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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Series TV: "Lost"... de "Fringe" a "Star Trek" (ou "Donnie Darko")

A 6ª temporada de Lost / Perdidos chegou... e desta vez com mais uma nova componente: as realidades paralelas, ou seja uma nova linha temporal em simultâneo.

Compreendo melhor as razões de a outra série de J. J. Abrams, a Fringe, andar tão “simplezinha” e arredada do seu tema principal, o dos mundos paralelos (temática agora algo semelhante que se vê em Lost). É que assim a sensação de impacto deixado em Lost torna-se maior, se a série Fringe esquecer um pouco o assunto momentaneamente.


Actualmente, a série Fringe (2ª temp) mudou e tem seguido uma linha (e situações) semelhante a uma outra série que tinha arrancado na mesma altura quando Fringe estreou em 2008. Refiro-me à "jeitosinha" série “The Eleventh Hour”, cujo foco se dedicava a lidar com casos anormais e sempre relacionados com situações provenientes do uso abusivo da ciência. A série funcionava em torno do estilo "caso da semana", sendo que a meio da temporada ainda veio a ganhar um novo fôlego (com a adição de uma personagem divertida e muito útil) e um esboço de uma linha narrativa um pouco mais continuada (o que a fez valer de uma boa recta final)

A "11th hour" não veio a ser renovada (cancelamento) e parece que a equipa da Fringe decidiu-se em pegar no mesmo filão deixado pela tal série referida.
Assim passou-os para os episódios "fillers de temporada" que tem apresentado até aqui, casos que na verdade não ligam directamente com a trama principal de Fringe... mas entretêm bem.

O que tem sido apresentado são casos, ainda que interessantes, resolvidos no mesmo episódio. Deve ter sido uma decisão para as audiências não se sentirem tão obrigadas a ver o que passou antes.

Portanto, Fringe tornou-se um procedural, de episódios soltos à lá CSI e onde por vezes lá se alinham ao que mais interessa na trama sobre o mundo paralelo. A 1ª temporada já era assim (mais ou menos a cada 4 episódios haviam momentos altos) mas os episódios de preenchimento contribuíam muito mais com as deixas finais. Fringe continua mesmo assim a ser uma série interessante de seguir… mas admito também que poderia ser melhor.

A "teoria da conspiração" que desenvolvi é que há algo mais nestas mudanças em Fringe (que até vai novamente parar durante umas) pois mais me parece claramente intencional para que não haja mais nada de demasiado entusiasmante para que a chegada de Lost ganhe mais impacto ainda.

Como agora Lost, além da sua abordagem invulgar ás viagens no tempo, ao também se passar a acção numa outra dimensão, passou a ganhar uma nova interpretação da narrativa.


Assim encaro estas situações (positivamente) como "culpa" do grande J. J. Abrams, e os seus argumentistas, por terem feito o filme "Star Trek" 2009 (o “novo” 1º filme da saga). Como já andam até a alinhar a história da sequela do filme Star Trek, as ideias descartadas andam a parar nas séries… só pode. E ainda bem, pois ao menos o brainstorming deu pela segunda vez uma nova vida a Lost. Uma vida ainda mais sci-fi e de autêntico quebra-cabeças

É que agora está presente em Lost, uma ideia claramente derivada do reboot de Star Trek, onde uma acção ou as opções que se "escolhem", conduzem à criação de uma nova realidade paralela. No fundo escolher A ou B, faz-nos acompanhar ambas as possibilidades, estando ambas a acontecer e ambas serem válidas mas em conflito (se o "destino" está decidido acabarão por ter um mesmo desfecho). Falta-nos perceber como é que ambas as realidades se vão cruzar.

Para terminar, até adiantaria que não estaremos bem na presença de realidades paralelas ou alternativas mas sim perante um outro paradoxo que é o das realidades tangentes e imagino que o cruzamento/fusão de ambas trará a possibilidade da redenção às personagens (à lá "Donnie Darko").
Mas o desfecho só a 23 de Maio saberemos...

terça-feira, 7 de abril de 2009

O regresso de Fringe... é hoje!

A série Fringe está hoje de regresso aos ecrãns americanos, como nós bem gostamos. Vamos lá à recta final para sabermos os restantes mistérios.

"Inner Child" o episódio 15, o de hoje;


Ou melhor, sendo uma série de J.J.Abrams, sabermos respostas que fazem perguntas ainda mais inquietantes que a resposta (tal como na outra série dele: Lost -que a propósito está a um nível de sublime pois Lost é Lost...).

Se acompanham, nacionalmente pela RTP2, a série ainda vai no inicio. Contudo, se tal como eu, acompanham a saida dos episódios pelo calendário americano (pelos torrents, é claro!), a esta altura existem diversos mistérios, questões e até mesmo situações que nos passaram ao lado por distracção.

Mas não se preocupem que há solução para apanhar o fio à meada:

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Series TV: "Fringe"... season finale espantosa (parte 2)



Ora bem, regresso à segunda parte da season finale da 2ª temporada de Fringe (rever a 1ª parte clicando aqui).
O video com partes deste final pode ser revisto num outro artigo, clicando aqui.

