segunda-feira, 24 de outubro de 2011

MyJukebox: Sofia Talvik - Jonestown [2008]

Sofia Talvik
"Jonestown"
[do álbum "Jonestown" - 2008]


Gosto muito disto... é uma canção folk, simples mas com uns arranjos discretos, ao qual a parte orquestral a faz brilhar e sobressair. "Jonestown" é então uma canção que parece triste mas é cheia de esperança na tentativa de ser um conforto conselheiro, a cantora percebe-se que faz isso cheia de bom coração, cuja letra me soou tremenda quando numa passagem do meu iTunes a voltei a ouvir. Daí esta partilha... é uma bela canção de uma cantora sueca, que descobri na edição SXSW 2010 Showcasing Artists.

Não encontrava a faixa em versão de estúdio mas meti mãos à obra e saiu um slideshow mais ou menos para se poder ouvir esta canção brilhante.



"Jonestown" (Lyrics)

Put your troubles in a box, and your heart behind the locks
Of the safest place you know, to protect you from the blow
Of the unforgiving world, so you can be fine, be fine... be fine, be fine

Don't let anyone get close, just keep staring at your shoes
Build a shell around yourself, put your life up on the shelf
It's the safest way you know, so you can be fine, be fine... be fine, be fine

And with your lost life in your arms, your revolutionary charms
Will you make it there someday, Jonestown USA
It is heaven on earth they say, but can you be fine, be fine... be fine, be fine

Could you save you from yourself, if you moved to somewhere else?
Could location be the key, the horizon and the sea,
An actor in a different scene, so could you be fine, be fine... be fine, be fine

And with your lost life in your arms, your revolutionary charms
Will you make it there someday, Jonestown USA
It is heaven on earth they say, but can you be fine, be fine... be fine, be fine

And when your heart is breaking, will you be forsaking love
Cause no matter what you do, we will always love you
And what could be your temple, could also be your downfall
So if you don't know where to turn to, make sure you don't turn us down




Para terminar, um outro video da Talvik, ao vivo com a "Jonestown" (live at Lasse i Parken), que até está muito próximo do belo efeito que a versão original produz e onde se percebe que é grande artista.


Mais sobre esta artista sueca no site de Sofia Talvik

domingo, 23 de outubro de 2011

Cine-critica: The Last Days Of Disco [1998]

The Last Days of Disco
[1998]


Realização/argumento:
Whit Stillman

Com:
Chlöe Sevigny, Kate Beckinsale, Robert Sean Leonard, Jennifer Beals, Chris Eigeman, Matt Keeslar, MacKenzie Astin, Matthew Ross, Tara Subkoff, Burr Steers, David Thornton, Jaid Barrymore, Michael Weatherly...

Sinopse (via Interfilmes): "Nova York, início dos anos 80. A era disco está chegando ao fim. Em uma das mais badaladas discotecas da cidade, um grupo de jovens se encontra, dança e se diverte. Charlotte Pingress (Kate Beckinsale) e Alice Kinnon (Chloë Sevigny) são recém-formadas e trabalham em uma editora. À noite, procuram novos amores nas pistas de dança. Alice está de olho em Tom Platt (Robert Sean Leonard), um advogado ambientalista que acaba de romper com a namorada, e no publicitário Jimmy Steinway (Mackenzie Astin), mas seu jeito tímido e conservador não a ajuda muito. Em contrapartida, Charlotte é sexy e extrovertida, no entanto vive dando conselhos duvidosos para a amiga. Quando decidem dividir um apartamento (juntamente com Holly) os conflitos começam e cada uma passa a procurar o seu próprio caminho."


Ora bem...

As duas actrizes principais, as ainda muito jovens Chloe e a Kate, aqui em grandes actuações memoráveis e que fazem gravitar em seu torno tudo o que se passa em "The Last Days of Disco".

A Chloe Sevigny numa actuação de grande categoria, que compõe detalhes que emprestam muito à sua personagem, onde se percebe claramente ter qualidades acima da média. Uma rapariga atinada, que procura progredir e singrar no mundo do trabalho mas contudo é muito insegura, delicada e até mesmo envergonhada.
Kate Beckinsale brilha, faz o seu papel de forma muito credível ao mesmo tempo que se percebe nela as inseguranças disfarçadas de ser uma jovem que se quer divertir, que quando fala é cruel e marca o filme com frases corrosivas e demolidoras. Kate Beckinsale é convincentemente uma daquelas amigas egoistas, que é mesmo uma grande "bitch" e que confiante do seu belo aspecto se vai tornando a rainha do grupinho das saídas noturnas. Uma personagem que está constantemente a criticar a colega (e os amigos), deixando-a normalmente pouco à vontade perante os amigos, até envergonhando-a várias vezes. Facto que se tornou habitual até...

