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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Series TV: "Big Love"... a 3ª temporada

Vi a 3ª temporada de Big Love há uns meses atrás mas como nunca havia por aqui abordado esta excelente série... faço-o agora.

Ainda vai a tempo não é?
E posso desde já adiantar que fiquei abismado com a tamanha categoria que a 3ªT de Big Love alcançou!


Não tenham repugnância por ver Big Love...

Comecei por descobrir esta série pelo canal FX da ZON. Quando chegou o FX, deu a 1ª temporada e apenas vi assim-assim um ou outro e depois veio a segunda e continuei a não a achar assim tão cativante de assistir. Na verdade, é uma série que coloca quem a vê em dilemas até pessoais (afinal que leitura fará o cônjuge quando se admira uma série onde os homens têm várias mulheres e a personagem principal é casado com 3 de diferentes idades?).

Quando a série voltou a repetir diariamente (num horário mais tardio), voltei a ver tudo de seguida e passei a ser fã de vez. Até já não notei diferença entre a 1ª e a 2ª, narrativamente progressivas… mas fiquei com a sensação de que algo estava a faltar em Big Love para ser ainda melhor.

Curiosamente, não encontro por cá muitos locais de paragem a abordar esta impressionante série mas acreditem que é uma série que merecia ser melhor tratada e menos ignorada.

É compreensível essa ausência pois afinal estamos perante uma série subversiva e que aborda uma situação que a sociedade em geral repugna. O tema é a poligamia e a cultura mormon e isso por si só é chocante e de dificil digestão e aceitação. Contudo, a série Big Love não pede que aceitemos a poligamia, sendo o seu objectivo mostrar esta realidade, que afinal é bem real, que existe e não é passível de ser ignorada só porque não se rege pelas nossas regras.

Não que defenda a poligamia (bem pelo contrário) mas que Big Love introduz tudo isto de uma maneira interessante e cativante disso não tenho dúvidas... e tem um elenco e produção de regalar, sendo o todo "entregue" num impressionante nível de qualidade.


Mas... toca lá a falar da 3ª temporada...

Ao ver de rajada neste Verão entre Junho e Julho, senti-me abismado pela elevação das situações desta vez.

Foi impressionante e fez parecer as duas anteriores como sendo apenas a preparação para tudo o que acontece nesta: desta vez há consequências sobre cada acto tomado, as familias são postas em causa e em choque com o real lado negro da poligamia.

Mas mais interessante foi ver finalmente a religião a ser mordazmente posta em causa, atingindo mesmo mais para o final momentos valiosos e revelando até cerimónias impressionantes e secretas. Na América até chegou a haver um movimento contra a estação por esta ter prometido exibir o episódio com a tal cerimónia sagrada, que digo do que foi mostrado, chega a arrepiar.
A meio da temporada até se tem um momento milagroso e mágico quando Bill reza no monte sagrado (mas sobre isso já descreverei mais adiante).

Desta vez as coisas passaram a cair para o já referido lado negro. Aliás, é há uma espécie de lado negro mesmo em todas as personagensm facto que é bem evidenciado nesta 3ª temporada. É como se tivesse terminado a distinção dos que são bons dos maus… desta vez ninguém é isento e todos têm os seus “telhados de vidro” (por vezes bastante graves e que originaram muitas das situações passadas).

Por ex: as acções secretas da irmã (e cunhado) contra Barb/Bill; o irmão de Bill que cede à vingança pessoal e deixa de ser um bonzinho; temos as razões que tornaram a Nicky na sociopata que é (e finalmente o assumir disso); os filhos de Barb/Bill (os mais velhos da familia) a revelarem-se com dilemas ou contra a família polígama; a verdadeira influência (negativa) das mulheres dos homens principais em Juniper Creep (os da série);

Depois há avanços interessantes:
- cada vez mais é Margene (a personagem que acho mais cativante de seguir), a mais jovem esposa é a salvação da família toda de Bill (incluindo nos negócios -estou ansioso por janeiro para ver o novo rumo profissional que ela vai ter na 4T), sendo ela a fazer muitas vezes a ponte e ligação a tudo o que for positivo e faça unir a família. Ela tem sido a “cola”, a única que sabe lidar à sua maneira com situações bem difíceis (a gravidez inesperada de Sarah, a paixoneta do "filho" Ben por ela (na realidade é filho de Bill/Barb- por Margene), é Margene a única a compreender os problemas do baixo rendimento sexual de Bill (a cena dela a entrar em lingerie na noite de Bill/Nicky é de antologia mesmo -que embaraço de situação); etc, etc..
Viva a Margene!!!

- Bill ganha um novo entendimento da sua personalidade cambiante pois segue apenas um só objectivo: assegurar o bem das famílias, principalmente a dele. Não se importa de ter de engolir sapos (associar-se brevemente com os seus inimigos Roman Grant ou com Alby), de descartar rapidamente uma nova esposa mesmo que perfeita para aquela família -a coitada não devia ter exigido um casa só para ela- (da mesma maneira que removeria Nicky da familia por esta só a prejudicar -pela divisão entre Bill e a familia Grant e o seu segredo obscuro revelado no fim);

- o vacilamento da fé e o questionamento do que valem as religiões (nesta situação é comovente toda a situação em redor de Barb e que a conduzem à cerimónia arrepiante e secreta que vimos -é uma cerimónia proibida de ser vista ou captada, até mesmo certos Mormons não podem participar nela – Big Love esteve para ter um boicote por isso nos EUA);

- o episódio da viagem familiar, que parecerá desligado da série, mas não o é, pois a viagem tinha a intenção de aliviar da situação da perda de uma nova esposa na familia e da tensão que se ergueu na família de Bill.
No fim, contribuiu imenso para dividir a 3ªT em duas partes quase distintas (que também significou o intervalo da série nos EUA).
É neste episódio que acontece o milagre...
Fiquei congelado com a cena impressionante do anjo quando Bill faz as suas preces profundas no monte sagrado: ele que tanto procurava um sinal... não viu o milagre da fé sobre ele.


Será Bill o verdadeiro profeta? É que ele termina a temporada na posição de líder de uma nova religião fundada… por ele mesmo! E agora?


