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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

MyJukebox: Sofia Talvik - One Last Wish For Christmas (2012)

Sofia Talvik
"One Last Wish For Christmas"
(2012)


Sofia Talvik, uma cantautora folk sueca, tem mantido a tradição de anualmente oferecer uma canção de Natal no seu site.
Todos os anos lá surge com uma nova criação e este 2012 não poderia ser diferente e como tal, surge esta muito interessante "One Last Wish For Christmas". Desta vez até surge já com a versão remisturada.
Em baixo, junto dois players, que como podem perceber, podem fazer download desta oferta musical dedicada a esta quadra natalícia.

A versão original:
 


Por fim, a versão remisturada por Sami Sirviö:


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

MyJukebox: Pink Floyd - The Final Cut Video EP (1983)

Pink Floyd
"The Final Cut Video EP"
(1983)



Não, não tenho esta edição em video. Apenas tenho o álbum "The Final Cut" em CD, que foi o segundo álbum de estúdio que devorei com fervor pois adorava-o de uma ponta á outra (o primeiro inteiro que descobri foi o "The Dark Side Of The Moon" - o The Wall já conhecia bastante coisa na altura mas não o tinha inteiro). Quando tinha uns 20 anitos, certa vez deparei-me numa loja com a edição VHS. Custava uns 6 contos, por ser importado, e na altura fiquei um pouco indignado pelo preço que custava. 6 contos seriam hoje 30 euros. Andei anos sem nunca ter visto estes cerca de 20 minutos para 4 faixas do álbum, tornadas aqui numa curta-metragem (no fundo são 4 videos sem interrupções).
Descobri finalmente com o advento da internet, há uns anitos atrás e lembrei-me que merecia ser recuperado.



Diz assim na Wikipedia:
"Pink Floyd realizou um Video EP de 19 minutos em 1983 para o álbum The Final Cut, que é apenas quatro video-clipes em sequência continua, dirigido por Willie Christie, que era cunhado de Roger Waters.
O ator Alex McAvoy, que interpretou o professor em "Pink Floyd The Wall" tem um papel no video EP.
Waters aparece, como um paciente, cantando a letra para o psicólogo durante Fletcher Memorial Home."

Vale a pena ver. Mal termine o primeiro video é fazer play no outro.
Pronto... isto valia 6 contos. Vá... ide lá ouvir o álbum na integra, que é um álbum de semi-Pink Floyd bastante diferente dos outros e é uma espécie de continuação/prequela a "The Wall".
Curiosamente, este álbum tem uma das minhas canções preferidas da banda... mesmo só tendo dois membros creditados na faixa (vá lá... qualquer bom fã da banda sabe qual será essa faixa).
Enjoy it!


The Gunner's Dream / The Final Cut


Not Now John / The Fletcher Memorial Home

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

MyJukebox: John Williams + Itzhak Perlman - Schindler's List Theme [1993 - OST]

John Williams (composição e condução musical)
com Itzhak Perlman (violino)

"Schindler's List Theme"
1993 - OST


A parceria Steven Spielberg e John Williams deu sempre frutos marcantes ao nível musical. A do filme "Schindler's List - A Lista de Schindler" (1993), teve realmente frutos artísticos brilhantes.
Deixo aqui o tema do filme, que é em si uma constelação de sentimentos que vai desde a consternação que representa, à resignação de profunda tristeza, sendo dilacerante o som do violino, sobretudo quando se recordam as atrocidades à Humanidade com a dimensão histórica que estas tiveram.
Um tema digno de impor sentido e respeito, de um filme que pouco interessa se foi de Spielberg, quantos Oscars e demais premios ganhou. São os sons de uma obra-prima incontornável, que evocam um passado que não se pode ignorar.
Uma composição brilhante!



John Williams - Schindler's List Theme (Piano)

MyJukebox: Jessie Ware & Sampha - Valentine + What You Won't Do for Love (2012)

Jessie Ware + Sampha
"Valentine"
+
"What You Won't Do for Love"
(2012)


Uma boa revelação de 2012, está a ser esta cantora Jessie Ware, que tem sido a sensação musical e a cada dia que passa cada vez mais conhecida (ela lançou no inicio deste mês o seu album de estreia, o excelente "Devotion" - mas essa será uma conversa para um artigo futuro), surge aqui numa inusitada colaboração com o criativo musical Sampha, que constrói beats downtempo minimais e de enorme elegância, priveligiando o lado simples dos sons.



A Jessie Ware, cantora que começou por ser apenas voz convidada em projectos dubstep, mantém aqui a sua veia de colaboradora vocal nesta faixa "Valentine", criação de ambos. Uma canção muito simples, curta e de grande efeito aderente aos ouvidos.


Há ainda a versão remisturada que preserva ainda assim a ideia conceptual desta belíssima faixa com um pouco mais bass, refiro-me à "Valentine (Dirty Danny Remix)", que tenho também ouvido com prazer...


