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domingo, 13 de novembro de 2011

Secret Wars (Marvel)... um momento inesquecível da BD (parte 1)

Um dia destes, fui rever algumas páginas da banda-desenhada "Secret Wars" da Marvel, que para mim significam um dos momentos mais épicos de sempre da Marvel que já vi.

Secret Wars, ou Guerras Secretas, mini-serie BD em 12 edições dos anos 80, que realizava o maior sonho de qualquer leitor da Marvel: os melhores super-heróis em confronto com os maiores super-vilões.
Épico!

Fotos de alguns dos meus exemplares Marvel,
a capa da edição nº1 com os super-heróis, a mitica edição nº4
e a capa da edição nº6 feita só com super-vilões


Abduzidos por Beyonder, uma entidade divina super-poderosa, que para esse propósito criou do nada uma galáxia com um planeta habitável especialmente para o fim de se embatessem até ao fim.
Foi nesta saga que surgiu o simbionte que tornaria o Homem-Aranha com o célebre fato negro. O fato negro foi especialmente feito para a Secret Wars e o sucesso foi tão grande, que passaria a ser adoptado nas aventuras do Spiderman. Isto até um dia se perceber que o fato era bem mais que algo especial...

Mas este artigo é dedicado a um dos momentos do Hulk porque nele se percebe, com muita clareza, uma das características da gigantesca força do Hulk.
Ficam aqui excertos das páginas da mítica edição 4... e envolve uma montanha!

Um grande momento demonstrativo do quanto é poderoso o vilão Homem-Molecular,
que controlando todas as moléculas de uma montanha... a ergue!

Os super-heróis estavam dividos por Magneto (Beyonder o colocou junto com os heróis... deu polémica!),
e recuavam cansados por apenas poucos defenderem as constantes ofensivas dos vilões, até que...

...são esmagados e soterrados pelas toneladas duma gigantesca montanha!
E agora? O que pode suster um ataque tão impiedoso?

(continuará para uma parte 2... stay tunned! - clicar aqui)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Musica da Semana: nostalgia house dos anos 80 (finais)

Há uns anos atrás publiquei um artigo sobre a dance-music, ou melhor o house dos anos 90. Clicar aqui para rever tão célebre artigo... eheheh!
A inicio o artigo estava destinado para uma série nostálgica e era o primeiro de muitos mas... a disposição para semelhante tarefa esmoreceu.

De certa forma, tento humildemente recuperar a ideia e aqui vão alguns beats históricos do house e/ou acid-house.
Grandes momentos que muito agitavam as pistas de dança e ainda alimentavam alguns moves de breakdance (que resistia)... se bem que eu ainda não frequentava as discotecas mas em adolescente já as curtia forte-e-feio no Walkman.
Enjoy!


M.A.R.R.S. - "Pump Up The Volume" (1987)


Bomb The Bass - "Beat Dis" (1987)



S-EXPRESS - "Theme From S-EXPRESS" (1988)



Kraze - "The Party" (1988)



Technotronic - "Pump Up The Jam" (1989)



Na vaga destes incontornáveis, muito mais aconteceu, especialmente com o embalo das vozes soul e rap mas... bem, fica para outra altura.
Stay tunned!!!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Nostalgia: Pink Floyd na nossa imprensa em 1977...

Ora aqui está uma publicação de 1977, que não resistiu até aos dias de hoje mas que alguma coisa ficou para ser recordada.
Os Pink Floyd na "Música e Som" de 1977... isto é valioso!


Fonte: Internet para todos

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Musica da Semana: Duran Duran... (e ainda o Julio Isidro)

Hoje é um dos dias Duran Duran.


E porquê?
Porque o teclista (e um dos membros mais criativos e artísticos) da banda faz anos hoje.
Parabéns ao Nick Rhodes, pelos seus 49 aninhos!
Portanto, uma criança ainda...

Mais sobre o Nick Rhodes no artigo do site Viva80 (clicar para saber mais)

Como tal é razão para se recordar alguns momentos destes miticos neo-românticos dos anos 80 (dos 80 até aos dias de hoje, pois ainda aguentam).

Falar dos Duran Duran é daquelas coisas que fazem a mente recuar no tempo.
Nostalgicamente, teria de começar pela "Girls On Film", ora vamos lá a recordar:

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Nostalgia: Bombardeiro X (ou Star Fleet)...

Momento nostalgia...
Quando era pequeno, o programa infantil que considerava ser o topo de gama dos meus favoritos era o "Bombardeiro X", que passou na RTP em 1981~83 (salvo erro).

Como não eram desenhos animados mas sim bonecos verdadeiros, aquilo tudo que por lá desfilava era o máximo porque parecia mesmo a sério.
Era tudo passado num futuro onde uma 3ª guerra mundial (e universal) havia destruido tudo e havia uma resistencia que ia combatendo as forças maléficas... Os humanos viviam escondidos abaixo do solo... mas tinham a "Star Fleet", organização de estilo militar aérea com desenvolvida tecnologia para nossa protecção e... bom era algo assim mas totalmente o máximo!

