Realização: Steven Soderbergh Intérpretes: Matt Damon, Frank Welker, Melanie Lynskey Sinopse: Um funcionário da empresa agricultora Archer Daniels Midland decidiu ajudar o FBI como informante para desvendar uma conspiração criminosa mundial envolvendo a corporação...
Desgraça / Disgrace Com John Malkovich...
Amor Por Acaso / Love Happens Com: Jennifer Aniston, Aaron Eckhart, Martin Sheen...
O Eco / The Echo
Playboy Americano / Spread Com Ashton Kutcher, Anne Heche...
Ser fã Apple tem destas coisas também. Realmente dói bastante ver sair novos modelos e aí sentirmos-nos... assim para o... já tão ultrapassados. Chegar ao site da Apple e ver tudo novo e substancialmente diferente, muito melhor e a melhores preços... faz-nos um choque do caraças.
Já passei por isso... aliás todos os mac-users passam por isso de cada vez que a Apple surge com novos produtos. Ele é um Mac... um iPod... um iPhone... o feeling fica sempre lá a remoer.
Tenho um conhecido que comprou há 3 meses um iMac topo de gama e com estas novidades todas, a expressão dele sentia-se pesada. Afinal, andou a "namorar" o iMac 24" ainda muito antes do Natal. Esperou por Janeiro, não fosse surgir um novo modelo... os rumores até falavam já em quad-core e tudo... e há 3 meses não aguentou mais e zás. Comprou o modelo que existia até a chegada desta nova geração. Agora sente-se algo frustrado mas obviamente que aceita estas condições da tecnologia... mas fica lá o remoer de que se tivesse esperado mais 3 meses e uns dias... é que era!
Um outro conhecido há poucas semanas adquiriu o tão desejado rato wireless Mighty Mouse para usar no portátil nos momentos de uso intenso. Vê as novidades... e cai-lhe tudo! Ao mesmo preço investido um shiny-new super-rato multi-touch. E como até dava jeito alguns daqueles gestos visto o trackpad do MacBook não os ter... Life is really a great bitch!
Vai daí que se passou exactamente o mesmo comigo quando comprei o meu iMac G5 20" iSight em final de 2005... e imediatamente em Janeiro de 2006 saía o primeiro iMac com Intel Core Duo. Foi uma decepção total na altura, principalmente porque o modelo nem sequer tinha 4 meses no mercado.
Na altura até me recriminei mentalmente por andar sempre encima das novidades e também por saber que em 2006 chegariam Macs com processadores Intel. Imaginava eu que só talvez a partir da WWDC de 2006 é que a Apple os anunciaria e que tomaria as precauções de começar por fazer a transição de forma discreta. Imaginei que começaria com o Mac mini... Redondademente enganado!
A Apple mostrou que a transição estava mais preparada do que deu a entender e sai de uma só vez os modelos top de vendas da marca com Intel-inside: iMac e MacBook Pro (que substituiu a gama PowerBook).
Foi um desatino. Obviamente que recentemente ainda mais me senti desanimado por nem sequer poder agora instalar nele o Snow Leopard...
No local de trabalho, onde também lido com várias Macs há mais de uma década, estas situações também são sentidas, em menos escala, afinal a massa investida é da empresa e não do nosso bolso. Mas todos nós sabemos como é lidar com as administrações... luta-se para obter uma melhoria e normalmente anda-se algum tempo a maturar as decisões e outro tanto a aguardar pelos veredictos... e quando surgem lá se avança. Normalmente estes ciclos revelam-se pouco tempo depois... quando o material chega shiny new e pouco tempo depois novos e ainda melhores modelos.
That's tech life!
Contudo, não devemos também viver na expectativa do que ainda nem sequer saiu. Se é preciso um Mac, se tanto se o deseja e começa já a fazer falta... há que avançar e nunca esperar tempos infinitos por algo que ainda nem sequer existe. É que nesse processo todo de longa espera e frustração, ao qual se pode ainda adicionar uma outra situação que é seguir os rumores com intensidade. Pode acontecer de a chegada de um novo modelo por vezes ainda não ter aquela característica que tanto foi apregoada nos rumores e tal... e decidimos por manter o delay da espera, mais uma vez. "O próximo é que vai ter isto ou aquilo. Esse é que vai ser bom."
