quinta-feira, 3 de abril de 2008

Campanha agressiva do serviço Meo da PT


A PT está a lançar a campanha do serviço Meo e está a fazê-lo com agressividade em vários pontos.

O mais visível é a campanha que já passa na TV feita pelos Gato Fedorento. Está mesmo muito boa e mais uma vez estes 4 tipos conseguem valorizar um produto e de que maneira...

Depois são as intenções bem claras da PT em pretender cobrir pelo menos 90% do nosso território. Boa! É assim mesmo!
Para isso até ao final do ano vão dar capacidades de IP Tv a mais de 600 centrais PT e ainda lançaram o serviço Meo por satélite para poderem chegar onde não há ligações.

Não bastando, lançaram ainda o Meo para telemóvel. Aqui neste serviço não nutro muito interesse mas temos de enaltecer estes progressos.

Falaram ainda em fazer melhorias ao serviço Meo, principalmente no capítulo de permitir o serviço de TV funcionar em mais que duas televisões.

Pois é... a ZON desta forma ganha um adversário à altura. E com todas estas medidas ferozes quem sai a ganhar é o consumidor pois quanto melhor a oferta também melhora os preços e a qualidade dos serviços.

Saiba mais pelo site do serviço Meo.

Aproveite também para ler mais artigos sobre o Meo aqui neste blog.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Fazer strip tease é perigoso

Dá-me o telemovel já!

Original


Sobre esta situação pouco pretendo dizer pois isto já foi exageradamente debatido.
Do video há um pormenor ainda mais acutilante para mim, pois para lá da histeria e indecoroso comportamento da aluna e até a reacção da infeliz professora brutalizada naquela "selva" em que até lhe batem por algo que não deveria estar no ensino... existe um aluno que filmou o que se vive numa aula da escola nos dias de hoje precisamente porque... usa uma "arma do crime" igual: um telemovel!
Se ele não tivesse filmado... estava tudo bem no ensino. Mas como filmou a realidade por dentro, como um infiltrado... desmanchou a nação em apenas 2 minutos!

Dentro de alguns dias ou semanas, quando ninguém já se lembrar do caso (afinal o português tem memória curta e isso dá jeito), já está tudo bem no ensino.

Para já esta situação já resultou em animação "prá malta fixe!" pois o que interessa é circularem cenas bué de fixes pela net e a cena da aluna veio dar imenso jeito... só visto!

Eis exemplos:

Remix


Remix Alpha (versão humor)


... e t-shirts com as frases mais marcantes do video. A partir de cerca de 12 euros, os interessados podem levar para casa uma peça de vestuário com inscrições como "Dá-me o telemóbel, JÁ!", "Vamos ter fight, oube lá!", "Oh gorda, oh faxona, sai daí!" ou "Olha a belha vai cair!".


fonte: Cibéria

quarta-feira, 26 de março de 2008

Portishead: algumas farpas que lançaram nestes 10 anos

Sobre as tais farpas que havia referido no artigo anterior, posso indicar estas por exemplo:

1999 - a sublime "Motherless Child" de Tom Jones (apenas a vocalização e todo o resto dos Portishead)
Foi neste tema que entendi em 99 que algo estava a ser diferente e mais orgânico no sentido de serem uma banda de instrumentos). Esta faixa maravilhosa é a única razão que me fez comprar a caca do "Reload" de Tom Jones...

2002 - O álbum "Out of Season", aqui representado pelo excelente "Mysteries" de Beth Gibbons & Rustin' Man. Sim, existem momentos bucólicos e cheios de blues como existem neste álbum mas subvertidos à marca P.

De notar com este exemplo, a influência de canções e bandas de tempos que não voltam mais.
"Candy Says" dos Velvet Underground, interpretada pela Beth Gibbons nalguns dos concertos do álbum a solo. Pergunto-vos: Alguma vez este tema soou tão verdadeiro? Soberba adaptação e interpretação.


2006 - A participação dos Portishead com a tremenda "Anna" da compilação de homenagem a "Monsieur Gainsbourg Revisited"
Este é o tema que melhor me preparou para o "Third"...

Com todos estes artigos... "exorcizei um pouco a alma" da minha relação com Portishead.
E não quero ficar curado....


Portishead: sobre o Third e video de Machine Gun

Depois de ter abordado os dois álbuns de estúdio "Dummy" e "Portishead", respectivamente de 1994 e 1997, vamos passar para aquele que é o terceiro álbum da banda Portishead, "Third", que quebra o jejum das edições de originais em 11 anos.