A nave, a X-Bomber, era ainda mais fixe que a Enterprise (de Star Trek) ou a da Galactica. E depois a "série" fervilhava de criatividade Sci-fi infindável... em linha com Star Wars/Espaço 1999 mas mais excêntrica.

Quando passava na tv o "Bombardeiro X", a malta desaparecia toda da rua... ia tudo para casa!!! (Nem era preciso chamar...)

A intro de Bombardeiro X (ou Star Fleet... ou X-Bomber):


A X-Bomber e um dos seus truques laser X...


As várias naves a transformarem-se no imponente robô de guerra, Dai X...


Xiça, que até se fazia construções disto em Legos...

Que nostalgia se abateu agora...

quarta-feira, 16 de junho de 2010

MyJukebox: Lisa Stansfield - Change [1991]

Lisa Stansfield
"Real Love"- 1991


Caramba, que a função iTunes DJ surpreendeu-me ao passar uma faixa deste álbum!
É sempre nostálgico quando uma faixa deste álbum toca aqui no meu iTunes... é que este foi o 3º CD que adquiri, tinha eu na altura uns 17 anos por aí.
Antes deste, o que tinha adquirido eram 2 CD's de hip-hop (o meu grande 1º foi este aqui) e recordo-me de decidir que os próximos teriam de ser diversificados em som, em estilo e em origem (comprar o 1º CD de música portuguesa era também uma meta - e cumpri...).

Na altura, a Lisa Stansfield era uma das mais cativantes artistas pois fazia uma pop que derivava da soul/funk mas sonorizada por batidas electrónicas, orgãos e sintetizadores a rodos, algumas orquestrações como arranjos e um gostoso travo jazzy em ambientes marcadamente dançantes a brotarem sensualidade e romantismo mas tudo bem doseado. 

A musica de discoteca eram assim nos finais dos anos 80/inicios de 90 mas a Lisa apresentava-a com mais categoria pois tinha mais nível que o eurodance (rever artigo com exemplos) apesar do resultado parecer mais na trilha do romantismo que da dance.

O video, de "Change" (1991):



Por isso, escutar "Change", "Real Love", "Set Your Loving Free", "I Will Be Waiting" (esta é fabulosa - a melhor mesmo!), "Make Love To Ya", "It's Got To Be Real" ou "Tenderly"...
...é sempre boa onda!

"Set Your Loving Free"


Descubram-no!

Digamos que nesta fase, ela a par de outros mais artistas da época (Soul to Soul, Neneh Cherry, etc) modelaram muito daquilo que hoje gosto na música, especialmente as das áreas do trip-hop, do chill-out, do neo-jazz, etc.





Já agora... o grande momento de Lisa Stansfield deu-se com o álbum anterior a este, o "Affection" (1989), o disco da sua estreia. Mas sobre esse talvez noutra altura um dia...


"I Will Be Waiting"
(esta canção sozinha, fez-me comprar o álbum - o meu terceiro CD... foi em 1992... ó tempo mesmo!)

"I Will Be Waiting" Lyrics
(L. Stansfield/I. Devaney/A. Morris)

Tell me what you need to give

Let me know if I should lead you on

Take time to understand

The magic in you
Don't be frightened of the truth

'Cos the truth can only make you stronger

Have faith in what you do

Have faith in you

Whenever you call I'll be there

Honey I'll beg steal or borrow for you

'Cos baby there's so much to share in love

In love



I will be waiting for you

Waiting for time to heal your wounds

And I will be thinking of you

Knowing love will bring you back to me

'Cos our love is true


If you've been saving up your tears

Well mine's a shoulder you can cry on

It's so easy to believe

Believe in me

Only hurt can heal the pain

All the pain that's swelling up inside you

Gotta face up to the truth

Be true to you

I will be waiting for you

Waiting for time to heal your wounds

And I will be thinking of you

Knowing love will bring you back to me

'Cos our love is true


Whenever you call I'll be there

Honey I'll beg steal or borrow for you

'Cos baby there's so much to share in love
In love, that's why

I will be waiting for you

Waiting for time to heal your wounds

And I will be thinking of you

Knowing love will bring you back to me

'Cos our love is true

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Cinedupla (nostalgia): Tartarugas Ninja... o 1º filme já faz 20 anos!

Ora aí está um filme que quando era um teenager me deliciou ver no cinema (foi na velhinha sala do Cinema Sandim que o vi):
"Teenage Mutant Ninja Turtles" (1990)... em live-act!


Um póster memorável... um encanto!
Um espéctaculo divertido e em imagem real.