Ambas são colegas que estão há muito tempos juntas, desde os tempos da universidade para o mesmo emprego (editora), decidem a partilhar em Manhattan um apartamento a meias e saem juntas acabando igualmente por pertencer ao clube vip de disco. Tudo normal, não fosse na verdade, as duas disfarçarem a amizade quando... na verdade odeiam-se mutuamente.


"Alice, one of the things I've noticed is that people hate being criticized"


Uma componente interessante do filme é que se passa na mudança de tempos dos 70s para os anos 80s, das modas em transição (o fim do disco sound), a vivência dos clubes onde a malta mais "in" socializa e as personagens igualmente em mudança de maturidade e condição social, num filme sobretudo construido de muitas conversas, muitas das vezes diálogos contundentes e capazes de ter argumentos para todo o tipo de assunto acreditando que são os mais espertos.

Confusões entre elas, a vontade de se emaciparem a vários níveis, relacionamentos confusos, crises e sucessos profissionais, algumas personagens com negócios noturnos em ruína, emoções reprimidas, revelações gay, há de tudo um pouco... num filme onde o disco-sound vai desfilando como se fosse a despedida de um género musical a dar também as últimas de relevância.

A destacar obviamente, a elevada qualidade da banda-sonora, que por aqui passam variadas das boas canções disco (Diana Ross, Evelyn King e muitos outros), constituindo-se uma delicia pura musical.


"What if in a few years we don't marry some corporate lawyer?
What if we marry some meatball, like you?
Or not you, personally, but someone with similarly low socioeconomic prospects."


À medida que no inicio dos anos 80, as discotecas também se encontram em mutação e a malta que pertencia como membros dentro destes clubes cada vez mais se sentem fora deles e desenquadrados... conduzindo a uma espécie de alienada comparação social.
Em "The Last Days of Disco", nada termina como começou... e é uma boa surpresa, este filme que até pertence á selecção Criterion!

Classificação:
7,5/10

sábado, 22 de outubro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cine-cenas: V for Vendetta

"Remember, remember the Fifth of November"


"Beneath this mask there is more than flesh.
Beneath this mask there is an idea, Mr. Creedy, and ideas are bulletproof."


"- He was right. 
- About what? 
- That the world needs more than just a building right now. It needs hope."


"The people should not fear the government, it is the government that should fear the people."



Um pouco mais sobre o filme no artigo:

Grand Temple: dois teaser trailers para 2012 promissor...


Aviso à navegação: para os lados do site Grand Temple, a chegada de 2012 vai ser promissor!
Ai vai vai...

O criativo cinéfilo Bruno Duarte desta vez atreveu-se, ou melhor que isso, deu-lhe na gana de apresentar um Batman-tuga e não sendo pouco, ainda apurou como se faz um pirata como o Jack Sparrow e tudo isto sempre à maneira bem disposta e inteligente do Bruno.
Isto é altamentivez pura!



Teaser Trailer - Representação
"Piratas das Caraibas"




Teaser Trailer
"O Cavaleiro de Lisboa"
com a colaboração de Carlos Filipe Jesus


‎"Os criminosos de Lisboa precisam levantar as calças... e eu vou lhes dar um cinto!
Ahahahahahhh!!!"


A quote é brilhante e de certeza muita gente da escrita criativa não desdenharia ter uma frase deste calibre... está o máximo!

Stay tunned... 

MyJukebox: Jay-Jay Johanson - Self Portrait [2008]

Jay-Jay Johanson
Self Portrait 
[2008]





Em 2008, o sueco Jay-Jay Johanson continua a sua cruzada pelos ambientes melancólicos explorados no registo de 2006, só que desta vez surge com uma temática ainda mais triste e fatalista, devido ao falecimento da sua mãe.


Tem alguns bons momentos como "Lightning Strikes" (a melhor), "Autumn Winter Springs", "Medicine" ou "Sore" mas o todo não é assim tão brilhante como noutros registos anteriores conseguiu apresentar. Mesmo assim é um álbum interessante de descobrir... it's Jay-Jay!