Na verdade nem é a única criação de ambos, pois a versão Deluxe Edition do álbum de estreia (o referido "Devotion") contém uma outra colaboração destes dois, especificamente a faixa "What You Won't Do for Love", que chegou a estar a download gratuito (por acaso, obviamente que deslizou aqui para o meu iTunes... yeah!).


Vale a pena descobrir esta artista londrina.
Go check it!


sábado, 22 de setembro de 2012

MyJukebox: Norah Jones - Little Broken Hearts (2012)

Norah Jones
"Little Broken Hearts"
(2012)

Uma capa cheia de inspiração retro e de evocação ao mistério e crime? Hummm...

Primeiro de tudo não sou nenhum especialista na obra discográfica da Norah Jones. Há uns bons anos atrás, ela surgiu nos escaparates com uma toada jazzistica de adornos pop muito bem sucedida. Contudo, a sua temática jazz mais parecia ser daquela para alimentar concertos para audiências de faca e garfo mais ou menos interessada pela animação musical desfiladora de canções suaves entre covers de sucesso e criações de veludo onde tudo está certinho. Obviamente que a juventude e o bom aspecto da cantora ajudaram a "vendê-la" melhor. Mesmo assim, acho que foi desde a Norah Jones sempre parecendo uma fórmula mais ancorada no caminho desbravado duma Diana Krall, que propriamente uma marcação personalizada na música.

Mas que caraças, ela tinha um bom punhado de canções orelhudas como "Come Away With Me" ou "Turn Me On" do disco de estreia (2001); e no álbum seguinte a doce "Sunrise" inundava tudo o que servisse para passar musica. Com o álbum de 2006 (ou 2007?) "Not Too Late", ela dizia que ainda não era tarde para demonstrar mais identidade própria mas a verdade é que o que mais sobrevive do dito é a canção "Thinking About You", que continuava a acentuar ainda mais a ideia que dela fazia. Uma cantora interessante sim mas que dela mantinha, aqui no meu iTunes, apenas um punhado de sucessos e algumas mais. O estigma de Norah Jones (de ser aquela popzinha-jazzy-doce sem altos e baixos) foi ficando... até agora em 2012 isso mudar totalmente.


A Norah Jones em 2012, com a ajuda do produtor Danger Mouse, atira-nos para o colo um álbum daqueles que faz olhar para ela com uma renovada percepção. Primeiro de tudo, distancia-se do jazz-para-jantares, volta a partir da sua temática das aparentadas de love-songs com dor de corno ou de cotovelo, soa a pop-rock retro... e ela surge a cantar digna de uma bitch fodida com a vida (amorosa). Desta vez ela quer sangue... mas faz tudo isso sem o estardalhaço das comuns attention whores do mundo da pop.


Norah Jones, surge maquivélica, refinada e quer mesmo tratar da saúde a alguém.
Puxa vida, temos disco!


"Happy Pills"


Frieza, calculismo, requintes de malvadez, disfarçada sociopatia aguda, num álbum ambientado por uma aura fantasmagórica, onde ela faz uma lavagem das intenções de uma alma perdida: é o seu o coração partido.

A calmia sonora continua mas chega agora bem diferente, pois aqui é criada para existir tensão emocional, enquanto ela canta as desventuras de ter sido traida. Qual crooner a cantar a dor-de-corno, as subtilezas das suas letras disfarçadamente são de cortar à faca e celebradas como canções, que assim que se as percebe configuram um álbum conceptual, que gradualmente vai confirmando que esta pessoa quer rebentar e fazer coisas... coisas más. Alguém vai pagar com a vida, perante tanto veneno desfilado suavemente.

"4 Broken Hearts"

Musicalmente começa bem com as duas "Good Morning"/"Say Goodbye", mais á frente as coisas começam a ser estabelecidas em "She's 22", airosamente se aponta um tempo "After The Fall", deixa-se um contundente manifesto com tudo mais às claras em "4 Broken Hearts" (magnifica canção, das melhores do álbum), sentimos que o perturbado plano é colocado em marcha desde a "Travelin' On" à alegria irónica de "Out On The Road" que algo já não tem retrocesso.

Ninguém te está a ver agora e com aquela atmosfera na penumbra, ui... tudo ajuda! É agora, Norah!

É aqui que entramos na recta final deste épico musical, servidos pela popularucha "Happy Pills", que com o seu magnifico video (mais acima) somos os cúmplices desta sociopata, que não descansará sem avançar para friamente tratar da "Miriam" pois (magnifica canção, cujo video, nem de propósito, continua a acção do "Happy Pills"). O que está feito, está feito.
(ver o video de "Miriam" até ao fim, sff).

"Miriam"
Norah Jones 'Miriam' by Philip Andelman from Partizan on Vimeo.

Está tudo agora resolvido... e qual femme fatale tem o seu momento final, com aparente apaziguamento para uma última canção (e tremendamente maravilhosa). Ela diz-nos que não foi nada nada assim, passou-se tudo na mente dela ou foi tudo isto "All A Dream". Sim, sim... acreditamos mesmo nisso Norah. Bitch please, not now!