Go ninja, go ninja GOOO!!!!

As tartarugas ninja, só as conhecia de leve dos desenhos animados e a transposição para live-act foi muito interessante pois, para a altura, parecia muito credível (ainda não havia grande coisa de CGI). Depois havia um detalhe que me preenchia de imediato o imaginário: ninjas! É... no final da década de 80 e inicio dos 90's, as artes marciais eram a delicia e então quando metia ninjas... nem se fala. Para o tipo de filme que é este material até que neste capítulo estava bem bom.



Podemos nos dias de hoje aludir que isto é cinema xunga para os novos standards dos dias de hoje, mas como jovenzinho eu adorava... e as lutas eram convincentes... e havia sempre truques e muita pizza (até um herói tem de comer pois)!

Tal como em filmes de super-heróis, aqui somos presenteados com a origem destas criaturas falantes (e não só) com nomes do Renascentismo (Rafael, Leonardo, Michelangelo e Donatello) e os vemos a evoluir, incluindo a aprendizagem das artes marciais ninja pelo mestre Splinter, um rato com ares de Yoda.

O vilão... anda para lá esse autêntico cliché de intenções, mas que... ora bem, isto é tudo infantilizado, portanto dá para se imaginar o resto.
Ahh... e cada tartaruga ninja tinha a personalidade própria, a respectiva cor e uma especialização numa arma distinta - adagas, matracas... tudo demais e irrecusável para um "chavalo"!

Depois mais tarde surgiu a obrigatória sequela pois se o 1º filme custou pouco e rendeu imenso, teria de ter uma rapidamente. Assim lá surgiu:

"Teenage Mutant Ninja Turtles 2 - The Secret Of The Ooze"...



...que se revelou não ser tão bom mas que justificou ser visto de imediato (e no cinema). Naquela altura, marchava tudo... (até o "Street Fighter" com o Van Damme ou Robocop 2+3 e parecidos, eram vistos como fixes).

Esta sequela pelo meio até tinha um live-show com o rapper Vanilla Ice (o quanto eu gostava deste white-rapper... mais que do dançante rival MC Hammer -mas isso é outra história... tum tum tum tururunrum "Ice Ice baby").
A história desta sequela foi tão memorável que... e qual era a história? Who cares? Era mais tartarugas ninja e isso já chegava, para os padrões do adolescentezinho que ainda era.


Actualmente esta saga foi recuperada em animação CGI (o estilo 3D á laia da Pixar) em 2007 com o "TMNT"... e sinceramente perdeu muita da graça que tinha.
O ar artesanal é que dava piada á coisa...

Como o tempo passa... o 1º filme já comemora 20 anos!!! Uau!

Go ninja, go ninja GOOO!!!!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

Um pequeno passo para o Homem...

...um passo gigantesco para a Humanidade.

Faz 40 anos que o Homem pisou o solo da lua!



No entanto, não deixa de ser curioso que 40 anos depois não se tenha tornado a repetir...

Há quem acredite que tudo não se passou de uma grande encenação á lá Hollywood.
As muitas alegações de ser uma fraude são pertinentes: múltiplas fontes de luz, fotografias editadas, fundos iguais em diferentes missões, bandeiras que voam, módulos que não deixam marcas, etc.

I want to believe... but the truth is out there!

terça-feira, 3 de março de 2009

Uma das tentativas para regressar Battlestar Galactica...

A série Battlestar Galactica quando surgiu em finais dos anos 70, provocou paixões a todos aqueles que se maravilhavam com a temática da ficção-científica de estilo espacial. Mais tarde surgiria a versão de 1980, que era bem mais simples (ver aqui mais sobre a série original)... e depois parou sem regressar mais.

Era principalmente por ser uma série bem dispendiosa de produzir (facto que ainda hoje a afecta) e como tal tinha de ser parada (a actual pára também e quase um ano para se fazer o resto da temporada).

Na verdade, regressaria em 2003 num estilo nunca imaginado e bem mais potente!
Regressou duma forma bem diferente da original e com um enredo muito melhor desenvolvido, que toca em vários aspectos politicos, religiosos, hierarquias militares, só para dizer alguns, que fazem dela uma das melhores séries que há (Perdidos/Lost e muitas outras de alto nível são boas demais também... mas comparadas a Galactica, com todas as implicações que esta série sugere constantemente, fazem delas séries apenas muito boas mas sem atingir a plenitude). Mas não era sobre o reboot feito em 2003 que este artigo diz respeito... quer dizer... mais ou menos... adiante!

O que se veio a saber é que em 1999, foi desenvolvida uma ideia nova para resgatar a série original. Uma tentativa de reboot, que apreciando bem o video parecia apenas mais do mesmo que havia em 1978... e esse reboot foi orquestrado, preparem-se, nada mais nada menos que por Richard Hatch!

