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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Dica: Faça o seu e-card de Natal, simples e gratuito (com a Extensis)...

A Extensis, marca que desenvolve software para gerir fontes (ou os tipos de letras) para todos aqueles que têm de recorrer a muitos e diversos tipos constantemente no design dos seus projectos, tem nas quadras natalícias surgido com acções, ideias e actividades para assinalar a época.
Já que falo no assunto, podem recordar (aqui no blog) outros momentos da Extensis: o ebook de Natal (2008) e o video de Youtube (2009).

Neste ano de 2012, surgem com uma ideia que é em si bastante útil e que consiste em personalizarmos um postal de Natal electrónico. Desenvolveram um simples criador de e-cards, cujos resultados podem ser enviado por e-mail ou partilhado pela web (Facebook ou Twitter). E sem dúvida que isto dá imenso jeito.

"My Type Of Card"
custom greeting cards generator
(courtesy of Extensis and WebInk)

Uma excelente e útil ideia!
Para todos aqueles que não dominam as possibilidades informáticas, fazer um e-card, neste site, é de uma facilidade sem igual. Não requer qualquer registo para usar e em apenas 3 passos, fica feito.
É clicar em "Create Your Own", escolher uma imagem (ou usar a pré-definida), clicar a seguir em Edit Text (colocar as poucas palavras nos pontos definidos) e partilhar... só isto.
Disponibilizam uma interessante galeria de imagens onde basta apenas escrever a curta mensagem e já está. Também permite que se coloque uma imagem nossa do computador.
Super simples e altamente recomendado!

Aproveitando a deixa, desejo uma feliz natal a todos... com um e-card de experiência, é claro!
Enjoy it!!!

Link directo para o e-card generator: "My Type Of Card"

quarta-feira, 3 de março de 2010

Personalize no Mac os icones das pastas das séries

Para todos os que gostam de personalizar as pastas do Mac com belos icones, podem encontrar no criativo paulodelvalle (DevianArt) a solução.
Montes e montes de ícones dedicados a uma grande selecção de séries e organizadas alfabeticamente.


De certeza que se podem encontrar lá as que cada um segue mas caso falte é mandar um mail ao criativo que ele adiciona o icone. Fixe!



Fonte: TVDependente

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

iPhone: Dois truques banais (mas jeitosos)

Há tantos truques e dicas sobre o iPhone, que vou deixar aqui dois muito simples... tão simples que até parece estupidez falar neles.


Desligar uma chamada...

Quando o iPhone está em repouso e recebemos um chamada, o botão para desbloquear o ecrã do iPhone, actua em modo de "Atender chamada" e não nos disponibiliza nenhuma forma de a desligarmos se quisermos.
Pois mas afinal, até que há. Basta clicar no botão que está no topo do iPhone, duas vezes seguidas que ele desliga a chamada e coloca no ecrã a informação de chamada perdida.


Escrever sempre em maiúsculas...

O iPhone tem no seu teclado a tecla "Shift" para no inicio de uma frase colocarmos a maiúsculas. Agora é muito caricato se pretendermos escrever palavras (ou frases) sempre em maiúsculas. E estar sempre a clicar na tecla "shift" do teclado é pouco práctico.
Mas é possível pois basta ir a Geral > Teclado > e activar Bloquear maiúsculas

A partir daqui quando se estiver a escrever basta tocar duas vezes seguidas na tecla Shift, que ela ficará azul para indicar o "Caps lock" activo. Só isto...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

YouSendIt para iPhone

Como enviar por e-mail ficheiros grandes?

Bem essa é uma questão que muita gente se debate por vezes. Há quase dois anos atrás sugeri o serviço You Send It, que consiste numa espécie de envio por FTP para todos aqueles que pouco percebem do assunto.
Com este serviço, depois de se ter por lá uma conta, é muito simples enviar ficheiros com vários Mb (até 100 Mb) e indicando apenas o e-mail para quem pretendemos enviar.

Apesar de terem criado a practica aplicação desktop "You Send It Express", a mesma não dá informações se os arquivos são descarregados ou não pela destinatário. É que cada envio destes tem um tempo limite de 7 dias, pelo que se do lado de lá não fizerem o download desse envio nesse prazo, ele ao fim do tempo limite... desaparece.

Agora surgiu recentemente uma aplicação feita por este serviço para podermos acompanhar pelo iPhone os estado desses envios pelo serviço.


Pois bem o que a equipa deste serviço desenvolveu foi um tracker para iPhone, a "You Send It tracker for iPhone"que nos permite saber se os ficheiros foram descarregados, quantas vezes o foram, se nos enviaram alguma coisa. Envia-se do computador, Mac ou Windows, e depois podemos saber o estado desse envio pelo iPhone.
É realmente muito útil e sendo gratuita torna-se um excelente auxilio.




