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terça-feira, 19 de junho de 2012

Blitz... de Junho'12 nas bancas

É mesmo... a edição da revista Blitz dedicada o mês de Junho já anda nas bancas...

Ena pá... mais uma capa com os Rolling Stones. Ora bem, este ano ainda não tinham tido uma capa.
Será que a seguir são os Queen? Eu espanto-me até de não termos a Rihanna numa capa,
uma vez que a Blitz on-line quase relata o dia-a-dia dela... pfff.

...nas bancas há quase um mês mas neste blog, que anda pelas ruas da amargura, só agora aqui surge a capa da edição. mais vale tarde que nunca... e também isto é promover e divulgar por mera carolice. Não vá pensarem que os bloggers (como este "je" que vos escreve neste pasquim) recebem umas massas ou têm contratos com as publicações. Nada disso... a malta da revista nem sabe que este espaço existe... pfff!

terça-feira, 8 de maio de 2012

Blitz... Maio'12 nas bancas

Já marca presença há vários dias nas bancas nacionais, a edição de Maio da revista Blitz #71...


Mais detalhes sobre esta edição lá no site da revista, clicar aqui.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Blitz... de Março'12 nas bancas

Epá... estava a ficar esquecida a publicação da capa da edição de Março'12 da revista Blitz...


E o "menu" para este mês vai ser:
"Na BLITZ de março parte-se de Ziggy Stardust, a personagem glam do "camaleão" que "desceu à terra" há 40 anos, para contar uma das histórias mais fascinantes do pop/rock das últimas 5 décadas. E ainda: Black Keys, St. Vincent, Mastodon, Andrew Bird, Feist, Wraygunn, Janis Joplin, Springsteen, Talking Heads, Lana Del Rey.


No Retrovisor, Fernando Ribeiro , dos Moonspell...


No Guia destacamos o novo álbum de Bruce Springsteen , a estreia de Lana Del Rey , a reedição de The Wall , dos Pink Floyd , e um DVD retrospetivo dos Talking Heads . Mas há mais: Carminho, Radiohead (DVD), Charlotte Gainsbourg, Spiritualized, Xiu Xiu, Perfume Genius, Boss AC, Chris Cornell, Lila Downs, The Ting Tings, Lambchop, Underworld, Wraygunn, Lamb of God, Marisa Monte e Disturbed , entre outros." (saber mais em Blitz-online)

Opá... é sempre uma Blitz. Ainda para mais fala do grande David Bowie (caramba, que isto lembra-me que tenho um concerto em DVD ainda por ver há séculos)... e também de Pink Floyd, Spiritualized e da Lana Del Rey, portanto é para prestar atenção.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Blitz... de Fevereiro '12 nas bancas

Como é habitual neste cantinho da blogoesfera, apresento a capa da revista sobre música, a Blitz, deste Fevereiro'12...

Tudo sobre esta edição Fev'12 no site da Blitz


...e como reparei, ao fazer este post, deste lado falhei em apresentar a do mês de Janeiro'12. Ninguém repara nestas coisas e... pronto, ok, foi esta que apresento já a seguir.
Tudo sobre esta edição Jan'12 no site da Blitz

Dá mesmo saudades dos tempos do jornal, há uns bons 15 ou mais anos atrás por exemplo. Naquela altura nas capas arriscavam colocar bandas que não fossem ainda nomes seguros. A revista, anualmente tem sempre as mesmas "atracções" na capa. Umas vezes é Doors ou Beatles ou Queen ou Pink Floyd ou... ciclicamente sempre os mesmos a fazerem as capas da revista anualmente. E depois as mesmas abordagens... mais uma vez os 100 guitarristas de sempre no mês passado, que já haviam surgido na mesma fase um ano antes. Agora é outra vez tudo sobre os Doors... opá... é assim... temos de gramar!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Blitz... de Dezembro '11 nas bancas

A capa da edição da revista de Dezembro da Blitz...


Desta vez o destaque vai para a recapitulação do que foram os melhores do ano, o 2011 claro, para a Blitz e ainda muitos mais temas como é habitual.
Ver aqui o artigo no site da Blitz que descreve esta edição.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Blitz... de Novembro'11 nas bancas

Já se encontra, há vários dias, nas bancas a edição de Novembro da revista Blitz que é somente a revista mais vendida do segmento Cultura & Espetáculos.