A 3T para mim foi qualquer coisa de muito boa. De certa forma, nota-se na série uma abordagem nova, com mais opinião sobre o que está a acontecer do que nas anteriores (que apenas se limitavam a mostrar o mundo da poligamia em contraste com o estilo dissimulado adoptado por Bill).

Esta 3T chega a “arranhar” também as posições das religiões opostas (a católica) ao colocar em questão o choque das diferenças num impressionante questionário a Barb (aquilo parecia mesmo um julgamento - e quem o faz a excomunhão são os católicos...).



E muita polémica gerou por a série ter tido a ousadia de recriar e mostrar os rituais, que ninguém pode ver (nem filmar) da igreja mórmon... é uma cena tocante.
Para mim, foi das melhores séries que vi este ano e de certa forma chega a lembrar-me muitos dos dilemas da BSGalactica.


Vem aí a 4ª temporada...

Deixo-vos um teaser trailer para a 4ª temporada de Big Love, que chega já a 10 de Janeiro 2010
(Fonte: TVDependente)


Teaser muito engenhoso e que nos lança muitos dos sentimentos e o turbilhão que este “casal complexo” irá passar na 4ªT depois de tudo a que assistimos com o final da 3ªT. Percebe-se bem o quanto a esposa do meio irá dar que fazer e trazer o caos à familia, deixando Bill num abismo familiar. Continuo a achar que a esposa de Bill mais nova se tornará na salvação deles todos…

Agora, um trailer a sério da 4ª temporada...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A Juniper Creek Christmas... (promo de Natal da série Big Love)

A promoção da 4ª temporada da série Big Love, faz-nos celebrar o Natal... mas ao jeito polígamo, claro!

E não é que as personagens da série se deixaram alegremente levar pelas cantorias de Natal?!

Toca lá a escutar as hordes do "profeta" Roman Grant:



Na página da série, na HBO Big Love>JuniperCreek, podem escutar (e apreciar) mais cantorias de Juniper Creek. Quando se olha para os títulos de cada uma das 8 canções e as escuta... passa-se a perceber melhor que espirito é este.

Se gostarem até podem descarregar de lá este gratuito e subversivo álbum natalício.
Eh, eh, eh!!!

"Siiilent Wiiife..."
:-)



Descoberto no TVDependente...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Series TV: algumas series subversivas...

Com o boom televisivo ocorrido na década de 2000 com as séries, estas foram gradualmente indo mais fundo em algumas questões e temas. No meio de tanta produção, algumas forma surgindo com temáticas mais invulgares e algumas inclusive mostraram-se tematicamente algo subversivas.

É este o nome que lhes atribuo: subversivas.
Pode nem ser o mais correcto mas é assim que as considero.

Na realidade até aqui a televisão exibia tudo de maneira politicamente correcta e em regime do bem contra o mal... ou então seguiam sempre os considerados bonzinhos, etc.
Contudo com alguma habilidade narrativa fomos sendo gradualmente expostos a séries onde o outro lado nos mostraram outras realidade e vivências. Por exemplo o crime ou a sexualidade têm sido muito mais abordadas de maneira mais criativas do que os habituais clichés de sempre.


Faço aqui uma pequena lista de algumas séries onde, na minha opinião, a subversão dos hábitos e regras foram desfilando:



The Sopranos / Os Sopranos

Acompanhar o mundo da Máfia e ficarmos do lado de alguns (ou da familia de Tony Soprano) ao longo de tantas temporadas e ainda por cima, a torcer por gente que no fundo são bem mais que criminosos. Ahh... e esqueci de dizer que este chefe da Máfia, sente-se stressado e algo deprimido com a vida que leva (ter de dar ordens, decidir quem matar ou não, resolver todos os problemas... só maçadas!) e tem de recorrer á ajuda de uma psicóloga?
Do melhor que já passou na TV!




Quando gente rica perde tudo, inclusive a mulher ficar viúva e com filhos, que solução é que foi tomar?
Vender droga, manter as aparências e o nível social que sempre teve.
Uma autêntica viagem que nos leva a acompanhar desde a simples revenda de umas folhitas para charros, à complexidade de a produzir e vender em larga escala, às guerras entre dealers, o relacionamento com um agente federal (para ajudar a encobrir), o casamento com um grande traficante e tudo o mais que se possa imaginar.
No fundo a vida de Nancy, transformada numa fora-da-lei, sempre servida em doses de muito humor negro.




Se Nancy e Tony Soprano estão do outro lado da lei, o que se poderá dizer de Dexter?
Bem, Dexter Morgan é um membro da Policia de Miami, um investigador forense mas que esconde um gigante segredo: ele é um psicopata, um secreto serial-killer, no fundo lobo disfarçado de cordeirinho inocente. Dexter funciona segundo os seus próprios princípios, o código, e mata pessoas. Tem algum altruísmo no que faz pois só escolhe vitimas à qual a justiça não os apanha e que escapam desta. Os seus alvos são as pessoas "más" e criminosos.
No principio era assim, tudo em termos simples, até que gradualmente o seu lado psicopata o conduz a crimes cada vez menos racionais. Ao mesmo tempo Dexter tenta levar uma vida normal, com mulher e mais tarde filhos, atender a família e a sua irmã (que é uma detective... ooops) e manter os amigos, num jogo de aparências de normalidade.
A sua condição de serial-killer dão-lhe também capacidades extra como investigador forense, facto que o torna o melhor do seu departamento... No fundo cada caso é para ele um desafio e se tiver um modus operandi que dê para ele aprender alguma coisa ainda mais o intrigará.
A série faz com que subversivamente estejamos sempre a torcer por ele. Reparem bem no detalhe: continuamente a torcer por um psicopata serial -killer! Não é preciso dizer mais...



L-Word / A letra L

O mundo dos relacionamentos amorosos das mulheres... mas (todas) lésbicas.
O homem nesta série é mesmo reduzido a quase figurantes.


Swingtown

Desta vez deparamo-nos nos anos 70 e com as trocas de casais.
Duas famílias amigas que mudam de residência e que descobrem pelas exuberantes festas particulares dos seus vizinhos, um mundo de experiências novas. Ao mesmo tempo a troca de casais serve de motivo para concretizar os desejos secretos que uma das mulheres nutre pelo seu vizinho...




