quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

tvPRIME #4... revista on-line Fevereiro'11

Já se encontra disponível no site da tvPRIME, a nova edição para Fevereiro da revista on-line (e gratuitamente).


Devo dizer que gostei muito da pertinência do editorial, que aborda o assunto das traduções (e realmente o "True Grit" é um caso caricato).

A web-revista está a crescer a olhos vistos e no bom sentido, não só em conteúdos mas também em páginas e focos de interesse: noticias, abordagens a várias séries (as que regressam e as novas), perfil (J.J.Abrams), atenção ao que passa na TV (séries e filmes - gostava de ver mais neste campo) e o mundo do cinema (as estreias, criticas dos filmes recentemente estreados, os Oscar's, etc).






Uma edição desta webzine mesmo muito boa, imperdível e altamente recomendada!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

(Marvel) Thor... o teaser trailer da Super Bowl 2011

Além do "Capitão América", um outro "vingador" da Marvel, o todo poderoso super-herói "Thor", também teve direito a um teaser trailer de 30 seg para ser exibido na Super Bowl 2011, onde se vislumbram momentos muito potentes do poder do deus do trovão.


Tem mesmo pinta de épico esta adaptação! Bem... mais ou menos... mas ainda assim também muito espectacular é entrar no site de Thor.marvel.com e assistir á intro onde se dá a chegada devastadora do Mjollnir á Terra.
Mighty fuck yeah!!!






"Thor" teaser trailer da Super Bowl 2011 (30seg)

Videoclip: Lykke Li - Possibility (special performance)

A canção é poderosa mas este video tenebroso... é impressionante de tão belo!


Lykke Li
Possibility (a special performance - March 2010)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Captain America - The First Avenger... Red Skull revelado!

Uma dos mais esperados vislumbres na adaptação do Capitão América, é precisamente observar como será o arqui-inimigo dos tempos iniciais do super-soldado. Refiro-me ao Red Skull, cuja cabeça é literalmente uma caveira vermelha. E no teaser trailer há esse vislumbre muito importante. Mesmo que fugaz... está lá!


Hugo Weaving é o actor que fará a personagem Red Skull, pelo que só por ele já aumenta o interesse em ver o "Captain America - The First Avenger". Pela imagens dá a entender que a cara (a de Hugo Weaving) é na verdade uma máscara que serve de disfarce para a sua "caveira" vermelha.
Contudo, há ainda mais uma "pormenor" no filme, que é a presença do Cubo Cósmico, que na verdade pouco ou nada me recordo sobre da BD. Apenas que está relacionado com o Red Skull e também com Asgard (Thor)...
Promete!

Captain America - The First Avenger... teaser poster, imagens e teaser trailer

Novidades apresentáveis de "Captain America - The First Avenger", desde poster, imagens live-act e o primeiro teaser trailer (exibido no Super Bowl'11).
O site captainamerica.com também já está em funcionamento!

Até dá vontade de cantarolar a intro dos antigos desenhos animados do Capitão América:
"When Captain America throws his mighty shiiieeeld!"




Teaser Poster "Avenge"


Super Bowll'11 - teaser trailer - 30seg - (via SuperHeroHype)



Algumas imagens live-act do filme (via ComingSoon):





Capa da Empire magazine:

Mais sobre o que se passará no filme clicando aqui.

Vamos ter filme!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Black Swan; Green Hornet; Casino Jack; Secretariat... desde 3Fev'11 nas nossas salas

É... deixa lá ver o que é que chegou de novidades às nossas salas de cinema. Deixa-me lá ver se algum serve de "memorando" interessante para um certo IP ter alguma actividade... e... até que há mesmo e é logo o primeiro!


Cisne Negro
Black Swan (2010)

Realizador: Darren Aronofsky
Com: Natalie Portman, Mila Kunis, Vincent Cassel...

Obs: Hummm... versão screen... pois a tal da Academia... yeah!