Um disco cinematográfico, com um guião, um campo sonoro admirável e que marcha sempre intimista. Era fixe se toda a pop tivesse este alcance e dimensão.

Bom disco, para fazer companhia... entorpecida!
Awesome!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

MyJukebox: Bjork - Biophilia (2011)

Bjork
"Biophilia"
(2011)


Não há maneira de se ficar indiferente a Bjork. Mais que uma mera cantora, esta islandesa é uma verdadeira artista porque consegue ser transversal em termos artísticos, partindo do género musical e acabando a abraçar outras artes. Ela já conseguiu provar que o que faz lhe sai da alma, quer seja como actriz na, inesquecível e única vez que a vimos no cinema (sob os comandos de Lars Von Trier no magnifico "Dancer In The Dark"), quer seja pela sua fashion aparência cuidada e notória em termos de moda (normalmente criações elaboradas e ostentativas), quer seja nas suas desafiantes criações musicais e por fim, pelos seus elaboradissimos videoclips (que acabam por ser os expoentes das suas manifestações artísticas ao serem a soma de todas as partes).


Sempre admirei Bjork por ser arrojada, nunca baixar os braços ao facilitismo, não seguir facilmente as modas sonoras do momentos, optando sempre por seguir indícios das tendências mais na berra e que desponta no momento presente. Tudo isto coloca-a como uma artista que arrisca imenso. Ela corre riscos.
Ela tem corrido riscos. Se os anos 90 correram-lhe de feição, a verdade é que foi apartir dos anos 2000 que a temos visto optar por caminhos menos consensuais no intuito de se demarcar do que já fez antes e evoluir sonora e artisticamente. Recuando no tempo, estes factos já se evidenciavam quando em 2002 lançava um best of, o "Greatest Hits", onde as canções eram escolhidas pelos fãs, como quem começava encerrava um capítulo musical e dava inicio a arrumações para o sótão do que fez antes e assim expandir as suas vontades. Contudo, antes desta colectânea ela lançava o "Vespertine" em 2001, um álbum sombrio e delicado mas tão delicioso que talvez seja mesmo o seu mais importante registo de sempre. Seguiu-se o álbum "Medulla" em 2004, que era um registo de electrónicas alternativas em desconstrução bastante elaborado com um uso de coros próximos do tribal, sendo que o efeito que o disco deixava era um curioso sentido de escuridão e ao mesmo tempo perturbação. Com o disco seguinte em 2007, o "Volta", Bjork aprofundava ainda mais os caminhos que seguira até aí. É aqui nesta fase que para mim seguir esta artista, com o fervor de outrora, se desvanecia. Bjork era uma artista no chamado "fio-da-navalha".

É nesse mesmo fio da navalha que, em 2011, o seu regresso aos discos se mantinha e o álbum "Biophilia" confirmava. Sinceramente, é um álbum difícil, assente num minimalismo evidente e que evita a todo o custo qualquer aproximação ao mundo pop. É um álbum arty, adornado por diversas construções electrónicas que requerem habituação de quem ouve. Requer que se entranhe para não se estranhar. "Biophilia", lançado com imensa pompa-e-circunstância pela actriz, usando as novas capacidades tecnológicas do mundo, nomeadamente lançando uma aplicação para iPad/iPhone onde gradualmente ia dando a conhecer as faixas como se estivesse a construir um edifício sonoro (na verdade foi literalmente isso que aconteceu). Contudo, por mais erudição sonora que desfile num álbum complexo e desafiador, o que tem de sobrar são canções. E aqui as canções são, além da continuação do caminho seguido durante uma década, "construções" musicais estranhamente admiráveis mas que não vingam verdadeiramente para mim.

"Crystalline"

Há um travo de neo-psicadelismo, de recuperação de sonoridades antigas e muito eruditas em conflito com uma ideia de futurismo (ouvir por exemplo a dupla "Sacrifice"+"Mutual Core"), num todo que se afigura progressivamente conceptual, coeso e extremamente modernista.

A destacar (para ouvir mais vezes): o arranque do álbum, feito com 3 faixas que funcionam muito bem seguidas, as "Moon" + "Thunderbolt" + "Crystalline", realmente espantosas. Não será à toa que duas destas têm videoclips...

"Moon"

"Virus"

Depois mais para a frente as "Virus", "Dark Matter" e "Nattura" são as que mais se evidenciam. É um álbum que é muito intimista e bom para ser escutado na solidão. Mesmo assim é para corajosos porque tudo isto está no "fio-da-navalha"... e nesta condição a aceitação de escutar "Biophilia", tanto pode cair facilmente para um lado como para o outro.