"Lightning Strikes"


Lyrics:

I close the curtains
Won't let the day light in
Put out the candles
Pour another gin

And when the lightning strikes
The thunder's never far away
And you're the lightning like
I’m thunder on a foggy day
Or so it seems, or so it seems

Darkness approaching
Guess there's a storm breaking in
Rain drops increasing
Stronger gets the wind

Autumn brought shadows
My days of mourning are through
Gone is the sorrow
The way my life has grown

When the lightning strikes
The thunder's never far away
And you're the lightning like
I'm thunder on a foggy day
Or so it seems, or so it seems

Chords on my piano
Fading away in the room
The ticking of a clock or
Is it a metronome

And when the lightning strikes
The thunder's never far away
And you're the lightning like
I'm thunder on a foggy day
Or so it seems, or so it seems

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Cine-critica: Nothing But the Truth [2008]

"Nothing But the Truth"
"A Verdade e Só a Verdade"
[2008]


Realização/argumento: Rod Lurie
Com: Kate Beckinsale, Matt Dillon, Vera Farmiga, Angela Basset, Alan Alda...


Filme mesmo muito cativante e interessante de assistir e que coloca à prova uma repórter no sentido de a fazer revelar a sua fonte a respeito de um escândalo que envolve o governo.

Ora bem...

A grande Kate Beckinsale surge aqui num papel diferente do seu habitual, onde cria uma mulher forte, determinada e muito integra durante longo do filme. Ela é uma convincente repórter de um dos grandes jornais de Washington, que ao publicar num forte artigo de investigação a identidade de um dos agentes da CIA sob disfarce, desencadea-se uma série de eventos nos bastidores do poder ao mais alto nível (conspirações, assassinatos, traições, etc).

A integridade ética da repórter em proteger a sua fonte e nunca a revelar, quando acossada judicialmente a vão conduzir até á cadeia, entrando num abismo que questiona e coloca à prova a ética, a moralidade, a sua vida pessoal e a familiar. E é sobre a sua vida familiar que a começam a fazer vacilar na sua tão forte defesa na ética jornalista.


A surpresa maior até foi a qualidade da interpretação de Matt Dillon, como advogado/procurador, que sem ser extraordinário, apresenta uma performance muito segura e apreciável.

Sendo este um filme que se passa todo a proteger uma fonte a questão chega até ao fim em se querer também saber quem e porque mereceu tanta protecção da jornalista, para justificar que tanto tenha passado na vida.
Um filme bastante interessante.

Classificação:
6/10


Series TV: Heroes [2006-2010]

"Heroes"
(NBC - 2006 a 2010 - série criada por Tim Kring)


Heroes começou com uma 1ª temporada perfeita, que usava artifícios narrativos originais e importantes para a contar. Era uma série que apresentava pessoas normalissimas que se viam a despoletar com habilidades sobre-humanas, uma espécie de X-Men mas sem o aspecto superheróis. Eram humanos com super-poderes extraordinários, imensamente interessantes na forma como lidavam com a descoberta dos poderes, como os dominavam, o que faziam com os poderes e o que mudava ou não com eles, etc.
A temporada foi tão boa que na altura a seguia com mais interesse que a "Lost", e isto já diz muito sobre a alta qualidade que a série exibia.


A segunda temporada foi demasiado fraca por engonhar excessivamente (culpa da fase da greve dos argumentistas que na altura, prejudicou imensas séries) e agravou-se por o Hiro, começar a sua jornada patética e o oposto do que era na 1ª temporada, principalmente dos vislumbres dele do futuro (quando Hiro aparece no autocarro ao Peter e lhe revela "save the cheerleader, save the world"... foi o máximo!).

A 3ª temporada foi interessante quando mudou de volume e começou a apresentar as origens dos antecessores familiares e a dar algumas respostas. Contudo, acabou por ser inconclusiva e a meramente dar voltas e voltas.
A 4ª temporada (e última) teve um vilão espantoso e toda a cena carnivale era muito boa em conceito mas já veio tarde e novamente se viu tudo a ser arrastado, até ao limite da paciência.


Na minha maneira de ver, todas as temporadas depois da 1ª funcionaram em loop. Normalmente iam ter ao mesmo ponto narrativo, que entre imensas conspirações e planos ardilosos, era fundamentalmente revelarem ao mundo a existência destes super-humanos e normalmente se viam impedidos de alguma forma por alguém/corporação. No fundo, repetiam-se na essência perante o que a 1ª temporada já havia dado. Contudo, era para mim mesmo assim muito atractiva de ver... até porque mantinha a esperança de que voltaria a ser espectacular (e foi a espaços o sendo).


