplo e a armazenamento - mas aqui também acho que isto é um não problema mas sim antigos hábitos ainda) e também já têm surgido indicações de que o produto não terá a mais adequada memória RAM que deveria.
Quanto á minha opinião, acho que continuo acertado sobre o iPad ao entendê-lo como uma extensão do computador e não um substituto, sendo que neste aspecto torna-se uma maior valia se o computador for até um desktop (e não um portátil).
"Então, com cenários destes, o aspecto de carregar um portátil passa a ser questionado. Um aparelho destes colmataria muitas das utilidades que se atribuem a um portátil ou até mesmo os netbooks.
E sendo uma extensão móvel do computador pessoal que se tem em casa, eu então seguiria para o ponto seguinte. O regresso dos computadores de secretária, como o iMac ou os conhecidos PCs, como sendo o potente computador para tudo agregar nele e fazer as tarefas mais árduas (os jogos mais exigentes, aplicações de trabalho mais intensivas, etc)... e dispositivos como o iPad a servirem de extensão informática móvel do que está em casa." Consultar mais no artigo "review" dedicado ao iPad neste blogue, clicando aqui.
Portanto, o iPad é algo móvel para nos acompanhar com o conteúdo e dados que possuímos no desktop como a música, fotos, videos, leituras, etc e assegurando a consulta móvel de comunicação e informações utilizando a internet.
Vai dar que falar durante muito tempo...
Muitos mais do que as previsões anunciavam, até...
A Apple, conforme informa na press release, vendeu mais de 300 mil iPads só no primeiro dia de lançamento!
300 mil durante o dia 3 de Abril e apenas num só país, a América.
Puxa!... Para uma empresa há uma década atrás quase moribunda, é nos dias de hoje uma máquina de fazer milhões num só dia. Portanto, até vendeu muito mais do que no lançamento do iPhone em 2007, que conseguiu atingir "apenas" os 250 mil aparelhos vendidos. E já era impressionante!
E o que dizem do iPad? Incluindo aqui o "je"...
As reviews são já imensas (incluindo as já habituais unboxing de produto) e a maioria alinha pela mesmo bitola: é para muitos um produto revolucionário, que se situa num novo campo de computação (realmente entre smartphone e portáteis), sendo um dispositivo móvel com grande potencial para a consulta de conteúdos, acompanhamento de comunicações e interacção social, a bateria dura um pouco mais do que o anunciado.
É apontado como algo entre os smartphones demonstrando mais potencial que estes, especialmente pelas maiores dimensões e que poderá ameaçar o actual estado de reinado dos notebooks (portáteis) no futuro (incluindo os netbooks) em tarefas que não sejam a produção pura de conteúdos.
Também está a ser visto como um valioso produto para a gama de e-readers, onde o LCD do iPad se revela bastante interessante e muito menos cansativo do que o imaginado, com a vantagem de tudo o que o aparelho permite (internet, musica, video, comunicações, etc).
Os pontos mais positivos incidem na categoria de fotos e mais os negativos, por não ter uma webcam, conexão externa por USB (impressoras por exemplo e a armazenamento - mas aqui também acho que isto é um não problema mas sim antigos hábitos ainda) e também já têm surgido indicações de que o produto não terá a mais adequada memória RAM que deveria.
Quanto á minha opinião, acho que continuo acertado sobre o iPad ao entendê-lo como uma extensão do computador e não um substituto, sendo que neste aspecto torna-se uma maior valia se o computador for até um desktop (e não um portátil).
"Então, com cenários destes, o aspecto de carregar um portátil passa a ser questionado. Um aparelho destes colmataria muitas das utilidades que se atribuem a um portátil ou até mesmo os netbooks.
E sendo uma extensão móvel do computador pessoal que se tem em casa, eu então seguiria para o ponto seguinte. O regresso dos computadores de secretária, como o iMac ou os conhecidos PCs, como sendo o potente computador para tudo agregar nele e fazer as tarefas mais árduas (os jogos mais exigentes, aplicações de trabalho mais intensivas, etc)... e dispositivos como o iPad a servirem de extensão informática móvel do que está em casa." Consultar mais no artigo "review" dedicado ao iPad neste blogue, clicando aqui.
Portanto, o iPad é algo móvel para nos acompanhar com o conteúdo e dados que possuímos no desktop como a música, fotos, videos, leituras, etc e assegurando a consulta móvel de comunicação e informações utilizando a internet.
Vai dar que falar durante muito tempo...
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Truque de magia com um... iPad!
O iPad ainda mal chegou e já se o usa para fazer truques de magia.
Quem o faz é o músico brasileiro Moisés Lima e para uma entrevista da FOXNews. E até que está bem feito este ilusionismo de rua...
Fonte: Blog do iPhone
Quem o faz é o músico brasileiro Moisés Lima e para uma entrevista da FOXNews. E até que está bem feito este ilusionismo de rua...