Green Hornet (2011)

Realizador: Michel Gondry
Com: Seth Rogen, Jay Chou, Christoph Waltz, Cameron Diaz...

Obs: Ò Michel Gondry (dos tão bons: "Eternal Sunshine of the Spotless Mind" e "The Science of Sleep") o que foste fazer agora... ai senhor, que parece uma tristeza!





Casino Jack – O Dinheiro dos Outros
Casino Jack (2010)

Realizador: George Hickenlooper
Com: Kevin Spacey, Barry Pepper, Jon Lovitz...

Obs: Adoro o poster! Que bela ideia ao simular uma capa de revista. Fixe!



Secretariat (2010)

Realizador: Randall Wallace
Com: Diane Lane, Scott Glenn, James Cromwell...


Posters e infos: tvPrime

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Clubite aguda: os azuis não ganharam... OK!

Épá... ontem os azuis não ganharam. O FCPê sofreu dois golos... e o SLB teve mais sorte.
Eh, eh, eh!

Reparem só na subtileza do "não ganharam" ou "teve mais sorte"... mesmo ao bom estilo dos nossos jornalistas desportivos (é tudo benfiquista, sempre soubemos), que costumam suavizar as noticias quando os vermelhos da Luz perdem. Mas quando é ao contrário... a subtileza vai-se embora. Ó se vai!

Ele é: "os dois anjinhos", "chama imensa", "imponente", "até com menos um", "desforra de mestre", "Jesus deu uma lição"... e um sem fim de frases feitas de piropos, que só dão é sono.


O Porto é muito grande, carago!


Assim, continuo com a minha (enquanto assobio para o ar): o FC Porto ontem não perdeu... apenas não ganhou.
E não ganhou porque, o jogo é a duas mãos e ainda não terminou a eliminatória.
Ainda não acabou e eles já festejam de caraças... tadinhos!

Contudo, temos de dar o braço a torcer pois eles ontem, os vermelhos, jogaram imenso. Basta ver que se até o César Peixoto parecia um jogador de futebol... dá para imaginar a qualidade do resto da equipa ontem. Parece que andavam de mota! (Imagino o "combustível" que eles devem ter "botado" lá para dentro... são cházinhos são... e não sou eu que o digo!)

Mas nada disto me chateia nada. O FCP apenas deu-lhes um curto momento de alegria... pois todos nós sabemos bem que vamos á Luz para fazer a festa. Na casa deles e com eles a verem. Foi só para dar mais dramatismo à Taça de Portugal.


(O árbitro ontem até lhes foi perdulário... perdoou tanta coisa inadmissivel aos mouros... que quando deu o 1º amarelo até foi para o FCPê). Mas aqui este escriba não percebe nada de bola... e nem fui eu que escrevi isto. É que o meu teclado nestas alturas tem um bug e costuma "teclar" sozinho.

Daqui a 75 dias cá estaremos...

Bibó Puorto, caralho!
Ai... caralho não, é carago!

MyJukebox: Roger Waters - Music From The Body (OST)

Desta vez, recupero de Roger Waters um dos seus registos mais deixados para o esquecimento.
Na verdade, nem é bem um álbum de Roger Waters mas sim uma colaboração dele com Ron Geesin para o documentário "The Body" (que até foi narrado pela actriz Vanessa Redgrave).

Refiro-me ao álbum Music From "The Body", 1970, de Ron Geesin & Roger Waters.


O álbum não é nada de verdadeiramente especial mas não deixa de ser um objecto de interesse. É mais de Ron Geesin que de Waters, pois ele apenas participa em pouco mais de meia dúzia das 22 faixas, que são baseadas no conceito de amostras de som do corpo humano (samples), tudo numa toada inconvencional e muito experimental.


A participação de Waters é muito evidente nas poucas faixas em que canta principalmente, pois quebra o experimentalismo sonoro de Geesin e brinda-nos com momentos mais bucólicos e pastorais. Ao mesmo estilo que havia revelado no "Ummagumma" (1969) dos Pink Floyd...


