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terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Fringe chega ao final definitivo...
E pronto, é esta semana o final definitivo da série Fringe, que com a 5ª temporada culmina a sua "aventura" com o episódio duplo (ep. 12+13) a 18 de Janeiro'13. Está feito!
Ainda estou empancado entre o meio e o fim da 4ª temporada. A ver se um dia chego ao fim de mais esta serie que a determinada altura tornou-se repetitiva, carrancuda e pouco aliciante de seguir. Saber que chega ao fim também é uma boa noticia...
Fica aqui um video que promovia o episodio 11... é o fim!
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Series TV: a promo da FOX por Fringe passar para as Sextas
A irónica promo da FOX por Fringe passar para as Sextas, que representa o prenúncio de morte de muitas das séries que lhe mudam para este dia.
“Don’t belong here”… demais mesmo esta corrosiva promo.
Esperemos mesmo assim que o optimismo de Fringe se confirme mas ver uma das melhores séries do momento (das que sigo… ou tento manter-me a par) colocada á Sexta é duro. Smallville também está à Sexta e tem se safado.
Fringe também vai!
Usando a deixa do último filme de X-Files: “I want to belive!”
A 3ª temporada de Fringe tem estado imparável e num nível de intensidade nunca visto assim na série.
A primeira parte da 3ªtemporada (9 episódios - regressa em Janeiro 2011) tem sido fenomenal mas principalmente até ao episódio 8 é mesmo impossível de parar de ver pois tem sido frenética (dá vantagem ter vários episódios e vê-los seguidos).
Sem pretender revelar o essencial, as constantes alternâncias entre os dois universos paralelos e com isso passamos a conhecer muito melhor o outro lado (que é mais cool em muitas coisas) e mais importante ainda, as versões alternativas das personagens, e em especial o caso de Olivia presa no lado de lá (que evidencia a sua natureza de "especial" e ajuda a resolver os casos com mestria, captando a empatia pela Fringe Division alternativa) e o da Olivia alternativa infiltrada no lado de cá (manipulando as investigações enquanto espalha as pistas para a reunião das peças da máquina para Peter - cada vez mais envolvido no assunto). Um ponto positivo foi voltar a contar com a personagem Charlie (alternativa) mas é Broyles e o outro colega quem acentuam a empatia pelo "other side".
Grande série e a actriz Anna Torv (Olivia) tem prestado performances (duplas) espantosas... nem sei como os Globos de Ouro 2010 conseguiram ignorá-la (uma enorme injustiça para o sci-fi).
“Don’t belong here”… demais mesmo esta corrosiva promo.
Esperemos mesmo assim que o optimismo de Fringe se confirme mas ver uma das melhores séries do momento (das que sigo… ou tento manter-me a par) colocada á Sexta é duro. Smallville também está à Sexta e tem se safado.
Fringe também vai!
Usando a deixa do último filme de X-Files: “I want to belive!”
A 3ª temporada de Fringe tem estado imparável e num nível de intensidade nunca visto assim na série.
A primeira parte da 3ªtemporada (9 episódios - regressa em Janeiro 2011) tem sido fenomenal mas principalmente até ao episódio 8 é mesmo impossível de parar de ver pois tem sido frenética (dá vantagem ter vários episódios e vê-los seguidos).
Sem pretender revelar o essencial, as constantes alternâncias entre os dois universos paralelos e com isso passamos a conhecer muito melhor o outro lado (que é mais cool em muitas coisas) e mais importante ainda, as versões alternativas das personagens, e em especial o caso de Olivia presa no lado de lá (que evidencia a sua natureza de "especial" e ajuda a resolver os casos com mestria, captando a empatia pela Fringe Division alternativa) e o da Olivia alternativa infiltrada no lado de cá (manipulando as investigações enquanto espalha as pistas para a reunião das peças da máquina para Peter - cada vez mais envolvido no assunto). Um ponto positivo foi voltar a contar com a personagem Charlie (alternativa) mas é Broyles e o outro colega quem acentuam a empatia pelo "other side".
Grande série e a actriz Anna Torv (Olivia) tem prestado performances (duplas) espantosas... nem sei como os Globos de Ouro 2010 conseguiram ignorá-la (uma enorme injustiça para o sci-fi).
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Series TV: "Fringe"... 3T regressou em grande!
Pela experiência que tinha a assitir Fringe, cujas temporadas iniciam calmas e depois de encher pelo meio com situações menores e sermos conduzidos a finais de temporada avassaladores que nos deixam ansiosos pelo regresso... mas cuja temporada seguinte inicia calma, enchendo pelo meio com muitas situações menores, para sermos depois conduzidos a um final de temporada avassalador, daqueles que nos deixam ansiosos pelo regresso... e Fringe lá regressou!
Finalmente!!!
E foi um magnifico regresso. Mesmo!
Fringe deu-nos um episódio que continua o ponto de situação em que nos havia deixado. Se antes, no final da 2ªT, tivemos um vislumbre da Olivia-prime cativa numa prisão no mundo paralelo, pelo Walter'nate, desta vez o episódio centrou-se totalmente na sua situação. Isto soa a fraco mas contudo, desta vez a narrativa foi avançando sem nunca ser previsivel onde iria desenbocar e com isso ainda nos deu novos dados e ameaças a ter em conta.
Olivia-prime é submetida a questionários que atestam a sua sanidade mental, onde a sua história contada aos interrogadores do mundo alternativo (desconhecedores da "nossa" realidade paralela) joga totalmente contra ela e a ideia de louca emerge. A insistência, manipulação e experiências (uma delas é a tentativa de injectar novas memórias) a que é submetida leva-a por exaustão a chegar a duvidar da veracidade do que diz.
Olivia consegue escapar e torna-se numa fugitiva num mundo que aparentemente julga conhecer mas que não é bem igual. É aqui que a dinâmica dos acontecimentos se agigantam, sendo a maior o taxista que ela toma por refém da sua fuga.
Mas à medida que vai conseguindo escapar, também toda a divisão Fringe-alt persegue-a fortemente, tudo isto evoluindo enquanto Olivia começar a ficar baralhada mentalmente sobre quem realmente é (ou era?), ao mesmo tempo que emergem habilidades que não possuia.
Todo o episódio é um autêntico frenesim, uma viagem imparável, com Olivia confinada num taxi. Durante todo o tempo em que tudo decorre, percebemos que o taxista tem mais de semelhante com Olivia do que parecia ganhando a nossa empatia. Ver a equipa Fringe-alt também não deixa de nos instalar uma nova ambiguidade sobre estas personagens, pois na realidade também eles são pessoas manipuladas. Walter-nate revela-nos uma parte dos seu plano, que consiste em descobrir como viajar entre as realidades paralelas, tendo em Olivia a chance de descobrir como o fazer e assim avançar com a sua declarada guerra à nossa realidade.
A nossa realidade surge no fim, onde encontramos Walter, Peter, juntamente de uma Olivia-alt (a falsa) a ambientar-se numa realidade que lhe é igualmente alheia, deixando a impressão que no episódio seguinte teremos mais Olivia-alt.
Há vários detalhes a desfilar durante todo o episódio, desde o cientista-investigador da divisão Fringe, a Massive Dynamics não existir onde era suposto, a forma como funciona o protocolo de quarentena no mundo paralelo (fiquei com a sensação de existirem por lá mais zonas em quarentena do que seria esperado - o que me leva a imaginar outras realidades também em rota de colisão além da "nossa"), o sistema muito curioso de identificação social juntamente com os enormes avanços tecnológicos e a ideia de transferência de memórias (neste ponto a ex-série “Dollhouse” já me parece estar a deixar marcas) provenientes de uma Olivia-alt para a Olivia-prime (vai aumentar ainda mais as situações de confusão de identidade e realidades).
Termino com um video, que além de mostrar várias cenas da estreia da 3T, apresenta já novidades dos próximos episódios.
Vai ser uma boa temporada!
Ai vai vai…
Finalmente!!!
E foi um magnifico regresso. Mesmo!
Fringe deu-nos um episódio que continua o ponto de situação em que nos havia deixado. Se antes, no final da 2ªT, tivemos um vislumbre da Olivia-prime cativa numa prisão no mundo paralelo, pelo Walter'nate, desta vez o episódio centrou-se totalmente na sua situação. Isto soa a fraco mas contudo, desta vez a narrativa foi avançando sem nunca ser previsivel onde iria desenbocar e com isso ainda nos deu novos dados e ameaças a ter em conta.
Olivia-prime é submetida a questionários que atestam a sua sanidade mental, onde a sua história contada aos interrogadores do mundo alternativo (desconhecedores da "nossa" realidade paralela) joga totalmente contra ela e a ideia de louca emerge. A insistência, manipulação e experiências (uma delas é a tentativa de injectar novas memórias) a que é submetida leva-a por exaustão a chegar a duvidar da veracidade do que diz.
Olivia consegue escapar e torna-se numa fugitiva num mundo que aparentemente julga conhecer mas que não é bem igual. É aqui que a dinâmica dos acontecimentos se agigantam, sendo a maior o taxista que ela toma por refém da sua fuga.