Tudo isto só alimentará a frustração mais tarde.
Estas situações não acontecem se a carteira permite andar sempre a comprar em curtos espaço de tempo novo Mac... e iPod... e Iphone... etc.
Quem pode... pode! A grande maioria é que não...
Por fim temos é de continuar a ver o modelo que temos com o mesmo gosto que tínhamos por ele antes das novidades. Afinal, o modelo que temos continua a fazer tudo o que era proposto fazer quando o adquirimos. Não é?
Se ontem era o máximo... porque razão no dia seguinte já não há de prestar? Essa é que é a verdade!
Jonathan Ive, o vice-presidente do Design da Apple, no fundo o homem responsável pelas inovações do hardware dos produtos Apple, apresenta-nos o novo iMac e em consequência também o Magic mouse multi-touch.
É ele quem resume na perfeição este novo iMac: "The new iMac represents a collection of our best thinking... of our best innovations!"
E aproveitando a deixa... um video que demonstra a inovação que é este novo rato multi-touch da Apple.
O mais pequeno computador da Apple, o Mac mini, também ele foi melhorado e torna-se ainda mais apelativo que nunca. Melhor processador, mais memória, mais espaço em disco...
... e todas boas as características que já faziam dele um Mac mais importante do que parece.
Breves observações...
No meio de tantas novidades apresentadas pela Apple de uma única assentada, vimos sair novos iMac, MacBook, Magic mouse, Apple remote e também os Mac mini.
O Mac mini é, na minha opinião o Mac a quem se preta a menor relevância. E realmente é por essa não aparente relevância que a Apple desta vez merece que se lhe tire o chapéu. É que desta vez além de "publicitar" o computador, deu novos rumos ao mini e ainda tornou-o de raiz aquilo que os clientes da Apple vêm neste modelo. Mas já lá vamos...
O Mac mini é além de ser um entrada da gama, um Mac low cost, é também um conceito de Mac multi-usos para os mais diversos fins. Por ser tão pequeno pode até ser transportado com facilidade.
O Mac mini desde cedo se permitiu, melhor até do que qualquer dos outros Macs, atingir outros rumos ainda mais interessantes. Por ex: ele pode ser usado como eficaz Media Center ao se ligar a uma TV para os fins multimédia e lazer tais como os videos, filmes DVD, fotos, musica, etc.
Mas mais interessante ainda é ele ter alcançado o estatuto de Mac que mais rapidamente se pensa quando o objectivo é o mundo dos servidores... e não é que foi isso mesmo que a Apple fez!
Mac mini com Snow Leopard Server
Ora desta é que não contava e é talvez mesmo a mais importante jogada da Apple dos últimos tempos. É como se desta vez a Apple tivesse uma séria palavara a dar ao mundo empresarial, chegando-se á frente com uma solução rentável, económica e à qual poucos conseguirão ficar indiferentes.
É que por menos de mil euros, tem-se out-of-box uma solução, boa e completa, para aqueles que precisam de algo eficaz para apartir do seu serviço ou profissão, dar condições a um grupo ou parque informático de comunicar, partilhar e colaborar.
E foi até mais longe com este "Mac mini com Snow Leopard Server", ao lhe retirar a drive óptica da Superdrive, que na verdade não é realmente necessária para um Server (e nas situações em que possa ser há a opção de uma Superdrive externa). No seu lugar fez a mais importante opção de nesse espaço colocar um segundo disco como sendo uma característica standard. Este mac mini Server tem assim dois discos internos de 500 Gb cada um. Coube tudo lá dentro...uau!!!
Outro detalhe curioso é que um Mac como um OS X Server, dispensa o rato, o teclado e o monitor, pois um OS X Server pode ser controlado remotamente apartir de um computador nas redondezas (ou à distância). Sendo assim o Mac mini Server está exactamente a ser vendido como ele é preciso.
Depois por fim aquela que é a mais importante:
- de uma só vez a Apple deu mais destaque que nunca ao seu Mac OS X Snow Leopard Server, orientando-o e apelando ao nicho que mais se entusiasma com este servidor.
Tudo isto de uma só vez... com um único modelo: o Mac mini com Snow Leopard Server!