Este mês a capa dedica-se à sinergia entre Lou Reed e os Metallica. No interior propôe muito mais com destaque para o regresso aos discos dos Buraka Som Sistema e muito mais conforme pode ser verificado no artigo sobre esta edição no site da Blitz (clicar aqui).

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Anna Calvi... escaldou na Blitz

Não sabia bem o que ler e decidi-me a abrir a revista Blitz (de Setembro'11) à sorte e, que chatice, calhou-me logo a Anna Calvi (eheheh! como se nem tivesse sido propositado).

Páginas da Blitz... (clicar na foto para ampliar)

O uso do termo "escaldar" chega do próprio título do separador na revista, para as novidades em entrevista.
Os pretextos que um blogger arranja só para justificar publicar qualquer coisita sobre esta artista... pffff!

Deixo ainda um vídeo de uma actuação ao vivo de Anna Calvi, com o baterista e a habilidosa percussionista (faz maravilhas). Mas o que adoro mesmo é desde os 2:30, quando se dá um tremendo desfile psicadelico de descargas eléctricas de grande calibre... mesmo como manda a lei. Espectacular!!!

"Love Won't Be Leaving" [live, Glastonbury, 2011]


E pronto... é a grandiosa Calvi!

Saber mais sobre o álbum de estreia clicando em:

MyJukebox: Anna Calvi - Anna Calvi [2011]

domingo, 2 de outubro de 2011

Blitz extra: Pink Floyd total... Set/Out'11 nas bancas

A Blitz tem nas bancas uma edição extra totalmente focada em contar tudo sobre os miticos Pink Floyd e a publicação chama-se "Pink Floyd Total".


"O que poderá ler em Pink Floyd Total:


- Tudo sobre as re-edições, a partir dos estúdios Abbey Road, onde Rui Tentúgal encontrou Nick Mason, baterista dos Pink Floyd.
- As três obras-primas ao milímetro: Dark Side of the Moon , Wish You Were Here , The Wall .
- Entrevista com David Gilmour e Nick Mason sobre o período de ouro do grupo, nos anos 70, e a relação muitas vezes tumultuosa com Roger Waters, o "ideólogo" da formação clássica dos Pink Floyd.
- Biografia completa, das aventuras psicadélicas de Syd Barrett ao re-encontro de Waters, Gilmour e Mason no palco do Live 8, em 2005. As melhores fotos de todos os períodos da banda, os episódios mais relevantes, como os concertos de The Wall , saída de Waters, a morte de Rick Wright e Syd Barrett. Por Rui Miguel Abreu.
- Os concertos dos Pink Floyd em Portugal, de 1994, e as subsequentes vindas de Roger Waters ao nosso país, sobejamente ilustradas.
- Perfis individuais dos 5 músicos que passaram pelos Pink Floyd.
- Discografia, incluindo complilações, discos e DVDs ao vivo recomendados."

Aqui o "je" revelar que religiosamente já tem a edição é algo que até poderá ser entendido como um cliché... vá se lá perceber o porquê, right? Tão previsível afinal...

sábado, 1 de outubro de 2011

Blitz... de Outubro '11 nas bancas

Para este Outubro, a edição da revista Blitz é dedicada...


...obviamente aos 20 anos de "Nevermind" dos Nirvana. Mas tem muito mais além da banda de Kurt Cobain... go check it!
Saber mais no site sobre esta edição.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Blitz... de Setembro '11 nas bancas

Na edição de Setembro'11, a revista Blitz vai "falar" de Red Hot Chili Peppers, Jim Morrison, Kaiser Chiefs, Fleet Foxes, Chico Buarque, etc...


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

TMN Sudoeste 2011: The National...

O que a Blitz disse da passagem dos The National pelo Festival Sudoeste:


"02h00 - Das 10 vezes que já vimos os National ao vivo, três foram no Sudoeste. Não deixa de ser curioso, uma vez que o festival alentejano, na sua ligação à praia e às férias mais estivais, não é o cenário que mais depressa associamos à música dos homens de "Friend of Mine". Contudo, de todas as vezes que o seu "tour bus" parou na Zambujeira, os National conseguiram marcar, de formas distintas: em 2007, à boleia da popularidade de Boxer , deram um concerto tão à flor da pele que até hoje se desculpam por ele; em 2009, já a queimar os últimos cartuchos de Boxer , ttestaram algumas canções de High Violet , como "Bloodbuzz Ohio" e "Vanderlyle Crybaby Geeks", e hoje à noite lutaram contra a multidão que aguardava os Swedish House Mafia, conseguindo entusiasmar um ou outro cavalheiro de boné nos momentos mais energéticos, como "Abel" ou "Mistaken For Strangers".