Mas à medida que vai conseguindo escapar, também toda a divisão Fringe-alt persegue-a fortemente, tudo isto evoluindo enquanto Olivia começar a ficar baralhada mentalmente sobre quem realmente é (ou era?), ao mesmo tempo que emergem habilidades que não possuia.
Todo o episódio é um autêntico frenesim, uma viagem imparável, com Olivia confinada num taxi. Durante todo o tempo em que tudo decorre, percebemos que o taxista tem mais de semelhante com Olivia do que parecia ganhando a nossa empatia. Ver a equipa Fringe-alt também não deixa de nos instalar uma nova ambiguidade sobre estas personagens, pois na realidade também eles são pessoas manipuladas. Walter-nate revela-nos uma parte dos seu plano, que consiste em descobrir como viajar entre as realidades paralelas, tendo em Olivia a chance de descobrir como o fazer e assim avançar com a sua declarada guerra à nossa realidade.
A nossa realidade surge no fim, onde encontramos Walter, Peter, juntamente de uma Olivia-alt (a falsa) a ambientar-se numa realidade que lhe é igualmente alheia, deixando a impressão que no episódio seguinte teremos mais Olivia-alt.
Há vários detalhes a desfilar durante todo o episódio, desde o cientista-investigador da divisão Fringe, a Massive Dynamics não existir onde era suposto, a forma como funciona o protocolo de quarentena no mundo paralelo (fiquei com a sensação de existirem por lá mais zonas em quarentena do que seria esperado - o que me leva a imaginar outras realidades também em rota de colisão além da "nossa"), o sistema muito curioso de identificação social juntamente com os enormes avanços tecnológicos e a ideia de transferência de memórias (neste ponto a ex-série “Dollhouse” já me parece estar a deixar marcas) provenientes de uma Olivia-alt para a Olivia-prime (vai aumentar ainda mais as situações de confusão de identidade e realidades).
Termino com um video, que além de mostrar várias cenas da estreia da 3T, apresenta já novidades dos próximos episódios.
Vai ser uma boa temporada!
Ai vai vai…
terça-feira, 13 de julho de 2010
Series TV: "Fringe"... a 3ª temporada talvez traga ainda mais universos paralelos
Depois do grande final que foi a segunda temporada da série Fringe, imediatamente começaram a surgir algumas featurettes da produção de Fringe e uma das hipóteses ventiladas é ver na 3ª temporada ainda mais universos paralelos, como se poderá constatar pelo próprio elenco no video mais abaixo.
De facto, depois do que se viu acontecer na recta final da 2ªT não me espantaria nada e até gostaria duma possibilidade dessas. Afinal, se cada acção ou escolha cria uma nova realidade paralela onde ocorre o inverso da escolha tomada, terá de existir não mais uma ou duas realidades paralelas mas sim montes delas até ao infinito.
Uma ideia que promete muito para a série, que será talvez mesmo das poucas boas sci-fi que resistem no "ar".
A 3ª temporada de Fringe, que regressa a 23 de Setembro... vai aquecer!!!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Series TV: "Fringe"... season finale espantosa (parte 2)

Ora bem, regresso à segunda parte da season finale da 2ª temporada de Fringe (rever a 1ª parte clicando aqui).
O video com partes deste final pode ser revisto num outro artigo, clicando aqui.
Alerto que desta vez há imensos spoilers no artigo... afinal no FOX nacional ainda nem chegaram á 2ª temporada, portanto pode-se falar no assunto, que vai dar ao mesmo. E Fringe é seguida por poucos... não se compara a Lost em seguidores. Let it roll!
Minha nossa... este final de Fringe foi mesmo fabuloso!
Foi estrondoso mesmo e aconselho a verem os dois episódios finais seguidos... é como um belíssimo filme sci-fi!
Percepção do Fringe-verse...
Foi mesmo uma segunda parte espantosa, totalmente à altura da boa 1ª parte (eles foram mesmo mauzinhos ao nos fazerem esperar uma semana pelo resto do episódio duplo), onde tudo se desenvolveu de maneira perfeita.
A começar, e para absorver, ao finalmente passarmos mais tempo no mundo paralelo: as imensas subtilezas como os mapas, as fotos (brilhante a do presidente Kennedy idoso), até aos já vistos posters de cinema, etc... mas principalmente a visão panorâmica do mundo (país) e do que fazem nas zonas onde se manifestaram actividades entre realidades (o facto de colocarem essas regiões em quarentena ganha por lá outro significado e mais cruel).
O mundo paralelo é em tudo semelhante mas onde nele se optaram por fazer outras decisões em função do mundo original. Foi muito deslumbrante toda a cena do Peter no helicóptero, onde o avanço high-tech e da realidade aumentada funciona com o simples olhar através do vidro do heli para o ponto a ver. Demais mesmo!
Foi impressionante toda a interacção entre William Bell e Walter Bishop, onde o regresso de ambos a um laboratório (alternativo... mas curiosamente igual ao que tinham, pois...). Todas as conversas entre ambos foi repleta de casmurrice e troca de bocas, onde tudo foi dito com grande perspicácia e muito se ficou a saber sobre ambos.
Tivemos assim mais algumas respostas, especialmente as dadas por William Bell que incidem sobre os avanços que desenvolve no mundo paralelo, de que foi ele quem criou os shapeshifters, que a sua versão alternativa já havia morrido antes de ser um adulto e que ele coloca a sua inteligência cientifica juntamente com o conhecimento avançado do mundo alternativo, ao serviço da criação de novas evoluções tecnológicas e ao mesmo tempo usando tudo isso para potenciar a sua Massive Dynamics no lado de cá com esses avanços.
Um outro destaque evidente recai na magnifica performance da actriz Anna Torv que conseguiu mostrar um novo nível de interpretação das suas Olivia's ao fazer duas personagens bem diferentes e de subtilezas distintas duma para outra.
É curioso notar que até então, por vezes mais parecia que ela representava sempre da mesma maneira e com pouca expressão... mas afinal consegue desta vez dar muito ao seu papel, pois a sua Olivia-alt torna-se até uma melhor personagem que a original, sendo mais interessante, atrevida e intensa. Ahh... e o encontro entre as duas Olivias, desde o que falam (as diferenças e semelhanças) e a própria luta entre ambas foi de mestre.
Um outro momento depois notamos o enternecimento dela ao voltar a encontrar o antigo parceiro Charlie (o alternativo - acho que a série ganha muito com ele presente), a conversa no carro como nos velhos tempos e mais tarde o momento decisivo de Olivia ao revelar-se a Peter (sentimentos incluídos).
O Peter teve também os seus momentos de descoberta dos planos de Walter'nate, que o pretende usar como fonte de energia para a máquina de guerra que pretende construir.
E aqui isto faz pensar que raio de "verdadeiro" pai é este?*
Observações...
De todo este final de temporada, só achei mal o buraco narrativo que criaram com a manobra das Olivias. É que se a Olivia-prime era importante por ter de ser ela a abrir a passagem entre mundos com o seu poder e uma vez que o grupo dos especias que viajaram com ela ao morrerem, colocando para isso a necessidade de uma máquina para segurar o portal (que o Walter e Bell desenrrascaram á pressa facilmente) e... depois o que se vai a ver é que nada disso foi necessário. E até com isso a alt-Olivia consegue passar para cá. Esse deveria ter sido o momento que ela seria desmascarada por não ter o "superpoder"... mas enfim.
O que fica desta troca é que isto irá permitir novas possibilidades narrativas para a 3ª temporada. Com a Olivia-alt deste lado agora imagino que iremos acompanhar diversos dramas da sua infiltração, desde a sua presença no FBI, a relação com Peter que sofrerá um recuo e ainda o descobrir da família que não tinha (a irmã, a sobrinha...) tudo isso conjugando uma nova evolução de personalidade e percepção do que as pessoas do mundo alternativo imaginava serem "monstros" do lado de cá.
Uma outro facto não estabelecido muito coerente são as regras entre os Fringe-(uni)verses.
Fringe não tem sido muito clara com as regras entre as realidades paralelas. Tanto é difícil reunir condições para permitir atravessar entre realidades, envolvendo situações ultra-elaboradas... como de repente se fabrica um simples engenho e facilmente se muda de lado.
Ao mesmo tempo, há regras que parecem apenas existir para servir o desenvolver do episódio em questão, oscilando depois ao longo das temporadas.
Já se viu que Walter num outro tempo sem tecnologia avançada criou um mecanismo portátil para abrir e fechar os portais raptando o Peter-alt... também já se viu ele referir que um volume resgatado do lado de lá tem de ser compensado com outro volume para manter o equilíbrio... e que as passagens entre realidades alteravam atómicamente o organismo podendo serem trágicas a quem já o tenha feito (e a Walter não acontece nada?).
