Mostrar mensagens com a etiqueta Pink Floyd. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pink Floyd. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Pink Floyd - Ummagumma (1969)



"Ummagumma" (1969) is a Pink Floyd album/project that was very important in the band's career. Much more than it seems from such distance today because in those days of 1969, it tries to search a future for the band while establishing what they were and how their (short) past songs evolved. In some way we can ear them playing together and live, doing her best in the late 60s and in another proof of concept understand what was the (sound and ideas) universe of all the four members when they contribute with their stuff individually.

In my opinion we can clearly note that:
- Roger Waters was always more interested in describe ideas on tracks with his own obsessions and intimate feelings (and authority) with a more natural but wide landscape - something that his pastoral approaches worked really well for several times; The curious fact is that his contribution in studio shows himself much more solo than all the others;
- Nick Mason, seems more interested in aesthetics and what levels a music can achieve with different and experimental rhythms while also trying to wide their sound to new feelings that other instruments reworked in studio could provide to musical aspects;
- David Guilmour, shows here that he got a more song approach and trying to give harmonies to it, traveling from light to dark and coming back, in form of guitars sounds and matching that with voice. He does in a way that opens the need of been integrated and surrounded by a band playing;
- Richard Wright had the opportunity to show how far he could create music and he does that with a sense of grandiloquence attitude where we can feel this is something made to be scaled to be epic. What we get is music floating from her fingers but never songs.

I think that all those individual energies has made them in a path of discovery of what they really has become. This album contributed largely for a more opened attitude in their records (songs and music), something that new "The Endless River" (2014) has some clear bridges to this one (like in "Sum", "Skins", "Autumn '68", "TBS9" or "TBS14").

Finally, an album cover that, in is own style, has become something like a revelation to the band future. It's like a prediction of Pink Floyd's future leadership... from a band of 4... to Waters domination... and ending in Guilmour.
It was always there in front of us since 1969... wow!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

MyJukebox: Pink Floyd - The Final Cut Video EP (1983)

Pink Floyd
"The Final Cut Video EP"
(1983)



Não, não tenho esta edição em video. Apenas tenho o álbum "The Final Cut" em CD, que foi o segundo álbum de estúdio que devorei com fervor pois adorava-o de uma ponta á outra (o primeiro inteiro que descobri foi o "The Dark Side Of The Moon" - o The Wall já conhecia bastante coisa na altura mas não o tinha inteiro). Quando tinha uns 20 anitos, certa vez deparei-me numa loja com a edição VHS. Custava uns 6 contos, por ser importado, e na altura fiquei um pouco indignado pelo preço que custava. 6 contos seriam hoje 30 euros. Andei anos sem nunca ter visto estes cerca de 20 minutos para 4 faixas do álbum, tornadas aqui numa curta-metragem (no fundo são 4 videos sem interrupções).
Descobri finalmente com o advento da internet, há uns anitos atrás e lembrei-me que merecia ser recuperado.



Diz assim na Wikipedia:
"Pink Floyd realizou um Video EP de 19 minutos em 1983 para o álbum The Final Cut, que é apenas quatro video-clipes em sequência continua, dirigido por Willie Christie, que era cunhado de Roger Waters.
O ator Alex McAvoy, que interpretou o professor em "Pink Floyd The Wall" tem um papel no video EP.
Waters aparece, como um paciente, cantando a letra para o psicólogo durante Fletcher Memorial Home."

Vale a pena ver. Mal termine o primeiro video é fazer play no outro.
Pronto... isto valia 6 contos. Vá... ide lá ouvir o álbum na integra, que é um álbum de semi-Pink Floyd bastante diferente dos outros e é uma espécie de continuação/prequela a "The Wall".
Curiosamente, este álbum tem uma das minhas canções preferidas da banda... mesmo só tendo dois membros creditados na faixa (vá lá... qualquer bom fã da banda sabe qual será essa faixa).
Enjoy it!


The Gunner's Dream / The Final Cut


Not Now John / The Fletcher Memorial Home

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

MyJukebox: Pink Floyd - On The Turning Away [1987 - UK single]

Pink Floyd
On The Turning Away
[1987/12/14 - UK single]


Uma das faixas mais adoráveis do álbum "A Momentary Lapse of Reason" (1987), que assinalou o regresso da banda sem Roger Waters e aos comandos de David Gilmour (depois de uma longa batalha pelos tribunais - mais aqui).
Em certa medida, é uma canção com parentesco na "Confortably Numb" do álbum "The Wall", constituindo-se assim como uma canção romântica ou uma balada em estilo Pink Floyd.
Faz hoje, 14 Dezembro de 2011, 24 anos...