Alerto que desta vez há imensos spoilers no artigo... afinal no FOX nacional ainda nem chegaram á 2ª temporada, portanto pode-se falar no assunto, que vai dar ao mesmo. E Fringe é seguida por poucos... não se compara a Lost em seguidores. Let it roll!

Minha nossa... este final de Fringe foi mesmo fabuloso!
Foi estrondoso mesmo e aconselho a verem os dois episódios finais seguidos... é como um belíssimo filme sci-fi!


Percepção do Fringe-verse...

Foi mesmo uma segunda parte espantosa, totalmente à altura da boa 1ª parte (eles foram mesmo mauzinhos ao nos fazerem esperar uma semana pelo resto do episódio duplo), onde tudo se desenvolveu de maneira perfeita.

A começar, e para absorver, ao finalmente passarmos mais tempo no mundo paralelo: as imensas subtilezas como os mapas, as fotos (brilhante a do presidente Kennedy idoso), até aos já vistos posters de cinema, etc... mas principalmente a visão panorâmica do mundo (país) e do que fazem nas zonas onde se manifestaram actividades entre realidades (o facto de colocarem essas regiões em quarentena ganha por lá outro significado e mais cruel).


O mundo paralelo é em tudo semelhante mas onde nele se optaram por fazer outras decisões em função do mundo original. Foi muito deslumbrante toda a cena do Peter no helicóptero, onde o avanço high-tech e da realidade aumentada funciona com o simples olhar através do vidro do heli para o ponto a ver. Demais mesmo!

Foi impressionante toda a interacção entre William Bell e Walter Bishop, onde o regresso de ambos a um laboratório (alternativo... mas curiosamente igual ao que tinham, pois...). Todas as conversas entre ambos foi repleta de casmurrice e troca de bocas, onde tudo foi dito com grande perspicácia e muito se ficou a saber sobre ambos.


Tivemos assim mais algumas respostas, especialmente as dadas por William Bell que incidem sobre os avanços que desenvolve no mundo paralelo, de que foi ele quem criou os shapeshifters, que a sua versão alternativa já havia morrido antes de ser um adulto e que ele coloca a sua inteligência cientifica juntamente com o conhecimento avançado do mundo alternativo, ao serviço da criação de novas evoluções tecnológicas e ao mesmo tempo usando tudo isso para potenciar a sua Massive Dynamics no lado de cá com esses avanços.


Um outro destaque evidente recai na magnifica performance da actriz Anna Torv que conseguiu mostrar um novo nível de interpretação das suas Olivia's ao fazer duas personagens bem diferentes e de subtilezas distintas duma para outra.
É curioso notar que até então, por vezes mais parecia que ela representava sempre da mesma maneira e com pouca expressão... mas afinal consegue desta vez dar muito ao seu papel, pois a sua Olivia-alt torna-se até uma melhor personagem que a original, sendo mais interessante, atrevida e intensa. Ahh... e o encontro entre as duas Olivias, desde o que falam (as diferenças e semelhanças) e a própria luta entre ambas foi de mestre.


Um outro momento depois notamos o enternecimento dela ao voltar a encontrar o antigo parceiro Charlie (o alternativo - acho que a série ganha muito com ele presente), a conversa no carro como nos velhos tempos e mais tarde o momento decisivo de Olivia ao revelar-se a Peter (sentimentos incluídos).

O Peter teve também os seus momentos de descoberta dos planos de Walter'nate, que o pretende usar como fonte de energia para a máquina de guerra que pretende construir.
E aqui isto faz pensar que raio de "verdadeiro" pai é este?*





Observações...

De todo este final de temporada, só achei mal o buraco narrativo que criaram com a manobra das Olivias. É que se a Olivia-prime era importante por ter de ser ela a abrir a passagem entre mundos com o seu poder e uma vez que o grupo dos especias que viajaram com ela ao morrerem, colocando para isso a necessidade de uma máquina para segurar o portal (que o Walter e Bell desenrrascaram á pressa facilmente) e... depois o que se vai a ver é que nada disso foi necessário. E até com isso a alt-Olivia consegue passar para cá. Esse deveria ter sido o momento que ela seria desmascarada por não ter o "superpoder"... mas enfim.


O que fica desta troca é que isto irá permitir novas possibilidades narrativas para a 3ª temporada. Com a Olivia-alt deste lado agora imagino que iremos acompanhar diversos dramas da sua infiltração, desde a sua presença no FBI, a relação com Peter que sofrerá um recuo e ainda o descobrir da família que não tinha (a irmã, a sobrinha...) tudo isso conjugando uma nova evolução de personalidade e percepção do que as pessoas do mundo alternativo imaginava serem "monstros" do lado de cá.