Agora é oficialmente um servidor com esta variante.
É obra para um computador tão pequeno ao conseguir oferecer tanto e tão bem.
O iMac foi renovado e passa agora a contar imensas características impressionantes:
- melhores displays full-HD, iluminados por LED, desta vez em verdadeiro 16:9 (e não o mais alto 16:10) e em novas dimensões de 21,5" (1920x1080) e 27" (2560x1440);
- no seu interior conta já com processadores quad-core na versão de 27" (Core i5 a 2,6Mhz ou Core i7 a 2,8 Mhz) e na versão 21,5" com processadores dual-core (a 3,06Mhz ou 3,33Mhz);
- novas placas gráficas Nvidia ou ATI de última geração com 256Mb ou 512 Mb;
- disco interno com 500 Gb (para o 21,5") ou 1 Tb no 27";
- novo rato Magic Mouse (wireless) e teclado wireless standard para todos os modelos;
- e outros detalhes novos ao nivel do design como a nova base que o sustenta que é agora mas fina na ponta para parecer desaparecer na mesa; o vidro do monitor vai até ás pontas; novas colunas; a iSight por trás do vidro fica ainda mais discreta;...
Novo rato Magic Mouse...
A Apple volta a inovar e apresenta-nos um rato multi-touch.
Totalmente sem botões reage por toque, da mesma maneira como funciona o iPhone.
E faz muito mais do que apenas clicar: toque contextual, faz scroll nas várias direcções (360°) por movimentação dos dedos, reproduz gestos com dois dedos, etc.
Muito bonito e super-interessante!
Novo MacBook...
A incógnita da Apple era para mim o existente MacBook branco depois de ter saído o MacBook Pro 13".
Eis que a Apple o renova e lhe dá um corpo ainda mais bonito e com menos ângulos (agora está mais redondinho), trackpad multi-toque (suporta gestos) e com uma potente bateria para 7 horas.
Continua é sem FireWire...
...e ainda:
Novo Apple Remote...
... melhoramentos nos Time capsule e no Airport Extreme;
Ás vezes não damos por pequenas coisas que nos acompanham nos nossos computadores. Isso até um dia nos fazer falta...
É o caso do Stuffit Expander, um utilitário gratuito que serve unicamente para expandir ficheiros comprimidos (.zip , .rar , .sit , etc).
No Mac OS X expandir arquivos ZIP é algo que até o próprio sistema operativo se encarrega de fazer. Contudo, lá aparecem alguns arquivos zipados ou aqueles em várias ficheiros .rar para unir num único e que necessitam de algo mais capaz de dar conta do assunto.
É para isso que o Stuffit Expander é porreiro...
A Smith Micro já tem disponível, há alguns dias, a nova versão do Stuffit Expander 2010.
Uma professora pediu aos alunos para fazerem uma composição sobre a escola. Um deles escreveu: "A minha escola é pequena, mas muito bem arranjada. A minha escola é como se fosse um jardim. Nós os alunos, somos as flores e a senhora professora é como se fosse um monte de estrume que nos faz crescer belos e fortes."
Pois é... os miúdos ainda são o que há de melhor!
Obs: É desconhecida qual a nota atribuída ao referido aluno.
A morte imprevista de Michael Jackson, deu-se numa altura em que este se preparava para actuar numa série de concertos.
Perante semelhante prejuízo a promotora dos concertos reuniu as muitas horas que tinha das gravações dos ensaios dos concertos e transformou todo esse material num filme que está prestes a estrear já este mês de Outubro.
O filme chama-se "This Is It" e contém além das muitas novidades que Jacko ia mostrar em palco, a canção inédita "This Is It".
Contudo, já se veio a descobrir que afinal de nova e inédita não é assim tão exclusiva, pois esta canção que em tempos MJ havia descartado, já tinha sido interpretada por Paul Anka na década de 80.
Pelos vistos a canção foi escrita por Michael Jackson e Paul Anka em 1983, antes de MJ se tornar na mega-estrela com o álbum "Thriller". Anka alega que Jackson capturou as fitas do estúdio de gravação da canção e que na altura esta se intitulava "I Never Heard".
Mesmo depois de morto ainda nascem mais polémicas... e até permite um curioso trocadilho:
I never heard it Paul Anka... but this is it now!