Saiba mais sobre esta aplicação no site do serviço You Send It

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Stuffit Expander 2010... para descompactar ficheiros em Mac OS X

Ás vezes não damos por pequenas coisas que nos acompanham nos nossos computadores. Isso até um dia nos fazer falta...
É o caso do Stuffit Expander, um utilitário gratuito que serve unicamente para expandir ficheiros comprimidos (.zip , .rar , .sit , etc).

No Mac OS X expandir arquivos ZIP é algo que até o próprio sistema operativo se encarrega de fazer. Contudo, lá aparecem alguns arquivos zipados ou aqueles em várias ficheiros .rar para unir num único e que necessitam de algo mais capaz de dar conta do assunto.

É para isso que o Stuffit Expander é porreiro...

A Smith Micro já tem disponível, há alguns dias, a nova versão do Stuffit Expander 2010.
É gratuito... e muito útil!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

iTunes e os CDs desconhecidos

Se há coisa maravilhosa que o iTunes tem é a capacidade ao enfiarmos um CD original no computador, ele apresentar os títulos todos do CD.
Sempre adorei isso e mais tarde a capacidade de adicionar as capas. Ambas são um must...

Parece magia... ele saber qual é o disco, de que banda, os nomes todos das faixas, o ano, e mais algumas coisas (como quem escreveu as faixas, etc). Claro... desde que haja ligação à internet mas nos dias de hoje... ela está sempre presente (senão não estavam agora a ler este artigo).

Longe vão os tempos, de termos de escrever esses dados todos. Mas de vez em quando lá vai aparecendo um ou outro CD em que o iTunes não faz a sua magia.

O iTunes para apresentar esses dados, vai buscar a informação à base de dados da Gracenote CDDB.
Se lá existir... há magia!
Se não existir nada lá... toca a sermos nós a escrever tudinho.

Normalmente acontece muito com os CDs promocionais que acompanham revistas ou jornais. Ou então daquelas bandas mesmo muitíssimo obscuras... ou regionais, etc.

Agora o mais interessante é que com o iTunes, esse trabalhinho todo que tivemos a adicionar as informações pode ser colocado na base de dados e assim, somos nós quem ajudamos também nessas informações.

Por exemplo, acabou de me acontecer isso com o CD promocional dos Taxi...


É simples!

-Coloca-se o CD, selecciona-se o referido disco na barra lateral, pedimos as informações no menu File/Ficheiro e preenche-se os campos todos. Com este passo o CD passa a ficar identificado (banda, álbum, ano).
-Depois é avançar para os nomes das faixas uma a uma.

-Estando tudo escrito direitinho é avançar para o envio desses dados. No menu "Avançadas" ou Advanced, usar a função de "Enviar nomes das faixas do CD".
-Et voilá! É só isto...

A ripagem das faixas fica logo bem organizadinha... adicionem a cover art do álbum (procurem bem na net ou digitalizem-na) e ficará tudo perfeito.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Dotar mais capacidades ao QuickTime no Mac OS X com Flip4Mac e Perian

O QuickTime é uma tecnologia da Apple para podermos ver video (e faz mais algumas coisas também) no Mac.
No entanto o QuickTime lê um grande número de codecs de video mas não consegue reproduzir o Divx e o WMV da Microsoft.
Com a ajuda de dois utilitários o QuickTime pode passar a reproduzir esses codecs, adicionar legendas (no divx por ex.) e mais alguns codecs como o Matroska.

Com apenas dois utilitários gratuitos o Mac passará a exibir quase tudo o que é video e inclusive não só apartir do Finder mas também nos próprios e-mails. Não alteram nada visualmente no QuickTime e depois de os ter instalados nem perceberá o que eles fazem pois os videos funcionam no QuickTime como se já os suportasse de raiz. Refiro-me ao Flip4Mac e ao Perian.



A versão gratuita faz com que o QuickTime exiba qualquer video WMV.





Este utilitário faz com que os formatos Divx, Xvid, Matroska e mais alguns funcionem como se fossem nativos do QuickTime. Permite também a exibição das legendas srt (por exemplo) nos videos Divx, Xvid e outros.




O mais interessante é que com eles os dois o uso do Front Row do Mac passa a fazer muito mais sentido. Funciona todos os videos e com legendas e tudo.
Recomendo e diria mesmo que é altamente essencial no Mac.

Clique nos nomes das aplicações para descarregar e instalar (ficam instalados no Painel de preferências).