Peter e Sylar, fizeram valer toda a série em todas as temporadas (especialmente o Sylar). Ambos eram polos antagónicos e tinham poderes de igual forma, pois com as devidas diferenças, ambos absorviam habilidades de outros super-humanos... mas como o faziam e usavam é que os separava.

A cheerleader Claire era (e foi) adorável (e vistosa) e tinha uma boa personagem com a habilidade única de se reabilitar fisicamente (que curiosamente, começou e terminou da mesma forma o seu arco narrativo) e que até era fulcral com uma premissa simples "Save the cheerleader, save the world".


A personagem que mais me intrigava (e admirava) era a de Ali Larter na 1ª temporada, que tinha uma disfunção de identidade Nicky/Jessica (uma muito elaborada super multi-personalidade, que se evidenciava ao espelho) e que foi pena não terem continuado sempre a evoluírem com a personagem (ou pelo menos terem feito um twist para remeter que era a mesma e não o factor gémeas e outras artimanhas). Não esqueço ainda a personagem da criança Micah (filho de Nicky), que tinha o interessante dom de interagir cibernéticamente.

Por fim, Hiro, que na 1ª temporada era o mais entusiasmante e divertido... mas as temporadas seguintes nunca mais o encontraram e desbarataram-no em enredos de total patetice desinteressante.
 Hiro, presente e a versão de um futuro...

Acabou por não passar de um desfile de boas ideias e conceitos mas que no todo não se aguentava continuadamente porque houve grandiloquência em exagero e sem boa concretização narrativamente, depois de uma tão marcante 1ª temporada que nas seguintes nunca mais conseguiram repetir o mesmo nivel de interesse e relevancia. A série teve o cancelamento merecido pois até a deixaram durar bastante tempo...


(este artigo é uma recuperação de um antigo rascunho, entre os muitos, desta vez editado e melhorado nalgumas frases e... finalmente publicado)

Muito obrigado, Varatojo!

O artista plástico contemporâneo José Varatojo, via Facebook dedicou-me como prenda de aniversário (no passado mês de Agosto), um exemplo da sua arte e personalizada.
Dedico-lhe estas linhas, mesmo que simples, para agradecer tão generoso gesto. (É atrasado mas não estava esquecido.)

Adorei e é uma tremenda honra!!!
Muito obrigado grande Varatojo!


Descubram mais sobre este criativo, no seguinte artigo:

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FCPortices: Não estamos habituados a isto...

Fogo, o FCPorto novamente num momento importante a empatar?
A produzir ataques simples e... ineficazes?
Em terceiro lugar na Champions?
Isto de 1-1 com o APOEL...

...ó Vitor Pereira, parece que não sabes tocar guitarra, pá!

imagem do MaisFutebol

Dylan Artigan... disse toda a verdade sobre a crise na TV


Dylan Artigan, o homem que disse na televisão, toda a verdade sobre a crise financeira mundial. Ele explica o que entende ter conduzido ao actual estado da situação e referia-se aos EUA, seu país, mas facilmente se pode extender o discurso a outros... tal como Portugal. E os factos são idênticos, dois partidos, duas décadas, pais sem dinheiro por dividas, etc.

"o dinheiro e a política são a raíz de todo o mal, é corrupção no seu pior e enquanto não nos chegarmos à frente e expulsarmos isto, vai ser o mesmo sistema vezes sem conta"

Carlos Lopes nos The Simpsons


38??? eheheh!

Carlos Lopes nos "The Simpsons"

MyJukebox: Nick and Norah's Infinite Playlist OST [2008]

Nick & Norah's Infinite Playlist
(Original Motion Picture Soundtrack)
[2008]


Há filmes que por vezes também se destacam imenso pela sua banda-sonora e nesta parte, sou daqueles que admira os que se compõem por OSTs de canções diversas. "Nick & Norah's Infinite Playlist (Original Motion Picture Soundtrack)" é uma dessas onde a memória e o efeito do filme perduram pelas suas canções e este tem mesmo muitas. Na verdade, a própria OST afigura-se como sendo a playlist de Nick, que vai desfilando ao longo do filme acrescentando valor às imagens e ás situações (e são muitas e castiças).