Uma outro facto não estabelecido muito coerente são as regras entre os Fringe-(uni)verses.
Fringe não tem sido muito clara com as regras entre as realidades paralelas. Tanto é difícil reunir condições para permitir atravessar entre realidades, envolvendo situações ultra-elaboradas... como de repente se fabrica um simples engenho e facilmente se muda de lado.
Ao mesmo tempo, há regras que parecem apenas existir para servir o desenvolver do episódio em questão, oscilando depois ao longo das temporadas.
Já se viu que Walter num outro tempo sem tecnologia avançada criou um mecanismo portátil para abrir e fechar os portais raptando o Peter-alt... também já se viu ele referir que um volume resgatado do lado de lá tem de ser compensado com outro volume para manter o equilíbrio... e que as passagens entre realidades alteravam atómicamente o organismo podendo serem trágicas a quem já o tenha feito (e a Walter não acontece nada?).


Penso que na 3ª temporada estas regras terão de ser consolidadas, uma vez que terá de estar mais presente a temática dos Fringe-verses. Contudo, avaliando como Fringe sempre se desenvolveu até aqui... é de esperar alguma lentidão de processos.



Divagações e teorias...


*Suspeito que, e sendo esta uma série de J.J.Abrams, um dia acontecerá um outro "major-twist": que é o de tudo se inverter e vermos algumas personagens que acompanhamos desde o inicio como sendo eles os verdadeiros maus de serviço, onde também ficaremos a saber que o próprio Walter é este sim também originalmente o do lado de lá -é rebuscado mas explicaria muita coisa.

Com esta teoria (louca) o Walter'nate ser mas é do lado oposto -e aí jogarem com o facto de Bell ter mexido no cérebro de Walter como ficamos a saber claramente neste final (e ter feito mais do que isso: consciência?).
Nessa fase as personagens perceberão que são apenas marionetas de um Walter deste mundo e mau...
Seria a melhor maneira de justificar os actos de Walter para com Peter, se ambos tiverem origem no mesmo mundo. Assim, o que parece um rapto de um filho alternativo, seria isso sim a mais pura protecção paternal...

Agora, apreciando a seguinte promo, até ganha outro sentido... Não só revela a Olivia separada deles como se pode interpretar como Walter e Peter serem do mesmo mundo.


O certo é que com este final mais intenso entre as realidades e os antagonismos colocados em posição... a 3ª temporada tem tudo para ser espantosa igualmente. Até porque será a única série de temática sci-fi fantástico a lidar com situações invulgares, não devem vacilar agora.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Series TV: "Fringe"... o arranque da 2ªT

Fringe 2T
A segunda temporada de Fringe lá chegou e com ela ainda mais densas se tornaram as questões por responder.
O que aconteceu depois de vermos Olivia no mundo paralelo?
O que lhe disse William Bell?
O que é o Padrão?

Era a partir daqui que ansiosamente estávamos á espera no arranque da segunda temporada mas não foi isso que tivemos.
Na verdade, ficamos na mesma e sem saber absolutamente nada.

Os acontecimentos da 2ªT voltaram a passar-se unicamente no "nosso" universo. Mas temos de tirar o chapéu aos argumentistas da série porque criaram assim um novo mistério e arranjaram uma solução engenhosa de fazer Olivia regressar ao (vou chamar de:) universo-prime.

No 1º episódio do regresso da série, Olivia regressa brutalmente com um acidente e perde as suas memórias do que lhe aconteceu e de onde esteve. Entretanto notamos que do outro universo alternativo não foi só a Olivia que chegou: também chegou alguém que vamos a perceber é um ser transmorfo (consegue mudar a aparência e parecer qualquer pessoa "sua vitima"). Com um episódio assim Fringe em vez de responder aqueceu com ainda mais mistérios e só nos deu um pouquinho de paz ao chegarmos ás revelações do 4º episódio.

Porém assaltou no imediato uma outra questão. A ideia com que ficamos na season finale da 1ªT, era a de que Olivia passou de um universo ao outro em pleno elevador. Afinal não foi nesse momento mas sim no momento em que ela conduzia.

Olivia no final da 1ªT, quando conduzia estava já na realidade alternativa e evita o acidente...


...mas na nossa realidade o acidente acontece.

A partir daqui nasce aquilo que vi como a preparação de como a série nos explicaria tudo isto.

Pareceu-me que Fringe precisou de dar tempo a que a Olivia se recupere do acidente e nesse espaço de tempo vamos assistindo a algumas movimentações dessa guerra secreta.
Obviamente que ao 2º episódio teria de ter mais alguma coisa para não ser nulo e aí eles espetam um caso da semana… não vejo nenhum mal nisso.
O homem-touperia foi então apenas o tal pretexto para colocar em movimento algumas situações: vermos o comportamento do “novo” Charlie, notarmos que a recuperação de Olivia tem mais que se lhe diga, acentuar os segredos entre Broyles e a Massive Dynamic, etc…
Com um episódio como o segundo, deu para sentir que as situações sucedem-se com intervalos de tempo, como se estivéssemos a acompanhar as vidas normais daquelas gente a braços com problemas anormais. Dá a sensação de que cada episódio é passado em intervalos de, talvez uma semana que é o tempo que a série também nos chega para vermos.