Fonte: Blog do iPhone
Captain America... Chris Evans mock-up
O próximo filme da Marvel dedicado ao Capitão América, já tem finalmente o actor escolhido para o papel deste nobre e altruista super-herói: Chris Evans.
Sim, é o mesmo que já havia feito de Tocha-Humana nos filmes do Quarteto Fantástico... também da Marvel. Só quando sair o filme saberemos... para já os fãs já fizeram um mock-up do que poderá ser o Capitão América de Chris Evans:
Não fiquei nada satisfeito com esta escolha. Percebe-se eu eles optam sempre por actores o mais jovens possíveis, para poderem fazer o papel durante largos anos e também porque uma certa camada os prefere mais como idolos teen.
Agora, este actor não me parece carregar toda aquela intensa personalidade de respeito e admiração que os outros super-heróis nutriam por ele, pelos menos os da super-equipa Os Vingadores (The Avengers), que era constituída pelo Thor (que já está a ser tratada a produção do filme deste também), pelo Homem de Ferro, Hulk e outros... e eram liderados pelo Capitão América.
Agora pensemos nos actores de cada um deste super-heróis e imaginemos o Chris Evans lá meio... será que ele realmente tem capacidade de impor respeito a Robert Downey Jr ou a Edward Norton?
E depois, não nos vai fazer confusão ver a mesma cara já conhecida dos filmes Marvel a fazer outra personagem?
Sim, é o mesmo que já havia feito de Tocha-Humana nos filmes do Quarteto Fantástico... também da Marvel. Só quando sair o filme saberemos... para já os fãs já fizeram um mock-up do que poderá ser o Capitão América de Chris Evans:
(Uau! Até nem está mau na recriação...)
Não fiquei nada satisfeito com esta escolha. Percebe-se eu eles optam sempre por actores o mais jovens possíveis, para poderem fazer o papel durante largos anos e também porque uma certa camada os prefere mais como idolos teen.
Agora, este actor não me parece carregar toda aquela intensa personalidade de respeito e admiração que os outros super-heróis nutriam por ele, pelos menos os da super-equipa Os Vingadores (The Avengers), que era constituída pelo Thor (que já está a ser tratada a produção do filme deste também), pelo Homem de Ferro, Hulk e outros... e eram liderados pelo Capitão América.
Agora pensemos nos actores de cada um deste super-heróis e imaginemos o Chris Evans lá meio... será que ele realmente tem capacidade de impor respeito a Robert Downey Jr ou a Edward Norton?
E depois, não nos vai fazer confusão ver a mesma cara já conhecida dos filmes Marvel a fazer outra personagem?
Filme "Resgate" (cinema angolano)
Desta vez surjo aqui com um destaque cinéfilo menos habitual:
"Resgate - A Lei é a Opção" do realizador e produtor Mawete Paciência.
Angola é a origem deste filme e os nossos "brothers" estão de parabéns por quererem fabricar um certo género de filme de acção-style, que mesmo não tendo uma indústria com a totalidade dos meios técnicos de alta qualidade, ao menos fazem-no conforme podem com muitas doses de atitude e estilo visual. Serve-se de factos reais para recriar algo novo, com várias mensagens subliminares (desde o racismo entre negros e mulatos até ao valor policial vs viver em gangs) e com isso serve ainda para mostrar o país com um outro olhar para a envolvente.
Sinopse: "“O Resgate” é um filme de acção e ficção que retrata a história do desaparecimento da estátua “O pensador” de um dos museus da capital. O roubo foi protagonizado por uma “gang” que actua a mando de um grupo de negociantes que vive da prática de negócios ilícitos ligados ao roubo de valores culturais. Na sequência, outra “gang” entra em cena em defesa dos valores culturais. No desenrolar dos factos, a Polícia intervém para pôr cobro aos actos criminosos."
Não deixa de ser curioso notar que, foi gerado um grande hype em torno deste filme (cujo DVD já editado até foi produzido em Portugal), facto bastante sintomático do entusiasmo da cultura angolana.
Realizadores portugueses, abram os olhos!
Bem reflectido, encontra-se aqui um perfeito exemplo cultural totalmente oposto do nacionalismo cultural português, que vêem em qualquer sua obra "mainstream" uma razão para a atacar.
"Resgate - A Lei é a Opção" do realizador e produtor Mawete Paciência.
Angola é a origem deste filme e os nossos "brothers" estão de parabéns por quererem fabricar um certo género de filme de acção-style, que mesmo não tendo uma indústria com a totalidade dos meios técnicos de alta qualidade, ao menos fazem-no conforme podem com muitas doses de atitude e estilo visual. Serve-se de factos reais para recriar algo novo, com várias mensagens subliminares (desde o racismo entre negros e mulatos até ao valor policial vs viver em gangs) e com isso serve ainda para mostrar o país com um outro olhar para a envolvente.