Já ouvi bastas vezes o "Third" e é um álbum totalmente diferente dos anteriores mas ao mesmo tempo percebe-se claramente que são na mesma os Portishead. Esta banda tem muita personalidade na sua abordagem única à música e essa é a sua grande marca inconfundível e que lhes confere o reconhecimento de estarmos na presença de algo deles.


O que posso adiantar sobre "Third" é que instala uma nova direcção, talvez óbvia a quem seguiu atentamente as pequenas "farpas" que a banda foi lançando nestes últimos 10 anos, mas que poderá surtir um efeito de total estranheza a quem se deliciou com o periodo 94 a 98.
Meus amigos: preparem-se muito que o som agora não é o mesmo!!!

É muito menos trip-hop ou electrónico e muito mais um som que poderemos identificar pelos periodos do rock psicadélico e experimental (influências mais uma vez dos Pink Floyd de "Ummagumma" 1969), dos primórdios da música electrónica baseada nas repetições de sons maquinais e dos sintetizadores. É mais rock que nunca mas um rock que a determinada altura me fez voltar a sentir as sensações das primeiras obras dos Sonic Youth, dos The Can (eram maravilhosas as longas faixas destes tipos), Spacemen 3 (meu Deus, já não há nada disto hoje) e a atitude sm medos á lá Velvet Underground.
Na verdade o que se passa em "Third" poderemos identificar no caso dos Radiohead quando lançaram "Kid A" após a obra-prima do rock dos anos 90 "OK Computer" (obviamente dos Radiohead, claro). Todos os fãs estranharam mas mais tarde reconheceram o mérito do "Kid A".

"Third" é um disco estranho que requer muitas audições inteiras para ser compreendido. Foi isso mesmo que fui sentindo após a primeira audição: "Mas que merda vem a ser esta?! Mas deixa lá ouvir isto de novo..."
Ahh pois é! Este disco por vezes parece descambar para o que sempre fizeram como logo de seguida tudo é subvertido de forma quase caótica e deslocada do nosso tempo.

"Third" vive no difícil fio-da-navalha da obra que nos desnorteia sem sabermos dizer de imediato se é bom ou mau. É estranho, como dizia, mas que com as audições seguintes se vai entranhando no nosso consciente como um assalto mental.
É uma som único no panorama musical dos nossos dias e original na sua intemporalidade. "Third" continua a trilhar os mesmo caminhos melancólicos mas desta vez de uma forma tanto feroz e contundente como suave e terno. O scratch desapareceu, o som fritado do vinyl também e percebe-se que as faixas não estão tão polidas como antigamente assumindo-se muito agrestes e rudes no primeiro impacto.

Em tempos (há mais de 10 anos) li-a nas descrições cinéfilas do Sr. Jorge Mourinha (ainda no ex-jornal Blitz - hoje no jornal Público), a noção de que normalmente estamos na presença de uma obra-prima quando saímos á "toa" da sala de cinema, totalmente siderados pelo filme num estado de transe em que nem sequer sabemos  o que dizer do que vimos e logo depois de alguns tempos o filme dominar o nosso pensamento. Não pensarmos noutra coisa senão nele, não conseguirmos exprimir o estado com que nos elevou a película a um novo nível.
Depois de ouvir várias vezes o "Third" fiquei nessa situação. Recordou-me a estranheza genial do Tricky da era Polygram. Fez-me regressar os sentimentos de quando estava apaixonado pelo música que descobria (o inverso do enjôo que actualmente quase toda a música nova me produz). Lembrou-me que afinal a música poderá ainda não ter chegado ao tal beco sem saída. Mostrou-me que ainda existem bandas que nos regeneram.
E concluí que: "Third" é uma obra musical que deve ser tomada como um todo e quando isso acontece sentimos que estamos na presença de um álbum...GENIAL!


Fica aqui o video de "Machine Gun"


O concerto de hoje no Porto e amanhã em Lisboa, será povoado de certeza pelas sonoridades que aqui descrevi. Não irei por impossibilidade, mas será um concerto marcante para quem o for assistir e mais importante ainda se estiver em sintonia com as sensações aqui descritas. Para esses será o concerto da sua vida, como foi o único que deram no Festival do Sudoeste em 1998. Inesquecíveis!!!


terça-feira, 25 de março de 2008

Portishead: videos de All Mine e Only You

Ontem, iniciei a jornada de apresentar os Portishead. Iniciei por videos de "Dummy" (1994) e desta vez regresso, obviamente, com dois videos do álbum seguinte de 1997, intitulado simplesmente de "Portishead".