"On The Turning Away" (ao vivo - tour de 1987/88)

Lyrics:

On the turning away
From the pale and downtrodden
And the words they say
Which we wont understand
Don't accept that whats happening
Is just a case of others suffering
Or you'll find that you're joining in
The turning away

Its a sin that somehow
Light is changing to shadow
And casting its shroud
Over all we have known
Unaware how the ranks have grown
Driven on by a heart of stone
We could find that were all alone
In the dream of the proud

On the wings of the night
As the daytime is stirring
Where the speechless unite
In a silent accord
Using words you will find are strange
And mesmerized as they light the flame
Feel the new wind of change
On the wings of the night

No more turning away
From the weak and the weary
No more turning away
From the coldness inside
Just a world that we all must share
Its not enough just to stand and stare
Is it only a dream that there'll be
No more turning away

domingo, 2 de outubro de 2011

Blitz extra: Pink Floyd total... Set/Out'11 nas bancas

A Blitz tem nas bancas uma edição extra totalmente focada em contar tudo sobre os miticos Pink Floyd e a publicação chama-se "Pink Floyd Total".


"O que poderá ler em Pink Floyd Total:


- Tudo sobre as re-edições, a partir dos estúdios Abbey Road, onde Rui Tentúgal encontrou Nick Mason, baterista dos Pink Floyd.
- As três obras-primas ao milímetro: Dark Side of the Moon , Wish You Were Here , The Wall .
- Entrevista com David Gilmour e Nick Mason sobre o período de ouro do grupo, nos anos 70, e a relação muitas vezes tumultuosa com Roger Waters, o "ideólogo" da formação clássica dos Pink Floyd.
- Biografia completa, das aventuras psicadélicas de Syd Barrett ao re-encontro de Waters, Gilmour e Mason no palco do Live 8, em 2005. As melhores fotos de todos os períodos da banda, os episódios mais relevantes, como os concertos de The Wall , saída de Waters, a morte de Rick Wright e Syd Barrett. Por Rui Miguel Abreu.
- Os concertos dos Pink Floyd em Portugal, de 1994, e as subsequentes vindas de Roger Waters ao nosso país, sobejamente ilustradas.
- Perfis individuais dos 5 músicos que passaram pelos Pink Floyd.
- Discografia, incluindo complilações, discos e DVDs ao vivo recomendados."

Aqui o "je" revelar que religiosamente já tem a edição é algo que até poderá ser entendido como um cliché... vá se lá perceber o porquê, right? Tão previsível afinal...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Nostalgia: Pink Floyd na nossa imprensa em 1977...

Ora aqui está uma publicação de 1977, que não resistiu até aos dias de hoje mas que alguma coisa ficou para ser recordada.
Os Pink Floyd na "Música e Som" de 1977... isto é valioso!


Fonte: Internet para todos

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Roger Waters ao vivo... o que disse a Blitz sobre os concertos "The Wall" em Portugal

Não me tinha esquecido que Roger Waters passou por Portugal a sua digressão "The Wall".... mas não tive tempo.


Mesmo assim para não deixar o facto em branco, deixo aqui excertos do que se disse no Blitz-online sobre os concertos de Roger Waters ("The Wall") em Portugal:

Roger Waters ao vivo no Pavilhão Atlântico, Lisboa

Foi grande e transversal, em termos geracionais, a romaria para assistir, ontem à noite, à primeira visita de Roger Waters a Portugal desde a atuação no Rock In Rio Lisboa, em 2006.
(...)
O espetáculo erigido em torno do duplo The Wall , sabem-nos os fãs mais dedicados e os ouvintes ocasionais, é grandioso: ao fim da primeira música há um avião - réplica de um Stuka, bombardeiro alemão da II Guerra - que sobrevoa a plateia despenhando-se contra o muro e aí se "incendiando" (impõe, confessamos, algum respeito); há uma produção de palco espantosa, cativante e imaculada, e há também uma noção assumida, por autores e espetadores, da importância do disco e do concerto na história do rock. O que mais surpreende, no meio de um espetáculo que se poderia temer megalómano, é então o ambiente quase familiar e acolhedor do serão, com pais e filhos em harmonia, entoando todas as letras e exultando, atentamente, com o foguetório que ia sendo disparado do palco-muro disposto a toda a largura do Atlântico.
(...)
Na base de tudo, porém, está a viagem quase psicanalítica de Roger Waters, e mesmo no meio de toda a pirotecnia isso transparece. Na frente do palco-muro, trajado de negro (lá atrás esconde-se a banda numerosa e cumpridora), Waters apresenta o seu "bebé", The Wall , com orgulho e "savoir faire", mas também com a fragilidade de quem se debate, perante milhares de estranhos e por vezes até sem a "muleta" do baixo, com fantasmas íntimos.
(...)
Por um lado uma gigantesca produção, com o muro a erguer-se durante o primeiro acto e a transfigurar-se no segundo, até à derradeira queda, o concerto The Wall é, ao mesmo tempo, a jornada interior de um homem alienado de um certo mundo e abrigado num outro, ora fantasioso ora distópico. Apesar da grande aclamação de "Another Brick In The Wall" (com as 15 crianças de uma associação cultural da Cova da Moura eufóricas em palco, a dançar e interagir com um dos bonecos de Gerard Scarfe), "Mother", "Comfortably Numb" ou "Run Like Hell", é complicado escolher os momentos altos de um espetáculo que flui com muita naturalidade e consegue ser tão impressionante, a nível visual, como tocante pelo seu conteúdo.

(...)


"Another Brick In The Wall, pt2" (21/03/11 - Pavilhão Atlântico)

(...)
O "ataque" aos sentidos, e ao coração, culmina na primeira interpelação de Waters ao público, simples e afável, lembrando os "inacreditáveis" 31 anos que se passaram sobre os primeiros concertos The Wall e apresentando a belíssima "Mother", na qual contracenou consigo mesmo, graças às imagens de uma atuação dos Pink Floyd em 1981 derramadas sobre o muro, em jeito de sombra. Foi um momento de grande intimismo - algo difícil de almejar a uma escala tão grande - e também de grande partilha, ampliada quando, à pergunta "Should I trust the government?", e a resposta se pintou garrida no muro: "No fucking way". Escusado será dizer que a multidão, com os nervos políticos em franja, se alvoroçou.
(...)
20 minutos mais tarde, o segundo ato, fortemente assente em ilusões de ótica que fazem o público crer no desmoronar do muro, quando os "tijolos" que o compõem se mantêm ainda firmes e hirtos, traz as muito aguardadas "Hey You", "Is There Anybody Out There?" ou "Bring The Boys Back Home", musicalmente épico e visualmente intenso, com fotografias de crianças desfavorecidas a comover a plateia. Invariavelmente atento e pouco dado a participações fora de tempo, o público português deixar-se-ia ainda conduzir por Waters no coro de "Comfortably Numb", maravilhar pelo anunciado porco insuflável e gritar o nome do seu herói ("Waters, Waters, Waters!") antes de este lhes dar permissão para, em "Run Like Hell", se "divertirem". Com jogos de palavras à volta do império iPod ("iRun", "iProfit", "iLose", ia-se lendo nas projeções) este foi um dos últimos "picos de corrente" do espetáculo, que terminou com toda a "equipa" na boca de cena - contámos 12 músicos, Roger Waters incluído - agradecendo a presença e a postura dos portugueses.
(...)


"Run Like Hell" (21/03/11 - Pavilhão Atlântico)




(...) No fim do concerto:
"Quando escrevi [este disco] as pessoas não o respeitaram da mesma forma", disse Waters na despedida. "Mas nestes anos todos muita coisa mudou e eu não podia estar mais feliz por estar aqui esta noite".


Realmente, deu pena não poder estar presente neste concerto de uma vida... mas a vida não o permitiu. Contudo, presterei a minha homenagem comprando um dia a edição CD/DVD destes concertos, para ir revivendo este mega-concerto de Roger Waters.

terça-feira, 1 de março de 2011

Blitz... de Março'11 nas bancas

A edição #57 da Blitz anda pelas bancas e desta vez tem para mim algumas boas razões irrecusáveis.
Com um senhor destes na capa da revista não há como meter água nas bancas...


