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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

MyJukebox: Rumer - Seasons Of My Soul [2010]

Rumer
"Seasons Of My Soul"
[2010]


Não tenho muito a dizer biográficamente sobre esta cantora inglesa. Nem me deu sequer para ir à Wikipedia... pois não é isso que interessa também. Mas nada melhor que ver o seguinte video de apresentação dela e do álbum, no video "seasons of my soul EPK", onde imenso do álbum desfila por aqui:



O que interessa é a música e a da Rumer movimenta-se numa sonoridade voltada para gente mais madura. Ela com um sentido que deriva da pop, cria canções mais num campo romântico-nostálgico, sempre numa veia musical melancólica e muito próxima do jazz.
Instrumentalmente os arranjos das canções dela são perfeitos. Por aqui exibe-se delicadeza nas opções instrumentais, sempre no sentido de preocupação com o som certo para o momento certo da canção. É impressionante e deteta-se de imediato em muitas das canções se se prestar atenção ao que por aqui se toca.


"Am I Forgiven?"
A faixa que abre o álbum... inicio impecável.


Depois há a voz da Rumer, que é espantosa, melódica e é suave como a seda. Ela quando canta não se faz ao protagonismo e com uma riqueza de timbre vai conduzindo as canções e... rapidamente se nota que as interpreta com intimidade.
Bem mas sem me querer alongar muito, digo que o que me fez ouvir esta artista recente no panorama, foi precisamente quando há uns meses atrás ouvi a faixa "Slow" na radio que sempre ouço. Já conhecia de ouvido a faixa "Aretha" (que até nem engraço muito) mas a "Slow" bate tudo.

Já agora destaco do álbum as 4 primeiras faixas: "Am I Forgiven?" > "Come To Me High" (esta é impressionante) > "Slow" (a melhor da Rumer) > "Take Me As I Am"... e mais à frente as belas "Blackbird" e "Goodbye Girl".

"Goodbye Girl"
Com esta o álbum fecha... e muito bem!


Por fim, a melhor do álbum e uma das melhores canções que este blogger ouviu durante 2011:


"Slow"
Lyrics:
You make me want to sing about love
Every time I raise my head
You make me want to tell the whole world
What I’ve found is good

Then they say
Slow
Slow this right down
Don’t burn it out
Don’t let it show
Slow
Oh but my heart is racing
To hold your gaze and
let it go

My love, my love my love
killin’ time is easy when you’re here
From dreams I’ve seen you before
You’re so familiar
And everywhere I go
Hear me calling for your love
Cause if it’s you
I will disarm you
And if it’s you
Do you know how to calm me down
Oh let me sleep in your arms
Then I won’t hear them singing

Slow
Slow this right down
Don’t burn it out
Don’t let it show
Slow
Oh but my heart is racing
to hold your gaze then
let it go

You make me want to sing about love
Even though you don’t wanna know
You make me want to tell the whole world
But I know
You don’t like it
You don’t like it
You don’t like it


quinta-feira, 30 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

MyJukebox: (500) Days Of Summer (OST) - The Smiths + She and Him

Se narrativamente o filme é engenhoso mais importante é o uso da banda-sonora ao longo do filme. As canções e apontamentos sonoros, existem aqui para acentuar os diversos estados da narrativa. Não só o consegue na perfeição, como ainda permite reter a essência do filme apenas escutando o álbum de canções que resultou deste filme. É uma álbum soundtrack altamente recomendada.


É um álbum espantoso, composto por artistas como: The Smiths, Doves, Regina Spektor, Feist, Carla Bruni, Simon and Garfunkel, She and Him, etc.
Refiro esta soundtrack porque além de fazer perdurar o feeling do filme, também o consegue expandir pois nela se encontram dois momentos com a mais pura expressão dos sentimentos de cada lado deste casal.

Sou daqueles que gosta ainda mais de um filme se a banda-sonora brilhar, sobretudo quando são canções... mas neste caso é até inédito para mim (que até conheço um bom punhado delas), existir uma evidência verdadeiramente complementar ao filme.

Ao se usar uma mesma canção, a "Please, Please, Please, Let Me Get What I Want", cuja versão original é a dos Smiths, a versão que atribuo ao rapaz e depois surge ainda a versão cover, pela banda She and Him, atribui-se a ela. Há uma espécie de confissão de sentimentos, onde o uso das mesmas palavras cantadas ganham, para mim, duplos sentidos de interpretação em reflexão ao filme. É por essa mesma razão que apresento para cada versão excertos das letras, que em cada versão são sentidas e exprimidas peculiarmente.



"Please, Please, Please, Let Me Get What I Want"
Versão dos Smiths (a original):


Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man bad

So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time
Lord knows, it would be the first time



Ainda para mais quando a cantora dos She and Him, é a própria actriz Zoey Dechanel, que faz a Summer deste filme. Ela além de actriz também é cantora, e a sua interpretação nesta cover transmite um outro feeling.


Como se lamentasse do estrago que provocou mas simultâneamente a exigir, não só uma parte de redenção, mas também o fazer crer que tem de avançar a sua vida... como um lamento.


"Please, Please, Please, Let Me Get What I Want"
Versão dos She And Him (a cover):





Good times for a change
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad

So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want
This time


Brilhante e genial a interpretação da Zoey Dechanel.
E devido à banda-sonora, por esta particularidade na soundtrack, o filme aumentou ainda mais o prestigio e culto que lhe manterei. Recomendo fortemente, o filme e o disco, pois funcionam como um só.
Isto é arte.

sábado, 21 de maio de 2011

MyJukebox (letras): James Blake - Wilhelms Scream

Som no meu subconsciente...