Penso que na 3ª temporada estas regras terão de ser consolidadas, uma vez que terá de estar mais presente a temática dos Fringe-verses. Contudo, avaliando como Fringe sempre se desenvolveu até aqui... é de esperar alguma lentidão de processos.
Divagações e teorias...
*Suspeito que, e sendo esta uma série de J.J.Abrams, um dia acontecerá um outro "major-twist": que é o de tudo se inverter e vermos algumas personagens que acompanhamos desde o inicio como sendo eles os verdadeiros maus de serviço, onde também ficaremos a saber que o próprio Walter é este sim também originalmente o do lado de lá -é rebuscado mas explicaria muita coisa.
Com esta teoria (louca) o Walter'nate ser mas é do lado oposto -e aí jogarem com o facto de Bell ter mexido no cérebro de Walter como ficamos a saber claramente neste final (e ter feito mais do que isso: consciência?).
Nessa fase as personagens perceberão que são apenas marionetas de um Walter deste mundo e mau...
Seria a melhor maneira de justificar os actos de Walter para com Peter, se ambos tiverem origem no mesmo mundo. Assim, o que parece um rapto de um filho alternativo, seria isso sim a mais pura protecção paternal...
Agora, apreciando a seguinte promo, até ganha outro sentido... Não só revela a Olivia separada deles como se pode interpretar como Walter e Peter serem do mesmo mundo.
O certo é que com este final mais intenso entre as realidades e os antagonismos colocados em posição... a 3ª temporada tem tudo para ser espantosa igualmente. Até porque será a única série de temática sci-fi fantástico a lidar com situações invulgares, não devem vacilar agora.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Series TV: "Fringe"... cenas da parte 2 da season finale
Um clip com algumas cenas intrigantes da 2ª parte da season finale de Fringe 2ª temporada, que termina já hoje.
E que venha lá a 3ª temporada a dar nova luz a questões como se percebem no clip.
Curiosidade: durante a luta das duas duas versões de Olivia o som faz lembrar Matrix, que continua omni-presente em imensas produções... a cena da luta final em Smallville à chuva é outra também.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
series TV: "Smallville"... 9T chegou ao fim
Estou atrasado com esta série (assim como algumas outras que ficam para ver depois das "very big amazing shows" como Lost ou Fringe ou Big Love...), pois não passei ainda do ep16 e o final foi o ep22 (tenho de fazer outra vez uma maratona Smallville rumo até ao final).
Mas como bom batoteiro, já vi toda a cena inicial (o sonho) e aquele vislumbre do logo colorido nos olhos de Clark foi um "super" teaser digno de só dar no final até para alimentar a 10ª temporada.
As pessoas no Daily Planet a apontarem para o céu e a questionarem-se sobre o que está a voar para junto do avião em queda… demais mesmo! Pura antologia!
Depois há muitos avanços narrativos já neste final: a Lois descobre quem é o verdadeiro "borrão" (o que deixa ainda mais curiosidade para a 10T final), o triste final da Tess, os diversos super-heróis presentes para ajudar... promete!
E como é sabido vai mesmo ter uma 10ª e última temporada para o definitivo fim desta série (está na altura!), que nas últimas temporadas tem se erguido num belíssimo nível.
A promo da season 9 finale, que até já aconteceu a semana passada... ooops i'm late!
É um video muito rápido mas um fã colocou-o em velocidade mais lenta e muito melhor se pode vislumbrar do que nos trás este final. Ver no YouTube.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Series TV: "Fringe"... season finale até teve nova intro (parte 1)
Uma das mais notórias diferenças na 1ª parte do final da segunda temporada de "Fringe" deu-se logo no tema de introdução. Desta vez chegou em vermelho e com novos itens. É a intro do mundo paralelo...
Foi um bom episódio e deixou a crescer "água na boca" para a segunda parte. O mais apreciável foi termos finalmente a acção a passar-se do lado de lá.
Com isso tivemos uma maior tempo para vislumbrar a realidade paralela e ainda um contacto com personagens desse mundo, mais especificamente com a Fring(verse) Division, que tem um agente Broyles mais activo (até enverga t-shirt), o agente Charlie continua vivo por lá e muito activo (e com algumas taras por aranhas), a agente Olivia não é uma loira mas morena durona pois deu a entender que é bem lixada para a acção e não só (e até tem mais acção na cama dela também). A maior surpresa foi ver a agente Astrid envolvida activamente na divisão de investigação, sendo por lá uma agente de apoio informático (fixe).
William Bell voltou a aparecer também (estas devem ser a últimas participações como actor de Leonard Nimoy -pois ele já avisou que vai se reformar da carreira de actor -merece!).
Como primeira parte, foi muito dinâmica e mostrou que no mundo paralelo existe uma monitorização dos eventos que passam as duas realidades, estando esta alternativa equipa encima de tudo o que se intrometa com a realidade deles.
Divagação: O feeling que deixou o contacto com as personagens do lado de lá é que... estes me parecem os bons.
Para já estão apenas a proteger a separação entre realidades paralelas em modo defensivo. Digo isto porque se questionarmos os factos, é o "nosso" que fez as infracções. Foi daqui para lá que se atravessou a separação de realidades, num acto que é todo ele um crime pois Walter foi lá e raptou o Peter, o filho da sua versão paralela. O tal de Secretário, é um Water-nate ressentido pela perda do seu filho há décadas e obviamente que tudo faria para o voltar a resgatar. A culpa do acto do Walter-prime originou até ao suicido da esposa e mãe de Peter nesta realidade.
Peter aceitou (no episódio anterior só com o Peter - que foi muito bom apesar de muito diferente também) ir para o mundo paralelo com o Sr. Secretário. No mundo paralelo, no fundo o verdadeiro mundo de Peter, encontra a sua mãe, viva e com quem passa tempo a conversar e a recuperar memórias.
No meio disto tudo, parece que Walter volta novamente a criar razões para uma nova guerra pois decide criar uma equipa para resgatar o filho que foi para o mundo paralelo. No fundo, voltar a raptar um filho que na verdade nem é dele sequer aos próprios pais novamente. Isto configura-se uma premissa super interessante.
Resta-me ainda algumas questões: se William Bell era deste lado onde está o seu equivalente paralelo? E do lado de cá o do agente que chefia a Fringe Divison. E os Observadores e os Shape-shifters são afinal de que mundo paralelo? É que ambos não parecem de nenhum dos dois mundos...
Foi um bom episódio e deixou a crescer "água na boca" para a segunda parte. O mais apreciável foi termos finalmente a acção a passar-se do lado de lá.
Com isso tivemos uma maior tempo para vislumbrar a realidade paralela e ainda um contacto com personagens desse mundo, mais especificamente com a Fring(verse) Division, que tem um agente Broyles mais activo (até enverga t-shirt), o agente Charlie continua vivo por lá e muito activo (e com algumas taras por aranhas), a agente Olivia não é uma loira mas morena durona pois deu a entender que é bem lixada para a acção e não só (e até tem mais acção na cama dela também). A maior surpresa foi ver a agente Astrid envolvida activamente na divisão de investigação, sendo por lá uma agente de apoio informático (fixe).
William Bell voltou a aparecer também (estas devem ser a últimas participações como actor de Leonard Nimoy -pois ele já avisou que vai se reformar da carreira de actor -merece!).
Como primeira parte, foi muito dinâmica e mostrou que no mundo paralelo existe uma monitorização dos eventos que passam as duas realidades, estando esta alternativa equipa encima de tudo o que se intrometa com a realidade deles.
Divagação: O feeling que deixou o contacto com as personagens do lado de lá é que... estes me parecem os bons.
Para já estão apenas a proteger a separação entre realidades paralelas em modo defensivo. Digo isto porque se questionarmos os factos, é o "nosso" que fez as infracções. Foi daqui para lá que se atravessou a separação de realidades, num acto que é todo ele um crime pois Walter foi lá e raptou o Peter, o filho da sua versão paralela. O tal de Secretário, é um Water-nate ressentido pela perda do seu filho há décadas e obviamente que tudo faria para o voltar a resgatar. A culpa do acto do Walter-prime originou até ao suicido da esposa e mãe de Peter nesta realidade.
Peter aceitou (no episódio anterior só com o Peter - que foi muito bom apesar de muito diferente também) ir para o mundo paralelo com o Sr. Secretário. No mundo paralelo, no fundo o verdadeiro mundo de Peter, encontra a sua mãe, viva e com quem passa tempo a conversar e a recuperar memórias.
No meio disto tudo, parece que Walter volta novamente a criar razões para uma nova guerra pois decide criar uma equipa para resgatar o filho que foi para o mundo paralelo. No fundo, voltar a raptar um filho que na verdade nem é dele sequer aos próprios pais novamente. Isto configura-se uma premissa super interessante.
Resta-me ainda algumas questões: se William Bell era deste lado onde está o seu equivalente paralelo? E do lado de cá o do agente que chefia a Fringe Divison. E os Observadores e os Shape-shifters são afinal de que mundo paralelo? É que ambos não parecem de nenhum dos dois mundos...
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Series TV: "Fringe"... teaser da season finale. Uau!!!