Ao 3ª episódio voltou a dar-nos um pouco mais da sensação de tempo a passar. Através de mais um "caso da semana" aparentemente menos importantes acabou por dar muito mais do que parecia e sem até contarmos com isso. Afinal, os Observadores têm uma agenda muito própria… bem diferente do que imaginava até aqui acerca deles. Até o facto de vermos o Observador com fotos de Walter podem significar que, além de o conhecer bem, este terá de agir contra ele pois a memória “obscurecida” de Walter pode surgir e impedir os eventos colocados em marcha. De notar que o shapeshifter (transmorfo) tinha andado a pedir instruções pela via da máquina de escrever ao espelho (cenas mesmo impressionantes)… e a seguir vemos gente com pastas de possiveis alvos. Hummm...
Foi também adorável abrir mais o véu sobre o passado de Peter, que carece também de ser explorado.

Ao quarto episódio o que parecia mais um normal, somos catapultados para um dos primeiros climax da série.
Foi mesmo um bom episódio e finalmente a ligação ao final da 1ª temporada, um momento tão esperado.
O mais curioso é que para podermos disfrutar dele tivemos de ter esse espaço de 4 episódios depois para que tudo se poder conjugar e ainda potenciar mais as perguntas que Fringe nos coloca. Assim é como se este climax de inicio de temporada fosse um prenda.

Todo o desenvolvimento da cena com William Bell foi magistral e os lapsos de tempo (ou saltos de memória) ainda reforçaram mais as perguntas/respostas que desfilavam.


Obviamente, que só serviu para abrir ainda mais a curiosidade do que virá depois deste climax.

O final de Charlie, assim reservado para já foi também um momento bom.

Imaginava a personagem a surgir de longe a longe durante mais algum tempo… mas fez mais sentido, potenciou o episódio e de que maneira e o caso dele ficou já arrumado. Venha lá mais presença da nova agente para a equipa de Fringe, então.



Algumas divagações/especulações/teorias:

A passagem de Olivia de um mundo para o outro (que é efectivamente dada no carro)...
Encontro aqui dois pontos pertinentes:
... ela passou de um universo ao outro sem o pretender e até saber como. Fico com a ideia é que ela foi convocada para lá chegar, numa espécie de rapto (abdução?) entre realidades.
... só que no momento em que ela foi “apanhada” encontrava-se ainda a conduzir. O que a levaria a regressar ao mesmo ponto?

Mas porquê o mesmo ponto e no mesmo exacto momento?
Afinal ela ainda esteve bastante tempo no mundo alternativo...

A cena de Olivia com Bell, pareceram-me até nem serem memórias mas sim uma espécie de paradoxo-temporal como se estivesse a suceder naquele momento mas no mundo alternativo. É como se no mundo alternativo o tempo estivesse num grande delay, as tais 6 semanas, que é o tempo que levou entre a chegada de Olivia e o regresso das memórias entre as realidades.
Tudo pareceu real demais (a forma como foram chegando em sucessão) para serem apenas unicamente memórias.

Isto ocorre-me por notar nas deixas de Bell que eles, os do outro lado, teriam tomado outras opções diferentes das que aconteceram no mundo-prime.
Daí tanta observação ao mundo-prime (o nosso)… para poderem evitar o que acontece lá. E um delay temporal ajuda nesse fim...
Esta teoria só esbarra nas cenas com a máquina de escrever mas mesmo assim…

No entanto, segundo o que este William Bell-prime deu a entender a passagem de um universo para o outro pode ser por vezes fatal.
Será que foi isso que sucedeu ao Peter-prime em pequeno?
Até aqui os dados apontam-no como sendo um Peter do mundo alternativo, mas o facto do Peter também brilhar (aos olhos da personagem introduzida) colocou um novo dado sobre ele. Será ele também um transmorfo ou alguém ainda mais especial?
Como as recordações da realidade alternativa surgiam a Olivia na presença de Peter ou ao olhar para ele… ocorre-me se este Peter não será… o próprio William Bell?
Bell disse a Olivia que ele, o Peter, saberia o significado da mensagem…


Venham mas é mais episódios de Fringe… (a seguir é a lógica dos sonhos).


Imagens deste artigo obtidas de Fringe Laboratory

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Series TV: "Fringe"... 3T regressou em grande!

Pela experiência que tinha a assitir Fringe, cujas temporadas iniciam calmas e depois de encher pelo meio com situações menores e sermos conduzidos a finais de temporada avassaladores que nos deixam ansiosos pelo regresso... mas cuja temporada seguinte inicia calma, enchendo pelo meio com muitas situações menores, para sermos depois  conduzidos a um final de temporada avassalador, daqueles que nos deixam ansiosos pelo regresso... e Fringe lá regressou!


Finalmente!!!
E foi um magnifico regresso. Mesmo!