Simplificando: "Biophilia" não é lá grande coisa e a prova disso é que ao longo de um ano, raras vezes o ouvi... mas isto sou eu!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

MyJukebox: Sofia Talvik - As Summers Pass [2008]

Sofia Talvik
"As Summers Pass"
[2008 - single]


Há uns tempos atrás havia apresentado aqui no blog esta canção a respeito do álbum "Jonestown" (2008) de Sofia Talvik, uma cantautora sueca folk (rever artigo). Contudo ao longo dos tempos esta canção foi como se ganhasse vida própria e é uma das minhas mais recorrentes ouvidas canções.
O título desta "As Summers Pass", que é a primeira faixa do álbum e também o 1º single do mesmo, alude para aqueles dias enquanto o Verão passa. E realmente estão a passar.
Deixo as letras da canção que a artista disponibilizou recentemente no seu site...

sábado, 28 de julho de 2012

MyJukebox: The Beatles - Tomorrow Never Knows (2012)

The Beatles
"Tomorrow Never Knows"
[2012]

Este álbum/colectânea é um exclusivo da Apple iTunes Store

Saiu há poucos dias na iTunes Store (Apple) uma colectânea dedicada aos The Beatles. Esta colectânea exclusiva da iTunes Store (só se encontra disponível lá), editada com as vantagens do formato iTunesLP, que apresenta o álbum como um dvd com menus seleccionáveis (ver foto - que até tem o alinhamento do álbum)...

visualização da colectânea no iTunes, usando em modo iTunesLP
- cada faixa exibe a arte do álbum de onde é proveniente e todas as informações sobre as faias, autoria, etc... só clicar!

..., e como dizia, esta colectânea foi criada para reflectir a importância que os Beatles tiveram nas gerações seguintes, com um alinhamento muito especifico, apura as faixas que mais influenciaram o rock. E quando se fala do rock apontam-se logo nomes de diversas bandas como os Radiohead, Foo Fighters, Linkin Park, Maroon 5, Oasis, Nirvana, The Killers, Arcade Fire, Jack White, etc, etc, etc... Imensas, portanto.
Diria até mesmo que todas!


clicar para ampliar e ler o Dave Grohl dos Foo Fighters

Basta ouvir algumas faixas desta colectânea que fica bem claro o alcance que estas canções, que nos chegam desde os anos 60, com uma frescura invulgar. Muitas delas parecem ainda actuais, como se fossem dos dias de hoje.

"Helter Skelter"
(Reverência total a esta pois é mesmo impecável e só aqueles riffs e berros... brutal!!!)



Dizem que esta magnifica "Helter Skelter" inspirou o surgimento do hard-rock e do metal. A faixa está mesmo considerada pela critica como sendo a primeira desse género no rock mais forte. Outras como a "Revolution", onde John Lennon e George Harrison debitavam distorção das suas guitarras, sem dúvida que habitaram a mente de gerações ao longo de décadas depois.

"Revolution"


São imensas as faixas que ao longo desta colectânea demonstram o sentido de frescura e irreverência inovadora que a banda deu ao mundo, talvez mesmo até cedo demais para o seu tempo. Eles com vários álbuns, experimentaram e anteciparam imensas tendências do pop/rock.


Sem pretender estar a ir muito longe, há uma faixa que até mais que o rock, alimentou o frenesim da electrónica e nos anos 90, o surgimento do estilo big beat não terá sido assim tão inocente, quando se escuta a "Tomorrow Never Knows". Dá para notar que bandas da cena de dança, especialmente os The Chemical Brothers, souberam interpretar o legado embutido nesta faixa.


E a pensar nisso... vou colocar aqui mais uns screenshots duma playlist que fiz (á pouco) no iTunes, onde juntei 5 faixas distintas com base nesta "Tomorrow Never Knows".
A primeira a escutar é a original (a que vem nesta colectânea);

"Tomorrow Never Knows"
(Das minhas faixas preferidas no top máximo dos Beatles... psicadélismo puro! Brilhante!!!)




Depois uma nova reinvenção da faixa feita por Sir Martin (que foi o produtor da banda) onde a cruza com a "Within You Without You" (ai aquelas citaras...), resultando numa nova e impressionante apreciação sonora. É a melhor faixa que se encontra no impressionante álbum "LOVE" (2006) dos Beatles (ver critica clicando aqui);

"Within You Without You / Tomorrow Never Knows [LOVE]"
(fusão inovadora... nunca ouvimos isto assim. Melhorar uma obra-prima
é sempre um caso impossível... e conseguiram-no! É viciante!!!)