"Resgate - A Lei é a Opção"
De Mawete Paciência
Sinopse: "“O Resgate” é um filme de acção e ficção que retrata a história do desaparecimento da estátua “O pensador” de um dos museus da capital. O roubo foi protagonizado por uma “gang” que actua a mando de um grupo de negociantes que vive da prática de negócios ilícitos ligados ao roubo de valores culturais. Na sequência, outra “gang” entra em cena em defesa dos valores culturais. No desenrolar dos factos, a Polícia intervém para pôr cobro aos actos criminosos."
Não deixa de ser curioso notar que, foi gerado um grande hype em torno deste filme (cujo DVD já editado até foi produzido em Portugal), facto bastante sintomático do entusiasmo da cultura angolana.
Realizadores portugueses, abram os olhos!
Bem reflectido, encontra-se aqui um perfeito exemplo cultural totalmente oposto do nacionalismo cultural português, que vêem em qualquer sua obra "mainstream" uma razão para a atacar.
domingo, 4 de abril de 2010
YouTube no iPad...
Ainda há dias referia no artigo sobre a saída dos videos Guided Tours do iPad, sobre o bom aspecto que tem o YouTube no iPad.
No dia 1 de Abril, o YouTube surgiu com uma nova interface remodelada, por sinal muito mais arrumadinha. Gostei!
A primeira coisa que imaginei é que a alteração deveria ter acontecido para melhorar a situação para o iPad, mas a verdade é que ainda assim esta nova interface do YouTube não está tão bem conseguida como se pode encontrar no novo iPad.
No iPad o aspecto visual de tudo o que nele funciona está magnifico mesmo!
Podem confirmar pelo seguinte video, que nos apresenta o YouTube a funcionar no iPad.
No dia 1 de Abril, o YouTube surgiu com uma nova interface remodelada, por sinal muito mais arrumadinha. Gostei!
A primeira coisa que imaginei é que a alteração deveria ter acontecido para melhorar a situação para o iPad, mas a verdade é que ainda assim esta nova interface do YouTube não está tão bem conseguida como se pode encontrar no novo iPad.
No iPad o aspecto visual de tudo o que nele funciona está magnifico mesmo!
Podem confirmar pelo seguinte video, que nos apresenta o YouTube a funcionar no iPad.
sábado, 3 de abril de 2010
Musica da Semana: Koop, a discografia neo-jazz deste duo sueco
O destaque semanal desta vez recai sobre uma outra "banda" neo-jazz que aprecio há bastantes anos. Refiro-me aos suecos Koop, composta somente pelo duo Magnus Zingmark e Oscar Simonsson, que praticam uma sonoridade electronica/jazz muito elaborada.
Recentemente lançaram uma colectânea de revisão da carreira, a:
Eles vivem em estado de graça (curisoamente a expressão utilizada para o best of deles, que no entanto, tem um outro significado relacionado com o ponto do declinio). Com uma colectânea como "Coup de grâce" por aí nos escaparates, nada melhor que revisitar a discografia dos Koop. Uma tarefa que me levará a cingir, desta vez (espero fazer um outro complementar a este), pelos registos em nome próprio, descartando as imensas edições de remixes que foram surgindo.
O primeiro álbum dos Koop foi o ponto de encontro que tive, devido ao projecto estar associado à corrente trip-hop. Na verdade, este primeiro álbum não era simplesmente trip-hop pois com ele os Koop pareciam pretender encontrar um rumo criativo e assimilaram diversos estilos das então novas tendências da altura. Há maioritariamente trip-hop mas também algum drum'n'bass, downtempo, jazzy vibes e até uma ligeira pincelada house.
"Sons of Koop" é um dos melhores álbuns que a minha estante de CD's alberga. Este álbum parece ter sido concebido com a mesma matéria que povoa os nossos sonhos (e pesadelos), onde recriar sonoramente uma estranha viagem pelos confins do sonho, com as mudanças de rumo não-linear típicas de quando estamos a sonhar.
Logo pelo arranque com o curto instrumental "Introduktion", seguido da impressionante "Glömd" (voz de Cecilia Stalin), que a sensação desta sonoridade fresca e revigorante se instala. Eu vejo este registo como uma requintadada arquitectura sónica, cujo inicio é jazzistico q.b. (com pinceladas de batida house), contudo, a mutação do som conduz-nos a um pesadelo depressivo de expressão trip-hop (a fabulosa faixa "Psalm") maquinal, e evolui para faixas onde tanto o ar pode ser rarefeito (em "Bjarne Riis") ou arrancar para o espaço sideral (com "Absolute Space").