Se, por um lado, Matt Berninger e os irmãos Dessner não se cansaram de agradecer a Portugal "por serem sempre tão maravilhosos connosco" (e até a senhora do hotel onde ficaram hospedados teve direito a dedicatória), por outro sentiu-se algum desconforto da banda em relação a uma plateia onde os fãs com as letras na ponta da língua ombreavam com festivaleiros que dizia, textualmente e para nosso conhecimento, "eu estou-me a cagar para isto!".


"Nós adorávamos tocar todas as músicas que vocês nos pedem, mas a memória do Matt não é assim grande coisa", brincou Aaron Dessner, comprovando o que o vocalista nos disse em entrevista - a ler numa das próximas edições da BLITZ - sobre os entravess a mexer no alinhamento dos concertos. Esta noite, ainda assim, houve algumas surpresas, como a bonita "Son", resgatada ao primeiro disco, e "Available", que Matt Berninger descreveu com "uma das canções mais amargas e maléficas" do grupo, logo, difícil de se cantar quando se está bem-disposto.


A custo, e depois da sempre evocativa "Fake Empire", o concerto chegou ao encore. "Este foi o aplauso para encore mais fraco que alguma vez tivemos", desabafaram os National, antes de, generosamente, nos aconchegarem os lençóis com a incontornável (e ginasticada) "Mr. November"; "Terrible Love", tema sufocante do último disco, capaz de ombrear com os maiores hinos da banda, e o batimento cardíaco em repouso de "About Today". Curiosamente, foi com este momento de acalmia que um fã de Swedish House Mafia, pacientemente à espera da sua banda, ao nosso lado, pareceu ficar mais intrigado. Iremos assistir a uma conversão?


Minutos antes, Matt Berninger sentara-se na beira do palco para começar a cantar "Terrible Love", de expressão facial impassível e com os balões violeta e branco onde alguém escrevera "High Violet" e "It takes an ocean not to break" na mão. A certa altura, larga-os rumo ao céu sem estrelas da Herdade da Casa Branca, e o efeito, simples mas cativante, compensa a teimosia de quem aguentou ficar até ao fim e ver a sua banda predileta em ambiente hostil. Valeu."

Ler mais: http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/75660#ixzz1URNStqps


Um dia destes tenho de abordar também esta banda admirável... o último álbum é fabuloso.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

TMN Sudoeste 2011: Raphael Saadiq...

O que a Blitz disse da passagem de Raphael Saadiq pelo Festival Sudoeste:


"22h50 - Quando Raphael Saadiq sobe ao palco, já há mais gente frente ao espaço nobre do Sudoeste TMN, embora boa parte destes foliões esteja apenas a fazer horas para ver a estreia de Snoop Dogg em Portugal, marcada para as 00h45 (e muitos esperam, literalmente, sentados).


Mais um representante da nova velha soul, Raphael Saadiq - Charles Ray Wiggins no bilhete de identidade - traz consigo, naquela que é, também, a primeira atuação em Portugal, uma banda empenhada e muita vontade de converter a plateia à sua religião, que não é só soul como gospel (os teclados de igreja e a voz do dançarino e cantor de apoio não enganam), rock dos primórdios e até algumas pontes com o hip-hop, pelo menos na atitude descontraída.


Com um visual algo "geek", de óculos de massa, pólo negro e peito e braços tatuados, Raphael é, à semelhança de Miss Monáe, um performer de boa casta, capaz de convencer o povo não familiarizado com o seu repertório a dançar e bater palmas, em "100 Yard Dash" ou "Let's Take a Walk". As mais românticas "Movin' Down The Line" ou "Skyy, Can You Feel Me" também surtem efeito num público com mais curiosos do que conhecedores.


No entanto, se Janelle é um shot de energia tresloucada, Saadiq opta por uma abordagem mais tântrica, prolongando as músicas com "jams" instrumentais e interpelações à plateia ("Do you love me tonight? Do you love yourself tonight?") e assim roubando, por vezes, algum ritmo ao concerto.


Enquanto Raphael Saadiq sua, literalmente, as estopinhas, desfilam perto de nós alguns dos mais curiosos cartazes do festival: "Perdi o meu número. Dás-me o teu?", escreveu um grupo de rapazes. "SW 2011: Vou viver", escreveram outros numa bandeira de Portugal. Já aqui dissemos que a erva está alta no recinto do Sudoeste, mas nesta noite de quarto crescente é cada vez mais o cheiro da outra erva, a que se fuma, a impor-se no festival."