Uma série da HBO, onde retrata uma situação que a sociedade em geral repugna. O tema é a poligamia e a cultura mormon e isso por si só já é chocante e de dificil digestão e aceitação. Contudo, a série Big Love não pede que aceitemos a poligamia. O seu objectivo mostrar esta realidade, que afinal é bem mais real do que parece, pois existe e não é passível de ser ignorada só porque não se rege pelas nossas regras. Ao mesmo tempo coloca em questão a sociedade e obviamente a religião, colocando-se tanto de dentro desta práctica como do lado de quem não a admite. Tudo começa por Bill Henrickson, um homem de negócios que vive nos subúrbios da América e que tenta por tudo esconder vive sobre os Principios da poligamia. Tem 3 mulheres em casa e imensos filhos e quer sobreviver dessa maneira... mas ninguém pode saber. E daí chegam as inúmeras complicações e as repercussões com o resto da sociedade mórmon.
Uma das grandes séries subversivas da TV.



Secret Diary Of a Call Girl / Diário Secreto de uma Call Girl

Esta série "Secret Diary of a Call Girl" mostra a vida secreta de uma prostituta (como Belle), que tenta conciliar esse lado com uma vida normal (como Hannah).
A série passeia-se em tons de quase comédia romântica e centra-se mais nas dificuldades de manter uma relação amorosa com alguém, esconder o que faz e todos os dilemas que sobressaem da vida que leva. Sempre com um tom didáctico (são histórias de um diário e alguns momentos humorísticos á mistura (Ex: "-Porque escolheste o nome Bambi?" "- Porque a minha mãe também já morreu.")
Estreia a 25 de janeiro a 3ª temporada... e as temporadas são de poucos episódios (8) e de curta duração.



E para não alongar demasiado a lista, deixo uma menção honrosa a séries como "Nip Tuck" (dois cirurgiões plásticos mui sui generis), a "Californication", "Sete Palmos de Terra" e em certa medida também há algo de subversivo em "True Blood".
Devem haver mais... até porque não sou um grande nerd de TV Shows.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Series TV: Big Love... 4T já chegou (e com novo genérico)

A série "Big Love" já regressou desde o passado Domingo para a 4ª temporada (4T) e não perdeu tempo!

Não houve direito a nenhuma recapitulação do que passou antes (mas podem rever uma aqui no blog... que já ajudará).

Começou logo a abrir... e dizer a abrir significa problemas por todos os lados.



De um momento de serenidade na nova igreja de Bill... temos os agentes federais à procura do "desaparecido" Roman Grant, o Profeta, em todo o lado (Juniper Creek)... facto que implica Bill nos negócios relacionados com a abertura do Casino, o que deixa os sócios de pé atrás.
Bill recebe ainda uma visita ameaçadora em casa, ainda relacionado com os problemas da filha da sua 2ª mulher (que tem de ir a Juniper Creek a pedido urgente da mãe para fazer uma terrível descoberta).
A nova condição profissional de Margene parece estar a não correr bem pois ela não está a conseguir conciliar a joalharia com a sua contribuição no casino e ainda a participação em casa.

E entre imensas outras complicações e situações:
O casino (a ser constantemente sabotado por Alvy) lá é aberto provisóriamente... mas sem Bill que foi chamado para resolver uma bizarra descoberta nos terrenos. Foi Barb, com a ajuda de Margene, quem teve de safar a situação (e os montes de problemas com a abertura pois até o cantor contratado -Kenny Rogers- falhou... e teve de ser o filho a cantar)... e a verdade é que foi um sucesso sob esta gestão improvisada.

Contudo, o ponto de maior surpresa neste arranque é precisamente o seu genérico que foi alterado.
Deixou de ser o até aqui tradicional com os "God only knows" e os "uuh-uuhs" dos Beach Boys, para um novo estilo mais negro... mas ao mesmo tempo muito bom igualmente (som dos Interpol).

A HBO já tinha feito teaser com este estilo e caramba que ninguém imaginaria que eram para o genérico...

Tempos negros estão a chegar...

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Canais TV round-up: canais da Fox internacional na guerra Meo vs ZON

Esta guerra entre operadores é um nojo que não dá vantagens a ninguém.

O meu foco desta vez recai sobre a FOX International Channels (FIC) pois deveria ter mais cuidado com a sua oferta de canais pois quem aprecia séries não se interessa só por um ou outro canal que dispõe. Quem, como eu e todos nós por aqui (geeks-de-series), adoram ver muitas séries, ver-se privado de alguns canais por imposição de outro operador concorrente, só nos deixa é na merda.

Digo tudo isto porque a nojenta da PT, continua a pôr em pratica metodologias muito desagradáveis.

Digamos que recentemente a guerra pela oferta de mais canais de alta-definição, os canais HD (em gíria do Meo, HD = hiper-definição), fez com que o Meo ficasse com o exclusivo do canal FOX HD (igual ao FOX mas em HD). Até aí tudo bem e percebo ver a PT adiantar-se á ZON.

Agora o que fica muito mal é ver que nas últimas semanas, o canal FOX estar a passar na ZON desfigurado. Nas televisões 4:3 a imagem apresenta-se "esmagada" como se fosse 16:9. Quer-se dizer a melhoria é para o Meo e quem se fode são os clientes da ZON.
Não temos bom e ainda passa a dar pior. Isto é que não está nada bem.

Outro facto passa-se com o canal FX, exclusivo da ZON, que tinha algumas das mais invulgares séries em exibição. Falo de Dexter, Big Love, My Name is Earl e muitas outras (rever artigo onde foram abordadas as várais séries do canal FX que destaquei). Era um canal dos que mais via até há uns meses atrás notar que o canal não passa mais nada de especial.

Então o que teria acontecido?

O que verifiquei foi que a FOX Internacional redistribuiu as séries por outros canais. Os canais mais gratificados foram o FOX (ganhou por ex: Dexter) e o exclusivo do Meo, o FOX Next (ganhou por ex: Big Love).

O canal FX (ZON), ficou com séries do tipo já muito requentadas... as melhores evaporaram-se.

Isto dos canais exclusivos é sempre uma porcaria injusta para todos. Por um lado há aqueles que gozam a exclusividade e por outro há os que ficam com inveja por não os terem.
Eu sempre achei que não era normal a ZON ter o canal FX e o FOX Life em exclusivo porque um dia lhes iria acontecer o mesmo. Que é o que está a suceder agora.

