Apple actualiza... Suporte do iLife + Compatibilidade com Camera RAW


O formato RAW ganha com esta actualização a compatibilidade com mais máquinas fotográficas.

Acerca do Suporte do iLife:
"Fornece recursos de software de sistema que são partilhados pelo iLife e por outras aplicações. Esta actualização melhora a estabilidade geral do navegador de multimédia e dos diaporamas do iPhoto. Também proporciona a compatibilidade entre o Aperture 3 e o navegador de multimédia.
A actualização é recomendada a todos os utilizadores do iLife ’09, iWork ’09 e Aperture.
"

Apple: o novo Aperture 3...

Dois anos depois, a Apple volta a dar uma nova vida á sua aplicação profissional para fotografia e lança a nova versão 3 do Aperture.


O Aperture 3 contém imensas novidades e a Apple afirma que são até mais de 200 (novidades/melhorias).

Funcionará unicamente em Macs com processadores Intel (só um utilizador de PowerPc é que vai ver estas coisas...) e requer Snow Leopard para correr a 64bits (apesar de também ser compatível e funcional em 10.5.8)

Destacam-se as novas ferramentas:
- para gestão e catalogação baseadas por rostos ("Faces") e por locais ("Places"), ao bom estilo do iPhoto;
- para edição como a "Brushes" (retoques finos nas imagens e que com o seu modo de reconhecimento nem necessita de máscaras -uau!) e a palete "Adjustments Levels" (aplicação de efeitos com pre-visualização instantânea);
- para apresentação, agora como o modo browser em full-screen e os sofisticados slideshows de criação cinemática (photos, video HD, legedagem, transições, efeitos, camadas para som, etc);
- e 200 muitas outras mais (pesquisa, metadados, photobooks, etc);



Obs: como utilizador de iPhoto dá inveja ver estas novas ferramentas para criar slideshows tão sofisticados.
São mesmo impressionantes e maravilhosos!
Neste aspecto, o iPhoto, apesar de fazer belissimos slideshows, foi sempre mesmo assim muito básico e com poucas possibilidades de controle (é demasiado para o automático).
Ás vezes para poder fazer o que o Aperture mostra agora, tem de se passar tudo para o iMovie... só pela timeline e colocar legendas. Mesmo assim não é bem a mesma coisa (há que "apanhar" as fotos pela palete) e nem favorece o uso de Faces (para impedir cabeças cortadas, centrar pessoas numa ampliação, etc).

O que o Aperture 3 apresenta agora é um sonho... mas o iPhoto é de longe mais prático e intuitivo de usar!

O Aperture é mesmo só para profissionais... e mesmo esses nem usam nada disto.
Há ainda muitos que acham que o Photoshop é o ideal e que serve para tudo. Dá... mas um fluxo moderno precisa de ferramentas de gestão mais eficazes. Bem, mas isso já é outra conversa... talvez noutra altura...

Series TV: "Lost"... comparativo a bordo do Oceanic 815

Um curioso comparativo de uma cena da 1ªT e a 6ªT de Lost / Perdidos, no momento do turbilhão sentido a bordo do voo do Oceanic 815...



"Did it work?"

A nova publicidade da Tide...

Esta publicidade ao detergente Tide é realmente diferente... em tom de comédia lá se justifica a valia do uso de um bom detergente. É que estivesse mesmo limpo não haveria problemas...

iPad... por causa do nome, pois!

Há quem critique a Apple por terem escolhido o termo pad para o nome do seu tablet, o iPad.

É que essa palavra não faz justiça nenhuma ao aparelho...
Os humoristas da Mad TV, explicaram o porquê numa das suas cenas.

É mesmo puro mau gosto!
Não vejam, a sério... ide embora...

Arte rapida... e uma pintura que surge de imediato!

A inicio parece questionável o que o convidado está a fazer mas depois tem uma acção... genial!



Aquele arremesso de pó (brilhante?) mudou tudo... tão rápido... ficou demais!