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Resultados dos jogos Santa Casa no iPhone

Ora aí está uma aplicação muito conveniente: uma aplicação para exibir os resultados dos jogos da Santa Casa.

"Santa Casa é uma aplicação que permite a consulta dos resultados dos populares jogos de sorte da Santa Casa em Portugal, tais como o Euromilhões, Totoloto, Loto 2, Joker e Totobola."



Esta aplicação é independente da Santa Casa e não tem qualquer relação com essa entidade.
É realmente muito jeitosa para conferir a nossa sorte.

quinta-feira, 5 de março de 2009

A sincronização do iTunes... ao iPhone e iPods (parte 1)

Um dos problemas que muita malta nova se debate quando chega ao mundo iPod/iPhone/AppleTV é:
A lógica da sincronização com o iTunes.
Para quê e porquê?

Para muita malta, ao ver tantos gigas de armazenamento, o desejo é pegar no iPod/iPhone e ir ligar em alguns computadores que tenham á disposição (próprios ou de conhecidos) e com isso meter mais músicas lá para dentro indiscriminadamente apartir de outras aplicações iTunes.

Lembrem-se sempre que o iPhone/iPod, lá por ter enormes espaços de armazenamento, não é o mesmo que uma pen disk...
No entanto, com umas certas regras e procedimentos efectuados de ante-mão, isso pode ser até possível num regime controlado com alguns iTunes.

E se desistir do uso da sincronização pode-se sempre optar pelo processo manual, que é bem mais... sui generis e acab por lhe retirar o grande potencial oculto que existe na sincronização.

A verdade é que, o espirito do iTunes e dos seus dispositivos Apple, os que se ligam à aplicação, funciona em regime de extender os conteúdos do iTunes para os dispositivos. Isto funciona sempre em sentido único: do iTunes para os dispositivos e não ao contrário. É por isso que o iPod nunca teve a função de apagar conteúdos por exemplo...
O regime iTunes é sincronizar e em minha opinião, é uma das maiores valias do iPhone. Liga-se o cabo e instantes depois fica sincronizado. Simples e apenas isto!

O espirito é sincronizar o dispositivo como uma extensão de uma library iTunes e para isso faz sentido que seja sempre apartir da mesma. Pode-se ligar ao mesmo iTunes mais que um dispositivo (vários iPods, iPhone ou AppleTV). Os dispositivos são vistos como pertencentes a essa só conta e ficam aptos a sincronizar.
Portanto, ao se querer ligar a mais que um iTunes diferente está-se a dar um uso oposto do objectivo estabelecido.


O que é que a sincronia do iTunes faz perante os conteúdos do iTunes além de lá colocar no dispositivo os conteúdos?

Marca toda a actividade que esses conteúdos de uma library iTunes tiveram!

Isso inclui quando tocou (e onde tocou quer no computador ou no dispositivo), as vezes que tocou, as ratings, as vezes que foi rejeitada (quando se avança a faixa), os podcasts que foram vistos, os que ficaram por completar (até marca o ponto da paragem para voltar a ver/escutar a apartir desse ponto), actualiza a contagem de vezes que esse conteúdo foi usado, verifica a cover art e todas as informações desse conteúdo, etc.

Depois a isso tudo relativo só ao iTunes, ainda sincroniza, opcionalmente, outros dados externos como os contactos da agenda, as fotografias incluídas no dispositivo, as contas de e-mail, as aplicações, os videos fora do iTunes, faz o backup ao iPhone (caso algo corra mal com o dispositivo -assim é possivel regressar ao estado da última sincronização), etc.
Mas para isto funcionar sempre bem, só tem lógica sincronizar SEMPRE NO MESMO iTUNES do Mac/PC.

Não faz NENHUM SENTIDO querer usar um só dispositivo a sincronizar tudo em vários iTunes: nesse momento ele não sabe o que tem de sincronizar porque os dados deixam de corresponder (além do dispositivo detectar a diferença da ligação e se proteger). Esta situação quebra a lógica da sincronização e deixa de o dispositivo ser uma extensão dum estipulado iTunes.

Por exemplo: eu vejo o meu iPhone como a extensão móvel do meu iMac. Se fosse sincronizar a outro lado ele deixaria de ser essa extensão do "meu" para passar a ser de "outro". Este tem sido o ponto que desagrada a muita malta...
Nessa lógica de troca de ligações ao iTunes, a acção do dispositivo é esvaziar os dados da sua library para dar vez a outra. É por isso que acontece perder-se os conteúdos todos que lá estavam presentes quando se liga o iPhone/iPod noutro computador e a outro iTunes.