Waters criativamente deambula nas suas faixas por uma mesma ideia de canção, que as torna muito coesas, como se até de uma longa canção se tratasse mas dividida por andamentos diferentes. Percebe-se bem escutando as "Sea Shell And Stone", "Chain Of Life", "Breathe" e "Sea Shell and Soft Stone".



Há ainda contudo, neste álbum algumas evidências do rumo que Waters já estaria a abraçar criativamente. Um ponto de ligação, que não é à toa é o facto de Ron Geesin ter participado com as suas orquestrações em "Atom Heart Mother", álbum dos Pink Floyd do mesmo ano (1970).
Depois há detalhes que me evocam o "The Dark Side Of The Moon" (1973), pois uma das faixas partilha do mesmo título, a "Breathe" (onde Waters começa da mesma forma cantando "Breathe, breathe in the air...") e o muito curioso uso de coros femininos em "Give Birth To a Smile", ideia que mais tarde foi recuperada em álbuns dos Pink Floyd.

A maior pérola deste álbum/banda-sonora, é até a canção "Give Birth To a Smile", porque além de ter sido escrita por Roger Waters, contém a participação dos outros 3 membros dos Pink Floyd. Sim, é verdade!
Contudo, eles surgem aqui não creditados e como meros músicos de sessão, como que a cumprirem algo que lhes foi pedido e a tentarem disfarçar a sua maneira de tocar. Mas com uma escuta bem atenta, percebe-se bem que é a bateria de Nick Mason, as pontuações das teclas de Rick Wright e a guitarra de David Gilmour (que mais uma vez toca as notas certas para os momentos certos - o estilo Gilmour). Depois tem ainda os referidos coros...


"Give Birth To a Smile" bem que poderia ser considerada uma pura canção Pink Floyd em regime pop-rock (desviada do psicadelismo que practicavam na mesma época).
É uma pérola oculta dos Pink Floyd!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Cinedupla: Ice Castles + The Cutting Edge: Fire and Ice (tele-filmes)

Dois telefilmes dedicados à patinagem artística...

Nada de mais por aqui sendo apenas duas propostas de cariz muito honesto e sem altas pretensões. No fundo, o que mais aprecio de ambos é a história (que por pouco uma mesma sinopse daria para os dois...) e alguns valores de vida que ambos deixam (mesmo sendo os clichés do costume).
No fundo, ambos lidam com sonhos por alcançar, segundas chances na vida e ainda em fundo um crescente romance entre o par patinador.
E é claro... nestas produções, os actores e actrizes são escolhidos a "preceito" (as patinadoras parecem mesmo escolhidas a dedo).




Ice Castles (2010 - Canadá)
Castelos de Gelo
Realizador: Donald Wrye
Com: Taylor Firth, Rob Mayes, Eve Crawford, Henry Czerny...



Uma jovem que desponta no mundo da patinagem-artística por ter grande amor à modalidade e que se torna alvo de todas as atenções ao entrar em competição a sério. O mais interessante é que a tragédia se abate da jovem, fazendo-a perder a quase totalidade da visão, no entanto, não deixa de continuar a competição, ocultando o facto na prova final e conseguindo arrebatar a audiência... sem ver nada e apenas com a noção da pista.
No meio de tantos clichés, o twist final é ainda assim muito interessante.





The Cutting Edge: Fire and Ice (2010 - ABC Family)
Realizador: Stephen Herek
Com: Francia Raisa, Brendan Fehr, Russell Yuen...



Dois jovens amargurados por estarem arredados da competição no gelo, são inesperadamente desafiados por um famoso treinador, constituindo-se assim numa oportunidade de redenção das carreiras… ou algo assim, com todos os clichés do género.
Fraco e demasiado televisivo mas até que entretem...

Os ridiculos impedimentos não permitem sequer a visualização do trailer no nosso país. Portanto, é ver no YouTube... e ironicamente, na integra até!