Este segundo álbum foi para a banda na altura um "parto" difícil, devido ao universo sonoro do género já totalmente recriado no disco original (parece até um catálogo de exemplos), considerado um dos mais importantes e marcantes do som da década de 90. A conjuntura também os havia empurrado ao limite pois, imensas bandas aventuravam-se com a suas próprias ideias na interpretação dos mundos trip-hop e eles terem sentido que deveriam fazer mais ainda e ir mais longe.

O disco resultou menos influente que o de 1994 mas não menos fascinante pois alargava ainda mais os universos sonoros da banda num cocktail de melancolia psicadélica em estilo vintage. É um álbum que se parece movimentar num espaço tridimensional (batidas a ecoar e vários sons subgraves posicionais) que apela muito aos sentidos pois entranha-se na nossa mente como uma instalação psico-sonora servindo-se de sons recorrentes duma vaga memória do cinema/tv via dos géneros sci-fi/spy, levando-os a uma nova depuração de sons que os identificamos como antigos sendo eles criados totalmente novos.
Foi bastante marcante para mim ver provada a aplicação do scratching como um instrumento e não como um efeito engraçado. Aliás, neste álbum por vezes Geoff Barrow recorre ao scratching como se fosse um solo de guitarra potenciando muito mais a subversão das regras. No hip-hop o scratching tornou-se um elemento "parolo" mas com os Portishead foi elevado a arte ao serviço da canção (consultem com mais atenção temas como Cowboys, Over, Only You ou Elysium).

All Mine


Only You


segunda-feira, 24 de março de 2008

Portishead: Sour Times e Glory Box

É já próxima Quarta e Quinta, dias 26 e 27 de março, que a digressão europeia dos regressados Portishead inicia, respectivamente na cidade do Porto e depois em Lisboa.
Saibam mais pormenores por este artigo sobre o regresso dos Portishead, já antes publicado por aqui...


Os Portishead apareceram em 1994 com "Dummy" aquele que é para muitos o álbum que melhor define o trip-hop.

Juntamente com as primeiras obras dos Massive Attack (na verdade com o Blue Lines fundaram em 1991 o trip-hop) e ainda de Tricky (com a sua obra-prima Maxinquaye de 1995), completaram os 3 vértices de uma triângulo sonora para um género fervilhante de ideias para o formato canção. Muitos consideraram uma resposta europeia ao R'n'B americano da época mas eu entendo que o trip-hop foi o único género até hoje que soube lidar de forma contemporânea com a história da música e articular esse legado num contexto moderno ao mesmo tempo que devolve a canção de novo ao ouvinte polvilhado por todos os géneros musicais em regime lento (downtempo).
Regressar a "Dummy" é voltar no tempo. O tempo em que acreditei que a música tinha encontrado finalmente um rumo. "Dummy" é um álbum cheio de estilo, magnífico, magestoso, psicótico, melancólico, retro-moderno, irreverente, completo, uma viagem pela mente... um sonho concretizado em som!

Ainda hoje é actual... mas na época influenciou o mundo musical de tal forma que ainda hoje se notam vestigios da sua marca. No nosso panorama nacional o exemplo mais perfeito desta situação serão bandas como os "The Gift" (até chegaram a assumir a influência) ou Coldfinger por exemplo.

Vamos recordar dois temas do álbum de estreia, o "Dummy" (1994) desta mitica banda de trip-hop.

Video de "Sour Times"



Video de "Glory Box"


Update transforma PS3 no melhor leitor Blu-Ray do mercado


Segundo informa a Cibéria, "Graças à nova actualização de firmware v2.20, a consola da Sony vai ser o primeiro leitor Blu-ray do mercado a suportar BD-Live, uma funcionalidade que permite descarregar conteúdos adicionais para os filmes.

A actualização v2.20, disponível nos «próximos dias», para além do suporte para o BD-Live (ou Blu-ray Disc Profile 2.0), inclui ainda um conjunto de novidades de relevo, segundo o blog oficial da PlayStation mantido pela Sony Computer Entertainment America (SCEA).

- A possibilidade de exportar playlists de música e fotos da PS3 para a PSP.

- Reprodução de ficheiros nos formatos DivX e WMV superiores a 2GB.

- Suporte para a exibição de legendas durante a reprodução de ficheiros DivX.

- Resume Play, funcionalidade que permite retomar a reprodução de um DVD ou Blu-ray a partir do ponto onde foi parada, mesmo que se insira outro disco.

- A PSP pode ser utilizada para reproduzir remotamente a música armazenada na PS3 sem ser necessário ligar a TV.

- O browser da PS3 é mais rápido a carregar algumas páginas e permite gravar ficheiros para o disco rígido da consola.