James Blake
Wilhelms Scream (James Blake -2011)



I don't know about my dreams.
I don't know about my dreamin anymore.
All that I know is
I'm fallin, fallin, fallin, fallin.
Might as well fall in.

I don't know about my love.
I don't know about my lovin anymore.
All that I know is
I'm fallin, fallin, fallin, fallin.
Might as well fall in.

I don't know about my dreams.
I don't know about my dreamin anymore.
All that I know is
I'm fallin, fallin, fallin, fallin.
Fallin.

I don't know about my love.
I don't know about my lovin anymore.
All that I know is
I'm lovin, fallin, lovin, lovin.
Might as well love you.

I don't know about my love.
I don't know about my lovin anymore.
All that I know is
I'm turnin, turnin, turnin, turnin,
Might as well turn in.

I don't know about my dreams.
I don't know about my dreamin anymore.
All that I know is
I'm fallin, fallin, fallin, fallin.
Might as well fall in.

I don't know about my love.
I don't know about my lovin anymore.
All that I know is
I'm fallin, fallin, fallin, fallin.
Might as well fall in.

I don't know about my dreams.
I don't know about my dreamin anymore.
All that I know is
I'm fallin, fallin, fallin, fallin.
Fallin.

I don't know about my love.
I don't know about my lovin anymore.
All that I know is
I'm lovin, lovin, lovin, lovin.
Might as well love you.

I don't know about my dreams.
I don't know about my dreamin anymore.
All that I know is
I'm fallin, fallin, fallin, fallin.
Might as well fall in.


É romântica sim... mas é brilhante em termos de género dubstep e é essa a razão de aqui estar. James Blake surgiu na cena electrónica apenas criando composições instrumentais com a sua espartana parafernália electrónica. Ele não gostava da sua voz e nem a usava. Contudo, ao lançar o seu primeiro álbum, este ano de 2011 (que muito aguardava), ele decidiu-se a esboçar o canto. Só que o uso da sua voz é para ele mais uma oportunidade de manipulação, tal como um instrumento electrónico. A voz aqui é utilizada até ao abstracionismo, qual mantra a conduzir palavras até se estilhaçarem no solo. James Blake vai mais longe e aprecia o peso da fonética colando a batida sincopada na pontuação da letra. James Blake é ainda um jovem com cerca de 20 anos... e é magnifico. Temos futuro!
Este disco de estreia de James Blake, ainda não saiu de rotação desde Fevereiro... e muito poderia dizer sobre este som espantoso ao longo do álbum (e até dos EP anteriores) mas por agora isto chega.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

MyJukebox (letras): Jay-Jay Johanson - It Hurts Me So

Som no meu subconsciente...


Jay-Jay Johanson 
"It Hurts Me So" (Whisky - 1996)


It hurts me so
To see you in that state you're in
With a tear on your chin
Tell me please what have I done

It hurts me so
To see you sitting by yourself
With your head in your hands
Tell me did I do you wrong

I wanna know
If I can say I'm sorry
Stop crying
Baby please don't worry
When I listen to your story
I'll softly dry your tears

It hurts me so
To hear you crying in your sleep
Tell me what do you keep
Down inside I wanna know


Uma vez disse:
"It Hurts Me So" é toda ela arty, com o video e canção feita com esse fim artístico, que explorava um certo conceito jazzy de gentleman com dor de corno. Dramatismo lirico, potenciado por uma rica sonoridade pontuada por um ambiente obscuro e depressivo. Não só é o seu melhor tema como também um dos mais perfeitos exemplares de todo o género trip-hop. Tudo está lá presente: os samples, os scratches, o tom de spy-movies e uma imensa tristeza nas letras em recorte clássico.
Mais aqui.

sábado, 24 de outubro de 2009

Música da Semana: "Space Oddity"... de David Bowie

"Ground control to major Tom
Ground control to major Tom
Take your protein pills and put your helmet on

Ground control to major Tom
Commencing countdown, engines on
Check ignition and may God's love be with you

Ten, nine, eight, seven, six, five, four, three, two, one, liftoff..." (...)

Esta linhas ficaram na cabeça de muita gente, aqui o je incluído. São da espantosa canção "Space Oddity" de David Bowie, lançada em single em 1969, é uma das mais conhecidas deste grande artista.

(Atenção: quando o assunto é o Bowie devemos imediatamente fazer a vénia a este eterno camaleão.
Toca lá a dobrar as costinhas, hã!).

"Space Oddity" por David Bowie (aqui já em 1972)


O álbum com o mesmo nome vive desta canção e do imaginário que ele catapulta para quem a ouve. Um astronauta na sua missão espacial, a quem a torre de controlo desespera a dar indicações... é que algo parece estar a correr mal. E o solitário astronauta á deriva despede-se... Nesta canção Bowie consegue de forma sublime criar a ilusão dos dois diferentes discursos (o da torre e o do astronauta) e a tensão eminente da situação.

O astronauta:
"For here
Am I sitting in a tin can
Far above the world
Planet earth is blue
And there's nothing I can do

Though I'm past one hundred thousand miles
I'm feeling very still and I think my spaceship knows which way to go
Tell my wife I love her very much she knows" (...)

A torre de control:
"Ground control to major Tom
Your circuit's dead, there's something wrong
Can you hear me, major tom?
Can you hear me, major tom?
Can you hear me, major tom?
Can you...." (...)

Mas não é do grande David Bowie que este artigo se destina (fica para um dia no futuro). O ponto deste artigo assenta no legado que um artista dá às novas gerações. Particualrmente esta canção de Bowie já viu os mais variados artistas a fazerem a sua versão. Digamos que existem tantas covers de Space Oddity que me seria impossível de as enumerar, pelo que optarei por deixar como exemplo a espantosa cover da Natalie Merchant. Rever artigo com a espantosa versão de Natalie Merchant... clicar aqui.