Fringe deu-nos um episódio que continua o ponto de situação em que nos havia deixado. Se antes, no final da 2ªT, tivemos um vislumbre da Olivia-prime cativa numa prisão no mundo paralelo, pelo Walter'nate, desta vez o episódio centrou-se totalmente na sua situação. Isto soa a fraco mas contudo, desta vez a narrativa foi avançando sem nunca ser previsivel onde iria desenbocar e com isso ainda nos deu novos dados e ameaças a ter em conta.


Olivia-prime é submetida a questionários que atestam a sua sanidade mental, onde a sua história contada aos interrogadores do mundo alternativo (desconhecedores da "nossa" realidade paralela) joga totalmente contra ela e a ideia de louca emerge. A insistência, manipulação e experiências (uma delas é a tentativa de injectar novas memórias) a que é submetida leva-a por exaustão a chegar a duvidar da veracidade do que diz.
Olivia consegue escapar e torna-se numa fugitiva num mundo que aparentemente julga conhecer mas que não é bem igual. É aqui que a dinâmica dos acontecimentos se agigantam, sendo a maior o taxista que ela toma por refém da sua fuga.


Mas à medida que vai conseguindo escapar, também toda a divisão Fringe-alt persegue-a fortemente, tudo isto evoluindo enquanto Olivia começar a ficar baralhada mentalmente sobre quem realmente é (ou era?), ao mesmo tempo que emergem habilidades que não possuia.
Todo o episódio é um autêntico frenesim, uma viagem imparável, com Olivia confinada num taxi. Durante todo o tempo em que tudo decorre, percebemos que o taxista tem mais de semelhante com Olivia do que parecia ganhando a nossa empatia. Ver a equipa Fringe-alt também não deixa de nos instalar uma nova ambiguidade sobre estas personagens, pois na realidade também eles são pessoas manipuladas. Walter-nate revela-nos uma parte dos seu plano, que consiste em descobrir como viajar entre as realidades paralelas, tendo em Olivia a chance de descobrir como o fazer e assim avançar com a sua declarada guerra à nossa realidade.
A nossa realidade surge no fim, onde encontramos Walter, Peter, juntamente de uma Olivia-alt (a falsa) a ambientar-se numa realidade que lhe é igualmente alheia, deixando a impressão que no episódio seguinte teremos mais Olivia-alt.


Há vários detalhes a desfilar durante todo o episódio, desde o cientista-investigador da divisão Fringe, a Massive Dynamics não existir onde era suposto, a forma como funciona o protocolo de quarentena no mundo paralelo (fiquei com a sensação de existirem por lá mais zonas em quarentena do que seria esperado - o que me leva a imaginar outras realidades também em rota de colisão além da "nossa"), o sistema muito curioso de identificação social juntamente com os enormes avanços tecnológicos e a ideia de transferência de memórias (neste ponto a ex-série “Dollhouse” já me parece estar a deixar marcas) provenientes de uma Olivia-alt para a Olivia-prime (vai aumentar ainda mais as situações de confusão de identidade e realidades).

Termino com um video, que além de mostrar várias cenas da estreia da 3T, apresenta já novidades dos próximos episódios.



Vai ser uma boa temporada!
Ai vai vai…

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Series TV: "Fringe"... e o Fringe-verse



O episódio do regresso de Fringe, o dedicado a Peter e sabermos sobre como se tornou possível a existência dele no universo-prime.

Foi um bom episódio, repleto de respostas, um autêntico regresso ao passado de Walter e ao momento em que tudo se deu. Episódio muito claro, esclarecedor e que levanta muito mais o véu sobre o universo alternativo em Fringe. Ou como, simpaticamente chamo, o Fring-verse.


Foi esclarecedor saber mais do universo/mundo alternativo, onde existem as mesmas pessoas em ambos os lados, que um mais avançado que o outro (o alternativo é o), onde certas decisões foram tomadas em função do outro lado (os edifícios por exemplo - a cena do Empire State Building é icónica), isso é um facto que me parece indicar uma entidade (ou reguladores?) com mais conhecimento do assunto (do que parecia até aqui) e ainda o sabermos que nos anos 80 Walter tinha equipamento para passar entre mundos, etc... tudo isto num só episódio.
Foi sensacional!!!

Até o genérico foi especial pois mudaram-no para parecer ter sido feito nos anos 80.


No entanto, ver este episódio conduziu-me a uma nova questão rapidamente:
Qual dos dois universos em Fringe é o universo-prime (o original)?

É que começo a suspeitar que estas aventuras da série Fringe passam-se, e sim, já na própria realidade alternativa. E com isso, poderia perfeitamente o outro universo ser o original (prime), se é até mais avançado e era lá que o Observador se encontrava antes de desviar o curso dos acontecimentos nas duas realidades.

Já circula por aí fotos dos cenários de próximos episódios onde iremos ter novas "luzes" sobre as realidades alternativas. Pelas imagens, percebe-se que tudo pode existir igualmente (até os filmes) mas com variantes.
Aliás... já neste episódio no momento do encontro dos Observadores, se pode notar um alternativo filme do "Regresso ao Futuro"...