Depois escolhi duas faixas dos

sábado, 21 de julho de 2012

MyJukebox: Roger Waters - Amused To Death [1991]

Roger Waters
"Amused To Death"
1992


"Amused to Death era o terceiro album de estúdio da carreira a solo de Roger Waters. Album ignorado pela crítica, e esquecido pelo público, visão pessimista sobre o comportamento humano, a alienação, a rotina massacrante e a brutalização do homem provocada pelas doses de violência que lhe são despejadas incessantemente na TV. Essa era a temática abordada pelo ex-Pink Floyd neste disco, lançado em 1992. Jeff Beck e Don Henley têm participações especiais no disco. Entretanto já passaram 20 anos, e Amused to Death é hoje considerado um dos melhores álbuns conceptuais de sempre."
via Francisco Rocha em Two On The Road

"What God Wants, part 1"

Comecemos pelo principio, de todos os álbuns do Roger Waters a solo, este é um álbum que gosto bastante e é o que mais prazer me dá ouvir. É um bom álbum conceptual, não diria dos melhores álbuns conceptuais de sempre (ele enquanto nos Pink Floyd fez melhores e superiores a este) mas que é um álbum encantador lá isso é... é inegável.

As diversas "What God Wants", as duas partes de "Late Home Tonight", ambas as "Perfect Sense" (que funcionam como uma só, apesar de divididas em duas), a maravilhosa "Too Much Rope" e por fim as duas

sexta-feira, 18 de maio de 2012

MyJukebox/RIP: Donna Summer... na Charlie's Angels 2 OST

Donna Summer
"Last Dance"
Charlie's Angels: Full Throttle (Music From The Motion Picture)



Estava aqui a verificar no iTunes o que tinha da Donna Summer, que faleceu ontem dia 17, vitima de cancro com 63 anos. Sabia que tinha algo dela mas não qual música. Estranhamente, descobri que até só tenho mesmo uma só canção dela... e encontra-se na OST (colectânea de canções do filme).
Por acaso, a soundtrack-álbum em questão é muito interessante e tem diversas boas faixas. Vá lá... filme é fraco mas também não é tão mau como se apregoa por aí. Isto é apenas um amalucado produto de entretenimento over-the-top com a bandeira girl-power asteada... but who cares if its funny?


Ora bem... isto lembrou-me que a música de Donna Summer foi realmente bastante utilizada em filmes. Assim, sem ter muito a contar sobre a artista (não... como sempre, nada de Wiki por aqui), presto uma positiva (e diferente) homenagem, escolhendo uma cena de "Charlie's Angels 2" onde a canção "Last Dance", desta mítica rainha do disco-sound é muito bem utilizada (cena de dança protagonizada por Cameron Diaz) com grande efeito contagiante e muito cool. Enjoy it!





Já gora, fica aqui um video da Donna Summer, com a "Last Dance" (agora como faixa inteira).



R.I.P.
Donna Summer
1948-2012

:-(

sexta-feira, 6 de abril de 2012

MyJukebox: Spiritualized - Pure Phase [1995]

Espiritualizemos a Sexta-feira Santa...
"Ladies and Gentlemen": os neo-psicadélicos Spiritualized!!!


Spiritualized
álbum "Pure Phase"
[1995]


Podia dizer muita coisa deste disco, que o tenho e conheço desde que saiu e tal... mas não quero (já havia falado um pouco neste artigo). Apenas reforçar que é um dos melhores álbuns dos Spiritualized, mesmo que o registo seguinte a este seja a inabalável grande obra-prima absoluta que é (saber mais clicando aqui). Na altura o projecto até se chamava Spiritualized Electric Mainline mas isso é um pormenor que pouco interessa agora. O facto é que brilhantemente atinge os sentidos e inflige a alma. Ponto final.

Para se admirar este "Pure Phase", que é um som hipnótico e circular que atravessa todo o álbum, devemos nos deixar levar e render a este som psicadélico.

"Let If Flow"
(neste celestial canção, prestar atenção à "electricidade" seguida do dilúvio sonoro e da percussão - entre 2:15 e 2:33 - que faz bem aos sentidos e deve ser repetida a escuta e bem alto o volume!)

Let It Flow Lyrics:

sexta-feira, 16 de março de 2012

MyJukebox: Michael Kiwanuka - Tell Me A Tale + I'm Getting Ready [EPs - 2011]

Michael Kiwanuka
Tell Me A Tale - EP
[2011]
1- "Tell Me A Tale"  /  2- "I Need Your Company"  /  3- "Worry Walks Beside Me"

Em 2011, surgiu na cena musical este artista, que ditou este seu primeiro registo em Março. Foi há um ano atrás mas só reparei nele entre Outubro e Novembro. Da primeira vez que escutei a canção "Tell Me A Tale" fiquei logo rendido.Que grande música soul! A qualidade dos arranjos musicais foi o que mais me amarrou no imediato. Os diveros instrumentos de sopro que se escutam ao longo da canção, pontuados pelo violino e uma bateria enebriante... fizeram-me logo apontar o nome do tipo.