O mesmo tipo que já pertencia ao elenco da série original (e que também conseguiu integrar no reboot de 2003). É obra!
A julgar bem a coisa, este tipo conseguiria estar nos lançamentos todas da série...

Eis a visão dele: Battlestar Galactica: The second coming



Apreciando bem este trailer, que na verdade é um trailer de uma ideia: há factos que na verdade se concretizaram na versão de 2003: há uma evolução dos Cylons ("They've evolved"), há uma revolução (a tal "Cylon civil war"), muita politica e crises de comando, reparem na pose dos Cylons multiplicados... e até as pequenas naves de ataque dos Cylons já tinham as asas em curva (dá para ver bem, perto do final do video).

Ahh... e tinha também o Richard Hatch!!!
A ideia era o enredo partir do ponto onde terminou a série de 1978 e com isso fazer regressar esta mítica série às televisões. Pelo aspecto deste video sugeria algo de muita acção ou muita guerra, mas no entanto não deixa de me parecer que se calhar esta ideia de 1999, não terá ficado assim tão perdida... e que muitos dos apontamentos esboçados aqui... viram a luz em 2003!

Não que se tenha perdido nada por isto não ter ido avante assim como foi apresentado... mas a verdade é que a série regressou 5 anos depois! E ainda bem...

sábado, 20 de dezembro de 2008

Música da semana: It's Christmas time!!!

O Natal está a chegar e nada como recordar alguns temas muito interessantes e nostálgicos dedicados a esta quadra natalícia.

John Lennon - Happy Christmas (War Is Over)


Wham! - Last Christmas


Band Aid - Do They Know It's Christmas


domingo, 30 de novembro de 2008

Nostalgia dos anos 80: Recordar o hip-hop old-school no MTVMusic.com (parte 2)


Regresso com mais videos de hip-hop do tempo em que a MTV passava ainda... música.


"OPP" Naughty By Nature



"Me So Horny" 2 Live Crew



"The Humpty Dance" Digital Underground



"Summertime" DJ Jazzy Jeff & the Fresh Prince (Will Smith)



"Tramp" Salt-N-Pepa



Consulte também o anterior artigo "Nostalgia dos anos 80: Recordar o hip-hop old-school no MTVMusic.com"

Agradeço ao comentador Rodrigo M. Ramos por algumas das recomendações.


sábado, 1 de novembro de 2008

Música da semana: o som de James Bond

James Bond está de regresso com o filme "Quantum Of Solace".

O reboot operado no franchise com o novo Bond interpretado por Daniel Craig, já fez render duas boas músicas.
A mais recente é "Another Way To Die" com Alicia Keys e Jack White (da banda White Stripes) para o novo "Quantum Of Solace" e Chris Cornell cantou "You Know My Name" para "Casino Royale" o anterior filme.

Alicia Keys & Jack White "Another Way To Die"


Esta canção está excelente e sente-se o pulsar do novo Bond nos sons que David Arnold polvilhou instrumentalmente. A presença de Alicia Keys não é assim muito forte na canção pois toda ela tem sabor a The White Stripes, a banda de Jack White assim como todo o músculo e alguma da irreverência, são características mais dele do que própriamente dela. Mesmo assim resultou muito bem este dueto improvável e o primeiro na discografia de 007.
Boa música temos aqui e o video está muito bom também...


O imaginário de James Bond está repleto de excelentes canções

Normalmente criadas em estilo vintage e cinemáticas ao bom estilo desta personagem que já leva décadas no cinema.
Nos tempos iniciais tivemos gente como Matt Monro, Tom Jones, Nancy Sinatra, Paul McCartney & Wings, Carly Simon, Sheena Easton, entre outros tantos mas foi Shirley Bassey quem mais vezes cantou as canções dedicadas às aventuras deste agente.

Shirley Bassey "Coldfinger"


No entanto a canção que me marcou mais foi aquela que a banda pop Duran Duran, fizeram nos anos 80: "A View To A Kill" e acho que foi apartir desta que a percepção do poder de uma canção dos filmes de James Bond se tornou evidente (e comercial).

Duran Duran "A view To Kill"


Depois deles seguiram-se os a-Ha, Gladys Knight, Tina Turner, Garbage, Sheryl Crow e por fim Madonna.
Madonna deu-se ao luxo de fazer um tema electrónico dançável totalmente fora do habitual, considerado chocante mas ao mesmo tempo inovador na discografia Bond. No fundo, se antes Paul McCartney tinha tentado renovar o estilo dos canções de 007, foram realmente Duran Duran e Madonna, quem mostraram ter aprendido com essas pistas. Todos os 3 deixaram marcas profundas nas canções deste agente e o percurso entre ambos (especialmente entre Duran Duran a Madonna) abriram portas para novas interpretações e estilos para os temas de 007.