O teaser da season finale de Fringe, a 1ª parte é já hoje, para todos aqueles que andarem distraídos...
Mas que belo trailer!!!
Uau… dois Walters… duas Olivias… a guerra entre realidades a chegar finalmente... ui ui ui!!!
Os desprevenidos até julgarão se tratar, não de uma série mas sim, de um valente filme sci-fi, pois todo ele foi feito para se parecer com os trailers para cinema. Pensando bem até que o é na verdade um tele-filme, isto se se juntar as duas partes para ver duma só vez.
Por acaso a recta final, ou melhor, desde que regressou da paragem, agora sim, que Fringe tem sido aquilo que sempre deveria ser ao longo da 2ª temporada.
Ser pertinente mesmo quando lida os casos menores e manter a fervilhar constantemente acontecimentos da sua premissa base, o Fringe-verse, em estilo “bigger-than-life”.
Vamos ter filme, desculpem, grande final de temporada desta série!
“There's more than one of everything”… por isso, devido a este lema, gamei o video ao TVDependente... eh, eh, eh!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Series TV: "Fringe"... em grande momento!
Fringe regressou a um bom momento finalmente, muito especialmente com este episódio "The Man from the other side" (2T -ep.19) e até mesmo o caso da semana anterior no ep.18 (o homem a viajar no tempo – com o Peter Weller, o eterno Robocop, com aspecto biomecanico) valeu bem a pena.
Este episódio foi realmente bom, trouxe de novo os shape-shifters (sobre os quais passamos a saber bastante mais -meios máquinas e meio-humanos) e quem veio do lado de lá, com toda a vontade em cá chegar, só pode ser o Walter-nate.
Walter sabe demais sobre os dois mundos e essa foi a razão de Bell lhe ter mexido no cérebro para manter o equilíbrio. Agora é o outro Walter quem volta de novo a provocar os desequilíbrios entre mundos, pela razão pessoal do filho raptado, a quem temos de dar razão até por vir furioso.
É curioso como o Walter, conseguiu nos anos 80 e com tecnologia tosca, reunir condições para ver e passar entre mundos com facilidade. 20 anos depois, parece dificil e tentam sempre da maneira mais perigosa (fazer chegar com uma ponte?!)…
No meio disto tudo fica uma outra questão que nunca vejo ser abordada:
De que realidade é afinal o William Bell se nunca se viu referir a existência de outro no mundo onde está?
Obs: Os easter eggs durante o episodio foram engraçados: ter uma aparição na TV com o Lost (cena com a Clare) ficou bem em Fringe e depois há ainda a cena das matriculas à lá Star Wars.
Fringe... versão noir
Eh, eh, eh!!! Tudo a preto e branco, e o estilo noir aplicado a Fringe também tem muita pinta e acredito que vai ser fixe também. Só pelo "trailer" dá para perceber o tom da coisa...
Este episódio foi realmente bom, trouxe de novo os shape-shifters (sobre os quais passamos a saber bastante mais -meios máquinas e meio-humanos) e quem veio do lado de lá, com toda a vontade em cá chegar, só pode ser o Walter-nate.
Walter sabe demais sobre os dois mundos e essa foi a razão de Bell lhe ter mexido no cérebro para manter o equilíbrio. Agora é o outro Walter quem volta de novo a provocar os desequilíbrios entre mundos, pela razão pessoal do filho raptado, a quem temos de dar razão até por vir furioso.
É curioso como o Walter, conseguiu nos anos 80 e com tecnologia tosca, reunir condições para ver e passar entre mundos com facilidade. 20 anos depois, parece dificil e tentam sempre da maneira mais perigosa (fazer chegar com uma ponte?!)…
No meio disto tudo fica uma outra questão que nunca vejo ser abordada:
De que realidade é afinal o William Bell se nunca se viu referir a existência de outro no mundo onde está?
Obs: Os easter eggs durante o episodio foram engraçados: ter uma aparição na TV com o Lost (cena com a Clare) ficou bem em Fringe e depois há ainda a cena das matriculas à lá Star Wars.
Fringe... versão noir
Eh, eh, eh!!! Tudo a preto e branco, e o estilo noir aplicado a Fringe também tem muita pinta e acredito que vai ser fixe também. Só pelo "trailer" dá para perceber o tom da coisa...
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Series TV: "Fringe"... e o Fringe-verse
O episódio do regresso de Fringe, o dedicado a Peter e sabermos sobre como se tornou possível a existência dele no universo-prime.
Foi um bom episódio, repleto de respostas, um autêntico regresso ao passado de Walter e ao momento em que tudo se deu. Episódio muito claro, esclarecedor e que levanta muito mais o véu sobre o universo alternativo em Fringe. Ou como, simpaticamente chamo, o Fring-verse.
Foi esclarecedor saber mais do universo/mundo alternativo, onde existem as mesmas pessoas em ambos os lados, que um mais avançado que o outro (o alternativo é o), onde certas decisões foram tomadas em função do outro lado (os edifícios por exemplo - a cena do Empire State Building é icónica), isso é um facto que me parece indicar uma entidade (ou reguladores?) com mais conhecimento do assunto (do que parecia até aqui) e ainda o sabermos que nos anos 80 Walter tinha equipamento para passar entre mundos, etc... tudo isto num só episódio.
Foi sensacional!!!
Até o genérico foi especial pois mudaram-no para parecer ter sido feito nos anos 80.
No entanto, ver este episódio conduziu-me a uma nova questão rapidamente:
Qual dos dois universos em Fringe é o universo-prime (o original)?
É que começo a suspeitar que estas aventuras da série Fringe passam-se, e sim, já na própria realidade alternativa. E com isso, poderia perfeitamente o outro universo ser o original (prime), se é até mais avançado e era lá que o Observador se encontrava antes de desviar o curso dos acontecimentos nas duas realidades.
Já circula por aí fotos dos cenários de próximos episódios onde iremos ter novas "luzes" sobre as realidades alternativas. Pelas imagens, percebe-se que tudo pode existir igualmente (até os filmes) mas com variantes.
Aliás... já neste episódio no momento do encontro dos Observadores, se pode notar um alternativo filme do "Regresso ao Futuro"...
Mais a chegar...



Parece prometer, de novo, a série Fringe.
Que se confirme!
sábado, 13 de março de 2010
Series TV: "Fringe"... um teaser do regresso em Abril
Fringe é uma boa série mas nos últimos tempos tem se pautado por situações semanais, ao estilo de caso da semana, que não abonam muito a favor da série.
A série está em paragem desde 5 Fevereiro e deixou-se ficar num ponto cada vez mais intrínseco sobre o Peter, chegando mesmo a aludir directamente a origem dele. É bem necessário eles avançarem sobre a mitologia da série pois tem andado fraca.
Fringe regressa a 2 de Abril e o arranque é justamente com o muito alusivo episódio "Peter" e cujo teaser é um autênctico must see!
A série está em paragem desde 5 Fevereiro e deixou-se ficar num ponto cada vez mais intrínseco sobre o Peter, chegando mesmo a aludir directamente a origem dele. É bem necessário eles avançarem sobre a mitologia da série pois tem andado fraca.
Fringe regressa a 2 de Abril e o arranque é justamente com o muito alusivo episódio "Peter" e cujo teaser é um autênctico must see!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Series TV: "Lost"... de "Fringe" a "Star Trek" (ou "Donnie Darko")
A 6ª temporada de Lost / Perdidos chegou... e desta vez com mais uma nova componente: as realidades paralelas, ou seja uma nova linha temporal em simultâneo.Compreendo melhor as razões de a outra série de J. J. Abrams, a Fringe, andar tão “simplezinha” e arredada do seu tema principal, o dos mundos paralelos (temática agora algo semelhante que se vê em Lost). É que assim a sensação de impacto deixado em Lost torna-se maior, se a série Fringe esquecer um pouco o assunto momentaneamente.

Actualmente, a série Fringe (2ª temp) mudou e tem seguido uma linha (e situações) semelhante a uma outra série que tinha arrancado na mesma altura quando Fringe estreou em 2008. Refiro-me à "jeitosinha" série “The Eleventh Hour”, cujo foco se dedicava a lidar com casos anormais e sempre relacionados com situações provenientes do uso abusivo da ciência. A série funcionava em torno do estilo "caso da semana", sendo que a meio da temporada ainda veio a ganhar um novo fôlego (com a adição de uma personagem divertida e muito útil) e um esboço de uma linha narrativa um pouco mais continuada (o que a fez valer de uma boa recta final)
A "11th hour" não veio a ser renovada (cancelamento) e parece que a equipa da Fringe decidiu-se em pegar no mesmo filão deixado pela tal série referida.Assim passou-os para os episódios "fillers de temporada" que tem apresentado até aqui, casos que na verdade não ligam directamente com a trama principal de Fringe... mas entretêm bem.
O que tem sido apresentado são casos, ainda que interessantes, resolvidos no mesmo episódio. Deve ter sido uma decisão para as audiências não se sentirem tão obrigadas a ver o que passou antes.