Quanto á canção, digamos na versão de Jackson, está até bem boa e mesmo não sendo do seu melhor material de eleição, a verdade é que ela transpira por todo o lado o estilo dele. E esta até é das que ele próprio co-escreveu...
Fringe 2T A segunda temporada de Fringe lá chegou e com ela ainda mais densas se tornaram as questões por responder.
O que aconteceu depois de vermos Olivia no mundo paralelo?
O que lhe disse William Bell?
O que é o Padrão?
Era a partir daqui que ansiosamente estávamos á espera no arranque da segunda temporada mas não foi isso que tivemos.
Na verdade, ficamos na mesma e sem saber absolutamente nada.
Os acontecimentos da 2ªT voltaram a passar-se unicamente no "nosso" universo. Mas temos de tirar o chapéu aos argumentistas da série porque criaram assim um novo mistério e arranjaram uma solução engenhosa de fazer Olivia regressar ao (vou chamar de:) universo-prime.
No 1º episódio do regresso da série, Olivia regressa brutalmente com um acidente e perde as suas memórias do que lhe aconteceu e de onde esteve. Entretanto notamos que do outro universo alternativo não foi só a Olivia que chegou: também chegou alguém que vamos a perceber é um ser transmorfo (consegue mudar a aparência e parecer qualquer pessoa "sua vitima"). Com um episódio assim Fringe em vez de responder aqueceu com ainda mais mistérios e só nos deu um pouquinho de paz ao chegarmos ás revelações do 4º episódio.
Porém assaltou no imediato uma outra questão. A ideia com que ficamos na season finale da 1ªT, era a de que Olivia passou de um universo ao outro em pleno elevador. Afinal não foi nesse momento mas sim no momento em que ela conduzia.
Olivia no final da 1ªT, quando conduzia estava já na realidade alternativa e evita o acidente...
...mas na nossa realidade o acidente acontece.
A partir daqui nasce aquilo que vi como a preparação de como a série nos explicaria tudo isto.
Pareceu-me que Fringe precisou de dar tempo a que a Olivia se recupere do acidente e nesse espaço de tempo vamos assistindo a algumas movimentações dessa guerra secreta. Obviamente que ao 2º episódio teria de ter mais alguma coisa para não ser nulo e aí eles espetam um caso da semana… não vejo nenhum mal nisso. O homem-touperia foi então apenas o tal pretexto para colocar em movimento algumas situações: vermos o comportamento do “novo” Charlie, notarmos que a recuperação de Olivia tem mais que se lhe diga, acentuar os segredos entre Broyles e a Massive Dynamic, etc… Com um episódio como o segundo, deu para sentir que as situações sucedem-se com intervalos de tempo, como se estivéssemos a acompanhar as vidas normais daquelas gente a braços com problemas anormais. Dá a sensação de que cada episódio é passado em intervalos de, talvez uma semana que é o tempo que a série também nos chega para vermos.
Ao 3ª episódio voltou a dar-nos um pouco mais da sensação de tempo a passar. Através de mais um "caso da semana" aparentemente menos importantes acabou por dar muito mais do que parecia e sem até contarmos com isso. Afinal, os Observadores têm uma agenda muito própria… bem diferente do que imaginava até aqui acerca deles. Até o facto de vermos o Observador com fotos de Walter podem significar que, além de o conhecer bem, este terá de agir contra ele pois a memória “obscurecida” de Walter pode surgir e impedir os eventos colocados em marcha. De notar que o shapeshifter (transmorfo) tinha andado a pedir instruções pela via da máquina de escrever ao espelho (cenas mesmo impressionantes)… e a seguir vemos gente com pastas de possiveis alvos. Hummm... Foi também adorável abrir mais o véu sobre o passado de Peter, que carece também de ser explorado.
Ao quarto episódio o que parecia mais um normal, somos catapultados para um dos primeiros climax da série. Foi mesmo um bom episódio e finalmente a ligação ao final da 1ª temporada, um momento tão esperado. O mais curioso é que para podermos disfrutar dele tivemos de ter esse espaço de 4 episódios depois para que tudo se poder conjugar e ainda potenciar mais as perguntas que Fringe nos coloca. Assim é como se este climax de inicio de temporada fosse um prenda.