Vendo bem, é uma forma de proteger os MEUS conteúdos e não fazer com que eles vão parar a outros locais.
É essa, uma das razões que as editoras dão a mão á Apple pelos iPods e pela iTunes Store desde sempre, por verem que o ciclo se encontra protegido nas várias fases de uso e com isso fornecerem os conteúdos delas para a iTunes Store, mesmo que agora não se envolva o DRM nesses conteúdos.


Contornar alguns impedimentos da sincronização... e uma dica!

Sincronizar em vários iTunes é na realidade possível mas para isso o iPhone tem de ficar sempre refém dos mesmos vários iTunes.
Vamos perceber como...

A forma de ter o iPhone a sincronizar em vários computadores é mais elaborada e a Apple até deu uma diferente flexibilidade. O iPhone sincroniza por blocos de dados e é por aí que a Apple deu essa flexibilidade, 4 blocos distintos:
- Infos (contactos, calendários, contas de e-mail, bookmarks do Safari);
- Musica e Video (aqui claramente indica que têm de ser feitos do mesmo iTunes)
- Fotografias
- Podcasts
Assim existe sempre a possibilidade de sincronizar os dados importantes de cariz mais profissional na máquina de trabalho, optando por apenas sincronizar desse iTunes apenas o bloco dos "Infos". Depois o restante material com mais cariz de entretenimento (música, videos, podcasts, fotografias) por aquele outro Mac/PC que temos lá em casa onde se destinou ter lá todos estes conteúdos armazenados. Isto é dar um pouco de complexidade mas sempre permite sincronizar em várias máquinas e ligar a vários iTunes. E com isso o principio da sincronização Apple mantém-se correcto na mesma.

Dica: Se o objectivo for apenas querer meter umas músicas no iPhone de última hora... não há muito a fazer nesta situação. Pode se sim é criar no iTunes uma playlist destinada a este fim e tê-la sempre associada na sincronização. Este é o truque que sempre usei desde que usava o iPod nano 1st gen.
Basta simplesmente criar uma playlist, por exemplo com o nome "+Destaques" e sempre que tenhamos uma faixa, álbum ou video que nos interesse no momento, arrastamos os conteúdos do iTunes para lá.
Ora esta técnica pode funcionar muito bem para uma faixa que se tenha acabado de descarregar, ou para músicas novas, etc, e se queira ter no dispositivo sem falta. Adiciona-se os ficheiros mp3 (ou outros) ao iTunes e depois a apartir da Library arrastar para a tal playlist o que acabamos de importar. Quando sincronizar o dispositivo, fica garantido que esses ficheiros estarão presentes no dispositivo. Simples!


O modo de disco externo...

O iPhone, que é um iPod mas a funcionar sobre esteróides, tem uma particularidade que o distingue da gama iPod: ele até nem sequer permite o modo de disco.
Os iPods permitem o modo de disco e com isso servir para armazenar outros ficheiros manualmente ao depositar qualquer ficheiro para o espaço restante como se fosse um disco externo.



Eu penso que a razão de não deixar o iPhone fazer isso, se prende com o intuito de o proteger de ligações fisicas a vários computadores.
No entanto, existem aplicações na AppStore que refazem esta característica ao permitir que o iPhone também sirva de disco de armazenamento. São mais elaboradas que uma simples ligação por USB, normalmente envolvem o acesso aos ficheiros por Wi-Fi mas funcionam muito bem.

Eu uso até uma muito jeitosa para este feito, pois a inicio tinha receio de não poder contar com o iPhone 3G para arrastar comigo ficheiros aleatórios que entendesse (JPEGs e PDFs principalmente), mas a realidade é que com o tempo não tenho dado grande uso ao modo disco, talvez porque com o excelente acesso á net do iPhone se podem verificar os ficheiros alojados numa qualquer "cloud" que possuamos.

Ahh... a referida aplicação é a FileMagnet
Existem muitas mais, melhores ou piores, mas esta é que já tinha e funciona, logo já me chega bem.



Mas mesmo assim, acho que o método poderia ser melhorado... ou então ter uma outra abordagem.
(continue para a segunda parte)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Catálogos Pantone Bridge

Uma das melhores ideias da Pantone nestes últimos anos, para servir os criativos, pessoal de pré-impressão, web-designers e designers, publicitários e outros mais interessados no objectivo de definir a cor, foi a criação do catálogo Pantone ColorBridge.

O catálogo ColorBridge, é especial por apresentar em simultâneo a cor Pantone impressa com tinta directa e o resultado desse tom de cor mais impresso em CMYK. Isto acontece com todos os tons e lado a lado. Mas não se fica só por isto pois acrescenta ainda os valores em sRGB e a coordenada HTML do tom Pantone.
Assim com todas estas informações instantâneas, tem sido de enorme ajuda na escolha de cores, pois a escolha passa a ser mais objectiva e permite-nos observar quais são as cores mais indicadas para certos projectos multi-meios (nestes casos aquelas que diferem menos são a maior ajuda). No fundo faz a "ponte" entre os resultados da impressão sólida com a impressão a 4 cores e com o processo digital (monitor e web).