Os primeiros filmes compatíveis com a tecnologia BD-Live, "The 6th Day" e "Walk Hard", serão lançados no dia 8 de Abril.
"


Impressionante!!!

Nunca (mas nunca mesmo!) dei valor aos jogos das consolas.
Na realidade nunca me motivaram muito os jogos. Não me puxa estar horas agarrado a um jogo para passar de nível ou algo assim.

Porém, actualmente tem-me agradado muito a ideia da Nintendo Wii pela vertente dos jogos de entretenimento puro, simples e básico dedicado a toda a familia. É mesmo demais a Wii e pode ser muito mais que simples jogos, pois pode também ser um incentivador ao home-fitness, o que desde logo lhe configura novos cenários de interesse para lá dos jogos.

Por outro lado, e visto que o formato Blu-Ray "venceu" o HD-DVD na guerra pelo suporte á alta-definição, a PlayStation 3, torna-se no aparelho leitor da HD mais interessante no mercado. Se a PS3 além de servir para jogar jogos HD, servir para ver em toda a glória os filmes em Blu-Ray já era o leitor mais apetecível. Agora lendo estas informações sobre uma nova actualização com suporte a muitas mais características interessantes... a PS3 ficou a valer mais no espaço de uma sala.


Ficamos agora na presença de um dilema: PS3 ou Wii?

Acho que o melhor é ter as duas em casa... para ambas as situações.

quinta-feira, 20 de março de 2008

SL Benfica: o adeus de Camacho...

Palavras para quê? Basta ver a qualidade dos jogadores pela caricatura...
Eh, eh, eh!!!

Terrafugia Transition, o automóvel que voa à venda já em 2009!


Pois é, temos uma inovação revolucionária prestes a estar à disposição de cada um desde que a carteira esteja recheada. Está planeado para venda em 2009, o automóvel voador "Transition" da marca Terrafugia.

Com ele, ficará ao alcance da humanidade uma das promessas da ficção-cientifica que habitou imenso a nossa imaginação. Um veiculo que tanto voa como anda na estrada.

Que ideia mesmo atraente e à distãncia de 100 mil euros!

Veja aqui o video com a simulação 3D do Transition em funcionamento:



Tal como informa a Agência Financeira:
"...o modelo «Transition», que está a ser construído por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussetts, é capaz de alcançar a velocidade de 140 quilómetros/hora (km/h) em terra, sendo que poderá transformar-se numa pequena aeronave e capaz de atingir uma velocidade de 185 km/h.

O objectivo da empresa é abrir as portas da sua invenção ao grande mercado, embora o modelo não esteja indicado para qualquer um: com um peso de 600 Kg, o «Transition» exige carta de piloto desportivo para ser conduzido e tem um preço estimado em 96,7 mil euros (148 mil dólares).

O carro está preparado para uma lotação de duas pessoas, tem 5,7 metros de comprimento e largura variável: dois metros quando as asas estão recolhidas e 8,4 metros quando se encontram abertas. Já a nível de combustível, o veículo vai consumir 18 litros por hora enquanto estiver a voar.

O protótipo foi aprovado e o aparelho tem tido resposta positiva nos diversos testes aerodinâmicos a que tem sido sujeito.
"

Deixo ainda um video de como funciona o sistema das asas. Podem saber mais sobre este veículo no site da marca Terrafugia


Knight Rider Portugal: o clube de fãs nacional já existe!


É mesmo! Já há um clube nacional de fãs para a série Knight Rider:

Quem aprecia esta série dos anos 80, e que foi motivo de uma nova versão contextualizada para 2008, pode visitar este site, gerido por Ana Caninhas.
Por lá poderão encontrar imenso material para saberem tudo sobre a série, participar em fóruns, ler opiniões, etc.
Se já viu o telefilme de 2008 do Knight Rider, apareça por lá e diga coisas também!

Parem as Balas. Matem as Armas.

Descobri no blogue do Kanhas, e uso as mesma palavras dele para mostrar o vídeo que se segue do You Tube, ao qual não resisti em aceitar a recomendação de colocá-lo aqui no blog porque acho que, independentemente do nicho de cada blog, o assunto sobre o qual este vídeo retrata (a PAZ), merece que nós, bloggers, contribuamos no que for possível, por isso, se tens um blog, desafio-te também a colocares este vídeo lá.

quarta-feira, 19 de março de 2008

O dia do pai...

Hoje comemora-se o dia do pai.

É um dia não só para quem é pai mas também para quem é filho. São os filhos que tornam o dia especial e como todos sabemos, todos nós somos filhos de alguém. Alguém que cuidou de nós e continua a cuidar e a preocupar-se. Contudo, nem sempre é assim...