Portanto, Fringe tornou-se um procedural, de episódios soltos à lá CSI e onde por vezes lá se alinham ao que mais interessa na trama sobre o mundo paralelo. A 1ª temporada já era assim (mais ou menos a cada 4 episódios haviam momentos altos) mas os episódios de preenchimento contribuíam muito mais com as deixas finais. Fringe continua mesmo assim a ser uma série interessante de seguir… mas admito também que poderia ser melhor.
A "teoria da conspiração" que desenvolvi é que há algo mais nestas mudanças em Fringe (que até vai novamente parar durante umas) pois mais me parece claramente intencional para que não haja mais nada de demasiado entusiasmante para que a chegada de Lost ganhe mais impacto ainda.
Como agora Lost, além da sua abordagem invulgar ás viagens no tempo, ao também se passar a acção numa outra dimensão, passou a ganhar uma nova interpretação da narrativa.
Assim encaro estas situações (positivamente) como "culpa" do grande J. J. Abrams, e os seus argumentistas, por terem feito o filme "Star Trek" 2009 (o “novo” 1º filme da saga). Como já andam até a alinhar a história da sequela do filme Star Trek, as ideias descartadas andam a parar nas séries… só pode. E ainda bem, pois ao menos o brainstorming deu pela segunda vez uma nova vida a Lost. Uma vida ainda mais sci-fi e de autêntico quebra-cabeças
É que agora está presente em Lost, uma ideia claramente derivada do reboot de Star Trek, onde uma acção ou as opções que se "escolhem", conduzem à criação de uma nova realidade paralela. No fundo escolher A ou B, faz-nos acompanhar ambas as possibilidades, estando ambas a acontecer e ambas serem válidas mas em conflito (se o "destino" está decidido acabarão por ter um mesmo desfecho). Falta-nos perceber como é que ambas as realidades se vão cruzar.
Para terminar, até adiantaria que não estaremos bem na presença de realidades paralelas ou alternativas mas sim perante um outro paradoxo que é o das realidades tangentes e imagino que o cruzamento/fusão de ambas trará a possibilidade da redenção às personagens (à lá "Donnie Darko").
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Series TV: "Dollhouse" foi cancelada... e divagações sobre outras séries
A série foi cancelada por ter baixas audiências e também porque esta segunda temporada não está a entregar o que se esperava ver como continuidade do ponto em que ficou na 1ªT.
Foi cancelada mas a estação deu aval para se completar o resto da temporada e assim criar um fim digno á série.
Dollhouse é talvez das mais interessantes premissas numa série, só que uma ideia mal aproveitada, precisamente porque não pararam para desenvolverem a 2ªT como um todo. Afinal, a DollHouse começou e acabou a 1ªT em 2009 e avançou a meio de 2009 já para a 2ªT. Tudo sem parar…
Dollhouse tem de ser uma série a dirigir-se para os ambientes negros e obscuros e não para os quase “happy-endings” dos casos semanais. Talvez agora… com este prazo limitado já estabelecido a série consiga terminar em grande, acabe por ser o que devia ser continuamente. Até porque depois do vislumbre do apocalipse em "Epitaph One" (rever aqui a review deste episódio) a série terá agora de caminhar nesse sentido.
Eu acredito, que o criador, Joss Whedon, vai fazer um bom final para a "Dollhouse".
Tão bom vai ser que a série até vai deixar saudades e com todos a pedirem mais episódios. Agora com a moda “BSG” dos telefilmes póstumos talvez ainda haja algo mais…
Divagação...
Este post é sobre a Dollhouse… mas não só.
Não vejo como mal, esta decisão da estação televisiva, pois agora deram finalmente uma agenda definitiva á série. Todas as séries deveriam ter uma agenda a impor os seus limites de exibição.
Tipo "esta série só vai ter 2/3 temporadas" e o guião deveria já estar bastante planeado.
Se as coisas correrem mal... ou a série não ganhasse a aceitação de quem vê televisão... bastaria estabelecer com menos episódios essa narrativa para que ainda assim tivesse na mesma um final como deve ser.
Contudo, não é assim que as coisas sucedem...
Digo isto porque o factor comercial (captar audiências) faz com que a maioria das séries, as que têm audiências existam muitas vezes por "acrescentos de ideias semanais". Enquanto há atenções, são exploradas até não dar mais. "Heroes" é um típico exemplo disso...
Se "Heroes" tivesse uma única narrativa pensada, tal como sucedeu na 1ªT, para dar fim á série em mais uma ou duas temporadas, nunca se teria arrastado para a lama como acontece presentemente. Ao menos se quisessem mais “Heroes” arranjavam novo volume totalmente renovado (novos actores, personagens, situações, poderes, etc).
Refiro-me a "Heroes" mas podia bem ser também sobre a série "Fringe", que passou também na actual 2ªT aos “acrescentos de ideias semanais” e a contar muito pouco do que a tornou tão especial, tais como o Padrão, os observadores, os mundos paralelos, etc...

Isto também se aplica a muitas outras séries que continuamente regressam e se mantêm no ar por anos seguidos.
Isto leva a que quase todas as séries se espalhem ao comprido, mais cedo ou mais tarde.
Por exemplo as séries mais preciosas dos últimos tempos, por exemplo "BattleStar Galactica" (2003) ou Lost, decidiram a determinada altura impor um fim. De tantas séries que já vi e vejo, melhor que Lost só… a BSG!
Não só evitariam o arrastar de temporadas que em nada contribuiriam, como também salvam orçamentos (estas duas absorviam bastante massa).
As novas séries parece que chegam actualmente com vontade de provocar derrotas nas outras (estações)… mas o que se vê é que acabam por ser elas as derrotadas.
“V” é uma série que está motivada pelo negócio das cadeias televisivas em ter o next-big-hit.
Eu adorei o 1º episódio de V (2009) mas nota-se que tanto esta como "FlashForward" (rever aqui a review), querem se instalar como supra-sumos pós-Lost, ou seja há falta de humildade, e isso mais tarde (ou até bem cedo) poderá vir a ser julgado pelos telespectadores.
Eu adorei o 1º episódio de V (2009) mas nota-se que tanto esta como "FlashForward" (rever aqui a review), querem se instalar como supra-sumos pós-Lost, ou seja há falta de humildade, e isso mais tarde (ou até bem cedo) poderá vir a ser julgado pelos telespectadores.
Se bem recordamos, “Lost” foi crescendo mas inicialmente era muito humilde e a "BSG" quando se apresentou com a mini-série mostrou-se também nesse espirito, pois estavam a tentar cativar novo interesse para este remake.

Contudo, o que achei da actual "V" (2009) e "FlashForward" é que tentaram ser mais um acontecimento mediático (gerar hype) do que criar algo para crescer bem sustentada. Por isso o piloto de ambas ser tão apressado…
Mesmo assim venham elas que cá estamos para as ver.
Mesmo assim venham elas que cá estamos para as ver.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Cinedupla: Star Trek + Terminator Salvation
Novamente um cinedupla com ficção-ciêntífica... mas desta vez a braços com dilemas maiores: paradoxos temporais!
"Terminator Salvation" de 2009, é assim a quarta incursão por este imaginário e chegou com imensas ambições, depois de um T3 que pouco deu de valor para a saga, além de várias sequências de acção interessantes.

Quando o filme estreou dizia assim: "Temia o pior sobre uma nova adaptação de Star Trek. Depois de ver as variantes que foram sendo feitas... nunca nada saiu melhor que a série original dos anos 60/70 ou os dois filmes que imediatamente se fizeram a seguir."(...)
É mesmo... poder-se viajar no tempo ou viver o presente em função de um futuro já conhecido pode criar situações de autênticos dilemas a vários níveis, desde os existenciais, dimensionais, o livre arbítrio, etc.
Afinal, o futuro estará mesmo escrito? O destino é mesmo esse futuro?
O futuro pode ser modificado? Existirá a possibilidade de o fazer?
As escolhas e opções do presente que efeitos terá no futuro já conhecido?
E outras questões assim do género...
Puxa, assim de repente esta até parece uma introdução para falar de séries como a recente FlashForward ou de Lost e Fringe... mas não é!
O artigo duplo desta vez é dedicado a dois filmes que lidam com estas situações, de maneiras diferente nestes dois casos mas que a sua trama se vê constantemente a lidar com estes temas. Eles são "Terminator Salvation" e o "Star Trek" (2009).
A saga Terminator...
A saga Terminator, começou por ser um filme que bem se poderia classificar de filme classe B.
"The Terminator" (1984) saiu-se como um filme de acção para o típico filme de músculo pois Arnold Schwarzenegger era a figura central, que apesar de vilão, lá fazia o seu papel de brutamontes musculado tão em voga na década de 80.