No entanto, quando a exclusividade é uma obra do operador para tornar ainda melhor e exclusiva a sua oferta, como um agente diferenciador para angariar clientes, já entendo e até aceito. O caso visadao nesta observação é o canal MOV, exclusivo da ZON porque é exactamente também um canal criado pela ZON para melhorarem a sua oferta, incluindo ao nível técnico pois foi dos primeiros a funcionar em HD na ZON.

Seria aceitável se a PT inventasse um canal exclusivo de séries tipo MEO-series- HD e comprasse algumas para lá as meter em exclusivo. Isso demonstrava outro cariz de concorrência. Agora, cá para mim, a PT chegou à Fox Int., combinarem as merdas entre eles e depois avançarem com estes métodos... é que me fazem manter o pó que tenho ao Meo. Saírem beneficiados pela oferta da FOX (FIC), que aqui não se mostrou isenta, é que me tem deixado aborrecido com tudo isto.

Prontos, já o disse: o Meo tem conceitos e ideias inovadoras para TV que aprecio como positivo mas não gostava de o ter como serviço.


Como poderia ser mais correcto...

Para mim a FOX deveria ter todos os seus canais a funcionarem como um pacote e as operadoras ou tinham todos os não tinham nada.


Assim como está a ficar é uma autêntica merda.
Também seria aceitável o método da subscrição de pacote de canais FOX, ficando a totalidade da meia-dúzia dos canais FOX, como um pacote extra pago mensalmente á parte. Valiam bem uns 3€ extra... obviamente que os pacotes teriam de reflectir não terem canais FOX e serem mais baratos.

Eu tenho o serviço da ZON... e o pessoal da Clix SmartTV?
Ainda mais prejudicado pois esses ainda têm menos canais Fox.
O que dirão disto também?
E os da Cabovisão?


link dos canais Fox Portugal: aqui

sábado, 9 de julho de 2011

MyJukebox: Tindersticks - Tindersticks 1 (1993)

Tindersticks
"Tindersticks" (1)
1993


O homónimo longa-duração de estreia dos Tindersticks, foi um marco no rock indie...
Gosto muito deste álbum (mas sou suspeito, como podem já ter percebido...)
É um disco: cru quando quer, é delicado quando precisa, é deslumbrante quando querem seduzir, é profundo quando quer deixar marcas... e instala em quem o souber apreciar a vontade de se encontrar com este som de novo.
Os Tindersticks antes da estreia do primeiro álbum, já haviam lançado singles, tendo sido o da "Kathleen" (a primeira canção deles) que despertou os mais atentos.
Antes de terem este nome também se chamaram os Asphalt Ribbons (fraco realmente!).

Distinguiam-se por uma sonoridade rock marcadamente indie, melancólica, cantada ao mais puro estilo crooner, mantendo as influências do rock de recorte mais clássico.
Muito criativos e multi-instrumentistas, pois recorreram desde sempre aos mais variados instrumentos, desde os xilofones, pianos, violinos, incluindo pequenas orquestras com cordas e sopros, sempre em sintonia com os instrumentos convencionais de uma banda rock.
Eram estas as coordenadas que a banda apontava, apesar de se perceber que exploravam sem saber na realidade que rumo avançar. Tantas eram as possibilidades que apresentavam, que rapidamente se tornaram num grande sucesso underground.

"Tindersticks (1)", é daqueles discos que requer a dedicação de quem o ouve para ele se abrir verdadeiramente. Tanto abordam o rock ao estilo velvetiano com voz à Lou Reed, como sugerem saber fazer uma boa torch song ou mais ainda uma incursão mariachi e algumas experiências sonoras interessantes.

Destaco deste 1º registo faixas memoráveis como:

quarta-feira, 19 de maio de 2010

series TV: "Smallville"... 9T chegou ao fim

Estou atrasado com esta série (assim como algumas outras que ficam para ver depois das "very big amazing shows" como Lost ou Fringe ou Big Love...), pois não passei ainda do ep16 e o final foi o ep22 (tenho de fazer outra vez uma maratona Smallville rumo até ao final).

Mas como bom batoteiro, já vi toda a cena inicial (o sonho) e aquele vislumbre do logo colorido nos olhos de Clark foi um "super" teaser digno de só dar no final até para alimentar a 10ª temporada.


As pessoas no Daily Planet a apontarem para o céu e a questionarem-se sobre o que está a voar para junto do avião em queda… demais mesmo! Pura antologia!

Depois há muitos avanços narrativos já neste final: a Lois descobre quem é o verdadeiro "borrão" (o que deixa ainda mais curiosidade para a 10T final), o triste final da Tess, os diversos super-heróis presentes para ajudar... promete!


E como é sabido vai mesmo ter uma 10ª e última temporada para o definitivo fim desta série (está na altura!), que nas últimas temporadas tem se erguido num belíssimo nível.

A promo da season 9 finale, que até já aconteceu a semana passada... ooops i'm late!


É um video muito rápido mas um fã colocou-o em velocidade mais lenta e muito melhor se pode vislumbrar do que nos trás este final. Ver no YouTube.

domingo, 10 de julho de 2011

MyJukebox: Tindersticks - Curtains (1997)

Tindersticks
"Curtains"
1997

Ao chegarem ao terceiro álbum, os Tindersticks apresentariam o seu mais bem polido registo que alguma vez haviam feito...


No primeiro disco espalharam as pistas e diversas direcções por onde esta banda indie poderia seguir para o seu futuro. Ao segundo registo, escolheram focar-se só nalgumas dessas direcções e fizeram um disco maravilhoso, com nervo, daqueles que ficam tatuados.
Ao terceiro, bem... depuraram ainda mais o som único que detinham. Sublimaram tudo o que bem sabiam fazer de maneira quase épica. Não se resignaram em meramente o fazer, eles apresentaram num nível elevadissimo, até mesmo para eles.

Na altura, em 1997, as mais importantes publicações dedicadas à critica músical não se evitaram de enaltecer efusivamente esta nova obra da banda. Algumas disseram assim:
"Q" (Absolutely tremendous.);
"Uncut" (The greatest record on earth. Their music lifts up my soul.);
"New Musical Express" (Tindersticks have never been better.)...