Shaken And Stirred - The David Arnold James Bond Project (1997)

Tantos discos já foram lançados com as canções dos filmes de James Bond, desde singles a colectâneas comemorativas e a cada novo filme é editado novo material com o que saiu para trás.
Há no entanto uma edição que sempre me fascinou por ter sido uma diferente abordagem: Shaken And Stirred - The David Arnold James Bond Project

Esta edição, semi-oficial (é feita pela mesma equipa que faz as bandas sonoras dos filmes apartir de Pierce Brosnan), é nada mais que covers de temas antigos mas realizada em jeito contemporâneo e interpretadas por artistas e roupagens novas. David Arnold, sucede assim a John Barry como o compositor dos temas dos filmes e neste álbum recontextualizou algumas das mais famosas canções de Bond rodeado de gente bem ilustre da altura. Os pontos altos pertenceram a Iggy Pop, David McAlmont, LTJ Bukem, Aimee Mann, Pulp e Propellerheads.
Vale a pena descobrir esta pérola...

O alinhamento foi o seguinte:

Diamonds Are Forever - David McAlmont
Nobody Does It Better - Aimee Mann
Space March - Leftfield
All Time High - Pulp
Moonraker - Shara Nelson
The James Bond Theme - LTJ Bukem (com guitarra de Adrien Utley dos Portishead) ver no YouTube
Live And Let Die - Chrissie Hynde (The Pretenders)
Thunderball - Martin Fry
From Russia With Love - Natacha Atlas
On Her Majesty's Secret Service - Propellerheads
We Have All The Time In The World - Iggy Pop


Diamonds Are Forever - David McAlmont



Quantums dias faltam para a estreia do novo filme?
Poucos... é já esta semana!


quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Nostalgia dos anos 80: Recordar o hip-hop old-school no MTVMusic.com

Uma das grandes revoluções que o canal MTV trouxe ao dedicar-se exclusivamente ao mundo da música (OK nos dias de hoje já mete de tudo e passa menos música), foi ter dado espaço a outros géneros musicais se expressarem também.

Ora foi com este impulso que saltou para a ribalta na segunda metade dos anos 80, um dos géneros musicais na altura totalmente desprezado: o rap/hip-hop

Actualmente o hip-hop é força motriz de muita da boa música que podemos ouvir. Contaminou a pop e o rock. É a mais forte influência do R'n'B moderno, mas já mostrou um potencial infinito ao associar-se ao metal (nu-metal) ou á electrónica (trip-hop, dance music, etc).
Se vivemos dias em que as estrelas hip-hop passam por deuses da música (Jay-Z, 50 cent, Pharell, Kanye West, e muitos outros), já ouve dias em que dizer que se ouvia "rap" (o termo hip-hop ainda não era muito aplicado na época) era o mesmo que dizer que só ouvíamos merda e que "isso é música de pretos".

Eu adorava De La Soul, Eric B. & Rakim, Public Enemy, A Tribe Called Quest, Grandmaster Flash, Doug E. Fresh, 2 Live Crew, Run DMC e muitos outros (e não desprezava exibicionista pop do Vanilla Ice ou o tolo do MC Hammer).
Apanhava isso na Feira da Vandoma do Porto em cassetes com gravações compiladas, tudo para alimentar o som do Walkman.

Assim aproveito esta abertura da MTVMusic.com para relembrar o bom hip-hop/rap dos bons tempos.


Run-D.M.C. » Walk This Way (ver no YouTube...tem impedimentos)

Public Enemy » Don't Believe the Hype


Eric B. & Rakim » Move the Crowd


De La Soul » Me Myself And I


A Tribe Called Quest » Can I Kick It


Tudo excelente...

sábado, 4 de outubro de 2008

Música da semana: Enigma "Seven Lives"... (parte 1 - contém ainda o percurso de Michael Cretu; Sandra; Gregorian; Equinox; e o inicio dos Enigma)

2008 está a ser um ano de regressos...
O projecto de Michael Cretu, Enigma, tem um novo registo (lançado há poucas semanas):
"Seven Lives Many Faces" (2008).


Novamente pisando novos terrenos depois das renovações recentes, este novo álbum é bastante motivante até... e uns furos acima do registo anterior de 2006. É um regresso e tanto... Desta vez Michael Cretu abriu o seu baú de centenas de sons etnicos de todo o mundo e lá se revigorou ao sentir-se influenciado pela memória chinesa. Não foi à toa que a Alemanha usou em primeira mão sons e música deste álbum, nas suas campanhas e promos sobre os Jogos Olímpicos de Pequim 2008.
Tem bons momentos e outros assim-assim, no entanto a cada audição parece melhor e revela-se mais entusiasmante. Continua a ter o célebre som inicial, sendo que destaco não só a excelente abertura (com um pulsar cardíaco muito místico) na faixa "Encounters" logo a abrir, e também faixas acima da média como "Seven Lives", "The Same Parents", "La Puerta Del Cielo", "Je T'aime Till My Dying Day" e "Déjà Vu".