O pesadelo instala-se e o que se sucede é tranquilidade ("Words of Tranquility") e um pedido de salvação (com a magistral "Salvation" a melhor canção do álbum) em voz soul. E chega realmente o apziguamento, quer por poesia (que se escuta mesmo no fim) ou pelo admitir que tudo não é mais que um sonho (na trip-hop low-fi "Once Britten").
Deu para perceber?
Este é um um álbum magistral, belissimo (até pela sua edição em digipack de design grafico saboroso), é um dos meus discos de eleição!
Com um álbum de estreia tão bom, eu próprio tinha-os na altura já num pedestal tão alto, que a longa espera por um novo registo era algo que fervia. Pois bem, ele lá chegou em 2001 e foi resgatado numa FNAC imediatamente, sem prévia escuta sequer. Foi chegar a casa e preparar-me para o mais puro deleite da electrónica dos Koop. E mal o disco começa que algo pareceu estranho demais para o que esperava.
Tive de admitir o óbvio: este álbum é uma obra-prima, delicada, que traz novo fôlego ao jazz, tal como um cavalo de Tróia, ele revoluciona apartir de dentro. Na altura, foi marcante e ajudou, penso eu, a dar nova vida a esta corrente do neo-jazz.
Sonoramente maravilhoso e puramente viciante, pois o duo Koop, recorrem à memória geral que se tem do jazz para através de samples (parece impossível mas não se toca aqui um único instrumento - é tudo samples) se recriar uma sonoridade e a devolve para ser escutada como algo puramente novo.
Arranca com uma sequência que não dá para separar: "Waltz For Koop" > "Tonight" > "Baby" > e desenboca em "Summer Sun", que foi a loucura de verão nas pistas de dança de bom gosto. Há que destacar ainda faixas como "In A Heartbeat" (maravilhosa malha com uma toada quase tribal), "Modal Mile" (só o som do trompete a inicio...) e a que termina o disco "Bright Nights" é de uma melancolia jazzy (cantada pela oriental Yukimi Nagano) magestosa.
Este é um álbum neo-jazz brilhante, aclamado pela critica e vencedor de vários prémios. Altamente recomendado!!!
Depois de um álbum tão célebre como o de 2001, que já tinha seguidores no género, os Koop regressam com uma espécie de sucessor. "Koop Islands" é isso mesmo, uma espécie de continuação onde o duo aprofunda ainda mais a sonoridade neo-jazzistica e a catapultam para o imaginário dos anos 20.
Há decórs de festejos, brilhantina nos cabelos, há plumas, mulheres sedutoras, dança-se à moda antiga (levantando o pézinho e tudo). Os Koop conseguiam-no de novo e criavam um álbum tão bom quanto o antecessor, que perde apenas por não ser tão diferente e distinto. No fundo este é mais uma sequela, apenas refém de uma sonoridade que se tornou a imagem de marca dos Koop.
A destacar: "Koop Island Blues", "Come To Me", "I See A Different You", "The Moonbounce" (enebriante), "Beyond The Sun" ou "Whenever There Is You". "Koop Islands" aparentemente sem grande mudança formal, é um bom e belissimo álbum. É Koop!
Os Koop, lançam uma nova canção na recta final de 2007/2008, para apaziguar os desejos de um novo álbum, que os próprios dizem estar atrasado (na altura e no momento) devido ao processo de complexo que usam para canceber canções só com samples.
"Strange Love" é uma bela canção, onde dá para se ter uma ideia de uma sonoridade mais luminosa e fresca. Sabe a pouco... por ser tão boa!
Recentemente lançaram uma colectânea de revisão da carreira, a:
"Coup de grâce - 1997-2007" Koop (2010)
Eles vivem em estado de graça (curisoamente a expressão utilizada para o best of deles, que no entanto, tem um outro significado relacionado com o ponto do declinio). Com uma colectânea como "Coup de grâce" por aí nos escaparates, nada melhor que revisitar a discografia dos Koop. Uma tarefa que me levará a cingir, desta vez (espero fazer um outro complementar a este), pelos registos em nome próprio, descartando as imensas edições de remixes que foram surgindo.
1998 - "Sons of Koop"
O primeiro álbum dos Koop foi o ponto de encontro que tive, devido ao projecto estar associado à corrente trip-hop. Na verdade, este primeiro álbum não era simplesmente trip-hop pois com ele os Koop pareciam pretender encontrar um rumo criativo e assimilaram diversos estilos das então novas tendências da altura. Há maioritariamente trip-hop mas também algum drum'n'bass, downtempo, jazzy vibes e até uma ligeira pincelada house.