Magnetica magazine... revistas on-line Fevereiro'11

Mais uma edição da web-revista para Fevereiro'11, da:

(clicar no nome para ler)

Como é habitual continua culturalmente riquissima... e recomendo!
(Continua é exageradamente de tendência feminina... mas OK)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

MyJukebox: John Barry - 007 Theme (R.I.P. 1933-2011)


O compositor de imensos filmes (os primeiros) de James Bond, o já lendário John Barry, faleceu nos últimos dias.
Contudo, mais do que a tristeza da noticia o importante é celebrar o grande contributo que deixou para a 7ª arte.


Isto para referir que a sua composição que mais aprecio é o "007 Theme" (não confundir com o célebre e icónico "James Bond Theme" que é ultra-conhecido e ainda hoje usado em todos os filmes).

Um tema frenético, pontuado com uma cadência progressiva que lhe é conferido ainda pelas orquestrações um tom heróico memorável.

John Barry - 007 Theme (1964)
(The Best of JAMES BOND 30th Anniversary)


Sempre achei uma pena nunca mais se a ter aproveitado e até mesmo a ter modernizado. Com um drum'n'bass sobre este som ou um bom jogo de trip-hop, teria ficado á maneira...

MyJukebox: Cat Power - The Greatest

Mais uma canção "luminosa" que passou aleatóriamente pela função iTunes DJ, aqui do meu iTunes...


Cat Power
"The Greatest"
(do álbum homónimo de 2005)


Lyrics:

Once I wanted to be the greatest
No wind or waterfall could stop me
And then came the rush of the flood
The stars at night turned you to dust

Melt me down
To big black armour
Leave no trace
Of grace
Just in your honor
Lower me down
That corporate slob
Make a watch
For a space in town
For the lack of the drugs
My faith had been sleeping
Lower me down
In the end
Secure the grounds
For the later parade

Once I wanted to be the greatest
Two faced, sad little rock
When things I couldn't explain
Any feelings
Oh worn me down
In the end
Secure the grounds
For the lack of the drugs
My faith had been sleeping
For the later parade

Once I wanted to be the greatest
No wind or water fall could stop me
And then came the rush of the flood
The stars at night turned you to dust

Cine-critica: The Outlaw Josey Walles (1976)



The Outlaw Josey Walles  /  O rebelde do Kansas
(1976 - IMDb)

Realizador: Clint Eastwood
Com: Clint Eastwood, Chief Dan George, Bill McKinney, Sondra Locke...

Clint Eastwood realiza e protagoniza este magnifico western de recorte clássico. "O Rebelde do Kansas" mostra a busca de justiça pelas próprias mãos de um pobre homem, Josey Walles, que de repente e sem nenhuma razão, perde tudo perante um grupo de bárbaros: a família (o filho ainda criança e a sua mulher), a casa e todos os seus bens.


Josey Walles, sedento de vingança e sem nada, parte no encalço do grupo e isso acaba por se tornar numa enorme odisseia de redescoberta pessoal. Josey Walles é um solitário, de pouca ou nenhuma conversa mas que se percebe do seu interior as convulsões do desgosto ao mesmo tempo que aparenta ser alguém calmo e de poucas palavras.
A sua jornada coincide com os tempos de guerra civil entre Norte e Sul, onde pelo caminho se vê obrigado a juntar aos tropas. É num desentendimento entre facções que ele decide se virar contra os Yankees, pois se vê no meio de uma estratégia para acabar com o seu grupo e com uma potente arma automática (de manivela) ele decide se virar contra eles (e com a ajuda de outros membros) arrasar com o acampamento, acabando por reconhecer o bando que lhe matou a família. O bando foge e ele igualmente, tornando-se num desertor, complicando ainda mais a sua condição. Contudo, o desejo de vingança colocam-no novamente na sua jornada.