Enigma "Seven Lives" -2008
(o video tem pouca qualidade técnica mas dá para perceber que desta vez a criatividade do video não foi muito longe)



Breve sumário a contextualizar este projecto

De Michael Cretu...

Os discos dos Enigma são amplamente conhecidos e lançaram álbuns na década de 90 que fascinaram o mundo pela abordagem musical invulgar.

Na verdade, Enigma é um projecto musical conduzido totalmente pelo alemão Michael Cretu, que já na década de 80 teve algum protagonismo em tudo o que se envolveu:
- Michael Cretu teve uma carreira a solo com alguns discos editados sob seu nome, desde os anos 70 até aos 80. Um dos grandes hits dele que recordo é a canção "Samurai (Did You Ever Dream?)". Também encetou na sua carreira as funções de produtor, compositor e músico.
- Depois, assalta-me logo à memória as canções da cantora Sandra, muito popular na década de 80 e que teve mega-hits como "Maria Magdalena", "In the Heat of the Night" ou "Everlasting Love", com a enorme ajuda de M. Cretu a produzir e a ajudar nas vozes e coros. Sandra tornar-se-ia mais tarde a esposa de Michael Cretu.


Michael Cretu
"Samurai (Did You Ever Dream?)" - 1985
(fantástica e um prenúncio do que iria chegar em 1990)


Sandra
"Maria Magdalena" -1985
(canção incontornável da década de 80)

...a Enigma

No inicio dos anos 90, o mundo foi tomado de assalto pela canção "Sadeness (part 1)".
Nunca se tinha ouvido a combinação do canto gregoriano e o uso da flauta de Shakuhachi, com os fortes ritmos dançáveis do house, aos quais se juntavam ainda profanamente gemidos sensuais e expressões proferidas em francês, tudo agitado apelativamente num estilo muito pop.  Uma enorme surpresa musical...

Seguidamente surgiu "Mea Culpa", ambientada no mesmo estilo a que já se ia denominando de Gregorian-house.

As canções eram assinadas unicamente por Enigma e edição do álbum de longa duração, "MCMXC a.D." (1990) agudizou ainda mais pois não informava quem estava por trás de semelhantes êxitos, apenas um simples nome M. C. Curly. Diz-se que a decisão do anonimato era para não sofrer represálias dos representas da igreja católica. Nas aparições a público também ajudavam a criar o ambiente enigmático sobre quem estaria por trás de semelhante feito musical: alguém coberto totalmente como um monge e a cara totalmente oculta. Literalmente um Enigma... até Cretu se revelar.


Enigma teve seguidores...

...temporários é certo mas que ajudaram a alimentar a cena do gregorian-house.

Recordo nomes como:

Gregorian (ajudados por Cretu) e os excelentes temas do álbum "Sadisfaction" (1991), tais como "So Sad" (fabulosa), "Monastry" (muito original com guitarras hard-rock) ou o épico "The Quiet Self". Neste álbum alinham outras faixas sem serem new-age ou gregorian house mas igualmente belas como "Reflect" ou a muito bem sucedida "Once in a lifetime" (que mais tarde Sarah Brightman a interpretaria com maior sucesso na sua carreira).

Gregorian (feat. Sisters Of OZ)
"So Sad"
(na minha opinião, a mais perfeita canção gregorian-house de sempre com os magníficos coros no final celestial em canto gregoriano)

Os Gregorian mais tarde, regressariam com outra faceta: cantar em canto gregoriano sucessos da música pop... pfff!



- ou os Equinox
"Amen - Part II"
(na altura célebres pelo tema "Amen - parte 2" e ainda usaram um sample da voz do Papa João Paulo II, mas foram apenas um dos muitos one-hit-wonders do mundo da música... não vingaram.)


Continuação (clique aqui)...


domingo, 28 de setembro de 2008

Nostalgia dos anos 80: séries de TV -parte 4 (viaturas)

Regresso aos temas nostálgicos sobre séries dos anos 80... desta vez com especial foco nas que tinham como vedetas do show viaturas.


Os Três Duques (The Dukes of Hazzard)

Quem diria que dois irmãos do interior americano, Bo e Luke, conseguiam meter-se sempre em tantos sarilhos... Tinham ainda a cúmplice das suas façanhas a prima Daisy e o avô Jesse... contra os idiotas dos corruptos agentes da lei e demais gente sempre a tentar controlar estes "cowboys". No entanto, o que mais emocionava era o magnifico carro que conduziam... o vermelhinho Dodge "General Lee".
As perseguições, acrobacias e os saltos que esta valente máquina da estrada realizava eram momentos de puro deleite televisivo.
E quando o carro saltava... soltavamos um valente grito cowboy:
Yyyyiiiiiiaaaaahhhh!!!