Mais a chegar...





Parece prometer, de novo, a série Fringe.
Que se confirme!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A season-finale de Fringe foi espantosa!

A série Fringe foi uma das boas surpresas da temporada televisiva de 2008-2009.

Juntando Fringe e Lost, se percebe claramente que a determinada altura, J. J. Abram, o criador e produtor destas séries, esteve a fazer brainstorming para fazer o filme Star Trek que anda nas salas de cinema.
Assim de entre muitas ideias de ficção-científica que lá foram surgindo para cima da mesa, devem ter surgido algumas que J.J. Abrams não recusou esquecer. Nota-se que escolheu a componente das viagens no espaço-tempo para Lost e algumas outras mais "wild" deverão ter sido remetidas para Fringe.

Assim Fringe, foi desfilando semanalmente ideias e situações mesmo muito interessantes e acabou num conceito ainda maior que são os universos paralelos.

Realmente, ao longo da temporada algumas pistas iam sendo lançadas nesse sentido mas nunca imaginava que se conseguisse tornar emocionante a revelação final implícita nesse tema.



É que com os mundos paralelos, a série conseguiu dar luz para a função do Observador, que misteriosamente estava sempre nos locais certos. Locais esses onde ocorriam as mais estranhas situações ou invenções científicas que a agente Dunham perseguia. O Observador é no meu entender alguém que vigia as alterações na separação entre mundos, que coexistem no mesmo espaço e tempo.
Outro facto estranho é a relação antiga dele com o cientista Walter. Penso que a determinada altura o Observador terá tido pena de Walter ter perdido o filho e lhe terá menorizado o facto de este ter ido ao mundo paralelo "roubar" o filho do Walter-alternativo, o tal que misteriosamente já havíamos visto num outro episódio mas que pensava ser o Walter a alucinar, pois ele até fala sozinho.

Talvez a razão de muitos dos actos estranhos estarem a acontecer cá se deva ao facto do Walter-alternativo estar fulo da vida por ter ficado sem o filho e o querer de volta.

Outra ideia que salta das últimas imagens do último episódio, prende-se com a visão imponente das Torres Gémeas intactas. Será que no mundo alternativo não aconteceram os erros e desastres vistos no "nosso" mundo? Será lá mais pacifico que cá?



A season-finale de Fringe foi mesmo espantosa mas teria siso melhor se os dois últimos episódios tivessem sido exibidos seguidos e não separados. É que o tema do mundo paralelo surge claramente no penúltimo episódio e isso enfraqueceu um pouco a surpresa final. Mas ainda bem que tivemos mais dois twists: o Peter original morreu em criança e finalmente se viu William Bell, que me pareceu não ser o vilão que se imaginava.



Talvez o vilão seja mesmo o próprio Walter ou o seu eu-alternativo!

Fringe volta lá para Setembro e já há teasers da 2ª temporada para aguçar o apetite... afinal ainda não sabemos nadinha de nada!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Series TV: a promo da FOX por Fringe passar para as Sextas

A irónica promo da FOX por Fringe passar para as Sextas, que representa o prenúncio de morte de muitas das séries que lhe mudam para este dia.

“Don’t belong here”… demais mesmo esta corrosiva promo.
Esperemos mesmo assim que o optimismo de Fringe se confirme mas ver uma das melhores séries do momento (das que sigo… ou tento manter-me a par) colocada á Sexta é duro. Smallville também está à Sexta e tem se safado.

Fringe também vai!
Usando a deixa do último filme de X-Files: “I want to belive!



A 3ª temporada de Fringe tem estado imparável e num nível de intensidade nunca visto assim na série.
A primeira parte da 3ªtemporada (9 episódios - regressa em Janeiro 2011) tem sido fenomenal mas principalmente até ao episódio 8 é mesmo impossível de parar de ver pois tem sido frenética (dá vantagem ter vários episódios e vê-los seguidos).

Sem pretender revelar o essencial, as constantes alternâncias entre os dois universos paralelos e com isso passamos a conhecer muito melhor o outro lado (que é mais cool em muitas coisas) e mais importante ainda, as versões alternativas das personagens, e em especial o caso de Olivia presa no lado de lá (que evidencia a sua natureza de "especial" e ajuda a resolver os casos com mestria, captando a empatia pela Fringe Division alternativa) e o da Olivia alternativa infiltrada no lado de cá (manipulando as investigações enquanto espalha as pistas para a reunião das peças da máquina para Peter - cada vez mais envolvido no assunto). Um ponto positivo foi voltar a contar com a personagem Charlie (alternativa) mas é Broyles e o outro colega quem acentuam a empatia pelo "other side".


Grande série e a actriz Anna Torv (Olivia) tem prestado performances (duplas) espantosas... nem sei como os Globos de Ouro 2010 conseguiram ignorá-la (uma enorme injustiça para o sci-fi).

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Fringe 2T regressa apartir de... hoje!