No entanto, este era também um filme com uma muito imaginativa história: um andróide que vem do futuro para matar Sarah Connor para assim impedir a existência daquele que é no futuro o líder da Resistência contra as máquinas e a Skynet. John Connor, o líder no futuro, para proteger a sua ainda jovem mãe, envia um soldado, Kyle Reese, uma espécie de seu braço-direito da Resistência e este lá é bem sucedido na sua tarefa com a sua própria vida. Mas o facto mais interessante é que torna-se ele o pai do seu próprio amigo. O filme tornou-se um dos maiores de culto da década e uma sequela seguir-se ia anos mais tarde.
"Terminator 2: Judgment Day" (1991) chegaria e nada mais seria o mesmo.
Veio servido do que de melhor se podia fazer em matérias de efeitos especiais. Contudo, os mesmos efeitos especiais apresentaram-se supreendentemente ao serviço de conseguir contar a história que surgia desta vez ainda mais magnifica.
James Cameron foi o realizador por trás dos dois filmes e com toda a sua mestria deu-nos um dos mais memoráveis filmes de acção e ficção-científica de todos os tempos. Ao segundo filme aquilo que parecia um óptima ideia é transformado para algo ainda mais magnifico com algumas variantes que o alimentaram ainda mais. Desta vez o objectivo é matar o próprio John Connor ainda adolescente e quem surge para o proteger é igualmente uma outra máquina. O que no 1º filme era um vilão é agora um salvador, uma máquina a ajudar a Humanidade, mas a ameaça que defronta é uma outra máquina ainda mais sofisticada vinda do futuro: um imparável e destruidor T300 feito de metal-liquido metamorfo. Tivemos grande, grande, grande filme!
Os problemas apartir deste T2 foi em fazer novas sequelas á altura do material tão inteligentemente estabelecido. James Cameron não quis fazer mais nenhum filme seguinte e o que veio a seguir não se encontrou á altura dos dois iniciais.
Os problemas apartir deste T2 foi em fazer novas sequelas á altura do material tão inteligentemente estabelecido. James Cameron não quis fazer mais nenhum filme seguinte e o que veio a seguir não se encontrou á altura dos dois iniciais.
"Terminator Salvation" ( 2009)
Todos os filmes da saga tiveram sempre uma premissa base muito simples para evitar o futuro que aí vinha: "salvar Sarah Connor" no T1, "salvar sarah Connor e o jovem John Connor" no T2, "salvar do dia do julgamento final John Connor e aquela que será a sua mulher" no T3. De todas as vezes alguém foi enviado para o passado para assegurar o cumprimentos das missões.
Chegamos ao T4, e por já estarmos nesse futuro que não se conseguiu evitar, a premissa perdeu-se. Salvar quem desta vez? Improvisa-se... mas o mais visado desta vez é assegurar que Kyle Reese, ainda adolescente, sobreviva para que John Connor possa um dia nascer... e voltar a salvar a sua existência.
Ao quarto filme, realizado por McG, a acção já não decorre no nosso tempo para esta ser mudada para o futuro, onde encontramos um John Connor já adulto em plena guerra com as máquinas e a desenvolver a Resistência, dando esperança á Humanidade num mundo em pleno caos e já dominado pelas máquinas da Skynet. Depois há um John Connor, interpretado por Christian Bale, a remar contra o estado das coisas...
Afinal, o futuro que a sua jovem mãe veio a saber vir a acontecer não pôde ser mudado e o dia do Julgamento Final aconteceu mesmo. O mundo passou a ser comandado por máquinas que exterminam os humanos.
Ou seja, John Connor tem de salvar a todo o custo aquele que virá a ser o seu pai. E o paradoxo-mor é ver ambos juntos, o filho um adulto maduro e o futuro pai ainda um adolescente muito verde. John Connor sabe que ele será (é) o seu pai, que desconhecia, mas devido a ter uma espécie de guião de vida que a mãe lhe deixou (um diário onde ela escreveu as tais Crónicas de Sarah Connor) relaciona os factos. Por seu lado, Kyle Reese desconhece o seu futuro completamente, sendo ele também um pequeno lider da sua área de resistência, onde passa o tempo a arriscar a vida.
E se ele morrer ainda jovem? Isso iria evitar os acontecimentos vistos em T1. Não deixou de ser um ponto interessante, pertinente e paradoxal.
O filme está carregadinho de espantosas cenas de acção com muitos e bons efeitos especiais. A Skynet ainda se encontra num tempo onde não tem os humanoides exterminadores, pelo que os "agentes" da Skynet no terreno são ainda autênticas máquinas de metal. E que maquinões!!!
Pelo meio conhecemos ainda uma outra personagem, interpretado por Sam Worthington, que acaba por ser quem conduz os acontecimentos, carrega em si um grande twist e é através dele que passamos a conhecer um pouco melhor como esse futuro foi conduzido ao ponto que chegou. Pode-se dizer que esta personagem rouba totalmente o protagonismo da personagem de John Connor (e mais uma vez em toda a saga vista até aqui ele perde protagonismo para outras -é estranho sendo ele o grande e famoso líder...).
T4 não supera o T2 mas é muito melhor que o T3. Aliás, acho mesmo que este filme teria servido melhor como sendo o verdadeiro sucessor de T2, olhando à forma como inicia e como os eventos do T3 não pareceram contribuir em nada para a saga dos filmes (e a série incluída).
Consegue ainda deixar algumas referências saborosas.
- Uma é o cameo de um Exterminador em linha de produção, portanto... exactamente igual ao que vemos no T1 (sim é um Arnold Schwarzenegger e ainda bem novo -uma proeza do CGI).
- Depois as referências que remetem a conceitos explorados na série televisiva "Terminator: The Sarah Connor Chronicles" que teve na derradeira 2ªT imensos pontos relevantes que alargaram o universo da saga Terminator. Tais como a existência de uma facção das máquinas a apoiar os humanos da resistência, a ambiguidade dos sentimentos de John Connor pelas máquinas (que alguns humanoides os vê como... pessoas) e muitos outros pontos interessantes que estavam a ser explorados (incluindo a alusão a de nem sequer existir John Connor no futuro mas sim o culto de que ele existe).
É um filme à maneira mas que depois de tantas peripécias sabe a filme vazio de premissas fortes como continham os dois primeiros filmes da saga. Este é mais uma exploração da saga mas vale bem a pena ver por ter muita espectacularidade... e por ser irresistível perder o que quer que seja desta saga.
Star Trek (J. J. Abrams -2009)

Quando o filme estreou dizia assim: "Temia o pior sobre uma nova adaptação de Star Trek. Depois de ver as variantes que foram sendo feitas... nunca nada saiu melhor que a série original dos anos 60/70 ou os dois filmes que imediatamente se fizeram a seguir."(...)
A verdade é que J. J. Abrams conseguiu tornar relevante a saga Star Trek e este tipo de aventuras de ficção-ciêntifica de recorte clássico: naves espaciais, aliens, muito equipamento high-tech futuristico, etc.
Fez tudo bem feito e ao mesmo tempo conseguiu respeitar com mestria uma saga quase sagrada, reinventando-a, actualizando-a e apresentando uma linha narrativa que nem sequer renuncia o que foi feito até então.
O que ele fez é obra mesmo!
O filme afigura-se como sendo uma prequela e reboot simultâneo de tudo. Apesar de o ser na verdade, esta aventura que é assitida no filme também se pode ver como uma continuação do último filme com Spock. E aí reside um dilema com que me deparo: Este filme é então uma prequela ou uma sequela?
Digamos que é uma disfarçada sequela, que se serve das possibilidades dos paradoxos temporais para depois arrancar uma nova aventura em jeito de prequela.
O que ele fez é obra mesmo!
O filme afigura-se como sendo uma prequela e reboot simultâneo de tudo. Apesar de o ser na verdade, esta aventura que é assitida no filme também se pode ver como uma continuação do último filme com Spock. E aí reside um dilema com que me deparo: Este filme é então uma prequela ou uma sequela?
Digamos que é uma disfarçada sequela, que se serve das possibilidades dos paradoxos temporais para depois arrancar uma nova aventura em jeito de prequela.
Se querem uma sinopse revejam (aqui) o artigo aquando da estreia porque o enebriante do filme é mais do que essa premissa.
Somos levados ao inicio de tudo.
Assistimos á construção da mítica Enterprise e à formação da equipa que a comandará. Logo aí temos uma novidade: a nave não é comandada pela personagem James T. Kirk. E é por James T. Kirk, ainda um jovem, muito inconsequente, indisciplinado, de mau-feitio... mas corajoso e irreverente em doses massivas, que somos levados a seguir esta aventura. Esta é em parte a história dele e motivada por ele. Mas não é só sobre ele. É também os primordios do que será a sólida amizade dele com Spock. Spock esse, também jovem, de brilhante inteligência da lógica e dividido pela sua condição de humano e vulcano.
E o mesmo é aplicado aos restantes elementos que vamos conhecendo e que formará a equipa da Enterprise. Todo o lado humano, as motivações e rumos de toda esta equipa é nos colocados de uma forma bem apresentada, estruturada e que acabará por fazer pleno sentido de uma forma saborosa.