"Tell Me A Tale"


"Hummm... Kiwanuka. Mais um nome estranho, assim tipo Saadiq ou Raheem... ya, tá fixe até!" Curiosamente ficou-me logo gravado na memória.
Uns clicks e tal e... cá estava ele, que só ainda tinha um EP. Ok... e a verdade é que realmente estava aqui uma pérola da soul em estreia. Ainda nem sequer tinha um álbum lançado (que já saiu esta semana - mas fica para um dia destes...) mas este EP apenas de 3 faixas, ui... vale bem a pena ser apreciado. Sobretudo duas delas.
Se "Tell Me a Tale" é excepcional, a faixa seguinte é brutalmente magestosa. É a que mais vezes ouço e instrumentalmente é de um tão elevado bom gosto de opções que é uma delicia escutar este som. E depois tem uma bateria jazz cheia de groove.
"I Need Your Company" é viciante e deve ser, talvez mesmo, a melhor canção que Kiwanuka já lançou. E vai se tornar numa raridade dele pois nem sequer foi repescada para o alinhamento do álbum!?
Bem, mas isto sou eu a dizer.

"I Need Your Company"



+


Michael Kiwanuka
I'm Getting Ready - EP
[2011]
1- "I'm Getting Ready"  /  2- "I Need You By My Side" / 3- "Any Day Will Do Fine"

O segundo EP do Kiwanuka, continua a mostrar que é um artista para ficar e alimenta as crescentes espectativas para um magnifico álbum soul. Contudo, neste EP uma outra faceta do Kiwanuka se foi tornando mais visível e que alinha com o tom da terceira faixa do EP de estreia: as canções muito calmas e mais despojadas em termos de arranjos. o Kiwanuka surge aqui muito mais próximo da folk e do blues, do que do jazz/funk que a "Tell Me A Tale" apontava e me sugeria. Mesmo assim sente-se que a toada sonora pertence à soul, a forma como conduz e canta as canções não engana.

"I'm Getting Ready"


Tal como no anterior EP, é nos lados B destes EPs que se encontram as pérolas e aqui, nos meus gostos, rendo-me totalmente à "Any Day Will Do Fine", que tem uns arranjos suaves e subtis mas duma qualidade maravilhosa mesmo. A orquestração final é arrebatadora. Vale bem a pena a descobrirem.

"Any Day Will Do Fine"


Michael Kiwanuka vai ser grande!
Apontem bem aí...

quinta-feira, 15 de março de 2012

MyJukebox: Marlena Shaw - Anthology [2000]

Marlena Shaw
Anthology
[2000]


Desta vez, coloco aqui umas canções da Marlena Shaw, cantora jazz/soul.
Não tenho muito a dizer sobre a cantora. Na verdade, e infelizmente, não sou grande conhecedor sequer desta artista (e não me interessa também estar aqui a despejar a wikipedia) mas certo dia ouvi a "Look At Me, Look At You (We're Flying)" num programa de radio e foi "adoração" instantânea. Tive logo de arranjar algum álbum dela que tivesse a tal música e acabei por ir ter com a colectânea "Anthology".

Pareceu uma óptima ideia e até se confirmou pois desfila por lá uma belíssima quantidade de grandes músicas. A destacar também as faixas "Woman Of The Ghetto, "California Soul", "Wade In The Water", "Loving You Was Like A Party", "Yu Ma/Go Away Little Boy", "Rhythm Of Love", "Back For More", "You Bring Out The Best In Me".
A verdade é que a "Look At Me, Look At You (We're Flying)" é a mais viciante e volta e meia... está em play.
That's it!

Para escutar, a excelência absoluta da melhor da Marlena (tanta genialidade numa só canção):
"Look At Me, Look At You (We're Flying)"

E também estas duas, já agora:

quinta-feira, 8 de março de 2012

MyJukebox: John Lennon - Woman

John Lennon
"Woman"
[1988 - álbum "The Very Best of John Lennon"]



Não há muito a dizer sobre tão brilhante canção.
Tudo perfeito. Tudo bem dito e no tom certo.
Grandiosa canção intemporal.
Enjoy it!

Deixo a letra da canção...

MyJukebox: Neneh Cherry - Woman (1996 - Man)

Neneh Cherry
"Woman"
[1996 - single]


Ora bem, mas como hoje é Dia da Mulher, esta "Woman" da neneh Cherry é perfeitamente indicada.
Mas antes disso, vou aproveitar para dizer alguma coisita sobre esta artista...

A Neneh Cherry teve a sua cota de importãncia e relevância para a música em finais dos anos 80 e no inicio dos anos 90. Ela apresentava-se como cantora e rapper, com o trunfo de ter uma base sonora verdadeiramente estimulante para a época e é vista como uma das muito importantes artistas dessa fase.
Para mim, a Neneh Cherry teve a muita importãncia sim (bastante mesmo) mas a verdade é que ela também serviu quase de "cobaia" experimental de algumas mentes criativas que despontaram na altura.

 Eu recordo-me muito bem desses tempos em que a electrónica, ainda primitiva desses tempos, libertou novas correntes musicais. Principalmente se notou de um momento para o outro o aparecimento em força do House e Tecno, do Acid jazz, da nova Soul e o hip-hop saiu revigorado com novos processos de obter a base sonora. Desenvolvimentos esse que seriam fundamentais para aquilo que nos dias de hoje se denomina de R'n'B moderno, isto sob a perspectiva do legado da Neneh Cherry.