Há traços em comum com projectos como os Massive Attack (também os vocalistas são todos contratados), os The Avalanches (é tudo à base de samples mas os Koop usam-nos com um sentido de recriar um som de banda maior e não os recortes de corta-e-cola), há um permanente tom jazzy como faziam os De-Phazz nos anos 90 e no inicio uma sensibiliadde delicada de arranjos que faziam lembrar os Alpha (quando estes começaram) e por fim, uma capacidade (no inicio) de criar uma atmosfera sonora como os Thievery Corporation, de contornos melancólicos, dolentes e algo depressivos como muito bem faziam os Portishead.
Depois evoluíram e passaram a recriar uma sonoridade mais neo-jazz dançante para ambientes chill-out, muito semelhante a Nicola Conte por exemplo, o que neste género faz dos Koop os reis deste estilo.
"Sons of Koop" é um dos melhores álbuns que a minha estante de CD's alberga. Este álbum parece ter sido concebido com a mesma matéria que povoa os nossos sonhos (e pesadelos), onde recriar sonoramente uma estranha viagem pelos confins do sonho, com as mudanças de rumo não-linear típicas de quando estamos a sonhar.
Logo pelo arranque com o curto instrumental "Introduktion", seguido da impressionante "Glömd" (voz de Cecilia Stalin), que a sensação desta sonoridade fresca e revigorante se instala. Eu vejo este registo como uma requintadada arquitectura sónica, cujo inicio é jazzistico q.b. (com pinceladas de batida house), contudo, a mutação do som conduz-nos a um pesadelo depressivo de expressão trip-hop (a fabulosa faixa "Psalm") maquinal, e evolui para faixas onde tanto o ar pode ser rarefeito (em "Bjarne Riis") ou arrancar para o espaço sideral (com "Absolute Space").
O pesadelo instala-se e o que se sucede é tranquilidade ("Words of Tranquility") e um pedido de salvação (com a magistral "Salvation" a melhor canção do álbum) em voz soul. E chega realmente o apziguamento, quer por poesia (que se escuta mesmo no fim) ou pelo admitir que tudo não é mais que um sonho (na trip-hop low-fi "Once Britten").
Glömd
Deu para perceber?
Este é um um álbum magistral, belissimo (até pela sua edição em digipack de design grafico saboroso), é um dos meus discos de eleição!
2001 - "Waltz For Koop"
Com um álbum de estreia tão bom, eu próprio tinha-os na altura já num pedestal tão alto, que a longa espera por um novo registo era algo que fervia. Pois bem, ele lá chegou em 2001 e foi resgatado numa FNAC imediatamente, sem prévia escuta sequer. Foi chegar a casa e preparar-me para o mais puro deleite da electrónica dos Koop. E mal o disco começa que algo pareceu estranho demais para o que esperava.
"Epa?! Mas isto... isto é mesmo jazz. Apenas jazz, caralho?!
O que acoenteceu ao trip-hop e quejandos electronicos do "Sons Of Koop"?"
A verdade era mesmo esta:
este era um álbum de neo-jazz, cuja sonoridade continuava refrescante, com noções de execução ao estilo da electrónica mas que não se notava estar presente. Depois todo o swing imparável, som frenético, fortes linhas de contra-baixo e as mini-orquestras de suaves arranjos de cordas... foi-me conquistando aos poucos, escuta após escuta... e sim era mesmo muito bom.
Summer Sun
Tive de admitir o óbvio: este álbum é uma obra-prima, delicada, que traz novo fôlego ao jazz, tal como um cavalo de Tróia, ele revoluciona apartir de dentro. Na altura, foi marcante e ajudou, penso eu, a dar nova vida a esta corrente do neo-jazz.
Sonoramente maravilhoso e puramente viciante, pois o duo Koop, recorrem à memória geral que se tem do jazz para através de samples (parece impossível mas não se toca aqui um único instrumento - é tudo samples) se recriar uma sonoridade e a devolve para ser escutada como algo puramente novo.
Arranca com uma sequência que não dá para separar: "Waltz For Koop" > "Tonight" > "Baby" > e desenboca em "Summer Sun", que foi a loucura de verão nas pistas de dança de bom gosto. Há que destacar ainda faixas como "In A Heartbeat" (maravilhosa malha com uma toada quase tribal), "Modal Mile" (só o som do trompete a inicio...) e a que termina o disco "Bright Nights" é de uma melancolia jazzy (cantada pela oriental Yukimi Nagano) magestosa.
Este é um álbum neo-jazz brilhante, aclamado pela critica e vencedor de vários prémios. Altamente recomendado!!!
2006 - "Koop Islands"
Depois de um álbum tão célebre como o de 2001, que já tinha seguidores no género, os Koop regressam com uma espécie de sucessor. "Koop Islands" é isso mesmo, uma espécie de continuação onde o duo aprofunda ainda mais a sonoridade neo-jazzistica e a catapultam para o imaginário dos anos 20.