Assistimos á construção da mítica Enterprise e à formação da equipa que a comandará. Logo aí temos uma novidade: a nave não é comandada pela personagem James T. Kirk. E é por James T. Kirk, ainda um jovem, muito inconsequente, indisciplinado, de mau-feitio... mas corajoso e irreverente em doses massivas, que somos levados a seguir esta aventura. Esta é em parte a história dele e motivada por ele. Mas não é só sobre ele. É também os primordios do que será a sólida amizade dele com Spock. Spock esse, também jovem, de brilhante inteligência da lógica e dividido pela sua condição de humano e vulcano.
E o mesmo é aplicado aos restantes elementos que vamos conhecendo e que formará a equipa da Enterprise. Todo o lado humano, as motivações e rumos de toda esta equipa é nos colocados de uma forma bem apresentada, estruturada e que acabará por fazer pleno sentido de uma forma saborosa.
Os filmes Star Trek nunca se mostraram como filmes de grande acção. Este consegue-o sem trair nenhuma das características originais, que lá estão também. Uma das mais significativas características identificativas desta saga passa por Spock e Zachary Quinto compôs um jovem Spock mesmo emocionante.
Ainda mais emocionante é ver que o Spock verdadeiro também está presente, revelando um dos pontos paradoxais mais pertinentes. Spock-prime e Spock-alternativo na mesma narrativa? Sim, pois claro!
Ainda mais emocionante é ver que o Spock verdadeiro também está presente, revelando um dos pontos paradoxais mais pertinentes. Spock-prime e Spock-alternativo na mesma narrativa? Sim, pois claro!
J. J. abrams jogou no filme com as suas grandes cartadas de génio que já nos habituou em séries como Lost, Fringe e Alias. Devolveu Star Trek aos grandes filmes do género, com uma nova toada de acção á laia de Star Wars.
Aliás, acredito mesmo que tudo o que foi desenvolvido (deve ter sido um brain-storming exaustivo) ao nível de argumento de ficção-cientifica foram até aproveitadas para as suas actuais séries. Não tenho dúvidas disso.
Aliás, acredito mesmo que tudo o que foi desenvolvido (deve ter sido um brain-storming exaustivo) ao nível de argumento de ficção-cientifica foram até aproveitadas para as suas actuais séries. Não tenho dúvidas disso.
Física quântica e viagens no tempo... foram parar a Lost.
Universos paralelos originados por diferentes opções... fez nascer a série Fringe.
Só que o que nas séries se encontra separado, aqui estes conceitos são apresentados num mix, criando um cocktail impressionante e que até faz pensar profundamente.
Com isso consegue fazer as ligações ao que foi já feito anteriormente e criou novas possibilidades para assegurar possíveis novas aventuras que estas personagens viverão sem nós próprios renunciarmos às que já vimos, porque aqui vive-se outra linha temporal.
Depois funde tudo isso com situações impressionantes.
Teletransporte para uma nave a "navegar" em ultra-velocidade Warp. Nunca visto... No way!
Mundos inteiros a explodir. Amazing!
A ameaça do vilão Nero em regime transdimensional. Impossible!
Até os brilhos lens-flare (as luzes, os clarões e flashes), resultante de reflexos de luz que ofuscam a camera da filmagem, funcionam a favor do filme, criando um efeito de algo como... glossy high-tech ofuscante!
Consoante o filme avança acreditamos cada vez mais que estamos mesmo a ver as personagens que bem conhecemos há muito... muito tempo. Os novos: Spock, Kirk, Scottie, Sulu, Uhura, Bones... são mesmo eles que lá estão, quase como se espiritualmente encarnados em novos e jovens actores. Este novo James T. Kirk é fenomenal mesmo e temos um Spock emocional como nunca o vimos antes.
Tudo isto numa sensacional aventura pelo universo... novamente por descobrir!
Altamente recomendado, dedicado aos fãs e aos que nunca ligaram patavina a esta saga. Uma autêntica passagem de testemunho, com transferência de valores e tudo.
Este é um dos melhores filmes do ano. E mai' nada!!!
Com isso consegue fazer as ligações ao que foi já feito anteriormente e criou novas possibilidades para assegurar possíveis novas aventuras que estas personagens viverão sem nós próprios renunciarmos às que já vimos, porque aqui vive-se outra linha temporal.
Depois funde tudo isso com situações impressionantes.
Teletransporte para uma nave a "navegar" em ultra-velocidade Warp. Nunca visto... No way!
Mundos inteiros a explodir. Amazing!
A ameaça do vilão Nero em regime transdimensional. Impossible!
Até os brilhos lens-flare (as luzes, os clarões e flashes), resultante de reflexos de luz que ofuscam a camera da filmagem, funcionam a favor do filme, criando um efeito de algo como... glossy high-tech ofuscante!
Consoante o filme avança acreditamos cada vez mais que estamos mesmo a ver as personagens que bem conhecemos há muito... muito tempo. Os novos: Spock, Kirk, Scottie, Sulu, Uhura, Bones... são mesmo eles que lá estão, quase como se espiritualmente encarnados em novos e jovens actores. Este novo James T. Kirk é fenomenal mesmo e temos um Spock emocional como nunca o vimos antes.
Tudo isto numa sensacional aventura pelo universo... novamente por descobrir!
Altamente recomendado, dedicado aos fãs e aos que nunca ligaram patavina a esta saga. Uma autêntica passagem de testemunho, com transferência de valores e tudo.
Este é um dos melhores filmes do ano. E mai' nada!!!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Trent Reznor faz a nova promo de Fringe
O músico Trent Reznor (dos Nine Inch Nails) fez a nova promo da série TV "Fringe".
Na promo vai usar a sua música Zero-Sum e é o próprio quem remistura o video de Fringe, que assume agora contornos biológicos... desconfortáveis.
Foi o próprio J. J. Abrams quem lhe fez o pedido de ser ele mesmo a refazer a promo, depois de este ter escolhido numa outra altura uma música dele para uma antiga promo.
Está mesmo altamente!
Na promo vai usar a sua música Zero-Sum e é o próprio quem remistura o video de Fringe, que assume agora contornos biológicos... desconfortáveis.
Foi o próprio J. J. Abrams quem lhe fez o pedido de ser ele mesmo a refazer a promo, depois de este ter escolhido numa outra altura uma música dele para uma antiga promo.
Está mesmo altamente!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Series TV: "Fringe"... o arranque da 2ªT
Fringe 2T
A segunda temporada de Fringe lá chegou e com ela ainda mais densas se tornaram as questões por responder.
Olivia no final da 1ªT, quando conduzia estava já na realidade alternativa e evita o acidente...
...mas na nossa realidade o acidente acontece.

Algumas divagações/especulações/teorias:
A passagem de Olivia de um mundo para o outro (que é efectivamente dada no carro)...
Encontro aqui dois pontos pertinentes:
Isto ocorre-me por notar nas deixas de Bell que eles, os do outro lado, teriam tomado outras opções diferentes das que aconteceram no mundo-prime.
A segunda temporada de Fringe lá chegou e com ela ainda mais densas se tornaram as questões por responder.O que aconteceu depois de vermos Olivia no mundo paralelo?
O que lhe disse William Bell?
O que é o Padrão?
Era a partir daqui que ansiosamente estávamos á espera no arranque da segunda temporada mas não foi isso que tivemos.
Na verdade, ficamos na mesma e sem saber absolutamente nada.
Os acontecimentos da 2ªT voltaram a passar-se unicamente no "nosso" universo. Mas temos de tirar o chapéu aos argumentistas da série porque criaram assim um novo mistério e arranjaram uma solução engenhosa de fazer Olivia regressar ao (vou chamar de:) universo-prime.
No
1º episódio do regresso da série, Olivia regressa brutalmente com um acidente e perde as suas memórias do que lhe aconteceu e de onde esteve. Entretanto notamos que do outro universo alternativo não foi só a Olivia que chegou: também chegou alguém que vamos a perceber é um ser transmorfo (consegue mudar a aparência e parecer qualquer pessoa "sua vitima"). Com um episódio assim Fringe em vez de responder aqueceu com ainda mais mistérios e só nos deu um pouquinho de paz ao chegarmos ás revelações do 4º episódio.
1º episódio do regresso da série, Olivia regressa brutalmente com um acidente e perde as suas memórias do que lhe aconteceu e de onde esteve. Entretanto notamos que do outro universo alternativo não foi só a Olivia que chegou: também chegou alguém que vamos a perceber é um ser transmorfo (consegue mudar a aparência e parecer qualquer pessoa "sua vitima"). Com um episódio assim Fringe em vez de responder aqueceu com ainda mais mistérios e só nos deu um pouquinho de paz ao chegarmos ás revelações do 4º episódio.Porém assaltou no imediato uma outra questão. A ideia com que ficamos na season finale da 1ªT, era a de que Olivia passou de um universo ao outro em pleno elevador. Afinal não foi nesse momento mas sim no momento em que ela conduzia.
Olivia no final da 1ªT, quando conduzia estava já na realidade alternativa e evita o acidente...