A capa é merecidamente dedicada a Roger Waters e aos concertos "The Wall" que ele vem dar a Portugal neste mês de Março.
Até adorava ir mas... não dá mesmo (em alturas como esta temos de ser realistas para nós mesmos). Contudo, prometo me redimir quando ele lançar uma edição em DVD/CD, que será adquirida com todo prazer. (Será mais  uma edição original floydiana irrecusável a juntar às diversas que tenho por cá.)


A Blitz dedica 10 páginas a este ex-Pink Floyd, com entrevista, fotografias e tudo acerca do conceito do muro (incluindo os bastidores). Obviamente que uma edição para ter e guardar (tem de ser... é mais uma edição de antologia floydiana).

Mas não é só sobre Roger Waters a edição e apreciando o que dizem na capa, há muitos mais focos de interesse. Pessoalmente, deles é James Blake e um outro é a arte de Banksy. Juntemos os Deolinda e os novos lançamentos e outras curiosidades e... temos uma Blitz que promete!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

MyJukebox: Roger Waters - Music From The Body (OST)

Desta vez, recupero de Roger Waters um dos seus registos mais deixados para o esquecimento.
Na verdade, nem é bem um álbum de Roger Waters mas sim uma colaboração dele com Ron Geesin para o documentário "The Body" (que até foi narrado pela actriz Vanessa Redgrave).

Refiro-me ao álbum Music From "The Body", 1970, de Ron Geesin & Roger Waters.


O álbum não é nada de verdadeiramente especial mas não deixa de ser um objecto de interesse. É mais de Ron Geesin que de Waters, pois ele apenas participa em pouco mais de meia dúzia das 22 faixas, que são baseadas no conceito de amostras de som do corpo humano (samples), tudo numa toada inconvencional e muito experimental.


A participação de Waters é muito evidente nas poucas faixas em que canta principalmente, pois quebra o experimentalismo sonoro de Geesin e brinda-nos com momentos mais bucólicos e pastorais. Ao mesmo estilo que havia revelado no "Ummagumma" (1969) dos Pink Floyd...


Waters criativamente deambula nas suas faixas por uma mesma ideia de canção, que as torna muito coesas, como se até de uma longa canção se tratasse mas dividida por andamentos diferentes. Percebe-se bem escutando as "Sea Shell And Stone", "Chain Of Life", "Breathe" e "Sea Shell and Soft Stone".



Há ainda contudo, neste álbum algumas evidências do rumo que Waters já estaria a abraçar criativamente. Um ponto de ligação, que não é à toa é o facto de Ron Geesin ter participado com as suas orquestrações em "Atom Heart Mother", álbum dos Pink Floyd do mesmo ano (1970).
Depois há detalhes que me evocam o "The Dark Side Of The Moon" (1973), pois uma das faixas partilha do mesmo título, a "Breathe" (onde Waters começa da mesma forma cantando "Breathe, breathe in the air...") e o muito curioso uso de coros femininos em "Give Birth To a Smile", ideia que mais tarde foi recuperada em álbuns dos Pink Floyd.

A maior pérola deste álbum/banda-sonora, é até a canção "Give Birth To a Smile", porque além de ter sido escrita por Roger Waters, contém a participação dos outros 3 membros dos Pink Floyd. Sim, é verdade!
Contudo, eles surgem aqui não creditados e como meros músicos de sessão, como que a cumprirem algo que lhes foi pedido e a tentarem disfarçar a sua maneira de tocar. Mas com uma escuta bem atenta, percebe-se bem que é a bateria de Nick Mason, as pontuações das teclas de Rick Wright e a guitarra de David Gilmour (que mais uma vez toca as notas certas para os momentos certos - o estilo Gilmour). Depois tem ainda os referidos coros...


"Give Birth To a Smile" bem que poderia ser considerada uma pura canção Pink Floyd em regime pop-rock (desviada do psicadelismo que practicavam na mesma época).
É uma pérola oculta dos Pink Floyd!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Roger Waters vale pouco (na FNAC... e ainda bem!)


O álbum ao vivo de Roger Waters, ex-Pink Floyd, tem o seu álbum ao vivo "In The Flesh" disponível na FNAC por um baixo preço mesmo irresistível: 7,99 euro!

Mais interessante ainda é esta ser uma edição especial deste lançamento, que é composta por 2x CD + 1x DVD (o DVD tem todas as faixas em video).