Digo igualmente que sim, pois "Curtains" afigurou-se um álbum verdadeiramente marcante, mégalómano, pomposo, orquestrado, sedutor, viciante... mas também exibe intenção, quando nos anteriores registos havia espontaneidade. De certa forma, para fazerem um grandioso disco, elaborado e tão pensado assim, todo o processo igualmente criou um enorme problema para a saúde da banda. Problemas esses que se deram ao longo do desenvolvimento e depois de sair para o mercado. Internamente, a banda sentiu-se obrigada a ter de dar uma boa resposta ao enorme sucesso que certos temas do segundo álbum obtiveram (do calibre de "Tiny Tears", por ex) e que eram recebidos em apoteose nos concertos. A banda superou a dura tarefa com um disco superlativo... mas isso criou estragos internos, que viriam a conduzir a desistências e desentendimentos entre os membros. Depois de "Curtains" os Tindersticks nunca mais foram os mesmos e nunca mais repetiram a eximia fórmula exibida em 1997. Valeu-nos, aos fãs, a grande capacidade de reinvenção que a banda sempre desfilou e também ao grande Stuart Staples ao leme...

Destaco deste álbum as faixas:

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Series TV: tantas em atraso...


Da minha parte não tem sido fácil ter muita disponibilidade de tempo com qualidade, nem a ver muitos filmes e nem ver as várias séries onde me enfio, algumas onde até o factor torrent tem mudado da minha parte e ficando-me cada vez mais pelo que passa na TV (tenho descarregado cada vez menos por isso).
Afinal. os canais de TV actualmente também fazem um bom serviço com muitas delas (legendas "prontinhas", 16:9, bom som e boa imagem…).

Se Lost, Dexter, Fringe, Caprica, Dollhouse e Big Love foram vistas quase sempre á espera do próximo episódio… as férias serviram para terminar algumas outras. E quando não foi terminar, pelo menos avançar um pouco mais nas temporadas e ainda este periodo de Verão serviu para começar ainda mais algumas:

- a recta final de Smallville 9T (no geral esta foi fraca desta vez);
- Heroes (acabou-se de vez a série e novamente ficou em loop com os objectivos da 1ªT);
- a 2T de Weeds foi finalmente terminada (sim estou mesmo atrasado) e fiquei agora a meio da 3ªT (apesar de já ter visto pela Tv episódios soltos de outras temporadas seguintes – shame on me!);
- a meio da 3ªT de Secret Diary of a Call Girl;
- não consigo engatar a ver a segunda metade de FlashForward (parado no Ep11) mas hei-de conseguir um dia;
- o mesmo com a “V” (a paragem de 3 meses foi fatal para os meus níveis de interesse -outra que terie de regressar mal possa);
- “Mad Men” estou encravado igualmente lá para depois do meio da 3ªT (gosto muito desta série que tenho gravada na ZON box);
- "Stargate Universe" falta ainda ver a recta final também...

Tenho visto pela TV:
Human target” (é mesmo muito boa a série – é um perfeito escape sem consequências);
Happy Town” (tenho gostado de ver – é muito interessante)
… e assim de repente não me recordo do que tenho estado a acompanhar.

Outras foram sendo acompanhadas com alguma regularidade, tais como a Glee, que é uma série excelente, de grande qualidade e com muita música.

Uma que também gostava de seguir na RTP1 era a "The Vampire Diaries" mas perdi o final da temporada (e quando as séries passam nos canais abertos é uma tristeza pois não repetem mais - neste aspecto os canais de cabo dão mais vantagens).

Não me sinto um pleno geek de séries mas noto que espreito sempre quase todas dos vários canais. Até aquela que se passa num hotel (na SIC Mulher) lá vou espreitando também e até a acho um bom entretenimento. E depois por vezes ainda acabo a rever episódios soltos das séries de outros tempos, tais como a X-Files, Twin Peaks, Miami Vice, Gilmore Girls… (é por isso que o tempo não dá para ver as mais novas).

Agora termino com a minha bomba:
Ainda não vi nenhum episódio da 3ªT de True Blood!!! Shame on me!
E eu que sou grande fã da série…

Pronto já disse tudo e apesar de corado de vergonha -como devem estar a ver desse lado- estou a guardá-la para a ver daqui a mais uns tempos (dias/semanas). Pensando bem, o Verão deste ano acho que até foi pequeno…

Xiii… agora lembrei-me que daqui a semanas voltam “Dexter” e “Fringe”…


Medium” também já voltou ao AXN (só a vejo pela TV e gosto muito de seguir esta maravilhosa série dramática com fantástico á mistura) e é mais uma para complicar a disponibilidade de tempo.

Caramba que vai começar tudo outra vez e tenho tanta coisa em atraso.
É isto...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Shrek 4 (e mais dois)... desde 8Jul10 nas nossas salas

Este semana as atenções nacionais nas estreias nas nossas salas vão se virar todas para aquele ogre verde que vive em bué, bué, bué longe.

Shrek para sempre


Animação da Dreamworks.



Obs: Nas minhas contas, este é o 4º filme e o que vai encerrar a saga de Shrek, mas na verdade já devem ter saido pelo menos uns 6 filmes diferentes de Shrek, pois tenho ainda mais duas aventuras lá por casa. O "Shrek 3D" (que surgiu depois do 2º filme, tipo versão 2,5 como aventura extra e se pode ver em casa com os óculos de cartão que vinham com o DVD) e também o "Um Feliz Shrek Natal" (que é bastante jeitoso e óptimo para esses tempos). E suspeito que deve de haver mais algum ainda.
É... parece que a Dreamworks espremeu bem este produto... até já não haver pachorra para ver este capitulo final do "Shrek 4". Mas como é difícil resistir sempre marchará quando a oportunidade surgir. Já o "Shrek 3" custou-me a ver como sei lá quê... já não tinha surpresas para dar. Valem os dois primeiros filmes... o resto foi só explorar o filão comercial deste "produto".
Neste momento acho que nem os putos ligam alguma coisa a isto.


E ainda (mais dois... mais interessantes):



My Son, My Son, What Have Ye Done / Meu Filho, Olha o Que Fizeste!
Realização: Werner Herzog
Com: Willem Dafoe, Chloe Sevigny , Michael Shannon...