Que ninguém se iluda que existem conversões perfeitas de cor sólida para CMYK, mas a verdade é que o nível atingido pela Pantone no ColorBridge é muito realístico e bastante mais credível que os anteriores resultados noutros catálogos (Pantone Solid to Process, etc). Com este catálogo fica inclusive exposto os limites cromáticos das cores CMYK.

O ColorBridge, para ser usado em Portugal (na Europa) tem de ser escolhido na versão Euro. É óbvio porque na realidade, temos diferentes standards de impressão na Europa, que diferem do Japão e dos EUA. Neste sentido a Pantone, demonstrou o seu rigor profissional ao fazer duas versões (normal e Euro), assim como facilitar por download os guias de cor para o software gráfico (Illustrator, Photoshop, InDesign, FreeHand, XPress, etc) e demais documentação útil.


Uma novidade recente, foi o facto de a Pantone ter decidido tornar a nova geração de cores GOE em formato Bridge. Assim lançaram o novissimo catálogo GoeBridge, que é a razão deste artigo.

Como profissional gráfico, nunca valorizei o Pantone Goe (e o sistema que lhe está associado) desde que este surgiu há um ou dois anos. A razão passava exclusivamente por ver na altura a Pantone apresentar (e muito bem) um catálogo que aumentava para o dobro o leque de tons de cores a escolher (agora em 2058 cores) mas que as mesmas não tinham correspondência para CMYK ao nível Bridge.

Ora como já o fizeram, sinto-me impelido a finalmente dizer que o GoeBridge poderá ser finalmente o melhor catálogo de cores Pantone de sempre. Especialmente porque conjuga tudo: as muitas novas cores e a correspondência para impressão ou digital. 

No entanto, temos de aguardar pela chegada da versão GoeBridge Euro...
Aquele que espero ter aqui por perto o quanto antes. Nem imaginam o quanto melhora ao nível das decisões de cores quando se tem um catálogo Bridge á mão.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Surpresa!!!

Ora aqui está o maior investimento que fiz para promover aqui o meu cantinho. Foram muitos os euros investidos nesta publicidade mas valeu a pena.
Já circula aí pelas ruas e deixo-vos uma foto para comprovar!



OK... foi aqui...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Regule um volume máximo para o iPod ou iPhone...


O JN na sua edição de ontem alarmou sobre o problema de a "geração MP3" passar imenso tempo a ouvir altos volumes de som com os seus leitores digitais e que esse facto poderá conduzir à surdez de 10 milhões de jovens europeus.

Na verdade, o JN até limita o facto apenas ao MP3... e no artigo do blog "Aberto até de Madrugada" já mereceu o reparo á altura... mas todos nós entendemos bem ao que se estão a referir.

Não é só ao leitor mp3 mas sim a tudo o que reproduz altos níveis de décibeis e que nos dias de hoje se tornou moda recorrente ver a juventude e não só, com os fios (dos auriculares) a saírem dos ouvidos. Leitores digitais, será o termo mais abrangente na actualidade e isso inclui todos os iPods e leitores semelhantes de conteúdos digitais, telemóveis reprodutores de música (o iPhone inclui-se nesta categoria), etc.
A verdade é mesmo essa: ouvir em níveis de som exageradamente altos provoca danos na aparelho auditivo.

Muito se tem criticado os iPods por esta nova situação grave. Contudo, aponta-se o dedo ao iPod porque ele representa com toda a virtude esse segmento, quando na verdade a Apple dotou o iPod e o iPhone, duma característica para evitar esses mesmos danos.
Apesar disso, como muita malta não verifica as settings todas, esta funcionalidade acaba por passar despercebida, pouco entendida e não a activa... mas está lá (Volume Limit) para a saúde dos nossos "ouvidinhos".


Fica aqui uma dica para os leitores Apple:
- Abrir a setting "Volume Limit", acerta-se um volume máximo a gosto (tipo pelos 80% da barra de volume) que o leitor pode reproduzir e depois num daqueles momentos em que queremos ouvir muito mais alto, na verdade não chega a ser nunca o máximo de reprodução do leitor Apple.
Esta característica foi desenvolvida pela Apple (há muito tempo) para minimizar esse problema. Verifiquem.

Penso que grande parte dos leitores da concorrência, incluindo os telémóveis, não têm essa capacidade de limitar o nível máximo de volume. Os da Apple têm...