Uau!
Fossem todos os discos a preços destes!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

MyJukebox: "Confortably Numb" versão Scissor Sisters


"Confortably Numb" versão Scissor Sisters ("Scissor Sisters" -2004)

Até que é bem porreira esta versão de um original dos Pink Floyd...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Roger Waters entrevistado por Conan O'Brien

Uma divertida entrevista a Roger Waters, no "Conan" o novo programa de Conan O+Brien.


A entrevista pode ser apreciada na página oficial "Roger Waters: The Wall Live" (clicar para saltarem para lá)...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pink Floyd... não, é Pink Freud!


Pink Floyd Freud!

(O Marco Santos do blog "Bitaites" descobriu o autor e revela que é o brasileiro Edno Pereira Jr. – nickname: Draco e tem muitas mais apreciáveis criações na sua página no Devian Art)

sábado, 28 de agosto de 2010

1975: as músicas do ano em que nasci... (Musica da semana)

No ano de 1975, uma das minhas bandas favoritas editava um dos seus melhores álbuns. Refiro-me, é claro, aos Pink Floyd e ao mitico "Wish You Were Here".


É um dos mais valiosos álbuns da banda, que sucedeu a outro que ainda hoje é um dos melhores da história mundial da música, obviamente o "Dark Side Of The Moon" -1973). É um álbum também conceptual e que lida com o sentimento de ausência da banda de um dos seus membros fundadores, Syd Barret (que havia perdido a sua sanidade mental devido aos alucinogénicos).

Tem uma das minhas mais preferidas canções de estúdio da banda, a "Welcome To The machine". Contém também as inesquecíveis "Shine On You Crazy Diamond" (em duas longas partes) e a mais popular da banda "Wish You Were Here"... se bem que destas duas gosto mais de as ouvir do disco ao vivo "Delicate Sound Of Thunder" (Ok... que sacrilégio mas prefiro antes estas versões).

Nada melhor que exemplificar com uma faixa deste álbum duma actuação única com todos os 4 membros por ocasião do evento Live8.

Wish You Were Here (Live8 version)


Em 1975 também houve muitos e variados hits, como os:
The Eagles "One Of These Nights"/"Take It To The Limit"/"Lyin' Eyes";
David Bowie "Young Americans";
Leonard Cohen "Suzanne";
Paulo de Carvalho "Nuanbuangongo, Meu Amor";

Etc... entre outros que agora assim de repente não me recordo (mas que acredito desse lado recordarem-se de muitos mais... os comentários podem servir para isso!)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

MyJukebox: Roger Waters "Hello (I love you)" ("The Last Mimzy" OST e sobre o filme)

Continuando um anterior artigo onde apresentava uma das facetas de Roger Waters, um ex-membro dos Pink Floyd, que tem por diversas vezes colaborado em bandas-sonoras para filmes.
Volto assim com mais uma das muitas colaborações dele, neste caso com Howard Shore, para o filme "The Last Mimmzy" de 2007.


Artista: Roger Waters (voz e baixo) com Howard Shore
Canção: "Hello (I love you)"
Album: "The Last Mimzy" OST




Sobre o filme, a canção e curiosidades...

Sobre este filme, o "The Last Mimzy" (2007) posso dizer que gostei dele, é uma fantasia sci-fi (com entidades de outra dimensão futura), com um certo cariz infantil, futuro esse que estava comprometido e fez com que os cientistas no futuro, enviasse para o passado peluches (mimzys) para que as crianças do passado os possam salvar.
Ora neste filme resta já apenas um único destes exemplares, a única salvação do nosso próprio futuro. Obviamente que no fim são as duas crianças protagonistas quem nos salvam... por terem o que os adultos não têm.
Está todo ele muito bem feito e com alguns efeitos visuais muito interessantes. Faz lembrar um cruzamento entre "E.T." (o facto de serem as crianças a assumirem a missão) e o "Donnie Darko" (sim também há coelhos por aqui).
Só no final é que fui surpreendido com a voz de Roger Waters na canção a acompanhar os créditos finais.




Obs: Há algumas curiosidades relativas a Pink Floyd neste filme.