Fonte: Geração HD

Musica da Semana: Pete Yorn & Scarlett Johansson "Relator"

Desta vez uma canção orelhuda que anda por aí há um bom tempinho, que é a colaboração de Pete Yorn com a actriz Scarlett Johansson, aqui na sua faceta de cantora (também). Não é o primeiro registo em disco de Scarlett, aliás como cantora deixa muito a desejar... mas desta vez safou-se bem, onde este dueto se sai com um punhado de canções bem à maneira no álbum "Break Up" (2009).



"Relator"
Pete Yorn & Scarlett Johansson (Break Up -2009)

Series TV: "Lost"... de "Fringe" a "Star Trek" (ou "Donnie Darko")

A 6ª temporada de Lost / Perdidos chegou... e desta vez com mais uma nova componente: as realidades paralelas, ou seja uma nova linha temporal em simultâneo.

Compreendo melhor as razões de a outra série de J. J. Abrams, a Fringe, andar tão “simplezinha” e arredada do seu tema principal, o dos mundos paralelos (temática agora algo semelhante que se vê em Lost). É que assim a sensação de impacto deixado em Lost torna-se maior, se a série Fringe esquecer um pouco o assunto momentaneamente.


Actualmente, a série Fringe (2ª temp) mudou e tem seguido uma linha (e situações) semelhante a uma outra série que tinha arrancado na mesma altura quando Fringe estreou em 2008. Refiro-me à "jeitosinha" série “The Eleventh Hour”, cujo foco se dedicava a lidar com casos anormais e sempre relacionados com situações provenientes do uso abusivo da ciência. A série funcionava em torno do estilo "caso da semana", sendo que a meio da temporada ainda veio a ganhar um novo fôlego (com a adição de uma personagem divertida e muito útil) e um esboço de uma linha narrativa um pouco mais continuada (o que a fez valer de uma boa recta final)


A "11th hour" não veio a ser renovada (cancelamento) e parece que a equipa da Fringe decidiu-se em pegar no mesmo filão deixado pela tal série referida.
Assim passou-os para os episódios "fillers de temporada" que tem apresentado até aqui, aqueles que na verdade não se ligam directamente com a trama principal de Fringe... mas entretêm bem.

O que tem sido apresentado são casos, ainda que interessantes, resolvidos no mesmo episódio. Deve ter sido uma decisão para as audiências não se sentirem tão obrigadas a ver o que passou antes. Portanto, Fringe tornou-se um procedural, de episódios soltos à lá CSI e onde por vezes lá se alinham ao que mais interessa na trama sobre o mundo paralelo. A 1ª temporada já era assim (mais ou menos a cada 4 episódios haviam momentos altos) mas os episódios de preenchimento contribuíam muito mais com as deixas finais. Fringe continua mesmo assim a ser uma série interessante de seguir… mas admito também que poderia ser melhor.

A "teoria da conspiração" que desenvolvi é que há algo mais nestas mudanças em Fringe (que até vai novamente parar durante umas) pois mais me parece claramente intencional para que não haja mais nada de demasiado entusiasmante para que a chegada de Lost ganhe mais impacto ainda.

Como agora Lost, além da sua abordagem invulgar ás viagens no tempo, ao também se passar a acção numa outra dimensão, passou a ganhar uma nova interpretação da narrativa.


Assim encaro estas situações (positivamente) como "culpa" do grande J. J. Abrams, e os seus argumentistas, por terem feito o filme "Star Trek" 2009 (o “novo” 1º filme da saga). Como já andam até a alinhar a história da sequela do filme Star Trek, as ideias descartadas andam a parar nas séries… só pode. E ainda bem, pois ao menos o brainstorming deu pela segunda vez uma nova vida a Lost. Uma vida ainda mais sci-fi e de autêntico quebra-cabeças

É que agora está presente em Lost, uma ideia claramente derivada do reboot de Star Trek, onde uma acção ou as opções que se "escolhem", conduzem à criação de uma nova realidade paralela. No fundo escolher A ou B, faz-nos acompanhar ambas as possibilidades, estando ambas a acontecer e ambas serem válidas mas em conflito (se o "destino" está decidido acabarão por ter um mesmo desfecho). Falta-nos perceber como é que ambas as realidades se vão cruzar.