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Usar o Hotmail começa a ficar interessante...

A Microsoft nos últimos dias andou a fazer algumas modificações nas contas Hotmail.
É por isso que muitos de nós que usam o chat MSN por outras aplicações como o Adium, Pidgin, etc., na passada Segunda-feira 12, teve dificuldades com o acesso (só dava pelo Messenger da Microsoft). Eles modificaram alguns protocolos para melhorar o sistema e na práctica esqueceram-se que nem toda a gente usa a nojenta da aplicação MS Messenger (MSN ou Live ou lá como lhe chamam...) 

Na verdade, a Microsoft já  anda a fazer há alguns tempos melhorias nestas contas.
Começou pela interface do e-mail... adicionou mais funcionalidades sociais e tal (fotos, ... adicionou o espaço de armazenamento na "cloud" SkyDrive... e agora, preparem-se, dotou finalmente de POP3 gratuito ao Hotmail, a capacidade da conta de e-mail ser utilizada numa aplicação de correio electrónico.

Ora para quem usa Mac e iPhone (e iPod touch também), isto é uma noticia explosiva. Finalmente temos a chance de usar este correio electrónico na aplicação Mail e/ou no iPhone.

Por enquanto ainda só tenho conhecimento da versão POP3.
Mas até que era benvindo uma segunda opção para IMAP... e também permitir reencaminhar os e-mails para outras contas sem serem as da Microsoft (hotmail, msn, live, etc). Se forem espertos o suficiente pode ser que finalmente dê para ver documentos powerpoint e PDFs no próprio hotmail também... mas já estou a pedir demais... e o Gmail é tão bom!


A configuração da conta será a seguinte:

- Server de recepção: pop3.live.com
- Nome de utilizador: o vosso endereço de e-mail
- Password: a password do vosso endereço de e-mail

- Serveur de envio: smtp.live.com
- Nome de utilizador: o vosso endereço de e-mail
- Password: a password do vosso endereço de e-mail

Toca lá a adicionar ao Mail e quando estiver funcional basta sincronizar o iPhone e adicionar mais esta conta.


No entanto...
...a implementação do pop3 ainda não abrange a totalidade das contas todas e há casos onde nem sequer funciona, especialmente nas contas que têm a informação do país como não sendo Estados Unidos.

Está prometido pela MS para inicio de 2009, nalguns (poucos) até já funciona mas como é Microsoft não é de admirar se não der... temos de ter a paciência de sempre.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Seguir a saída das séries com um widget no Mac OS X

Quem gosta muito de séries e as segue com assiduidade sem ser pela TV, portanto descarregando-as com a ajuda da internet, por vezes necessita de ajuda para saber quando é que novos episódios saem.


Ora hoje deixo-vos aqui uma dica: usar um widget no Dashboard do Mac OS X para seguir apenas as séries que gostamos.
O widget chama-se TV Shows Tracker e é imensamente útil pois informa de uma forma bem sucinta as datas da saída tanto do último como do próximo episódio.

Descarregue o widget tanto pela via Apple Downloads Widgets ou pelo site desta mini-web app.
E depois é só "escrever" nas opções da aplicação os nomes das séries (com os títulos originais em inglês), adicionar uma a uma claro, e clicar no título correcto das sugestões disponibilizadas.

Et voilá!!! Está feito!


(Hélás!!! Parece que ainda não tenho o último episódio desta... bom deixa me lá ir ao encontro dela nos torrents... ligar o Trasnmission... aí vem ela eh, eh, eh! Agora falta apanhar as legendas e tal...)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Continuem a tirar a bateria dos MacBook... ides sentir!


Continuem a tirar a bateria dos MacBook's e MacBook's Pro... que ides sentir a falta de performance!

A Apple lá avisa muito claramente:

"MacBook and MacBook Pro: Mac reduces processor speed when battery is removed while operating from an A/C adaptor

Products Affected: MacBook Pro, MacBook
If the battery is removed from a MacBook or MacBook Pro, the computer will automatically reduce the processor speed. This prevents the computer from shutting down if it demands more power than the A/C adaptor alone can provide.

Additional Information
Important: It is strongly recommended that you do not use your MacBook or MacBook Pro while the battery is removed. Accidently bumping the A/C adaptor could disconnect power and shutdown the computer. Any information that was not saved on your computer would be lost.
"

Perceberam?
Afinal não se deve tirar a bateria fora...

Notem que o artigo foi publicado muito antes da nova fornada de portáteis da Apple (ver artigo de Outubro 2008)... o que significa que o aviso é para todos.