Nesta canção escuta-se Roger Waters cantar a seguinte deixa:
"hello, I love you, is there anybody in there..."
Quem conhecer o tumulto que foi a separação dele dos Pink Floyd, onde as desavenças começaram no mitico álbum "The Wall", onde se contava a história de um roqueiro alienado e isolado do mundo,. neste álbum há um canção com o título "Is there anybody out there", onde vai questionando se ainda existe alguém para lá do muro. Ora há tantos anos depois ele cantar a linha "hello, I love you, is there anybody in there..." não deixa de ser afinal um muito curioso uso de palavras.

Outra situação, é as letras repetitivas no inicio das frases da canção, que faz recordar a mesma técnica que Roger Waters usou no final do álbum "The Dark Side Of the Moon".
E referir o "The Dark Side Of the Moon" conduz-nos á segunda curiosidade que se pode descobrir durante o próprio filme. O professor ("Hey teacher!" - não resisti) destas crianças, usa uma t-shirt preta com a capa do "The Dark Side Of the Moon" estampada...


Muito curioso, não é?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Pink Floyd "The Wall - Movie"... admirado por Christopher Nolan (e apresentado por ele no "2010 Los Angeles Film Festival")

Ora aí está algo surpreendente: Christopher Nolan esteve em Los Angeles para apresentar no "2010 Los Angeles Film Festival" o filme dos Pink Floyd, o "The Wall - movie".

O que o levaria a Nolan para apresentar este filme no festival?



Bem, segundo o Collider, a presença de Nolan foi para ele apresentar os filmes que mais o marcaram e fascinaram e o filme dos Pink Floyd é um deles.
Nolan diz que não se vê como um fã dos Pink Floyd mas fascina-o a forma invulgar que este filme apresenta perante a maneira de contar a história (a cronologia da narrativa).


Sim, no caso da narrativa, o filme conta a história de uma maneira que avança e recua várias vezes, continuando a progredir sem realmente nos revelar definidamente o ponto em que se situa durante largas partes do filme (excepto a recta final) e devido á alienação da personagem, o surrealismo e as memórias fundem-se. Pensando bem, não é de admirar realmente que Nolan tenha ficado marcado por este filmaço (é redundante um fã dizer que o filme é muito bom... mas é mesmo muito bom e marcante).

Tudo isto e bastantes mais informações interessantes na entrevista do Collider.

Podem também aproveitar para reverem um artigo dedicado ao "The Wall" aqui no blog, clicando aqui.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Preços mínimos na FNAC... um MacBook Pro a 899€!

A FNAC está em maré de preços mínimos nalguns produtos e da lista de destaques, não posso deixar de notar a edição da obra completa de albuns de estúdio dos Pink Floyd a apenas... 99€! Uau!

Ms mais interessante ainda é o facto de estar disponível em MacBook Pro da geração anterior (a que era ainda a actual há poucas semanas atrás) a um preço irrecusável: 899€! Mega uau!!!

Cliquem na imagem para ampliar pois tem por lá ainda mais destaques bastante interessantes a nível de preço...

terça-feira, 20 de julho de 2010

MyJukebox: Roger Waters "Lost Boys" ("The Legend of 1900" OST)

Uma das facetas de Roger Waters (um ex-Pink Floyd, membro-fundador), onde se tem mantido prolifero, é em colaborar com canções para banda-sonoras (de filmes, documentários ou TV). Deixo aqui um belo exemplo:


Roger Waters
(com Eddie Van Halen na guitarra)
Canção: "Lost Boys" (de Ennio Morricone)
Album: "The Legend of 1900" OST
Ano: 1999

Na minha opinião, ele tem até conseguido criar ou participar em belíssimas canções para bandas-sonoras dignas de figurarem nos seus álbuns a solo (por vezes até melhores do que tem neles).
Daria uma interessante colectânea feita só com material assim de Roger Waters...


(Obs.: Nunca vi o filme mas parece ser bom...

segunda-feira, 12 de julho de 2010

David Gilmour e Roger Waters juntos!!!

Roger Waters divulgou no seu Facebook que ele e David Gilmour tocaram juntos 4 canções.
Uau!!!

"Roger Waters performed four songs with David Gilmour at Kidlington in Oxfordshire, England on Saturday 10 July at a charity event for the Hoping Foundation (Hope and Optimism for Palestinians in the Next Generation)."


Tocaram juntos:
To Know Him Is To Love Him;
Wish You Were Here;
Comfortably Numb;
Another Brick in the Wall (Part 2)

Será que isto poderá significar alguma coisa mais para o futuro?
Eu adorava!!!