A jornada acaba por não se fazer solitária pois conhece um velho indio, também ele na condição de excluído e sem nada, que se decide a o seguir e se torna seu companheiro. Sucessivamente vai conhecendo pelo seu caminho em direcção a Oeste, com uma india (que a salva duma injusta escravatura e consequente violação) que se torna igualmente uma sua seguidora por razões de honra. Também se deparará com um jovem aventureiro, que é mais gabarola do que parecia e por quem Josey Walles assume uma atitude quase paternal e até mesmo um cão, que o segue fielmente. Juntos nesta odisseia rumo ao Oeste, defrontarão diversas adversidades e inimigos pontuais, incluindo uma família que haviam conhecido numa civilização, que se encontra numa emboscada de ladrões e... Josey Walles decide proteger a indefesa mãe e a sua pura bela filha. Tudo isto conduzindo-se sempre no encalço daqueles que lhe restam cumprir a sua sede de vingança, conduzindo-se a um inevitável duelo final.



O que mais apreciei neste filme de Clint Eastwood, é o sentido de jornada que representa as voltas que a vida dá. São momentos destes que mudam uma pessoa e o sentido da vida, de alguém inconformado com a tragédia que se lhe abateu à sua vida calam e pacata. Um solitário com uma causa, que se vê gradualmente com um crescente apoio humano, de gente que à sua maneira têm também algo em comum. Na realidade, são pessoas sem ninguém como ele, igualmente carentes de humanidade e um rumo, que se redescobrem entre si pela possibilidade do conforto e empatia humana onde menos se esperaria.


É uma bela história, um belíssimo western de redenção com verdadeiras personagens, onde por vezes a falta de detalhes imediatos de cada uma, se vai intuindo e lentamente conhecendo melhor. Muitas das vezes percebemos mais pelos gestos, olhares, atitudes e conduta do que propriamente pelas poucas falas de cada um (ou fica por falar). Faço também uma importante referencia ao velho índio que o acompanha pois é uma daquelas personagens e tanto. Daqueles que diz muitas coisas acertadas, por vezes bem divertidas (um grande contraste com a personagem de Eastwood) e que é uma performance muito interessante do actor.


Como western nada lhe falta, a começar por um Eastwood que parece consciente dos seus trabalhos anteriores, cuja carreira marcante tem nos incontornáveis "O Bom, o mau e o vilão" e "Por um punhado de dólares", alguns resquícios. É um western repleto do imaginário tão característico, desde as pequenas cidades abandonadas, índios, perseguições em grandes cavalgadas, travessias de rios, grandes tiros e bons duelos de balas cruzadas... só que aqui à mistura num argumento cujas subtilezas e subtextos o tornam em algo melhor do que à partida seria de supor.
Ahh... e nem as célebres desafiadoras cuspidelas para o chão estão ausentes.



Este filme é admirável, a realização de Eastwood é sem virtuosismo mas plenamente eficaz. Aqui se percebe até melhor a força de certas motivações que Clint Eastwood continuaria a dotar em muitos filmes posteriores a este. Refiro-me claro ao "Imperdoável" de 1992, pois com alguma imaginação mais rebuscada até se poderia quase ver este "Rebelde do Kansas" como uma espécie de prequela aparentada (entenda-se que não têm relação alguma sequer... mas no Oscarizado filme de 1992, encontramos um cowboy já velho mas com um passado atribulado que bem poderia ter sido este).

Uma boa surpresa este filme, que é bem melhor do que esperava obter e continuamente cativante até ao fim.
Este "O Rebelde do Kansas" é bem bom e merece ser descoberto!

Blitz... de Fevereiro'11 nas bancas

A capa da revista Blitz de Fevereiro'11.


Conheça os destaques do conteúdo desta edição, clicando aqui.

Canais TVCine com mais oferta HD...

Os canais TV Cine assinalam mais uma etapa na sua evolução e desta vez passam a aumentar a sua oferta HD de um para dois canais. Exclusivamente só para quem tem ZON (e por cabo).

Cool!