Recentemente, foi alvo de remake para cinema com direito a dois filmes, o interessante e ainda muito fiel à série "The Dukes Of Hazzard" (2005) e ainda um outro (muito fraco e juvenil) que remonta às origens no "The Dukes Of Hazzard: The beggining".


O Raio Azul (The Blue Thunder)

Nesta série o grande atractivo residia no helicóptero negro e em todo o seu manancial tecnológico e bélico (ai aquelas duas armas frontais...). Este veículo voador ultrapassava a importância das personagens, que eram uma equipa especial no combate ao crime.



O Justiceiro (Knight Rider)

Esta é das mais memoráveis séries dos anos 80.
Misturava ao género de aventuras de acção, os temas policiais e de investigação num todo cruzado com o fantástico tecnológico atingindo mesmo a ficção-científica.
Tudo porque existia um automóvel, o K.I.T.T., que por via da sua inteligência artificial (muito mais que um mero "computador de bordo")... conseguia pensar, falar, agir e conduzir-se sozinho, totalmente carregado da mais avançada tecnologia de bordo (videochamada, raio-x, tudo num interior digno de "cockpit" de avião)... e fazia também as mais imaginativas peripécias acrobáticas. Bastava carregar num botão (Turbo Boost) e ele saltava pelos ares... foi marcante o KITT ou melhor... o preto Pontiac Trans AM era um sonho.
Era "pilotado" por Michael Knight, um galã interpretado por David Hasselhof, sob a orientação da secreta Knight Industries 2000 e que juntos combatiam o crime.
Como era uma das muitas séries de Glen A. Larson, o KITT tinha na frente a célebre luz vermelha que se movimentava de um lado para o outro (ao bom estilo dos Cylons da Galáctica de 78/80).

Intro da 2ª temporada (mostra mais a espectacularidade do KITT que a original)


Algumas temporadas mais tarde o KITT sofreu um upgrade de características e passou a contar com o modo de super-velocidade (de fazer inveja ainda nos dias de hoje á malta do tunning) e também com um venerável modo descapotável. E o automóvel, apesar de tudo isto era sempre o mesmo... como era possível tanta "artilharia" no mesmo chassis?

O modo cabrio...


...e o vistoso modo de super-perseguição.


Esta série teve imensos episódios fabulosos, das quais me recordo de grandes rivais como o Goliath (um camião indestrutível conduzido por um sósia de Michael Knight) e o KARR (uma primeira versão do KITT que saiu errada e que virou para o lado do mal).
Actualmente, esta série teve um remake neste ano de 2008, num telefime-piloto (já revisto aqui neste blog) e que já rendeu uma nova série estreada a semana passada.


Consulte neste blogue outros artigos sobre nostalgia dos anos 80.

domingo, 14 de setembro de 2008

Nostalgia dos anos 80: os reis da musica Pop

Desta vez, vou abordar a música dos anos 80 e nada melhor do que começar pelos reis da Pop.

E eles eram nada mais nada menos que... Madonna e Michael Jackson! Respectivamente a rainha (ainda o é) e o rei (já foi já) da Pop nos idos anos 80.

Campeões de vendas sem igual e consistentes nas carreiras e nos tops mundiais... trilharam carreiras únicas!
São influência no mundo da pop mas não me parecem copiados. Não existem outros artistas como estes dois... muitos surgiram (e desapareceram) e fizeram-lhes concorrência, pontualmente lançaram até coisas melhores que eles, mas nunca os conseguiram fazer esquecer.

Ladies and gentlemen, Madonna and Michael Jackson!!!


Madonna

Like a virgin - 1984


O quanto este video chocou quando saiu!
Ninguém estava preparado para a Madonna e todo o seu arsenal cénico irreverente.
Marcou definitivamente a cena pop com a sua ousadia e sensualidade. Ela vendia a imagem de "femme fatale", despudorada e imensamente criticada, trilhou a sua marca e nada mais foi o mesmo. Dá para perceber de onde nasceu a influência visual de toda a geração MTV, especialmente do lado feminino.

Tem uma extensa discografia de sucesso e repleta de hits incontornáveis.
Atravessou décadas e foi-se reinventando sucessivamente a cada novo trabalho e consolidou uma carreira na música (no cinema nunca convenceu e a própria desistiu com tantos flops e critica negativa), que ainda hoje é considerada como a artista mais relevante de sempre na música pop.
Tentou fazer a passagem de testemunho à nova geração com um beijo a Spears e Aguillera, mas estas já se perderam antes dela...

Madonna é um ícone incontornável do showbiz!