...mas na nossa realidade o acidente acontece.

A partir daqui nasce aquilo que vi como a preparação de como a série nos explicaria tudo isto.
Pareceu-me que Fringe precisou de dar tempo a que a Olivia se recupere do acidente e nesse espaço de tempo vamos assistindo a algumas movimentações dessa guerra secreta.
Obviamente que ao 2º episódio teria de ter mais alguma coisa para não ser nulo e aí eles espetam um caso da semana… não vejo nenhum mal nisso.
O homem-touperia foi então apenas o tal pretexto para colocar em movimento algumas situações: vermos o comportamento do “novo” Charlie, notarmos que a recuperação de Olivia tem mais que se lhe diga, acentuar os segredos entre Broyles e a Massive Dynamic, etc…
Com um episódio como o segundo, deu para sentir que as situações sucedem-se com intervalos de tempo, como se estivéssemos a acompanhar as vidas normais daquelas gente a braços com problemas anormais. Dá a sensação de que cada episódio é passado em intervalos de, talvez uma semana que é o tempo que a série também nos chega para vermos.
Ao 3ª episódio voltou a dar-nos um pouco mais da sensação de tempo a passar. Através de mais um "caso da semana" aparentemente menos importantes acabou por dar muito mais do que parecia e sem até contarmos com isso. Afinal, os Observadores têm uma agenda muito própria… bem diferente do que imaginava até aqui acerca deles. Até o facto de vermos o Observador com fotos de Walter podem significar que, além de o conhecer bem, este terá de agir contra ele pois a memória “obscurecida” de Walter pode surgir e impedir os eventos colocados em marcha. De notar que o shapeshifter (transmorfo) tinha andado a pedir instruções pela via da máquina de escrever ao espelho (cenas mesmo impressionantes)… e a seguir vemos gente com pastas de possiveis alvos. Hummm...
Foi também adorável abrir mais o véu sobre o passado de Peter, que carece também de ser explorado.
Ao quarto episódio o que parecia mais um normal, somos catapultados para um dos primeiros climax da série.
Foi mesmo um bom episódio e finalmente a ligação ao final da 1ª temporada, um momento tão esperado.
O mais curioso é que para podermos disfrutar dele tivemos de ter esse espaço de 4 episódios depois para que tudo se poder conjugar e ainda potenciar mais as perguntas que Fringe nos coloca. Assim é como se este climax de inicio de temporada fosse um prenda.
Todo o desenvolvimento da cena com William Bell foi magistral e os lapsos de tempo (ou saltos de memória) ainda reforçaram mais as perguntas/respostas que desfilavam.

Obviamente, que só serviu para abrir ainda mais a curiosidade do que virá depois deste climax.
O final de Charlie, assim reservado para já foi também um momento bom.
Imaginava a personagem a surgir de longe a longe durante mais algum tempo… mas fez mais sentido, potenciou o episódio e de que maneira e o caso dele ficou já arrumado. Venha lá mais presença da nova agente para a equipa de Fringe, então.
Obviamente que ao 2º episódio teria de ter mais alguma coisa para não ser nulo e aí eles espetam um caso da semana… não vejo nenhum mal nisso.O homem-touperia foi então apenas o tal pretexto para colocar em movimento algumas situações: vermos o comportamento do “novo” Charlie, notarmos que a recuperação de Olivia tem mais que se lhe diga, acentuar os segredos entre Broyles e a Massive Dynamic, etc…
Com um episódio como o segundo, deu para sentir que as situações sucedem-se com intervalos de tempo, como se estivéssemos a acompanhar as vidas normais daquelas gente a braços com problemas anormais. Dá a sensação de que cada episódio é passado em intervalos de, talvez uma semana que é o tempo que a série também nos chega para vermos.
Ao 3ª episódio voltou a dar-nos um pouco mais da sensação de tempo a passar. Através de mais um "caso da semana" aparentemente menos importantes acabou por dar muito mais do que parecia e sem até contarmos com isso. Afinal, os Observadores têm uma agenda muito própria… bem diferente do que imaginava até aqui acerca deles. Até o facto de vermos o Observador com fotos de Walter podem significar que, além de o conhecer bem, este terá de agir contra ele pois a memória “obscurecida” de Walter pode surgir e impedir os eventos colocados em marcha. De notar que o shapeshifter (transmorfo) tinha andado a pedir instruções pela via da máquina de escrever ao espelho (cenas mesmo impressionantes)… e a seguir vemos gente com pastas de possiveis alvos. Hummm...Foi também adorável abrir mais o véu sobre o passado de Peter, que carece também de ser explorado.
Ao quarto episódio o que parecia mais um normal, somos catapultados para um dos primeiros climax da série.Foi mesmo um bom episódio e finalmente a ligação ao final da 1ª temporada, um momento tão esperado.
O mais curioso é que para podermos disfrutar dele tivemos de ter esse espaço de 4 episódios depois para que tudo se poder conjugar e ainda potenciar mais as perguntas que Fringe nos coloca. Assim é como se este climax de inicio de temporada fosse um prenda.
Todo o desenvolvimento da cena com William Bell foi magistral e os lapsos de tempo (ou saltos de memória) ainda reforçaram mais as perguntas/respostas que desfilavam.

Obviamente, que só serviu para abrir ainda mais a curiosidade do que virá depois deste climax.O final de Charlie, assim reservado para já foi também um momento bom.
Imaginava a personagem a surgir de longe a longe durante mais algum tempo… mas fez mais sentido, potenciou o episódio e de que maneira e o caso dele ficou já arrumado. Venha lá mais presença da nova agente para a equipa de Fringe, então.Algumas divagações/especulações/teorias:
A passagem de Olivia de um mundo para o outro (que é efectivamente dada no carro)...
Encontro aqui dois pontos pertinentes:
... ela passou de um universo ao outro sem o pretender e até saber como. Fico com a ideia é que ela foi convocada para lá chegar, numa espécie de rapto (abdução?) entre realidades.
... só que no momento em que ela foi “apanhada” encontrava-se ainda a conduzir. O que a levaria a regressar ao mesmo ponto?
Mas porquê o mesmo ponto e no mesmo exacto momento?
Afinal ela ainda esteve bastante tempo no mundo alternativo...
A cena de Olivia com Bell, pareceram-me até nem serem memórias mas sim uma espécie de paradoxo-temporal como se estivesse a suceder naquele momento mas no mundo alternativo. É como se no mundo alternativo o tempo estivesse num grande delay, as tais 6 semanas, que é o tempo que levou entre a chegada de Olivia e o regresso das memórias entre as realidades.
Tudo pareceu real demais (a forma como foram chegando em sucessão) para serem apenas unicamente memórias.
A cena de Olivia com Bell, pareceram-me até nem serem memórias mas sim uma espécie de paradoxo-temporal como se estivesse a suceder naquele momento mas no mundo alternativo. É como se no mundo alternativo o tempo estivesse num grande delay, as tais 6 semanas, que é o tempo que levou entre a chegada de Olivia e o regresso das memórias entre as realidades.
Tudo pareceu real demais (a forma como foram chegando em sucessão) para serem apenas unicamente memórias.
Isto ocorre-me por notar nas deixas de Bell que eles, os do outro lado, teriam tomado outras opções diferentes das que aconteceram no mundo-prime.Daí tanta observação ao mundo-prime (o nosso)… para poderem evitar o que acontece lá. E um delay temporal ajuda nesse fim...
Esta teoria só esbarra nas cenas com a máquina de escrever mas mesmo assim…
No entanto, segundo o que este William Bell-prime deu a entender a passagem de um universo para o outro pode ser por vezes fatal.
Será que foi isso que sucedeu ao Peter-prime em pequeno?
Até aqui os dados apontam-no como sendo um Peter do mundo alternativo, mas o facto do Peter também brilhar (aos olhos da personagem introduzida) colocou um novo dado sobre ele. Será ele também um transmorfo ou alguém ainda mais especial?
Como as recordações da realidade alternativa surgiam a Olivia na presença de Peter ou ao olhar para ele… ocorre-me se este Peter não será… o próprio William Bell?
Bell disse a Olivia que ele, o Peter, saberia o significado da mensagem…

No entanto, segundo o que este William Bell-prime deu a entender a passagem de um universo para o outro pode ser por vezes fatal.
Será que foi isso que sucedeu ao Peter-prime em pequeno?
Até aqui os dados apontam-no como sendo um Peter do mundo alternativo, mas o facto do Peter também brilhar (aos olhos da personagem introduzida) colocou um novo dado sobre ele. Será ele também um transmorfo ou alguém ainda mais especial?
Como as recordações da realidade alternativa surgiam a Olivia na presença de Peter ou ao olhar para ele… ocorre-me se este Peter não será… o próprio William Bell?
Bell disse a Olivia que ele, o Peter, saberia o significado da mensagem…

Venham mas é mais episódios de Fringe… (a seguir é a lógica dos sonhos).
Imagens deste artigo obtidas de Fringe Laboratory
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