Obs: Um filme misterioso, produzido ou abençoado por David Lynch e com duas actrizes da "minha" excelente série "Big love"... mal aterre no TVCine... Temos filme


The Maiden Heist / Golpe de Artistas
Realização: Peter Hewitt
Com: William H. Macy, Morgan Freeman, Christopher Walken, Marcia Gay Harden...

Obs: Que trio de actores! Parece um comédia mas acho que é bem mais que isso...

quarta-feira, 10 de março de 2010

MyJukebox: The Beach Boys - Pet Sounds



The Beach Boys "Wouldn't It Be Nice" + "God Only Knows" (Pet Sounds - 1966)


Como a 4ª temporada da série "Big Love" acabou... pa pa paa papapa paa...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Globos de Ouro 2010

A primeira grande confirmação de Avatar...


Os vencedores da 67ª cerimónia dos Golden Globes são:

CINEMA

Melhor Filme - Drama: Avatar
Melhor Realizador: James Cameron - Avatar
Melhor Filme de Animação - Up

Melhor Filme Língua Estrangeira: The White Ribbon (Das Weisse Band - Eine Deutsche Kindergeschichte)
Melhor Argumento: Jason Reitman, Sheldon Turner - Up In The Air
Prémio Cecil B. DeMille: Martin Scorsese
Melhor Actriz - Drama: Sandra Bullock – The Blind Side
Melhor Actor - Drama: Jeff Bridges – Crazy Heart
Melhor Filme - Comédia ou Musical: The Hangover
Melhor Actriz - Comédia ou Musical: Meryl Streep – Julie & Julia
Melhor Actor - Comédia ou Musical: Robert Downey Jr. – Sherlock Holmes
Melhor Actriz Secundária: Mo'nique – Precious: Based On The Novel Push By Sapphire
Melhor Actor Secundário: Christoph Waltz – Inglourious Basterds
Melhor Banda Sonora Original: Michael Giacchino - Up
Melhor Canção Original: "The Weary Kind (Theme From Crazy Heart)" – Crazy Heart


TELEVISÃO:

Melhor Série - Drama: Mad Men (AMC)
Melhor Actriz em Série Dramática: Julianna Margulies – The Good Wife (CBS)
Melhor Actor em Série Dramática: Michael C. Hall – Dexter (SHOWTIME)
Melhor Série - Comédia: Glee (FOX)
Melhor Actriz em Série de Comédia ou Musical: Toni Collette – United States Of Tara (SHOWTIME)
Melhor Actor em Série de Comédia ou Musical: Alec Baldwin – 30 Rock (NBC)
Melhor Mini-Série ou Telefilme: Grey Gardens (HBO)
Melhor Actriz em Mini-Série ou Telefilme: Drew Barrymore – Grey Gardens (HBO)
Melhor Actor em Mini-Série ou Telefilme: Kevin Bacon – Taking Chance (HBO)
Melhor Actriz Secundária: Chloë Sevigny – Big Love (HBO)
Melhor Actor Secundário: John Lithgow – Dexter (SHOWTIME)

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

(Ainda mais algumas) Séries a chegar em Setembro (pt3)

Só estou a enumerar algumas e isto cresce, cresce que parece não acabar mais...
Estas são algumas que também regressam e que darei uma atenção relativa. Talvez só quando derem na TV e se tiver tempo...


CSI - Crime Scene Investigation -10T (Las Vegas)
(24 de Setembro)
10 anos conta já esta série e sempre em alta (e ainda gozam a "Smallville"...).
Contudo, sempre achei mais graça às variantes locais que lhe sucederam, principalmente a de Miami (só o estilo e as poses do chefe... xiii).



Anatomia de Grey -6T
(24 de Setembro)



Ghost Whisperer -5T
(25 de Setembro)
Ainda é uma promo fraquita... mas um outro video feito por fãs tem mais elementos. Clicar aqui.



Donas de Casa Desesperadas -6T
(27 de Setembro)


Depois desta vaga toda (há ainda muitas mais mas que não destaquei), temos o inicio de 2010 com mais...
Por exemplo, o regresso da maravilhosa "Big Love" (4ªT) e a última temporada da impressionante e "mind-blowing" "Lost" (6ªT).

Entretanto consultem as duas partes anteriores a este artigo:

(Algumas) Séries de regresso em Setembro (pt1)
- com as novas temporadas de: Supernatural , Fringe, Heroes , House , Smallville e Dexter;

(Mais algumas) Séries a chegar em Setembro (pt2)
- com as estreias The Vampire Diaries e Flash Forward + as novas temporadas de Dollhouse, Medium e Californication;

Stay tunned, folks!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Canal HBO promove as suas series

Não é só a ABC que sabe promover as suas séries, pois a HBO também sabe.

Realmente a HBO é um grande canal pois tem muitas e boas séries... Big Love, True Blood, Entourage, Flight of the Conchords, Curb Your Enthusiasm, In Treatment e outras numa sequência mesmo interessante.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Séries de TV round-up: está tudo no fim!

Tudo o que começa tem um fim... e as séries da temporada 2008-2009 estão de despedida.
Nunca acompanhei tantas séries como desta vez... e dar prioridades de visualização a tanta coisa é uma tarefa que ocupa bastante, pelo que as vou vendo conforme há tempo para tal.

Normalmente acabei por notar que certas séries sabem bem melhor quando vistas de 2 em 2 episódios (ou mais) como Lost, Fringe, Smallville, Kyle XY, Dollhouse, Terminator TSCC, etc. Outras há que só vislumbro um episódio de cada vez de tempos a tempos (Knight Rider, Ghost Whisperer).

Fora da cena das séries que são "importadas" via net, também lá acompanho algumas pela TV e com muita ajuda do DVR, pois neste caso a ZON Box* revelou-se um parceiro excelente para não se perder o que de bom passa (ou passou) na TV (True Blood, Dexter 3T, Eleventh Hour, My Own Worst Enemy e muito recentemente a Weed 1T).
Claro que muita boa série que é exibida na TV e que nem todas acompanho com regularidade. Vai-se vendo quando estão a dar... como se pode...


Assim já terminaram há algumas poucas semanas as mais recentes temporadas de:
- Knight Rider 1T (fim-da-série -única temporada pois não vai mais ser renovada... e ainda bem!)
- Terminator: The Sarah Connor Chronicles 2T
- Battlestar Galatica 4T (definitivo fim-da-série)
- Big Love 3T
- Kyle XY 3T (definitivo fim-da-série)
- Heroes 3T

E também a... Dollhouse!
Óóóó...