Todo o desenvolvimento da cena com William Bell foi magistral e os lapsos de tempo (ou saltos de memória) ainda reforçaram mais as perguntas/respostas que desfilavam.
Obviamente, que só serviu para abrir ainda mais a curiosidade do que virá depois deste climax.
O final de Charlie, assim reservado para já foi também um momento bom.
Imaginava a personagem a surgir de longe a longe durante mais algum tempo… mas fez mais sentido, potenciou o episódio e de que maneira e o caso dele ficou já arrumado. Venha lá mais presença da nova agente para a equipa de Fringe, então.
Algumas divagações/especulações/teorias:
A passagem de Olivia de um mundo para o outro (que é efectivamente dada no carro)... Encontro aqui dois pontos pertinentes:
... ela passou de um universo ao outro sem o pretender e até saber como. Fico com a ideia é que ela foi convocada para lá chegar, numa espécie de rapto (abdução?) entre realidades.
... só que no momento em que ela foi “apanhada” encontrava-se ainda a conduzir. O que a levaria a regressar ao mesmo ponto?
Mas porquê o mesmo ponto e no mesmo exacto momento?
Afinal ela ainda esteve bastante tempo no mundo alternativo...
A cena de Olivia com Bell, pareceram-me até nem serem memórias mas sim uma espécie de paradoxo-temporal como se estivesse a suceder naquele momento mas no mundo alternativo. É como se no mundo alternativo o tempo estivesse num grande delay, as tais 6 semanas, que é o tempo que levou entre a chegada de Olivia e o regresso das memórias entre as realidades. Tudo pareceu real demais (a forma como foram chegando em sucessão) para serem apenas unicamente memórias.
Isto ocorre-me por notar nas deixas de Bell que eles, os do outro lado, teriam tomado outras opções diferentes das que aconteceram no mundo-prime.
Daí tanta observação ao mundo-prime (o nosso)… para poderem evitar o que acontece lá. E um delay temporal ajuda nesse fim...
Esta teoria só esbarra nas cenas com a máquina de escrever mas mesmo assim…
No entanto, segundo o que este William Bell-prime deu a entender a passagem de um universo para o outro pode ser por vezes fatal. Será que foi isso que sucedeu ao Peter-prime em pequeno? Até aqui os dados apontam-no como sendo um Peter do mundo alternativo, mas o facto do Peter também brilhar (aos olhos da personagem introduzida) colocou um novo dado sobre ele. Será ele também um transmorfo ou alguém ainda mais especial? Como as recordações da realidade alternativa surgiam a Olivia na presença de Peter ou ao olhar para ele… ocorre-me se este Peter não será… o próprio William Bell? Bell disse a Olivia que ele, o Peter, saberia o significado da mensagem…
Venham mas é mais episódios de Fringe… (a seguir é a lógica dos sonhos).
Esta segunda edição da Zwame está mesmo muito interessante.
Nota-se que este projecto está a evoluir e bastante.
Para já como primeiro destaque... começo pelo aspecto visual.
Tem de dizer está mesmo delicioso pela abordagem simples e coerente, principalmente quando se lida com estes temas, facto em que aqui o design gráfico das páginas, a organização e o método de separadores de temas, favorecem imenso os assuntos e ao mesmo tempo potencia o interesse pelos artigos.
Depois os artigos... ou melhor... a denotada vontade em ser abrangente para as várias tribos. Assim não é de admirar que a revista consegue positivamente abordar ora aspectos de hardware, o mundo Microsoft e o mundo Mac (seria interessante a presença permanente do mundo Linux também) e algumas das mais recentes novidades de outros campos como a virtualização de sistemas operativos, processadores, privacidade no mundo empresarial, etc.
É com muito agrado que sigo os artigos sobre a Digital Life, quando se fala principalmente de Media Centers / Home Cinema. Impressionou-me até pelo destaque dado ao eGreat MG-M34a... que é um produto que também apostei bastante aqui no blogue (rever aqui o artigo).
Sinceramente, recomendo até que dediquem ainda mais páginas ao Home cinema/Media Centers. É um must read!
Altamente recomendada!
Podem apreciar a revista gratuitamente quer on-line como quer descarregando em PDF.