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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

MyStuff: um 2005 pessoalmente Apple...

Em Dezembro de 2005 adquiri a título pessoal um importante pack Apple:
- um iMac, um iPod nano e o livro "iCon" sobre a vida de Steve Jobs.

Ohh oh oh!

Sim, ainda conservo estas fotos, que na verdade até foi uma verdadeira sessão fotográfica pois foi registado todos os passos desde a abertura das caixas até aos produtos funcionarem. Mas ver isso é coisa que não vos interessa... who cares, right!?

Já agora, a última vez que me lembro de ler um livro (mas ler mesmo hã)... foi precisamente este "iCon" que conta tudo até à data de edição sobre a vida do malogrado Steve Jobs (1955-2011).

Mais á frente no tempo, voltei a ter um outro momento assim a nível pessoal (pois em termos profissionais foram muitos assim)... oh yeah!

sábado, 20 de agosto de 2011

MyStuff: esta coisa dos discos brancos... mais um! (Ella Fitzgerald)

Falava eu há poucos dias sobre esta suspeita panca por discos com design branco e não é que fiz o favor ao Jumbo de trazer um CDzito, por uma bacatela, da grande senhora do jazz de fusão com a soul, a Ella Fitzgerald, aqui numa colectânea (manhosa) que reúne os seus primeiros trabalhos... mas o design é todo ele imaculadamente branco. Rendi-me!


Eu não merecia era a biscatada para arranjar a capa para meter direitinho no iTunes. Na verdade, este álbum corresponde sim é ao álbum "Early Ella" e não a esta "ficção" "Rhythm and Romance"... mas isto sou eu a dizer.
É o que dá adquirir edições manhosas e lá está, a edição branca ficou mais bonita... humm, acho que vai para junto do Miles Davis na estante.
Ella merece...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

MyStuff: esta coisa dos discos brancos...

Um destes dias andava eu a mexer na minha "discoteca" de CD's e deu por mim a reflectir que uma das tendências que sempre apreciei na estética dos álbuns que vou adquirindo é serem composto por grandes áreas de branco.
De certa forma, os discos tornam-se muito diferentes dos outros.


Penso que este meu fascínio começou com o disco dos De La Soul "DLS Is Dead", e teve companhia com a mitica colectânea do melhor dos Supertramp "The Very Best Of...". Tudo porque estes dois comprei-os na altura em vinyl (e mais tarde em CD).


A estes seguiu-se o delicioso "Real Love" da Lisa Stansfield, que toda a área branca extende-se desde a capa a todas as partes visuais do álbum. Uns tempos depois chegariam colectâneas como a dos Bee Gees e também a atenta admiração pelos Dire Straits, cujo "Alchemy" vinha numa belíssima caixa branca com os dois Cd's (e tudo branquinho).


Depois, bem, depois foi ir apetrechando cada vez mais a minha "discoteca". Sempre fui de gostos ecléticos e como tal, oscilava entre géneros, que iam do grunge à pop e pelo meio passando pela electrónica.
Alguns nem se apresentam verdadeiramente brancos mas são tão claros ("Antenna" do Jay Jay Johanson por exemplo) que fazem boa companhia ao clube dos discos brancos.


Álbuns em branco, tenho vários... é fixe! Mas também se sujam mais e o cuidado com eles, passei a ter muito maior. Isto porque quando era novo, "estacionava" os CDs com menor cuidado e hoje, tenho pena de ver o "Dire Straits Live At BBC" com tão fraco aspecto. E não reparem muito pois alguns ainda exibem a cola dos rótulos adesivos que vinhas nas caixas... Mas, muito sinceramente, nunca foi uma obsessão mas sim algo que é visualmente bastante admirável. No fundo, é como se dotassem em torno da obra, duma aura imaculada.

Mesmo assim, o que mais prefiro é que as edições sejam em digipack... facto que se houver a opção de escolher a edição plástica para a digipack (normalmente ed. especial), sigo sempre a via do cartão. Ao menos sempre conseguem perpetuar o espirito do vinyl.
Coisas de quem gosta de ter discos...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

MyStuff: a caixa do passado... foi aberta!

Um destes dias, decidi procurar por uma caixa muito especial. Sei que a tinha guardado junto de outras na garagem e assim lá ficou esquecida há mais de 10 anos... Na verdade, a caixa já transitou assim fechada, da casa dos pais para a minha. Às vezes, a evocação das nossas memórias fazem-nos olhar para o "retrovisor da vida" e desta vez, resgatei-a e... abria-a.


A descoberta do que nela mantive guardada afigura-se como uma máquina do tempo. Um ou outro brinquedo de criança, as minhas BDs que foram mantidas por mim (outras infelizmente... não foram estimadas nesse tempo e outras fiquei sem elas e tal), as minhas pautas musicais, cadernetas de cromos, alguns livros (até mesmo o meu primeiro livro infantil), dois ou três trabalhos manuais da preparatória (juntamente com outros assuntos escolares dos últimos anos), algumas das mais antigas cassetes VHS (estava aqui a do Tron de '81 gravado da tv, yeah!) e a minha maior surpresa (por me ter esquecido), os meus desenhos (além de muitas folhas, as minhas bandas-desenhadas que eu próprio desenhava e inventava as histórias - isto antes dos 10/12 aninhos).
A realidade é que me deparei com coisas que tenho desde há 30 anos atrás... é emotivo ver isto agora.
Mais algumas fotos em jeito de teaser... mas numa próxima, pode ser que mais coisas revele.
Pode ser que sim...




Capitão América, He-Man, Dr.Octopus (os 3 em mau estado) e um robot a pilhas (que até falava... aqui tinha 7 anos!)

No fundo, a triste confirmação de que desde bem cedo já era um nerd...