Ler mais e sobre as outras actuações do dia, clicando aqui:
 http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/75616#ixzz1UAsJsRjC

domingo, 31 de julho de 2011

Blitz... Amy Winehouse em revista extra

A morte de Amy Winehouse mereceu da parte da Blitz uma edição especial... e acho bem.
São mais 2,90€...


R.I.P. Amy Winehouse, que a música... ainda bem que essa vai perdurar.

Blitz... de Agosto'11 nas bancas

Já se encontra nas bancas a edição de Agosto, a #63, da revista Blitz.


A capa da revista, que por aqui anda, é este mês dedicada ao mítico Bob Marley. Acho bem, até porque não é nada habitual ver em primeiro plano uma grande ganza assim...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Blitz... de Julho'11 nas bancas

Já se encontra nas bancas* a edição da revista Blitz #61



Atractivos (via Blitz-online): "Nick Cave, Foo Fighters, Coldplay, Patrick Wolf, Lady Gaga e um "naipe" de cantoras portuguesas - Márcia, Margarida Pinto, Cuca Roseta e Luísa Sobral - em destaque na BLITZ de julho, nas bancas hoje, 24 de junho."

*(OK, é já desde o passado dia 24... mas só gosto de pensar na Blitz ao dia 1. Manias..)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Blitz... de Junho'11 nas bancas

Já se encontra nas bancas a edição de Junho'11 da revista Blitz, que comemora o 5º aniversário da publicação.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Roger Waters ao vivo... o que disse a Blitz sobre os concertos "The Wall" em Portugal

Não me tinha esquecido que Roger Waters passou por Portugal a sua digressão "The Wall".... mas não tive tempo.


Mesmo assim para não deixar o facto em branco, deixo aqui excertos do que se disse no Blitz-online sobre os concertos de Roger Waters ("The Wall") em Portugal:

Roger Waters ao vivo no Pavilhão Atlântico, Lisboa

Foi grande e transversal, em termos geracionais, a romaria para assistir, ontem à noite, à primeira visita de Roger Waters a Portugal desde a atuação no Rock In Rio Lisboa, em 2006.
(...)
O espetáculo erigido em torno do duplo The Wall , sabem-nos os fãs mais dedicados e os ouvintes ocasionais, é grandioso: ao fim da primeira música há um avião - réplica de um Stuka, bombardeiro alemão da II Guerra - que sobrevoa a plateia despenhando-se contra o muro e aí se "incendiando" (impõe, confessamos, algum respeito); há uma produção de palco espantosa, cativante e imaculada, e há também uma noção assumida, por autores e espetadores, da importância do disco e do concerto na história do rock. O que mais surpreende, no meio de um espetáculo que se poderia temer megalómano, é então o ambiente quase familiar e acolhedor do serão, com pais e filhos em harmonia, entoando todas as letras e exultando, atentamente, com o foguetório que ia sendo disparado do palco-muro disposto a toda a largura do Atlântico.
(...)
Na base de tudo, porém, está a viagem quase psicanalítica de Roger Waters, e mesmo no meio de toda a pirotecnia isso transparece. Na frente do palco-muro, trajado de negro (lá atrás esconde-se a banda numerosa e cumpridora), Waters apresenta o seu "bebé", The Wall , com orgulho e "savoir faire", mas também com a fragilidade de quem se debate, perante milhares de estranhos e por vezes até sem a "muleta" do baixo, com fantasmas íntimos.
(...)
Por um lado uma gigantesca produção, com o muro a erguer-se durante o primeiro acto e a transfigurar-se no segundo, até à derradeira queda, o concerto The Wall é, ao mesmo tempo, a jornada interior de um homem alienado de um certo mundo e abrigado num outro, ora fantasioso ora distópico. Apesar da grande aclamação de "Another Brick In The Wall" (com as 15 crianças de uma associação cultural da Cova da Moura eufóricas em palco, a dançar e interagir com um dos bonecos de Gerard Scarfe), "Mother", "Comfortably Numb" ou "Run Like Hell", é complicado escolher os momentos altos de um espetáculo que flui com muita naturalidade e consegue ser tão impressionante, a nível visual, como tocante pelo seu conteúdo.

(...)