Agora o que acho estranho é o porquê desta situação se verificar. Afinal até parece ridículo os portáteis da Apple ficarem mais lentos só por não terem a bateria quando até estão a ser alimentados pela corrente eléctrica directamente.
Parece tolice... mas talvez até nem assim tanto. Segundo um comentário no MacNews, "Os adaptadores de corrente do MacBook e MacBook Pro têm, respectivamente, 60W e 85W de potência. É quanto gasta uma vulgar lâmpada de 60W, por exemplo. Considerando os diversos componentes do portátil que poderão em determinado momento requerer energia para iluminar o ecrã, para pôr em andamento o disco, o DVD ou os vários ventiladores, para alimentar o processador, etc… talvez não seja assim tanto."

Eu cá acho que uma das formas de a Apple reduzir os tamanhos dos alimentadores e lhes dar tanto estilo deve ter um preço... e agora sabemos qual é.


Recomendo que juntem esta informação á já existente neste artigo:
Cuidados com as baterias dos portáteis Apple

Controle remotamente outro computador com Team Viewer

TeamViewer é uma solução simples e rápida de Desktop~Sharing, que permite comandar à distância o ecrã de um parceiro para garantir suporte Online, ou para mostrar o seu ecrã a um amigo ou parceiro - tudo sem se preocupar com o Firewalls, endereços IP ou NAT.

"Ao estabelecer uma conexão, você decide se quer comandar o computador do seu parceiro à distância, se quer apresentar uma imagem do seu ecrã ou se prefere somente transferir dados. Todas as versões TeamViewer incluem geralmente todas as opções!

Todas as versões do TeamViewer incluem uma opção de transferência de dados que permite transferir pastas e diretórios completos. Para optimizar a velocidade de transferência todos os arquivos são automaticamente comprimidos.
"

O software é gratuito para uma utilização pessoal e existe versões para Windows e Mac.

Há também a possibilidade de instalar o software num pen USB e passar a controlar outros computadores sem precisar de recorrer a mais nada.

Basta descarregarem do site a aplicação e a instalar no vosso computador e uma outra também instalada no computador que pretende controlar. Meter os números de ligação do computador a controlar no vosso e passam a ver numa janela aquilo que o monitor desse computador apresentaria.

Permite usar de forma cruzada entre Windows e Macs sem problemas, assim como também transferir ficheiros de um para o outro.

Ficam aqui exemplos que experimentei:

Mac OS X 10.5 a controlar um PC com Windows XP

E uma solução ainda mais complexa com um Mac OS X a controlar um PC com Windows com o TeamViewer, e com o uso da partilha de ecrã do Leopard, controlar um Mac OS X Server, que por sua vez já se encontra a controlar com o TeamViewer um Mac OS X 10.4 Tiger. Ufa...
É só ir passando o rato pelos vários ecrãns que já se está noutro lado computador...


Actualização de Fevereiro 2009:
Já há uma nova versão do TeamViewer (clique aqui para saber mais)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Directamente do USB para a TV

Um dos maiores aborrecimentos relativamente aos ficheiros de video que se "apanham" na net é como os conseguir ver.

A solução mais óbvia e imediata é ficar em frente ao computador e assistir ao video mas quando o video é longo (série, filme, etc) não há nada que substitua o conforto do sofá.

Se desde sempre a televisão apenas se encarregava de reproduzir o que recebia pela antena, gradualmente foi sendo apetrechada de mais formas de assistir a conteúdos. Passamos da era da cassete de video VHS para o mundo das imensas possibilidades do DVD. Se o DVD anda já a alguns anos em tentativas de mudar para um novo media fisico como o Blu-Ray (que arrasou com o HD-DVD, o outro candidato) a verdade é que é a net quem mais tem embaraçado o DVD.

A net, essa loja gratuita de ninguém sem limites, acaba por colocar um novo dilema sobre a forma como lidar com os conteúdos que se podem obter através dela. Com a este acesso infindável, 3 formatos tornaram-se extremamente populares: JPEG, MP3 e avi (DivX/Xvid). É sobre esses formatos que gravita a grande parte que se arranja na rede.

Nos últimos tempos temos assistido a uma pequena revolução na forma de lidar com estes variados conteúdos.

Começaram a surgir os dispositivos Media Player.
Podem ser computadores para colocar na sala junto da TV com interface para reagir ao telecomando, discos externos multimédia (vejam por exemplo o WDTV da Western Digital ou o ainda melhor Popcorn Hour), gadgets portáteis de ligar á TV (até o iPhone dá para isso), leitores de DVD normais ou com leitura de dados JPEG/MP3/DivX, as consolas de jogos (Xbox 360 e a PlayStation 3), etc.