Hoje pensei no caso das mães solteiras por opção. Cuidam do filho sozinhas (normalmente é um só filho(a)). E foi sobre essas crianças, jovens ou adultos que me fez ponderar como será que encaram o dia que aqueles que lhes rodeiam comemoram. Por vezes estas pessoas não sabem quem é o seu pai e até nem têm a figura do pai presente na sua vida e este dia só vem agravar o sentimento que os isola da comemoração do dia.
Entendo que é muito diferente um filho não ter pai por infelicidade da vida a morte o ter levado mas não ter porque a mãe por diversas circunstancias assim optou. Esta é uma situação ainda mais dura que a morte pois a ausência neste mundo é um facto concreto e pelo menos nos dá um local para nos dirigirmos e assinalar o dia, relembrando aquele que foi o pai, pois neste caso existe uma imagem da pessoa que foi. No caso dos filhos sem pai por opção nem essa imagem existe na maior parte dos casos.
E é essa situação injusta para quem é filho de alguém que nunca conheceu faz este dia ser um... não-dia do pai.

Não é o meu caso nenhuma das duas situações referidas mas pensei nisso hoje apesar de não pretender aqui abordar a complexidade das situações. Apenas dedicar umas palavras a esta situação...

Ao inicio deste artigo, falava no caso do dia ser para os filhos celebrarem o seu pai. Na vida que nunca pára, um dia serão esses filhos o alvo da mesma acção da parte dos seus próprios filhos e aí passaremos a entender ainda melhor o que é afinal o Dia do Pai. É o dia que saberemos apreciar o que de bom a vida nos deu: os filhos!
Ahh! Eu sou um pai (para breve ainda mais pai) e... um filho também.
Hoje foi um dia duplamente importante e para o ano será ainda muito mais.

De Espanha... com muito humor!




terça-feira, 18 de março de 2008

A diferença entre o FC Porto e o SL Benfica.


Estava o Jesualdo, antes de um jogo com o Benfica, a falar com os jogadores nos balneários:
- Eu sei que é uma chatice, mas temos que jogar contra eles...Faz parte do calendário, o que é que querem?

O Lucho responde:
-"Mas, oh mister, é preciso irmos todos?"

Então, o Quaresma levanta-se e diz:
-"Não é preciso! Eu vou jogar sozinho contra eles. Vocês podem ir descansar."

E Jesualdo lá concordou:
- "Ok, Quaresma. Então vai lá dar cabo deles."


O Jesualdo e os restantes jogadores foram até um café ali ao lado do estádio e começaram a jogar snooker. Estavam eles entretidos até que um se lembra de ir ver o resultado do jogo ao intervalo.
O marcador assinalava:
Porto 1 (Quaresma aos 10m) - Benfica 0.

Voltou à mesa de snooker e contou como estava o jogo.

Passada uma hora, decidem ir todos ver o resultado final:
Porto 1 (Quaresma aos 10m) -Benfica 1 (Adu aos 89m).


Ficaram surpresos e Jesualdo dirigiu-se ao balneário onde estava o Quaresma com as mãos na cabeça e muito chateado.

- "Então Quaresma, o que é que aconteceu? ", perguntou Jesualdo.

- "O cabrão do árbitro expulsou-me aos 11 minutos ..."




Observações: caros leitores, o texto acima é apenas uma anedota de tripeiros contra mouros... Mas é bastante reveladora das diferentes situações que vivem estes dois grandes clubes de Portugal e do mundo.

Nele se podem perceber o estado em que se encontra o Benfica, actualmente até com o 2ª lugar ameaçado pois o grande V. Guimarães já partilha a mesma posição na classificação dos pontos da Liga.
Nesta anedota, exagerada é certo, o Benfica precisou de 80 minutos (e a jogar sozinho contra ninguém) para marcar um golo numa baliza vazia...
Adapta-se bem à actualidade e faz-nos pensar onde estará o problema.
Nos treinadores? Nos jogadores? Na equipa toda (será que se entendem entre eles para jogarem em equipa)? No presidente e estrutura?
Não sei...

A segunda observação que retiro da anedota já não é só o valor do FC Porto mas sim do Quaresma. Como todos já bem sabem, actualmente o valor fixado para levarem o nosso jogador maravilha ascende aos... 40 milhões!!!
Pinto da Costa poderá estar louco em pedir tanto por este jogador mas a verdade é que o Quaresma é um jogador único. Não há outro no mundo como ele.
Todos o querem e o nosso "Pintista" sabe bem disso...

Não é tripeiro quem quer … É tripeiro quem pode !!!
" A Vencer desde 1893 ".