Para terminar, até adiantaria que não estaremos bem na presença de realidades paralelas ou alternativas mas sim perante um outro paradoxo que é o das realidades tangentes e imagino que o cruzamento/fusão de ambas trará a possibilidade da redenção às personagens (à lá "Donnie Darko").
Mas o desfecho só a 23 de Maio saberemos...

Atol magazine #4... revista on-line

Já se encontra disponível a 4ª edição da magazine (ou webzine) "Atol", que é uma publicação cultural muito diversificada e com um sempre muito curioso olhar sobre a sociedade e o mundo.
Uma edição muito boa, pertinente e que recomendo!





Obs: Desta vez prestei um maior atenção ás fontes dos artigos e no meio da "colecção", achei uma surpresa imensamente curiosa ao ver que o artigo dedicado ao filme de David Lynch... é na verdade um artigo "do" Mário Gamito (o do Apeadeiro), pois recordo-me de o ter lido na altura da sua publicação no referido blog.
É que, quase a fazer um ano, deixa também um feeling perturbante. Será esta uma homenagem da Atol?


*

Apple e Adobe fazem birra... por culpa do Flash

As diferenças de relacionamento entre a Apple e a Adobe, motivadas por a Apple ainda não ter adoptado o Flash para os seus dispositivos baseados em iPhone OS, têm gradualmente azedado. Recentemente, com o surgimento do iPad, a birra ganhou um novo capitulo.



Algumas trocas de mensagens e observações:
(faço-as mesmo não sendo um expert no assunto... mas um blog é isto mesmo).

A ofensiva da Apple, pela voz de Steve Jobs (in Blog do iPhone):
"Eles são preguiçosos. Eles têm todo um potencial para fazer coisas, mas simplesmente se recusam a melhorar. Nós não adotamos o Flash porque ele é cheio de bugs*, a maioria das vezes que o Mac trava é por culpa dele. E o mundo todo está indo em direção de tecnologias mais modernas e leves, como o HTML5; não seremos nós que iremos contra esta corrente."

*Os bugs do Flash, e o chamar de preguiçosos á Adobe, têm o seu fundamento pois as versões Flash para Mac OS X ainda são programação baseada em tecnologia Carbon, portanto código anterior até ao Mac OS X que já cá anda há quase uma década. A Adobe o que fez de novidade foi adicionar a compatibilidade para x86 (para a era de Macs com Intel).
Assim se a Apple permitisse o Flash no iPhone OS seria mesmo um desastre para o sistema, uma vez que o iPhone OS já não tem sequer desde raiz a compatibilidade com esse tipo de programação do passado.


Mas depois de ouvidas as palavras de Steve Jobs, a Adobe ripostou e mandou uma belas bocas à Apple também.

Os argumentos da Adobe (in Revolução Digital):
"Parece que a Apple continua a impor restrições nos seus periféricos, que limitam ao mesmo tempo editores de conteúdos e utilizadores. Ao contrário de outros leitores de ebooks, os consumidores não poderão aceder ao conteúdo de livros ePub doutros e-readers devido aos DRM da Apple. E sem o suporte para Flash, os utilizadores do iPad não poderão usufruir da integralidade dos conteúdos web, como por exemplo cerca de 70% dos jogos e 75% dos vídeos disponíveis."


A realidade parece-me esta: o Flash é propriedade da Adobe (que o sacou á fabulosa Macromedia, que sabia bem mais destas coisas do que a Adobe mostra actualmente, que parece ter aplicações que não dão um salto grande a cada versão nova).

Não me parece certo, para se usar toda a internet, ser-se obrigado a ter de usar plug-ins e código que pertence exclusivamente a uma empresa, á qual se nos recusarmos de aceitar nada se vê também.