Come To Me
Há decórs de festejos, brilhantina nos cabelos, há plumas, mulheres sedutoras, dança-se à moda antiga (levantando o pézinho e tudo). Os Koop conseguiam-no de novo e criavam um álbum tão bom quanto o antecessor, que perde apenas por não ser tão diferente e distinto. No fundo este é mais uma sequela, apenas refém de uma sonoridade que se tornou a imagem de marca dos Koop.
A destacar: "Koop Island Blues", "Come To Me", "I See A Different You", "The Moonbounce" (enebriante), "Beyond The Sun" ou "Whenever There Is You". "Koop Islands" aparentemente sem grande mudança formal, é um bom e belissimo álbum. É Koop!
Koop Island Blues
2008 - "Strange Love" (single)
Os Koop, lançam uma nova canção na recta final de 2007/2008, para apaziguar os desejos de um novo álbum, que os próprios dizem estar atrasado (na altura e no momento) devido ao processo de complexo que usam para canceber canções só com samples.
"Strange Love" é uma bela canção, onde dá para se ter uma ideia de uma sonoridade mais luminosa e fresca. Sabe a pouco... por ser tão boa!
Iron Man 2: mais posters (Black Widow, War Machine e Iron Man)
Mais posters de "Iron Man 2"...
Black Widow...
A personagem de Scarlett Johanson também passou a ter um poster dedicado.
...War Machine e Iron Man
Site Apple com nova barra...
Estava a olhar para o site da Apple e reparei que fizeram uma melhorias na barra topo de acesso aos produtos.
A Apple removeu de vez o link dos Downloads (que curiosamente já não surgia na página especial para homepage de browsers) e reconfigurou um novo alinhamento na página com os seus produtos, que passam assim a ter acesso directo.
Página oficial da Apple (americana)
Home > Store > Mac > iPod > iPhone > iPad > iTunes > Support > pesquisas
A página portuguesa também apresenta a mesma configuração.
Não há dúvida que uma das mais discretas alterações que a Apple fez nos últimos anos, foi quando passou de "Apple Computer" para "Apple Inc", pois a estratégia da marca é cada vez mais visível que a Apple pretende abraçar outros rumos além de fazer computadores. O que vale é que o núcleo duro (Mac) continua lá e tem sido partindo do Mac que tem criado esta revolução no campo multimedia.
A novidade do momento, a chegar hoje aos Estados Unidos é o iPad, que é um produto que acredito vai ser o líder e referência num novo segmento, este dos tablets, que serão equipamentos que ficarão entre o mero smart-phone/gadget informático e o computador.
Voltando ao inicio deste post...
Estão em desfile os segmentos de actuação da Apple, do Mac ao iPod, do iPhone ao iPad... mas e o AppleTV?
Hummm...
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Santa Sexta... Mel Gibson "The Passion of the Christ" (Jesus...)
Sexta-feira Santa, dia que assinala a morte de Jesus Cristo.Para assinalar o dia deixo simbolicamente, algumas imagens do impressionante filme de Mel Gibson, "A Paixão de Cristo", que no fundo representa a via sacra até à morte de Jesus.
Sobre o filme já lhe havia dedicado umas palavras, que podem rever no artigo
"Cristo: diferentes visões"
sobre este filme marcante, principalmente a quem o apreciar pelo contexto religioso da época que agora atravessamos... que por vezes parece passar ao lado. Afinal, hoje é feriado por alguma razão...
"Cristo: diferentes visões"
sobre este filme marcante, principalmente a quem o apreciar pelo contexto religioso da época que agora atravessamos... que por vezes parece passar ao lado. Afinal, hoje é feriado por alguma razão...
Desejo Boa Páscoa a todos os que cruzam com este espaço!
Aos outros... também!
MyJukebox: Nirvana - MTV Unplugged (Jesus...)
Nirvana
Jesus Doesn't Want Me For A Sunbeam
(MTV Unplugged In New York -1994)
Deixo também alguns destaques (as 3 que mais recorro) de tão memorável actuação...
"The man who sold the world"
"Jesus doesn't want me for a sunbeam"
"Oh me"
(a melhor)
quinta-feira, 1 de abril de 2010
The Crazies, Law Abiding Citizen, Away We Go, Dolan's Cadillac... desde 1Abr10 nas nossas salas
The Crazies - Desconfia dos Teus Vizinhos
Realizador: Breck Eisner
Com: Timothy Olyphant, Radha Mitchell, Joe Anderson...
Sinopse: Uma pequena cidade americana é marcada por morte e insanidade, após um acidente de avião que espalhou uma arma química...
e ainda:
Law Abiding Citizen - Um Cidadão Exemplar
Realizador: F. Gary Gray
Com: Jamie Foxx, Gerard Butler, Colm Meaney, Bruce McGill...
Away We Go - Um Lugar para Viver
Realizador: Sam Mendes
Com: John Krasinski, Maya Rudolph, Jeff Daniels...