Michael Jackson


O menino prodígio do mundo do espéctaculo, que cantava e dançava desde criança com os seus irmãos nos Jackson Five, trilhou uma carreira a solo de extremo sucesso. Lançou-se na sua estreia a solo em 1978, o muito bom "Off the Wall", mas foi na década de 80 que se tornou a maior estrela do showbiz.
Lançou aquele que é somente o álbum mais vendido de sempre na história de toda a música, o "Thriller" (1983 -e reeditado em 2008 em edição comemoratiova de 25 anos) e que conta também com aquele que é considerado como o melhor video musical de sempre: "Thriller". Anos depois surgiria com outro enorme sucesso mediático, "Bad" (1987) e ainda o louco filme "Moon Walker" (1988).

Michael Jackson para além da sua música, era célebre pela sua arte na dança, onde executava com magia passos únicos como o "moon-walking", que consistia em andar para trás como se estivesse a caminhar para o outro sentido. A primeira vez que o apresentou no show da Motown, fez toda a plateia levantar-se e bater palmas sem parar. Nunca ninguém tinham visto o passo tão bem executado e isso lançou a histeria.

"Billie Jean" - Motown live act


Wacko Jacko, tornou-se famoso pelas alterações estéticas na sua face e corpo. Operações ao nariz e cabelo liso já o acompanhava na edição de "Thriller" mas foi ao cometer a proeza de passar de negro para branco que fez o mundo exclamar de espanto. Só que essas intervenções desenvolveram mais tarde problemas físicos no rosto. Acabou os seus, dias depois dos anos 80 como um ser esquisitóide, uma espécie de anomalia, com casamentos falhados e e ainda ilibado de acusações pedófilas.
Ao contrário de Madonna, a sua influência nos dias de hoje desvaneceu-se totalmente no campo musical mas para a história ficaram os excelentes passos de dança.




Curiosamente, os reis da pop fizeram ambos no passado mês de Agosto 50 anos de vida.
Parabéns aos dois!

Consulte neste blogue outros artigos sobre nostalgia dos anos 80.

25 de Junho 2009:

domingo, 7 de setembro de 2008

Nostalgia dos anos 80: séries de TV -parte 3 (Sci-fi)

De novo a recordar as séries de ficção-ciêntífica... Algumas são anteriores aos anos 80 mas como repetiram nessa década ficaram na memória. Também a RTP na altura era a única estação televisiva...


Espaço 1999 (Space 1999)

Adorava esta série principalmente porque parecia credível e entrava num campo apocalíptico sobre o futuro do mundo após o ano 1999. Nada disso se confirmou imediatamente para o ano de 1999 mas não deixa de ser pertinente a ideia que um dia a humanidade terá de viver no espaço e estações orbitais ou até mesmo na lua (como se passava na série). Depois porque era muito sugestivo a nível de visual. As armas, a estação lunar, as naves... o máximo!




O caminho das estrelas (Star Trek)

Esta é um grande clássico e dispensa apresentações. É curioso na altura pensar-se na vida espacial como se fossem a bordo de um navio (estelar é claro). Uma espécie dos descobrimentos do futuro...



V - A batalha final

Desta vez o mundo é invadido por extraterrestres e eles aos poucos foram-se revelando amistosos e que tinham uma agenda secreta...


Consulte neste blogue outros artigos sobre nostalgia dos anos 80. Da próxima regressarei com mais nostalgia de séries dos anos 80... mas desta vez com veículos se possível (mas se calhar ainda farei antes mais um sobre sci-fi dos 80).

domingo, 24 de agosto de 2008

Nostalgia dos anos 80: séries de TV -parte 2 (Sci-fi)

Um dos géneros televisivos de muito agrado na altura eram as séries de ficção-científica que nos mostravam como poderia ser o nosso futuro. Na década de 70, o cinema apresentou vários filmes deste género e ninguém pode esquecer o impacto que causaram o "2001-Odisseia no espaço" e muito principalmente o total reboot ao género que causaram os filmes de George Lucas com a sua saga "Star Wars", onde imperava o sentido de aventura.
A TV usou os conceitos de aventuras de Star Wars e criou várias séries que ficaram para a história. Hoje vou recordar uma delas...

Battlestar Galactica


Original de 1978, passou imenso na década de 80 e povoou a imaginação com espantosas aventuras em naves, os robôs Cylons e as suas vozes e sons, etc...



Battlestar Galactica 1980


... depois da série de 1978, que foi cancelada pelos elevados custos, a produtora havia aparecido com uma temporada mais simples em que os acontecimentos se passavam na Terra e não no espaço. O choque do cruzamento da tecnologia espacial e avançada com a a nossa cultura resultou em momentos bem porreiros. As naves a voar nos nossos céus e principalmente as motos que voavam faziam a malta sonhar... e muito.


E quem se esquece da mítica frase "By your command!" dos Cylons?




Consulte neste blogue outros artigos sobre nostalgia dos anos 80.