Toda a OST é composta por bandas indie e destaco canções como a dos Vampire Weekend ("Ottoman"), Chris Bell ("Speed of Sound"), Devandra Banhart ("Lover"), Band Of Horses ("Our Swords"), Shout Out Louds ("Very Loud" que emulam os The Cure), We Are Scientists ("After Hours"), Paul Tiernan ("How To Say Goodbye" que passa num dos mais belos momentos do filme), The Submarines ("Xavia" - que sonoriza um dos momentos fulcrais do filme - the kiss scene), The Real Tuesday Weld ("Last Words") e até mesmo o tema composto para o filme "Nick & Norah's Theme" (por Mark Mothersbaugh) é muito especial e de grande delicadeza.

Sobre o filme, a minha review pode ser lida clicando aqui. Recomendo a descoberta desta OST e do filme, que valem a pena.

Vamos então ouvir já a seguir (com 5 videos do Youtube) algumas das mais interessantes faixas:

Shout Out Louds - "Very Loud"


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Cine-cenas: Nick and Norah's Infinite Playlist

Momentos sorteados e aparentemente sem nexo do magnifico filme
"Nick and Norah's Infinite Playlist":


- Hey, Tris.
- He made another one. Look at the ridiculous cover art.
- Don't do it...


- Don't do what? Let's go already. 
- He makes the best mixes in the world. Look at this cover art. Tris does not know what she gave up...

- I never wash my pants. I like to keep the night on them.

- Would someone mind telling me where we're going?
- You know how some people like to eat at the same places?
- Yeah.
- Well, Caroline likes to puke in the same places.


- Are you sad that we missed it?
- We didn't miss it. This *is* it. C'mon. You wanna go home?




(Quase) tudo sobre este filme revendo a minha review ao filme no artigo:

10 anos antes era assim... e agora?


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Um golão de Postiga...

Postiga encontrou-se novamente com os golos. E marcou logo dois!

Saragoça 2-0 Real Sociedade

Vejam só como o "nosso" avançado, Helder Postiga, fez este:

Espantoso golo!
Este gesto técnico é que teria dado jeito no jogo fulcral do apuramento directo da selecção nacional... ai tinha tinha!
E eu que ainda pensava que ele estava no Sporting... (dito isto, até foi uma maior novidade do que ele ter marcado os dois golos do jogo - tenho andado desatento "à bola").

Salvamento...

Com esta crise que se agudiza crescentemente, não me espanta nada que as coisas se fiquem por situações assim. Os interesses vão estar acima de tudo...


MyJukebox: João Gilberto - Triste [de "Amoroso" -1977]

João Gilberto
"Triste"
[de "Amoroso" -1977]


Uma excelente canção do brasileiro João Gilberto, uma bossa nova aparentemente simples mas com umas pinceladas em background da orquestração discreta de Kalus Ogerman, que lhe até lhe empresta um ar jazzy muito saboroso. "Triste é viver na solidão..." ou "que nunca vai ser, nunca vai dar, um sonhador tem de acordar", são algumas palavras que ele canta e lhes confere uma grandeza admirável a esta marcante e melancólica canção.

Porque é que está aqui uma canção assim? Pela simples razão que a ouço há alguns anos com admiração e também porque tem a pontuação máxima na minha jukebox (iTunes). Razões simples...

Com muita pena não apanho um video da faixa original mas fica aqui um video (o único disponível para esta canção devo informar), de uma actuação ao vivo e solitária de João Gilberto, em 1973.

"Triste"
(ao vivo - 1973)
 

domingo, 16 de outubro de 2011

Cine-critica: Bad Teacher [2011]


Bad Teacher
Professora Baldas
[2011]

"Eat Me"? Hélás!!!

Realização: Jake Kasdan
Com: Cameron Diaz, Lucy Punch, Jason Segel, Justin Timberlake...

Sinopse: "Depois de ser abandonada pelo seu noivo pouco antes do casamento, a professora Elizabeth Halsey (Cameron Diaz) está decidida a arranjar um novo substituto que sustente os seus caprichos e lhe possibilite deixar de fazer o que mais abomina na vida: dar aulas.
E é então que conhece Scott Delacorte (Justin Timberlake), um professor do liceu onde lecciona que, para além de solteiro, simpático e bem-parecido, aparenta ter dinheiro suficiente para satisfazer os desejos de qualquer mulher.
Porém, alheio aos planos de Elizabeth, Scott apaixona-se por Amy (Lucy Punch), uma colega de ambos cuja personalidade é a antítese de Elizabeth."

Trailer:

Ora bem...

Apple logo... com Steve Jobs

Muito bom!
Brilhante esta ideia (sem dúvida), que um designer muito jovem fez depois da noticia da morte de Steve Jobs...
Como ainda não tinha colocado aqui a imagem... aqui está.