Terminou na passada Sexta-feira, com o 12º episódio... mas atenção que vai surgir com o lançamento da temporada em DVD, mais um exclusivo 13º episódio, "Epitaph One", a funcionar como um complemento do final da temporada onde vislumbraremos um futuro "doll" apocalíptico. É o tal episódio que a cadeia televisiva se recusou a passá-lo e há até quem já imagine que ainda possa sair desta visão apocalíptica um spin-off da série.


Quanto à série deixa a sensação que todas as personagens principais da série são na verdade, eles mesmo também "dolls" como a Echo...
Depois da doutora, também serão: o cientista que faz as impressões?, o agente que protege a Echo (como pode ele aceitar tão bem a Dollhouse?)?, a admnistradora?, o responsável pela segurança (o traidor Mr.Dominic...), o agente do FBI Ballard? e mais alguns?...

Mas a questão mais curisosa seria saber:
Como reagiríamos se tivéssemos 40 personalidades a funcionar em simultâneo?


Pois é... dá que pensar!
Esperemos que a série seja renovada (está em perigo de não o ser e apenas vir a ter produção como uma mini-série para lhe dar fim).
Que venham é muitos mais episódios pois soube a pouco!



E para nossa tristeza esta semana diremos adeus a mais algumas:

- Supernatural
(Não adianta... não sigo esta série interessante e não sei porquê! Excesso de séries? Narrativa desinteressante? Sei lá...)

- Fringe 1T

O dramático e revelador episódio que marca o final da primeira temporada de Fringe. Alguém perto da Divisão Fringe é inesperadamente atacado e o bioterrorista David Robert Jones volta, enquanto que Walter desaparece inexplicavelmente.

Encontre-se no meio de mais eventos mistérios a rondar o trio de investigadores ao mesmo tempo que questões são respondidas, observações feitas e lealdades testadas.

E J.J. Abrams volta a dar-nos mais uma surpresa trekkie (já o tinha feito em Lost -lembram-se ao inicio desta temporada, da cena na praia onde aparece um jovem aos berros com uma t-shirt vermelha? Pois... foi esse!).
Vejam só quem está na foto e que vai participar em Fringe neste último episódio e na já garantida 2ªT que aí vem!
Só lhe faltam as orelhas pontiagudas...
Eh, eh, eh!




- Lost 5T
Jack quer colocar as coisas em ordem na ilha, mas encontra uma forte resistência daqueles que são próximos dele, enquanto que Locke direcciona Ben para uma dura tarefa.


- Smallville 8T
Oliver (Justin Hartley) avisa Clark (Tom Welling) que Davis (Sam Witwer) precisa de ser morto, pois este é uma grande ameaça para ele e deve ser detido. CLARK E DOOMSDAY ENFRENTAM-SE. Enquanto que Clark não aceita tornar-se num assassino, o Arqueiro Verde e sua equipa decidem cuidar do problema por si próprios. Entretanto, Chloe (Allison Mack) fica dividida na guerra entre Oliver e Clark sobre matarem o Davis.



...e até a muito fraquita Ghost Whisperer 4T termina (finalmente -pois esta temporada foi algo penosa).


Assim parece que a silly season televisiva está a chegar. Há que pegar em filmes para entreter... ou talvez não pois há mais séries já a começar... em Junho já temos a 2ªT de True Blood!!!

No entanto há imenso a dizer sobre todas estas séries, algumas foram mesmo fabulosas e outras tiveram temporadas que voltaram a re-erguer a fasquia que parecia perdida.

E dizer "perdida"... já estão a perceber onde quero chegar pois depois da chata da 3ªT de Lost, o que não seria se não tivessem introduzido a personagem Faraday na 4ªT, com todas aquelas novas variáveis que ele carregou para a série. Mas nunca se imaginaria que esta 5ªT nos levaria até onde nos tem levado. É impressionante.
E venha lá a próxima 6ªT, a final e derradeira temporada, para que todos os mistérios se resolvam.

Mas a série que anda mais "perdida", sem saber onde quer chegar e que até se torna penoso acompanhar tem sido Heroes, que parece cada vez mais caminhar para um beco sem saída. E o problema começou exactamente desde o inicio da 2ªT, melhorou um ligeiro nada na 3ªT... mas a sensação que tem deixado é que Heroes precisa de ver o final definitivo e para isso deveria ter mais uma temporada curta (12 a 15 episódios) e ser escrita com um final á vista. Esta coisa de andarem a fazer um série que mais parece funcionar em loop dos mesmo acontecimentos over-and-over again...


Se tivesse de eleger as 5 melhores que acompanhei, diria que era muito difícil mas sempre avançaria com destaques para as excelentes surpresas que se tornaram:
True Blood, Dollhouse, Fringe
+ excelentes temporada que nos deram Lost e Smallville.

As mais chatas foram:
Heroes, Knight Rider e Ghost Whisperer.



Adenda:
*Uma palavrinha especial para a ZON Box HD+DVR:
É mesmo muito mais practico ver uma série gravada pela box DVR do que realmente estar a ver as séries apanhadas na net.
É que a estas da net é preciso fazer um monte de tarefas (descobrir os torrents, descarregar, gerir o armazenamento -quando são muitas começam a comer imensos Gigas-, arranjar e aguardar pelas legendas em versão PT, passar a DVD ou melhor ainda passar para o leitor USB ligado á TV... Ufa! Que dá mesmo uma trabalheira!
Ao passo que na Zon Box HD+DVR (ou a do Meo ou SmartTV)... é só fazer agendar e mais tarde clicar em play... e já se está a ver.

Um outro problema das TVs, é o lapso temporal que as séries têm de exibição perante a origem (normalmente dos EUA)... se elas dessem com uma diferença de apenas um mês, nem valeria a pena tanto download. E também ajudaria muito se as operadoras optassem também por mais canais com mais séries diferenciadas e que não sejam só de casos policiais/tribunais/advogados/romances.
Às vezes os canais parecem-me todos repetidos e a dar a mesma merdinha... arrisquem mais seus administradores do caralho!!!

terça-feira, 10 de março de 2009

Alguns genéricos/intros de séries

Um dos detalhes que nos últimos tempos se tem deixado de dar valor é aos temas do genérico de abertura de filmes e séries. Se no cinema os filmes cada vez mais seguem a moda de não ter um genérico inicial musical, para ajudar a identificar os filmes uns dos outros apenas pelo tema de abertura (os filmes de James Bond ainda lá vão mantendo esse conceito), já nas séries isso não tem sido assim. Na realidade, a maioria das séries exibem valentes temas de abertura.