Esta tecnologia Flash, que nem sequer é standard, deveria é (de acabar de uma vez por todas) ser reduzida ao minimo de utilização nas páginas de internet. Tem sido a própria Apple quem tem feito abrir os olhos e a Google parece estar a alinhar pelo mesmo principio.

Se há CSS3, HTML5… que gastam bem menos recursos (logo menos energia), para quê insistir no Flash? Ou será que a Adobe não consegue, ela sim, desenvolver bem melhor o Flash?
Uso o iPhone e sinceramente, nem dou pela falta disso... até esbarrar em algo a usar muito flash.

Reparemos que à longo do tempo que a Adobe já tem a tecnologia Flash, que não a tornou aberta ou a juntou aos standards. A realidade é que quando me deparo com sites totalmente feitos em Flash fico fød≠do. Chego mesmo a achar que o web-designer não sabe mais nada do que programar em flash, condicionando a consulta do mesmo. E no final o que deixa é mais um site á mercê da Adobe, que se não actualizar o plug-in pode até nem dar para ver nada. E o ponto acaba mesmo por ser este: Para se o poder consultar, necessitamos de uma espécie de "autorização" da Adobe pela via de se usar o seu plug-in.

Agora vamos modificar o pensamento e pensar assim:
E se a Adobe terminasse de disponibilizar gratuitamente o Flash Player?
Será que este apoio geral que recebe seria o mesmo como se percebe até aqui?
Será que os web-designers iraim continuar a ter clientes e empresas para construírem sites que só se poderiam ver se se pagasse o plug-in á Adobe?
Não.
E também isto: E se depois a Microsoft decidir fazer o mesmo com o Silverlight?
Cenário idêntico...

Quase automaticamente iriam adoptar os standards e os de acesso aberto e o mais provável seriam até já adoptarem os mais recentes, como o CSS3 ou HTML5...

Isto não é apenas defender a posição da Apple mas sim fazer perceber que se enveredou demasiado por um caminho em que se passou a ser refém do Flash.

Reparem como será se os tablets e os smart-phones, os gadgets móveis se decidirem a usar tecnologias que não abusam da energia dos dispositivos...

...e depois mais web-designers virem potencial em desenvolverem sites para esses mesmos dispositivos. parece-me um caminho mais virado para standards e o da libertação.
(Vimeo e o YouTube já se podem usar em HTML5 e "rodam" mesmo bem)

Ainda aqui há uns dias, o mui estimado Carlos Martins, publicava num seu artigo as descobertas de um seu conhecido a respeito do "consumo" do Flash, e que "mostram a diferença de CPU ao ver vídeo no YouTube num Mac utilizando o HTML5, e o Flash.

Na versão tradicional em Flash: CPU a 18% no Safari + 44.8% no Flash

Usando o versão HTML5: CPU a 20.8% no Safari


Com HTML5 o uso do CPU continua reduzido e não se tem a ocupação enorme do Flash. Em termos de equipamentos móveis, quanto menor o uso do processador irá se traduzir num menor gasto de energia (poupa a bateria) e torna o equipamento mais eficiente.

(Dito isto agorta por quem até nem sabe grande coisa...)
Parece muito mais eficaz não o usar o Flash, não é?

The Men Who Stare at Goats, Whatever Works, The Princess and the Frog... 4Fev10 nas nossas salas de cinema




Homens que Matam Cabras só com o Olhar / The Men Who Stare at Goats

Realização: Grant Heslov
Com: George Clooney, Ewan McGregor, Jeff Bridges, Kevin Spacey, J.K. Simmons, Robert Patrick, Rebecca Mader



Tudo Pode Dar Certo / Whatever Works

Realização: Woody Allen
Com: Larry David, Adam Brooks, Lyle Kanouse, Michael McKean, Clifford Lee Dickson, Yolonda Ross



A Princesa e o Sapo / The Princess and the Frog

Animação da Disney
Vozes de: Terrence Howard, John Goodman, Keith David, Anika Noni Rose, Oprah Winfrey



Fonte: Trailers.com.pt

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