A muito esperada 2ª temporada da intrigante série "Fringe" regressa partir de hoje aos nossos ecrãs.
Nossos ecrãs... quer se dizer... ao dos americanos... pois por cá só recorrendo á ajuda da net.

E não é que fizeram uma promo invulgar, ao deixarem-nos ver o episódio todo na integra... mas inventivamente em modo acelerado. Está aqui um conceito de promo inovador e que pegará, pois é mesmo interessante.


Fonte sobre esta promo: TV Dependente


Segundo o que já soube por aí, os criadores da série deram a entender que foi preciso uma primeira temporada para poderem estabelecer o mundo e a realidade de "Fringe", podendo assim nesta nova temporada entrarem pelos meandros daquilo que queriam fazer desde o inicio mas que não resultaria se não tivessem colocado primeiro as peças principais em cena.

Agora com a 2ªT vai avançar ainda mais o nível estabelecido (esperemos que sim e com episódios sempre significativos), sendo recorrente as movimentações entre as duas realidades, dar ainda mais dados (está seria óbvia -apesar de nesta série saber mais não significa ficar a saber), dilemas e bizarrias ciêntificas... O Charlie ainda entra nesta temporada (o tal que foi considerado despedido, afinal não foi bem assim mas aparecerá gradualmente pouco), vai haver uma nova personagem feminina para ajudar Olivia nas investigações (parceira?), teremos William Bell mais vezes, o chefão Broyles vai nos ser dado a conhecer melhor sobre quem ele é realmente e de onde vem antes de chegar á divisão... ui, ui, ui que isto já promete!
Venha lá mais Fringe então!


Já agora, já repararam que o canal FOX nacional (PT) vangloriou-se de este mês ter estreado na televisão nacional a série Fringe (1ª T). Eu achei estranho e até parece que houve direito a evento social e tudo...
Será que eles não sabem que a RTP2 já a havia estreado em Fevereiro deste ano e que já a passou na totalidade (e certinha)?
Tenho ainda outra teoria:
Será que a Ferreira Leite e a FOX Int sabiam já mais que nós... pois se calhar a RTP2 era já... espanhola?


Se já não se lembram do final da 1ªT, relembrem aqui.
Mais sobre Fringe neste blog, clicar aqui.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Séries de TV round-up: está tudo no fim!

Tudo o que começa tem um fim... e as séries da temporada 2008-2009 estão de despedida.
Nunca acompanhei tantas séries como desta vez... e dar prioridades de visualização a tanta coisa é uma tarefa que ocupa bastante, pelo que as vou vendo conforme há tempo para tal.

Normalmente acabei por notar que certas séries sabem bem melhor quando vistas de 2 em 2 episódios (ou mais) como Lost, Fringe, Smallville, Kyle XY, Dollhouse, Terminator TSCC, etc. Outras há que só vislumbro um episódio de cada vez de tempos a tempos (Knight Rider, Ghost Whisperer).

Fora da cena das séries que são "importadas" via net, também lá acompanho algumas pela TV e com muita ajuda do DVR, pois neste caso a ZON Box* revelou-se um parceiro excelente para não se perder o que de bom passa (ou passou) na TV (True Blood, Dexter 3T, Eleventh Hour, My Own Worst Enemy e muito recentemente a Weed 1T).
Claro que muita boa série que é exibida na TV e que nem todas acompanho com regularidade. Vai-se vendo quando estão a dar... como se pode...


Assim já terminaram há algumas poucas semanas as mais recentes temporadas de:
- Knight Rider 1T (fim-da-série -única temporada pois não vai mais ser renovada... e ainda bem!)
- Terminator: The Sarah Connor Chronicles 2T
- Battlestar Galatica 4T (definitivo fim-da-série)
- Big Love 3T
- Kyle XY 3T (definitivo fim-da-série)
- Heroes 3T

E também a... Dollhouse!
Óóóó...

Terminou na passada Sexta-feira, com o 12º episódio... mas atenção que vai surgir com o lançamento da temporada em DVD, mais um exclusivo 13º episódio, "Epitaph One", a funcionar como um complemento do final da temporada onde vislumbraremos um futuro "doll" apocalíptico. É o tal episódio que a cadeia televisiva se recusou a passá-lo e há até quem já imagine que ainda possa sair desta visão apocalíptica um spin-off da série.


Quanto à série deixa a sensação que todas as personagens principais da série são na verdade, eles mesmo também "dolls" como a Echo...
Depois da doutora, também serão: o cientista que faz as impressões?, o agente que protege a Echo (como pode ele aceitar tão bem a Dollhouse?)?, a admnistradora?, o responsável pela segurança (o traidor Mr.Dominic...), o agente do FBI Ballard? e mais alguns?...

Mas a questão mais curisosa seria saber:
Como reagiríamos se tivéssemos 40 personalidades a funcionar em simultâneo?