Por isso é que considero ainda muito mais importante que ela, o contributo que deram os Soul To Soul. O musico/cantor/produtor Nellee Hooper juntamente com o colectivo que se rodeava e que até animavam um certo clube, que segundo sei (escrever coisas de memória é sempre um risco) eram os 3 DJ (e futuros) membros dos Massive Attack, o DJ Geoff Barrow (mentor dos futuros Portishead), o MC animador Tricky e mais alguns que agora não me recordo). Era tudo gente que gostava de passar músicas antigas, clássicos da soul, canções calmas mas com batida, etc (foi daqui, depois de tudo isto, que nasceu o trip-hop).

E porque estou a referir todo este caminho de outros artistas e colectivos, sem estar a referir-me ao álbum da Neneh Cherry?

Ora bem... porque ela também colaborou com quase todos eles. O mais visível foi com o Robert Del Naja, talvez em jeito de retribuição (pela produção do segundo álbum a Neneh) pois colaborou na "Hymn Of The Big Wheel" do álbum de estreia dos Massive Attack (o célebre "Blue Lines" 1991, este sim o verdadeiro lançamento fundador do trip-hop). No disco de 92, as faixas "I Ain't Gone Under Yet" e "Somedays" realmente têm a marca tipica de Geoff Barrow (que foi produtor e "Somedays" é até co-escrita por ele)

Curiosamente só no seu disco seguinte de 1996, o "Man", é que ela assinaria um álbum com muitos dos tiques do trip-hop mas desta vez já mais liberta de toda esta gente. É um álbum bastante porreiro, com faixas à lá trip-hop típico dos anos 90 e que deixou dois clássicos musicais, pois basta ouvir a "Woman" e a "7 seconds" (o dueto com Youssou N'Dour)... mas também tem outras faixas dignas de interesse tais como a "Together Now" (com Tricky), a "Feel It" e mais algumas.
Toca a descobrir...


"Woman"
Magnifica canção e curiosamente não envelhece... continua muito fresca.



Ficam mais alguns videos (e capa) do álbum "Man" e a letra desta tremenda "Woman" já a seguir.

quarta-feira, 7 de março de 2012

MyJukebox: Raphael Saadiq - Good Man - Stone Rollin' [2011] pt1...

Raphael Saadiq
"Good Man"
album: Stone Rollin'
[2011]


Em 2011, à custa de ouvir radio (RNova 98,9), em fins de Abril ou inícios de Maio, fui reparando numa certa música nova que por vezes passava de longe a longe. Não sabia nada sobre que raio de tão deliciosa canção era aquela mas a certo momento que a dita passou na radio do costume, peguei no iPhone e abri a aplicação Shazam e... zás! Fiquei a saber logo tudo.
Chamava-se "Good Man" e era dum tal de Raphael Saadiq. Quanto mais vezes a ouvia mais entranhada ficava a canção. Com o passar das semanas a dita canção parecia que se tinha alojado no meu subconsciente. Sinceramente, se já escutava a estação de rádio com atenção, ainda mais atenção lhe passei a prestar, especialmente quando passava esta do Saadiq pois satisfazia-me escutar o que os radialistas da Nova soltavam a respeito deste artista multifacetado.
Fui ouvindo e depois também prestando atenção ao videoclip... que é verdadeiramente espectacular.


Uma autêntica curta-metragem erguida em torno das letras suculentas desta genial canção. A história é comovente... é sobre um "bom homem", que mesmo tendo feito serviços que não o orgulham, de nem sempre ter feito tudo bem e apesar de todas as agruras que a sua amada lhe fez sofrer (e passar), demonstra manter um carácter humilde e acima de tudo convicções e atitudes muito nobres.
Um verdadeiro "Good Man"... vejam e ouçam!




Não é a primeira vez que aqui dedico um artigo a este grande artista. Nem será o último...
Na altura perante tanta genialidade deste multifacetado artista (canta, escreve, toca diversos instrumentos, produz, representa, etc) publiquei o artigo na rúbrica pedestal, mostrei a passagem dele por Portugal no Festival Sudoeste'11 e fiz a critica ao álbum anterior "The Way I See It".
A verdade, é que há quase um ano que este artigo já deveria ter sido publicado. Nunca o fiz. Digo que fiquei bloqueado e até fiz em jeito de brincadeira um post sobre isso - clicar aqui.
Nunca senti coragem em o fazer porque no sentido de megalomania de blogger (querer fazer melhor possível), perdi a noção de como o fazer.

quinta-feira, 1 de março de 2012

MyJukebox: Martina Topley-Bird - Quixotic [2003]

Martina Topley-Bird
álbum: "Quixotic" [2003]

Martina Topley-Bird foi a parceira de Tricky (artisticamente e na vida pessoal), quando este se estreou com o "Maxinquaye" (1995), estando assim no que de melhor Tricky já fez. Mais uns "3 álbuns de Tricky" depois (até ao genial "Angels With Dirty Faces", 1998) separaram-se. A Martina decide-se no inicio dos anos 2000 a lançar-se numa carreira a solo e fez a sua estreia em pleno 2003 com este álbum "Quixotic", nada mais nada menos que logo com um magnifico disco! Safadinha...
O seu álbum recupera a espaços um certo imaginário do trip-hop cavernoso de Tricky (que até participa numa das canções) mas cedo percebemos que o espaço musical de Martina é mais que isso. Martina agita na sua criatividade imenso estilos da música negra, todos fluindo numa dolente e narcótica cadência, que não dá para catalogar facilmente as electrónicas desta artista.