"Another Brick In The Wall, pt2" (21/03/11 - Pavilhão Atlântico)

(...)
O "ataque" aos sentidos, e ao coração, culmina na primeira interpelação de Waters ao público, simples e afável, lembrando os "inacreditáveis" 31 anos que se passaram sobre os primeiros concertos The Wall e apresentando a belíssima "Mother", na qual contracenou consigo mesmo, graças às imagens de uma atuação dos Pink Floyd em 1981 derramadas sobre o muro, em jeito de sombra. Foi um momento de grande intimismo - algo difícil de almejar a uma escala tão grande - e também de grande partilha, ampliada quando, à pergunta "Should I trust the government?", e a resposta se pintou garrida no muro: "No fucking way". Escusado será dizer que a multidão, com os nervos políticos em franja, se alvoroçou.
(...)
20 minutos mais tarde, o segundo ato, fortemente assente em ilusões de ótica que fazem o público crer no desmoronar do muro, quando os "tijolos" que o compõem se mantêm ainda firmes e hirtos, traz as muito aguardadas "Hey You", "Is There Anybody Out There?" ou "Bring The Boys Back Home", musicalmente épico e visualmente intenso, com fotografias de crianças desfavorecidas a comover a plateia. Invariavelmente atento e pouco dado a participações fora de tempo, o público português deixar-se-ia ainda conduzir por Waters no coro de "Comfortably Numb", maravilhar pelo anunciado porco insuflável e gritar o nome do seu herói ("Waters, Waters, Waters!") antes de este lhes dar permissão para, em "Run Like Hell", se "divertirem". Com jogos de palavras à volta do império iPod ("iRun", "iProfit", "iLose", ia-se lendo nas projeções) este foi um dos últimos "picos de corrente" do espetáculo, que terminou com toda a "equipa" na boca de cena - contámos 12 músicos, Roger Waters incluído - agradecendo a presença e a postura dos portugueses.
(...)


"Run Like Hell" (21/03/11 - Pavilhão Atlântico)




(...) No fim do concerto:
"Quando escrevi [este disco] as pessoas não o respeitaram da mesma forma", disse Waters na despedida. "Mas nestes anos todos muita coisa mudou e eu não podia estar mais feliz por estar aqui esta noite".


Realmente, deu pena não poder estar presente neste concerto de uma vida... mas a vida não o permitiu. Contudo, presterei a minha homenagem comprando um dia a edição CD/DVD destes concertos, para ir revivendo este mega-concerto de Roger Waters.

Blitz... de Abril'11 nas bancas (com re-edição do jornal BLITZ nº 1)

A edição da revista Blitz #58 para Abril'11, que conta ainda com a re-edição gratuita do jornal BLITZ nº 1 (publicado em novembro de 1984).



Muitos jornais Blitz comprei naqueles tempos... mas nem sempre fui pacifico com certas edições.

Desde os inicios de 90 que espreitava o jornal e foi depois, penso que em 1994, que passei também a ter as religiosas terças-feiras. Também tinha as minhas zangas com este semanário... Bastava um preferido artista ou banda (desses tempos) ser maltratado numa edição (à maneira jocosa de alguns pseudo-jornalista que o jornal tinha na altura) para eu andar semanas sem o comprar.
Este facto começou até pelos Pink Floyd, desde o lançamento do "The Division Bell" e que agudizaram muito mais, desde que vieram a Portugal, cuja edição do jornal foi toda a descascar na banda... e isso zangava-me logo.

Neste caso especifico, uma semana antes dos concertos em Alvalade, a promoção era, mais ou menos, sobre uns tipos reformados que tocavam porcaria... tiradas como "porcos e maus"... era mesmo jornalismo musical do pior e infantil, que faziam no jornal quando o aspecto musical não coincidia com os gostos de quem estava na redacção.
Curiosamente, hoje em dia, fazem-se valer dos grandes nomes da cena musical para vender a actual revista. Às vezes até lhes dedicam a capa e uns dignos extensos artigos... e Pink Floyd é um caso, que me lembro vivamente, mas faziam isso a muitas outras (Dire Straits, etc)...
(Agora que penso nisso, deveriam era reeditar essa edição vergonhosa... para todos verem como já foram!)

Mais tarde, o jornal passou a ser editado a cores e manteve-se ainda mais interessante (enquanto durou) e foi por essa altura quando o Jorge Mourinha, um grande critico de cinema que admiro, passou a ter a sua página de reviews aos filmes do momento.
Belos tempos...