Dolan's Cadillac - Morte no Deserto
Realizador: Jeff Beesley
Com: Christian Slater, Emmanuelle Vaugier...
Ruínas
Realização: Manuel Mozos
Documentário
Canção de Amor e Saúde
Realização: João Nicolau
Curta-Metragem
Zon... novidades Netcabo, TVCabo e Zon Box (Actualizado)
Novidades ZON:ZON TVCabo:
- Durante o dia de hoje vão estar a funcionar em regime experimental um novo canal, o SyFy Channel, até aqui arredado da oferta ZON mas presente no Meo por exemplo. Este é um canal onde por exemplo passam séries como Caprica e outras de temática sci-fi;
- os canais premium (SportTV, TVCine, etc) passam a funcionar nas várias ZON box associadas ao mesmo cliente;
- Também hoje estará disponível uma nova versão do software da ZON Box HD+DVR, ainda ainda em regime beta, onde esta passará a permitir receber agendamentos por computador (na página MyZON) e por smart-phones com web (inclusive já tem um app gratuita para iPhone que até funcionará no iPad); uma nova função de pesquisa de programas; a pesquisa permite seguir gravações de episódios seguintes das séries automaticamente;

ZON Netcabo:
Passa a contar com novas regras de funcionamento, principalmente em relação aos limites de downloads (nos ilimitados) e ao traffic shapping, descontinuação do NetCabo 20Mb (passa a Fibra 50!).
Deixo o comunicado:
"A ZON acedeu finalmente a clarificar todas as situações e a acabar - de forma imediata - com todos os sistemas de traffic shaping que utilizava de forma encoberta sem o conhecimento dos seus clientes.
Em resultado desta medida, a ZON Netcabo irá divulgar brevemente uma lista discriminada das recomendações de utilização das ligações à internet, onde recomendará - por exemplo - que os downloads mais intensivos sejam realizados durante as horas da madrugada, e que durante o dia aconselha a que não se sature a sua ligação por mais de 1h continuamente. Informações que certamente serão do agrado de todos os clientes, que passam assim a saber com o que podem contar.
A questão do tráfego ilimitado passa também a estar muito mais definida, passando agora a ser de 500GB por mês - mas possibilitando o uso das velhas "happy hours" com o tráfego não contabilizado durante a madrugada.
Por fim, as velocidades: as ligações de 50, 100 e 200Mbits passam a estar garantidas por um teste que poderá ser realizado e verificado pelos clientes de forma regular - e em caso de incumprimento, o valor da factura será proporcionalmente ajustado em função da velocidade real obtida pelo cliente."
Entretanto, já recebi um SMS da ZON onde informam uma outra novidade para clientes antigos:
"A ZON, alargou a rede de cobertura com o serviço Fibra e descontinuará o serviço Netcabo 20Mb. Os actuais clientes do serviço Netcabo 20Mb, migrarão para a oferta base de ZON Fibra, sem aumentar a sua mensalidade actual e com a oferta da instalação de fibra."
Nem sabia que a minha zona já tinha a Fibra!
Até custa a acreditar mas até podem confirmar nos locais dedicados á tecnologia e novidades, em especial o:
ZON Acaba com Traffic Shaping! do Aberto até de madrugada
O Meo está desgraçado apartir de agora... tem de fazer melhor que isto!
Actualização:
este é um artigo de 1 de Abril... portanto uma partida e nada disto é verdade.
Publicidade Axe... (fools day)
Uma paródia à publicidade da AXE, digna de um "fools day".
E como hoje é esse dia...
E como hoje é esse dia...
Blitz... de Abril'10 nas bancas
Desta vez o destaque recai sobre guitarristas.
Mais sobre o conteúdo da edição de Abril '10 no site da da revista:
Cinedupla (nostalgia): Tartarugas Ninja... o 1º filme já faz 20 anos!
Ora aí está um filme que quando era um teenager me deliciou ver no cinema (foi na velhinha sala do Cinema Sandim que o vi):
"Teenage Mutant Ninja Turtles" (1990)... em live-act!
Um póster memorável... um encanto!
Um espéctaculo divertido e em imagem real.
Go ninja, go ninja GOOO!!!!
As tartarugas ninja, só as conhecia de leve dos desenhos animados e a transposição para live-act foi muito interessante pois, para a altura, parecia muito credível (ainda não havia grande coisa de CGI). Depois havia um detalhe que me preenchia de imediato o imaginário: ninjas! É... no final da década de 80 e inicio dos 90's, as artes marciais eram a delicia e então quando metia ninjas... nem se fala. Para o tipo de filme que é este material até que neste capítulo estava bem bom.
Podemos nos dias de hoje aludir que isto é cinema xunga para os novos standards dos dias de hoje, mas como jovenzinho eu adorava... e as lutas eram convincentes... e havia sempre truques e muita pizza (até um herói tem de comer pois)!