O arranque com "Intro" induz-nos com ares de blues e gospel, para depois arrancar para "Need One" onde um rock esquizofrénico e sujo sobressai. Á terceira faixa temos encontro com aquela que ficará como o momento mais alto de todo o álbum, pois "Anything" é trip-hop do melhor, sonhadora, enternecedora e em forma de lamento. O álbum contém ainda mais alguns destaques tais como a quarta faixa "Soulfood" e outras mais para a frente como "Sandpaper Kisses", "Ragga" (a tal com Tricky - que também ajudou na produção de algumas faixas do álbum), a bela "I Still Feel" e por fim acaba bem com a "Days of the Gun" que tem um elaborado exercício rítmico.
É um álbum que vale a pena (re)descobrir...

"Anything"

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

MyJukebox: Ayah & DJ Jazzy Jeff - Back For More [2011]

Dj Jazzy Jeff & Ayah
álbum: "Back For More"
(2011)


Publicava eu aqui há poucos dias atrás um post sobre algumas canções do álbum "4:15" da Ayah e eis que volto novamente á carga sobre a mesma.

Não me tinha apercebido mas enquanto gabava esta mais recente "Forgive Me Love" de 2011 (com DJ Jazzy Jeff), que é uma faixa toda fixe também e nem me apercebia que esta dupla disponibiliza o álbum em download gratuito.

"Forgive Me Love" é um dos melhores exemplos do que a cantora tem por lá neste álbum.
Este video é também dedicada às relações LGBT e à consciencialização sobre os abusos, maus-tratos e por aí, que também vivem. É uma chamada de atenção sentida.




A canção está bastante bem escrita, num duplo sentido que se demarca dos comuns estereótipos e o refrão é marcante que baste. Fica um excerto (lyrics):

"I’m trying my best to hold on I need you back in my life!

But I’m tired of trying along,
Though I know the whole thing is not right!
Now I hurt you, I know there’s no excuse
And is probably no chance
But I’m here, and I’m begging you, please
Don’t let this time be the last!
Love I can give you, how far we go?

Chorus:
So if you say that we can make up
Would it be OK if I can stay here with you?
One more night I need to feel love, tell me that is real love
This, here with you!
I know I don’t even deserve it
But if you can find it in your heart
To feel me love!
Forgive me love, love!"


Uma outra que me encanta fervorosamente é a "Make It Last".
O grande DJ Jazzy Jeff sacou a base sonora de uma canção do genial Marvin Gaye (da "Mercy Me") e a Ayah escreveu impecávelmente coisas muitos sentidas e canta (e brilhantemente num certo momento proximo do refrão), dotando-a duma nova vida a esta canção. Sem ser uma cover mas plena de nostalgia, um grande canção (literalmente grande... bem que podia ter menos um minutito até... tornava-a ainda melhor mas como é para "fazer durar").
É a que mais gosto de todo o álbum.




A "Notorious" também tem boa onda...
É verificar já a seguir deste curto video:




Por fim, destaco ainda a impecável "Hold On", (a par de "Make It Last", das melhores) que também apresenta um travo hip-hop bastante forte. É DJ Jazzy Jeff, sem dúvida. É viciante apartir do momento em que se gosta... avisei!




Quem apreciar e quiser este álbum, basta clicar no link (mais abaixo) para aceder à página e fazerem o download gratuito de todo o álbum. Vale bem a pena!



Link oficial para download: BackForMore

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

MyJukebox: Enigma - MMX The Social Song [2011]

Enigma
"MMX The Social Song"
[2011]


Em 2010, o projecto Enigma, mais precisamente Michael Cretu, lançou-se com a ideia de criar uma canção cuja participação fosse feita com a ajuda dos fãs pelas redes sociais. Como tal, bastava ir ao endereço indicado para o efeito e artisticamente participar conforme melhor o fã de Enigma soubesse. Podia-se gravar as próprias vozes para efeitos de coros e não só, deixar partes de filmagens e até mesmo apresentar criações para ilustrar a capa do single.
Ao fim de 3 meses da experiência, o resultado foi bastante interessante a todos os níveis. A canção está á altura do que é e sempre foi o som Enigma, o video está muito curioso e a capa ficou fixe.
Uma verdadeira canção social...