Pois é... dá que pensar!
Esperemos que a série seja renovada (está em perigo de não o ser e apenas vir a ter produção como uma mini-série para lhe dar fim).
Que venham é muitos mais episódios pois soube a pouco!



E para nossa tristeza esta semana diremos adeus a mais algumas:

- Supernatural
(Não adianta... não sigo esta série interessante e não sei porquê! Excesso de séries? Narrativa desinteressante? Sei lá...)

- Fringe 1T

O dramático e revelador episódio que marca o final da primeira temporada de Fringe. Alguém perto da Divisão Fringe é inesperadamente atacado e o bioterrorista David Robert Jones volta, enquanto que Walter desaparece inexplicavelmente.

Encontre-se no meio de mais eventos mistérios a rondar o trio de investigadores ao mesmo tempo que questões são respondidas, observações feitas e lealdades testadas.

E J.J. Abrams volta a dar-nos mais uma surpresa trekkie (já o tinha feito em Lost -lembram-se ao inicio desta temporada, da cena na praia onde aparece um jovem aos berros com uma t-shirt vermelha? Pois... foi esse!).
Vejam só quem está na foto e que vai participar em Fringe neste último episódio e na já garantida 2ªT que aí vem!
Só lhe faltam as orelhas pontiagudas...
Eh, eh, eh!




- Lost 5T
Jack quer colocar as coisas em ordem na ilha, mas encontra uma forte resistência daqueles que são próximos dele, enquanto que Locke direcciona Ben para uma dura tarefa.


- Smallville 8T
Oliver (Justin Hartley) avisa Clark (Tom Welling) que Davis (Sam Witwer) precisa de ser morto, pois este é uma grande ameaça para ele e deve ser detido. CLARK E DOOMSDAY ENFRENTAM-SE. Enquanto que Clark não aceita tornar-se num assassino, o Arqueiro Verde e sua equipa decidem cuidar do problema por si próprios. Entretanto, Chloe (Allison Mack) fica dividida na guerra entre Oliver e Clark sobre matarem o Davis.



...e até a muito fraquita Ghost Whisperer 4T termina (finalmente -pois esta temporada foi algo penosa).


Assim parece que a silly season televisiva está a chegar. Há que pegar em filmes para entreter... ou talvez não pois há mais séries já a começar... em Junho já temos a 2ªT de True Blood!!!

No entanto há imenso a dizer sobre todas estas séries, algumas foram mesmo fabulosas e outras tiveram temporadas que voltaram a re-erguer a fasquia que parecia perdida.

E dizer "perdida"... já estão a perceber onde quero chegar pois depois da chata da 3ªT de Lost, o que não seria se não tivessem introduzido a personagem Faraday na 4ªT, com todas aquelas novas variáveis que ele carregou para a série. Mas nunca se imaginaria que esta 5ªT nos levaria até onde nos tem levado. É impressionante.
E venha lá a próxima 6ªT, a final e derradeira temporada, para que todos os mistérios se resolvam.

Mas a série que anda mais "perdida", sem saber onde quer chegar e que até se torna penoso acompanhar tem sido Heroes, que parece cada vez mais caminhar para um beco sem saída. E o problema começou exactamente desde o inicio da 2ªT, melhorou um ligeiro nada na 3ªT... mas a sensação que tem deixado é que Heroes precisa de ver o final definitivo e para isso deveria ter mais uma temporada curta (12 a 15 episódios) e ser escrita com um final á vista. Esta coisa de andarem a fazer um série que mais parece funcionar em loop dos mesmo acontecimentos over-and-over again...


Se tivesse de eleger as 5 melhores que acompanhei, diria que era muito difícil mas sempre avançaria com destaques para as excelentes surpresas que se tornaram:
True Blood, Dollhouse, Fringe
+ excelentes temporada que nos deram Lost e Smallville.

As mais chatas foram:
Heroes, Knight Rider e Ghost Whisperer.



Adenda:
*Uma palavrinha especial para a ZON Box HD+DVR:
É mesmo muito mais practico ver uma série gravada pela box DVR do que realmente estar a ver as séries apanhadas na net.
É que a estas da net é preciso fazer um monte de tarefas (descobrir os torrents, descarregar, gerir o armazenamento -quando são muitas começam a comer imensos Gigas-, arranjar e aguardar pelas legendas em versão PT, passar a DVD ou melhor ainda passar para o leitor USB ligado á TV... Ufa! Que dá mesmo uma trabalheira!
Ao passo que na Zon Box HD+DVR (ou a do Meo ou SmartTV)... é só fazer agendar e mais tarde clicar em play... e já se está a ver.

Um outro problema das TVs, é o lapso temporal que as séries têm de exibição perante a origem (normalmente dos EUA)... se elas dessem com uma diferença de apenas um mês, nem valeria a pena tanto download. E também ajudaria muito se as operadoras optassem também por mais canais com mais séries diferenciadas e que não sejam só de casos policiais/tribunais/advogados/romances.
Às vezes os canais parecem-me todos repetidos e a dar a mesma merdinha... arrisquem mais seus administradores do caralho!!!