Nesta lista pode-se ainda incluir a clássica ligação do computador á TV (a TV a fazer de monitor e play no ficheiro em full screen).
Todas elas acabam por ser dispendiosas ou então darem algum trabalho extra, especialmente no caso de ter de gravar um DVD para ser lido como um DVD normal - fazer o authoring do DVD é um processo demorado.




Uma palavrinha sobre o AppleTV:

É o melhor em tudo o que se destina mostrar e fazer mas que já esteja no iTunes... no entanto, torna-se totalmente inútil ao não ter suporte para outros codecs de video além do MP4 (H.264). Assim, o material obtido da net em divx não têm forma de funcionar nele... depois a iTunes Store portuguesa também não tem filmes e séries para o justificar... e o elevado preço juntamente com o estilo tão fechado quanto aos conteúdos, tornam-no algo a evitar.


No entanto, apesar dos grandes avanços na alta-definição a grande maioria continua ainda "agarrada" á televisão de definição normal ou standard... e é ainda sobre esse user convencional que este artigo deixa aqui uma ideia de ver o que se apanha na net na TV de forma simples, directa e barata.

Ora nestes últimos tempos surgiu uma variante nos leitores de DVD, uma interessante nova possibilidade, simples e até barata: leitores de DVD com porta USB.

Existem variados modelos por aí de DVD's com porta USB mas na verdade não é só por terem uma porta dessas que estão imediatamente aptos a servirem de leitores multimedia. Neste caso interessa que estejam pensados para esse objectivo (principalmente o de lerem ficheiros de video de vários codecs) e é sobre esse espírito que passo a destacar um modelo da Phillips...



Phillips Leitor de DVD com USB DVP3260/12
A Phillips tem na sua gama este leitor de DVD, que lê os mais populares codecs de video e tem a particularidade de ter uma porta USB 2.0, onde nela se pode conectar diversos dispositivos USB.
Na parte traseira encontramos a Saída analógica áudio Esquerda/Direita, Saída Progressiva Vídeo Componente, Saída de vídeo composto (CVBS), Saída coaxial digital e Scart. Tem Varrimento Progressivo e o importante Upsampling de vídeo.

A vantagem, deste simples e barato aparelho (ronda os 60€), é que além de ler o popular formato "pirata" Avi, consegue ainda entender adequadamente os diferentes aspect ratio dos filmes (aqueles muito wide em 1.85:1 ou 2.40:1) e adaptar adequadamente para as televisões 4:3 ou 16:9.
Dá imenso jeito porque se pode engatar um simples Pen, carregada com vários ficheiros avi (divx/xvid) com as respectivas legendas srt, que ele rodará tudo sem problemas e nas proporções correctas.

Uma outra vantagem deste modelo e devido a ter a ligação USB, se poder fazer nele actualizações ao firmware, que a Phillips vai disponibilizando assegurando sempre um correcto funcionamento e até alguns melhoramentos.
Basta meter o updater numa pen que ele automaticamente se actualiza. Este facto tornou-o já bem popular pois já há até quem desenvolva firmwares alternativos com outras modificações interessantes.
Podem encontrar aqui neste fórum, gente a debater essas opções.

Este modelo é até bem simples mas para quem quiser ainda melhor a marca tem um outro modelo, o DVP5990, já com ligação HDMI, com mais suporte para o HD, ou seja mais vocacionado a quem já tem uma bela TV de alta-definição (melhora imenso a visualização de fotos e videos em HD). No entanto, a minha observação neste modelo melhor é o facto de o preço dele estar no mesmo patamar de muitos discos externos multimedia. Isso levanta a questão se realmente vale a pena ter um equipamento DVD com extras ou passar logo para o nível seguinte...


Conclusão

Existem diversos aparelhos de outras marcas que conseguem fazer o mesmo mas que se engasgam por terem portas USB apenas ainda em versão 1.1 e depois falham a transpor o ficheiro de video nas proporções certas para a TV. Aconselho a não se iludirem ao encontrarem outros modelos baratíssimos e ao preço da uva-mijona...

Não sendo um media player absoluto e sem armazenamento interno (os dispositivos externos asseguram isso pela ligação USB) sempre dá para ouvir música, ver fotografias e videos directamente do USB para a TV.

A abordagem deste artigo destina-se mais a quem tem tudo ainda convencional e pretende continuar por mais algum tempo dessa forma. Assim, sem se gastar muito já se pode assistir no sofá tudo o material sacado da net facilmente. Basta ter uma pen generosa no espaço.
E não faltam bem baratinhas nas lojas...


Recomendo salto a outro artigo sobre mais opções de media-centers, clicando aqui.