Tal como em filmes de super-heróis, aqui somos presenteados com a origem destas criaturas falantes (e não só) com nomes do Renascentismo (Rafael, Leonardo, Michelangelo e Donatello) e os vemos a evoluir, incluindo a aprendizagem das artes marciais ninja pelo mestre Splinter, um rato com ares de Yoda.
O vilão... anda para lá esse autêntico cliché de intenções, mas que... ora bem, isto é tudo infantilizado, portanto dá para se imaginar o resto.
Ahh... e cada tartaruga ninja tinha a personalidade própria, a respectiva cor e uma especialização numa arma distinta - adagas, matracas... tudo demais e irrecusável para um "chavalo"!
Depois mais tarde surgiu a obrigatória sequela pois se o 1º filme custou pouco e rendeu imenso, teria de ter uma rapidamente. Assim lá surgiu:
...que se revelou não ser tão bom mas que justificou ser visto de imediato (e no cinema). Naquela altura, marchava tudo... (até o "Street Fighter" com o Van Damme ou Robocop 2+3 e parecidos, eram vistos como fixes).
Esta sequela pelo meio até tinha um live-show com o rapper Vanilla Ice (o quanto eu gostava deste white-rapper... mais que do dançante rival MC Hammer -mas isso é outra história... tum tum tum tururunrum "Ice Ice baby").
A história desta sequela foi tão memorável que... e qual era a história? Who cares? Era mais tartarugas ninja e isso já chegava, para os padrões do adolescentezinho que ainda era.
Actualmente esta saga foi recuperada em animação CGI (o estilo 3D á laia da Pixar) em 2007 com o "TMNT"... e sinceramente perdeu muita da graça que tinha.
O ar artesanal é que dava piada á coisa...
Como o tempo passa... o 1º filme já comemora 20 anos!!! Uau!
Go ninja, go ninja GOOO!!!!
"Teenage Mutant Ninja Turtles" (1990)... em live-act!
Um póster memorável... um encanto!
Um espéctaculo divertido e em imagem real.
Go ninja, go ninja GOOO!!!!
As tartarugas ninja, só as conhecia de leve dos desenhos animados e a transposição para live-act foi muito interessante pois, para a altura, parecia muito credível (ainda não havia grande coisa de CGI). Depois havia um detalhe que me preenchia de imediato o imaginário: ninjas! É... no final da década de 80 e inicio dos 90's, as artes marciais eram a delicia e então quando metia ninjas... nem se fala. Para o tipo de filme que é este material até que neste capítulo estava bem bom.
Podemos nos dias de hoje aludir que isto é cinema xunga para os novos standards dos dias de hoje, mas como jovenzinho eu adorava... e as lutas eram convincentes... e havia sempre truques e muita pizza (até um herói tem de comer pois)!Tal como em filmes de super-heróis, aqui somos presenteados com a origem destas criaturas falantes (e não só) com nomes do Renascentismo (Rafael, Leonardo, Michelangelo e Donatello) e os vemos a evoluir, incluindo a aprendizagem das artes marciais ninja pelo mestre Splinter, um rato com ares de Yoda.
O vilão... anda para lá esse autêntico cliché de intenções, mas que... ora bem, isto é tudo infantilizado, portanto dá para se imaginar o resto.
Ahh... e cada tartaruga ninja tinha a personalidade própria, a respectiva cor e uma especialização numa arma distinta - adagas, matracas... tudo demais e irrecusável para um "chavalo"!
Depois mais tarde surgiu a obrigatória sequela pois se o 1º filme custou pouco e rendeu imenso, teria de ter uma rapidamente. Assim lá surgiu:
"Teenage Mutant Ninja Turtles 2 - The Secret Of The Ooze"...
...que se revelou não ser tão bom mas que justificou ser visto de imediato (e no cinema). Naquela altura, marchava tudo... (até o "Street Fighter" com o Van Damme ou Robocop 2+3 e parecidos, eram vistos como fixes).
Esta sequela pelo meio até tinha um live-show com o rapper Vanilla Ice (o quanto eu gostava deste white-rapper... mais que do dançante rival MC Hammer -mas isso é outra história... tum tum tum tururunrum "Ice Ice baby").
A história desta sequela foi tão memorável que... e qual era a história? Who cares? Era mais tartarugas ninja e isso já chegava, para os padrões do adolescentezinho que ainda era.
Actualmente esta saga foi recuperada em animação CGI (o estilo 3D á laia da Pixar) em 2007 com o "TMNT"... e sinceramente perdeu muita da graça que tinha.
O ar artesanal é que dava piada á coisa...
Como o tempo passa... o 1º filme já comemora 20 anos!!! Uau!
Go ninja, go ninja GOOO!!!!
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