Há diversas e cada qual ao seu estilo de introdução. Há aquelas que apenas têm uma abertura muito minimal (ex: em Lost/Perdidos resulta muito eficaz) e outras que são bastante trabalhados, "musicados" e alusivos ao que vamos ver.


Deixo-vos aqui com 5 exemplos, podiam ser outros mas as que escolhi são aqueles que mais contribuem, na minha opinião, para o tom da série e que de certa forma até ajudam a identificar mal se ouve o som arranca.
Por outras palavras: são dos que mais gosto!


Big Love
(É dos que mais gosto! Um homem a dançar com 3 mulheres, todos apaixonadamente e satifeitos por isso... Poligamia? Pois...)


True Blood
(Este é um genérico que tem uma canção fabulosa e forte... mas as imagens são ainda mais poderosas e deixa a entender mais possibilidades do que o já visto na série. Afinal... vampiros é só a deixa para muito mais...)


Battlestar Galactica -versão 2003
(Aqui da T4... é uma série com duas intros!!! O primeiro contextualiza os eventos e o segundo genérico chega depois em toda a sua glória - o tema é algo erudito mas é fabuloso demais para esquecer.)
Como há impedimentos de usar o video, podem apenas rever só apartir do YouTube.


...e alguns mais instrumentais:

Fringe
(este é aquele tipo de genérico que tem um tema muito simples mas que acaba por ser vital pois nos indica a premissa de tudo o que podemos contar... e normalmente é de surpresa)



Millennium
(Esta é dos anos 90 mas ainda hoje a considero das melhores séries exibidas -a temporada 2 é uma obra-prima no género- e com um tema bem misterioso tocado a violino, onde o som e imagens inserem-se bem e estão ajustadas ao tom da série)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Séries de regresso...

Séries de regresso:

"Battlestar Galactica" (continuação da segunda parte da 4ªT de BSG);


"Lost" (5ªT)
Já publiquei observações sobre o último episódio da temporada anterior. Clique aqui.


"Big Love" (3ª T);


...e também "Kyle XY" (3ª T).

Só para enumerar algumas que adoro...

Outras, que também adoro ou sigo, já regressaram da paragem de Dezembro...

Fringe (para mim a mais entusiasmante e melhor série do momento -uma surpresa!);
e também Smallville (que está magnífica na 8ª T), Desperate Housewives, Knight Rider, etc...



quinta-feira, 8 de março de 2012

MyJukebox: Neneh Cherry - Woman (1996 - Man)

Neneh Cherry
"Woman"
[1996 - single]


Ora bem, mas como hoje é Dia da Mulher, esta "Woman" da neneh Cherry é perfeitamente indicada.
Mas antes disso, vou aproveitar para dizer alguma coisita sobre esta artista...

A Neneh Cherry teve a sua cota de importãncia e relevância para a música em finais dos anos 80 e no inicio dos anos 90. Ela apresentava-se como cantora e rapper, com o trunfo de ter uma base sonora verdadeiramente estimulante para a época e é vista como uma das muito importantes artistas dessa fase.
Para mim, a Neneh Cherry teve a muita importãncia sim (bastante mesmo) mas a verdade é que ela também serviu quase de "cobaia" experimental de algumas mentes criativas que despontaram na altura.

 Eu recordo-me muito bem desses tempos em que a electrónica, ainda primitiva desses tempos, libertou novas correntes musicais. Principalmente se notou de um momento para o outro o aparecimento em força do House e Tecno, do Acid jazz, da nova Soul e o hip-hop saiu revigorado com novos processos de obter a base sonora. Desenvolvimentos esse que seriam fundamentais para aquilo que nos dias de hoje se denomina de R'n'B moderno, isto sob a perspectiva do legado da Neneh Cherry.

Por isso é que considero ainda muito mais importante que ela, o contributo que deram os Soul To Soul. O musico/cantor/produtor Nellee Hooper juntamente com o colectivo que se rodeava e que até animavam um certo clube, que segundo sei (escrever coisas de memória é sempre um risco) eram os 3 DJ (e futuros) membros dos Massive Attack, o DJ Geoff Barrow (mentor dos futuros Portishead), o MC animador Tricky e mais alguns que agora não me recordo). Era tudo gente que gostava de passar músicas antigas, clássicos da soul, canções calmas mas com batida, etc (foi daqui, depois de tudo isto, que nasceu o trip-hop).

E porque estou a referir todo este caminho de outros artistas e colectivos, sem estar a referir-me ao álbum da Neneh Cherry?

Ora bem... porque ela também colaborou com quase todos eles. O mais visível foi com o Robert Del Naja, talvez em jeito de retribuição (pela produção do segundo álbum a Neneh) pois colaborou na "Hymn Of The Big Wheel" do álbum de estreia dos Massive Attack (o célebre "Blue Lines" 1991, este sim o verdadeiro lançamento fundador do trip-hop). No disco de 92, as faixas "I Ain't Gone Under Yet" e "Somedays" realmente têm a marca tipica de Geoff Barrow (que foi produtor e "Somedays" é até co-escrita por ele)

Curiosamente só no seu disco seguinte de 1996, o "Man", é que ela assinaria um álbum com muitos dos tiques do trip-hop mas desta vez já mais liberta de toda esta gente. É um álbum bastante porreiro, com faixas à lá trip-hop típico dos anos 90 e que deixou dois clássicos musicais, pois basta ouvir a "Woman" e a "7 seconds" (o dueto com Youssou N'Dour)... mas também tem outras faixas dignas de interesse tais como a "Together Now" (com Tricky), a "Feel It" e mais algumas.
Toca a descobrir...


"Woman"
Magnifica canção e curiosamente não envelhece... continua muito fresca.



Ficam mais alguns videos (e capa) do álbum "Man" e a letra desta tremenda "Woman" já a seguir.